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MC Gui nega bullying contra criança na Disney: “Brincadeira”

"Não sou um cara de má índole, tenho família, berço e respeito. Não tive intenção de julgar ninguém", disse

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MC Gui quebrou o silêncio e gravou um comunicado oficial ao ser acusado de praticar bullying contra uma criança na Disney, nos Estados Unidos, na noite desta segunda-feira (21). Segundo o funkeiro, ele e seus amigos estavam se divertindo com a semelhança entre a menina filmada e a personagem de animação de “Monstros S.A” Boo.

“Eu realmente já fui zoado por alguns amigos e, mano, estão dizendo que eu estava fazendo bullying com a criança, e eu fiquei impressionado. Porque aqui nos Estados Unidos, eu vejo pessoas que são iguais aos personagens que estão nos filmes”, iniciou ele.

Funkeiro rebate críticas: “Internet está muito chata”

Nas imagens postadas em seu stories, mas já deletadas, MC Gui aparece rindo com seus amigos e filmando o tempo todo a pequena. O cantor rebateu as críticas e disse que a “internet está muito chata”.

“E no trem eu postei a menina que estava [parecida] com a personagem da Boo [da animação Monstros S.A], certo? E achei impressionante porque estava muito parecida. Eu dei risada, porque nunca tinha visto aquilo. E a internet está muito chata, eu não fiz bullying com a menina”, acrescentou o artista, criticado assim como Meghan Markle ao ser vítima de fake news.

“Ela até viu que eu estava filmando”, relata cantor

O cantor revelou ainda que ele e a namorada chegaram a conversar com a mãe da menina após suposta brincadeira. “Ela até viu que eu estava filmando, a mãe dela que estava do lado veio falar com a gente. Eu não falo inglês, mas minha namorada fala e a gente acabou que meio fez uma brincadeira. Estou na Disney, estou de férias. Não preciso ficar me explicando, mas essa é a internet que a gente está usando hoje”, finalizou ele.

Gui lamenta repercussão negativa: “Estou triste”

Às lágrimas, o cantor usou seus Stories para pedir mais respeito e fim das críticas feitas por outros famosos nas redes sociais. “Eu postei realmente o que aconteceu. Não sou um cara de má índole, tenho família, berço e respeito. Não tive intenção de julgar ninguém. Artistas e influenciadores poderiam me chamar, dar conselhos, me ajudar, sou ser humano… Posso ter errado, mas me ajuda. Não acho legal distribuir ódio na internet. Não é legal pra quem está recebendo e nem pra pessoa que tá fazendo ou assistindo. Não é legal! Estou triste, num momento ruim, só peço respeito e obrigado. Me redimo se errei de alguma forma, mas só Deus sabe do meu interior”, disse.

Após a repercussão do vídeo, famosos como a funkeira Jojo Todynho postou uma sequência de vídeos em seu stories no qual aparece revoltada com a atitude o cantor.

“MC Gui, não trava comentário, não, sustenta sua gracinha! Eu só vim fazer esse stories aqui porque você bloqueou os comentários, então vim aqui e te marquei. Aprenda a ter respeito pelas pessoas. Eu dava um tapa dentro da tua cara. Ridículo!”, disse.


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TV

Faustão se irrita e detona funcionário ao vivo: “Imbecil”, e é criticado na web

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Fausto Silva perdeu a paciência durante o “Domingão”, da TV Globo, do último domingo (17). Enquanto anunciava a classificação da semifinal da “Dança dos Famosos”, o apresentador se irritou ao perceber que as notas haviam sumido do telão. Sem pensar duas vezes, o famoso, então, detonou o responsável por gerenciar o equipamento.

“O imbecil tirou de lá, para variar, de novo”, esbravejou.

Na web, os internautas se revoltaram com a postura do artista. “Quem o Faustão pensa que é para tratar as pessoas assim?”, reclamou um usuário do Twitter. “Inacreditável a falta de educação desse apresentador”, lamentou outro.

Já um terceiro garantiu: “Faustão chamando um funcionário de imbecil. Merece processo!”.


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EUA

Cientistas descobrem novo tipo da infecção “devoradora de pele”

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Imagem ilustrativa

Após estudarem uma infecção bacteriana que estava a corroer os tecidos de um paciente, médicos das Universidades de Maryland e do Texas, nos Estados Unidos, descobriram um agravante de uma doença já conhecida. Um artigo sobre o caso foi publicado no Proceedings of the National Academy of Sciences.

A fasceíte necrosante, como é chamada, é uma condição que há muito é conhecida pela comunidade médica e ocorre por conta de uma infecção severa provocada pela bactéria Streptococcus pyogenes. Este microrganismo é comum no sistema digestivo, mas, quando entra em contacto com outras áreas do corpo, devora a pele, os órgãos e o que mais estiver à sua frente, com o intuito de se instalar na corrente sanguínea.

Entretanto, os testes indicaram que a infecção havia sido causada por um outro microrganismo, denominado Aeromonas hydrophila. O quadro clínico evoluiu rapidamente, espalhando-se pelo baço e pelo fígado e tornando-se uma ameaça à vida do paciente.

Tal intrigou os médicos, que decidiram avaliar a composição genética dos microrganismos que atingiam o doente e surpresa! Como relataram num comunicado à imprensa, explicam que a infecção não se deu por uma, mas duas cepas diferentes de bactérias do género Aeromonas, denominadas de NF1 e NF2.

Normalmente, a cepa NF1 permanece localizada e não atinge a corrente sanguínea ou os órgãos, sendo eliminada pelo sistema imunológico do hospedeiro. Já a NF2 produz uma toxina que quebra o tecido muscular e permite que o microrganismo se espalhe pelo corpo da vítima.

O problema, entretanto, ocorreu porque as duas espécies agiram ao mesmo tempo. “Uma das linhagens [NF2] produz uma toxina que quebra o tecido muscular e permite que a outra linhagem [NF1] migre para o sistema sanguíneo e infecte os órgãos”, explicou Rita Colwell, cientista responsável pelo caso.

Além disso, a equipa de médicos apurou que a NF2 permanece localizada e não se espalha pelo corpo, pois, quando entra em contacto com NF1, acaba por morrer. “Agora, temos a capacidade (…) de determinar os agentes infecciosos individuais envolvidos em infecções polimicrobianas”, disse Colwell.

A especialista espera que isso ajude os investigadores a desenvolverem métodos mais poderosos de combate a esses organismos, salvando mais vidas. “Quando tratamos com um determinado antibiótico, estamos a eliminar um organismo do corpo”, explicou a especialista. “Mas se houver outro organismo que esteja a participar na infecção e que também seja patogénico, qualquer tratamento com antibióticos que não atinja essa outra espécie pode estar a abrir caminho para que esta se desenvolva”.

Após o diagnóstico ter sido realizado, o paciente pôde ser tratado pelos médicos e teve de ser operado. Embora lhe tenham sido amputadas ambas as pernas e ambos os braços, conseguiu sobreviver.


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error: Conteúdo protegido. LEI Nº 9.610, DE 19 DE FEVEREIRO DE 1998