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Catástrofe

Sobe para 31 o número de mortos por tufão no Japão

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O poderoso tufão Hagibis, que passou pelo leste e centro do Japão entre a noite de sábado (12) e o início da manhã deste domingo (13), deixou até o momento 31 mortos, segundo balanço da emissora japonesa NHK. Esse número, no entanto, pode aumentar, pois 14 pessoas estão desaparecidas e 186 ficaram feridas.

Hagibis, que foi acompanhado por chuvas com intensidade considerada “sem precedentes”, causou inundações e deslizamentos de terra. Quatorze rios transbordaram no país. Quase meio milhão de casas chegaram a ficar sem energia. Na manhã desse domingo, 100 mil permaneciam sem luz.

A tempestade, a mais forte a atingir Tóquio desde 1958, tocou o solo em Shizuoka (no sudeste da capital japonesa), na península de Izu, na ilha de Honshu, às 19h de sábado (horário local). As rajadas de vento chegaram a até 200 km/h. Um terremoto de magnitude 5,7 sacudiu Tóquio logo depois.

A intensidade “sem precedentes” de chuvas fez com que a Agência Meteorológica do Japão (JMA) emitisse seu nível máximo de alerta de chuvas, reservado para situações de possível catástrofe. Os alertas atingiram mais de 6 milhões de pessoas em todo o país. Cerca de 27 mil policiais e militares foram mobilizados para as operações de resgate.

Os avisos para áreas ao norte da capital começaram a ser retirados na manhã deste domingo. O tufão perdeu força após atravessar o território japonês e, ao meio-dia, foi rebaixado para a categoria de ciclone extratropical. Ele deve sair para o mar na noite deste domingo, depois de passar pela ilha de Hokkaido, no norte do país.

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EUA

Cientistas descobrem novo tipo da infecção “devoradora de pele”

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Imagem ilustrativa

Após estudarem uma infecção bacteriana que estava a corroer os tecidos de um paciente, médicos das Universidades de Maryland e do Texas, nos Estados Unidos, descobriram um agravante de uma doença já conhecida. Um artigo sobre o caso foi publicado no Proceedings of the National Academy of Sciences.

A fasceíte necrosante, como é chamada, é uma condição que há muito é conhecida pela comunidade médica e ocorre por conta de uma infecção severa provocada pela bactéria Streptococcus pyogenes. Este microrganismo é comum no sistema digestivo, mas, quando entra em contacto com outras áreas do corpo, devora a pele, os órgãos e o que mais estiver à sua frente, com o intuito de se instalar na corrente sanguínea.

Entretanto, os testes indicaram que a infecção havia sido causada por um outro microrganismo, denominado Aeromonas hydrophila. O quadro clínico evoluiu rapidamente, espalhando-se pelo baço e pelo fígado e tornando-se uma ameaça à vida do paciente.

Tal intrigou os médicos, que decidiram avaliar a composição genética dos microrganismos que atingiam o doente e surpresa! Como relataram num comunicado à imprensa, explicam que a infecção não se deu por uma, mas duas cepas diferentes de bactérias do género Aeromonas, denominadas de NF1 e NF2.

Normalmente, a cepa NF1 permanece localizada e não atinge a corrente sanguínea ou os órgãos, sendo eliminada pelo sistema imunológico do hospedeiro. Já a NF2 produz uma toxina que quebra o tecido muscular e permite que o microrganismo se espalhe pelo corpo da vítima.

O problema, entretanto, ocorreu porque as duas espécies agiram ao mesmo tempo. “Uma das linhagens [NF2] produz uma toxina que quebra o tecido muscular e permite que a outra linhagem [NF1] migre para o sistema sanguíneo e infecte os órgãos”, explicou Rita Colwell, cientista responsável pelo caso.

Além disso, a equipa de médicos apurou que a NF2 permanece localizada e não se espalha pelo corpo, pois, quando entra em contacto com NF1, acaba por morrer. “Agora, temos a capacidade (…) de determinar os agentes infecciosos individuais envolvidos em infecções polimicrobianas”, disse Colwell.

A especialista espera que isso ajude os investigadores a desenvolverem métodos mais poderosos de combate a esses organismos, salvando mais vidas. “Quando tratamos com um determinado antibiótico, estamos a eliminar um organismo do corpo”, explicou a especialista. “Mas se houver outro organismo que esteja a participar na infecção e que também seja patogénico, qualquer tratamento com antibióticos que não atinja essa outra espécie pode estar a abrir caminho para que esta se desenvolva”.

Após o diagnóstico ter sido realizado, o paciente pôde ser tratado pelos médicos e teve de ser operado. Embora lhe tenham sido amputadas ambas as pernas e ambos os braços, conseguiu sobreviver.

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Inclusão

Americana cria bonecas ‘realistas’ com Síndrome de Down

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Kristy Leigh Walker é uma mulher natural do estado norte-americano do Texas que está a tentar mudar o mundo, uma boneca de cada vez. Para terminar com a pouca diversidade que estas apresentam, Walker desenvolveu brinquedos ‘super realistas’ com Síndrome de Down.

Outra das ‘missões’ é fazer com que as meninas e meninos com esta doença sintam que estão ‘representados’ nas suas brincadeiras.

“Sou contactada por muitos pais que têm crianças com Síndrome de Down que querem que os seus filhos tenham bonecos que se pareçam com eles. Muitos compram-nos para membros da família que têm esta síndrome”, explica Kristy Leigh Walker ao jornal britânico Metro.

Cada boneca demora cerca de três meses a fazer e tem um elevado nível de pormenor, criado através de vinil e pinturas à mão, podendo ser personalizada a pedido de um cliente que pretenda que uma certa característica esteja presente.

As bonecas são também encomendadas por mulheres adultas com Síndrome de Down que não têm filhos. “Adoram vesti-las, penteá-las e tratar delas como se fossem bebés reais. São terapêuticas por diversas razões”, revela ainda à publicação.

São vendidas nos Estados Unidos e Canadá com valores entre os 590 e os 900 euros.

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error: Conteúdo protegido. LEI Nº 9.610, DE 19 DE FEVEREIRO DE 1998