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DISTRITO FEDERAL

Homem que matou ladrão em posto se apresentará à polícia na segunda

O autor dos disparos, Carlos Aberto de Sousa, 54, seria caçador profissional e estava de passagem no estabelecimento, segundo o advogado

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O homem que reagiu a um assalto em posto de gasolina na madrugada desta sexta-feira (11/10/2019) e matou um dos ladrões vai se apresentar à Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) nesta segunda-feira (14/10/2019).

Carlos Alberto de Sousa, 54 anos, seria caçador profissional e estaria viajando para Luziânia com intuito de caçar javaporcos, quando parou para abastecer, e cinco suspeitos desembarcaram de um carro roubado e pediram os celulares, diz o advogado dele. A 12ª Delegacia de Polícia (Taguatinga Centro), que investiga o caso, no entanto, não confirma a versão.

De acordo com o advogado Adilson Valetim, quando Carlos chegou ao estabelecimento, um outro veículo estava sendo abastecido. Enquanto aguardava, ele resolveu se sentar e comer um lanche. “Foi aí que percebeu a chegada de um carro com várias pessoas. Ele não reagiu de primeira: pediram o celular, e ele entregou”, relata.

Durante o assalto, no entanto, Carlos supôs que os ladrões teriam visto o a pistola .380 que ele portava. “Se vissem a arma o matariam. Nesse momento que ocorreu a reação. O que morreu tomou um tiro no rosto, e outros dois ainda foram atingidos”, conta. Segundo o defensor, a arma possui licença para ser usada.

“O delegado ainda quer ouvir a versão do meu cliente. A partir disso, será instaurado inquérito, e vamos esperar a posição do Ministério Público. Caso haja denúncia, vamos sustentar a tese da legítima defesa”, explica Valentim.

O delegado Josué Ribeiro, da 12ª DP, não confirmou a versão. Procurado pela reportagem, pregou cautela e disse ser preciso conversar com Carlos Alberto antes de se pronunciar. Informações como a procedência da arma e o real motivo de o suposto caçador estar no posto ainda precisam ser investigadas, de acordo com Josué.

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POLÍTICA

‘Impeachment é uma possibilidade’, diz Collor sobre Bolsonaro

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Ex-presidente da República, o senador Fernando Collor (Pros-AL) afirmou em entrevista publicada pelo jornal O Globo neste domingo (17.nov.2019) que vê semelhança entre os “erros” cometidos por seu governo e o atual. “[Estamos] revendo 1 filme que a gente já viu”, disse.

Collor falou que é parecido o tratamento que ele deu ao seu então partido, o PRN, e aquele que está sendo dispensado pelo presidente Jair Bolsonaro ao PSL.

“Em outubro de 1990, nós elegemos 41 deputados. O pessoal queria espaço no governo, o que é natural. Num almoço com a bancada, eu disse: “Vocês não precisam de ministério nenhum. Já têm o presidente da República”. Erro crasso”, afirmou. Nesta semana, Bolsonaro anunciou a saída do PSL e disse que pretende criar uma nova legenda.

Para o senador, “o que está acontecendo com o Bolsonaro é a mesma coisa.” Ele disse ser “verdade” que a “bancada do PSL foi eleita na onda bolsonarista”. Apesar disso, de acordo com Collor, o atual presidente “tinha que ter dado prioridade aos 53 deputados” que o partido elegeu logo que assumiu o mandato.

“E, a partir desse núcleo, construído a maioria para governar. Ele perdeu esse momento. Agora reúne a bancada para dizer que vai sair do partido? Erro crasso. Estou dizendo porque eu já passei por isso. Estou revendo 1 filme que a gente já viu. Vai ser 1 desassossego para ele”, falou Collor.

Questionado sobre qual seria o futuro do governo, Collor disse que “não vê como possa dar certo”. Acrescentou: “São erros primários. Bolsonaro esteve na Câmara por 28 anos, viu como se forma 1 movimento numa casa em que o chefe do Executivo não dispõe de maioria.”

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Salvador

Ex-piloto de Stock Car morre três dias após acidente com aeronave

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O ex-piloto de Stock Car Tuka Rocha morreu na manhã deste domingo (17/11/2019) vítima de um acidente com jato executivo em Maraú, no Sul da Bahia. A informação foi confirmada pela Secretaria de Saúde do estado, de acordo com o G1.

Tuka é a terceira vítima da queda. Ele estava no Hospital Geral do Estado (HGE), em Salvador, desde a última sexta-feira (15/11/2019). O ex-piloto de Stock Car teve 80% do corpo queimado. Além dele, Maysa Marques Mussi, de 27 anos, e a irmã Marcela Brandão Elias, 37, morreram no acidente.

A queda ocorreu na última quinta-feira (14/11/2019), pouco depois das 14h, na pista de pouso de um resort no distrito de Barra Grande. A aeronave deixou Jundiaí (SP) com destino à Bahia com nove pessoas a bordo, incluindo o piloto.

No jato executivo estavam Marcelo Constantino, 28, neto do fundador da Gol, Nenê Constantino, e Eduardo Mussi, irmão do deputado licenciado Guilherme Mussi.

Ainda não há informações sobre o sepultamento de Tuka.

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