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Saúde

Gosta de comer fruta em jejum? Nunca mais

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O suco de laranja é uma das formas mais simples de adicionar um pouco de fruta e de energia ao pequeno-almoço, assim como os batidos ou a banana. Porém, talvez não seja uma boa ideia.

A ação pode até parecer nutritiva e benéfica para a saúde, mas na hora de calcular a quantidade de açúcar ingerida num dia é obrigatório incluir a fruta que comeu.

Uma pesquisa publicada no periódico científico Cell Metabolism, que realizou testes em ratos de laboratório, chegou a duas conclusões surpreendentes sobre a ação da frutose no organismo.

Primeiro, e ao contrário do que se pensava, os cientistas perceberam que não é o fígado o agente processador da frutose no organismo.

Segundo investigadores da Universidade de Princeton, nos Estados Unidos, o açúcar é principalmente processado pelo intestino delgado (90%), passando pelo cólon e entrando em contacto com o microbioma quando o intestino está saturado.

Adicionalmente, as experiências realizadas permitiram ainda concluir que a capacidade do intestino delgado processar a frutose é menor quando a pessoa está em jejum. Essa condição faz com que o açúcar natural do alimento se converta em glucose e se aloje diretamente no fígado.

Por exemplo um copo de sumo de laranja é o suficiente para sobrecarregar o intestino delgado e levar a glucose em excesso para o fígado. Níveis elevados de açúcar no fígado podem causar doença hepática gordurosa não alcoólica ou até cancro.

Se ainda assim não conseguir abrir mão de comer uma peça de fruta ao pequeno-almoço certifique-se que ingere primeiro uma fonte de proteína (ovos ou leite por exemplo) ou de hidratos de carbono (pão ou cereais) e só depois inclua a fruta.


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Fonte:
LIFESTYLE/ Notícias ao Minuto
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TV

Faustão se irrita e detona funcionário ao vivo: “Imbecil”, e é criticado na web

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Fausto Silva perdeu a paciência durante o “Domingão”, da TV Globo, do último domingo (17). Enquanto anunciava a classificação da semifinal da “Dança dos Famosos”, o apresentador se irritou ao perceber que as notas haviam sumido do telão. Sem pensar duas vezes, o famoso, então, detonou o responsável por gerenciar o equipamento.

“O imbecil tirou de lá, para variar, de novo”, esbravejou.

Na web, os internautas se revoltaram com a postura do artista. “Quem o Faustão pensa que é para tratar as pessoas assim?”, reclamou um usuário do Twitter. “Inacreditável a falta de educação desse apresentador”, lamentou outro.

Já um terceiro garantiu: “Faustão chamando um funcionário de imbecil. Merece processo!”.


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EUA

Cientistas descobrem novo tipo da infecção “devoradora de pele”

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Imagem ilustrativa

Após estudarem uma infecção bacteriana que estava a corroer os tecidos de um paciente, médicos das Universidades de Maryland e do Texas, nos Estados Unidos, descobriram um agravante de uma doença já conhecida. Um artigo sobre o caso foi publicado no Proceedings of the National Academy of Sciences.

A fasceíte necrosante, como é chamada, é uma condição que há muito é conhecida pela comunidade médica e ocorre por conta de uma infecção severa provocada pela bactéria Streptococcus pyogenes. Este microrganismo é comum no sistema digestivo, mas, quando entra em contacto com outras áreas do corpo, devora a pele, os órgãos e o que mais estiver à sua frente, com o intuito de se instalar na corrente sanguínea.

Entretanto, os testes indicaram que a infecção havia sido causada por um outro microrganismo, denominado Aeromonas hydrophila. O quadro clínico evoluiu rapidamente, espalhando-se pelo baço e pelo fígado e tornando-se uma ameaça à vida do paciente.

Tal intrigou os médicos, que decidiram avaliar a composição genética dos microrganismos que atingiam o doente e surpresa! Como relataram num comunicado à imprensa, explicam que a infecção não se deu por uma, mas duas cepas diferentes de bactérias do género Aeromonas, denominadas de NF1 e NF2.

Normalmente, a cepa NF1 permanece localizada e não atinge a corrente sanguínea ou os órgãos, sendo eliminada pelo sistema imunológico do hospedeiro. Já a NF2 produz uma toxina que quebra o tecido muscular e permite que o microrganismo se espalhe pelo corpo da vítima.

O problema, entretanto, ocorreu porque as duas espécies agiram ao mesmo tempo. “Uma das linhagens [NF2] produz uma toxina que quebra o tecido muscular e permite que a outra linhagem [NF1] migre para o sistema sanguíneo e infecte os órgãos”, explicou Rita Colwell, cientista responsável pelo caso.

Além disso, a equipa de médicos apurou que a NF2 permanece localizada e não se espalha pelo corpo, pois, quando entra em contacto com NF1, acaba por morrer. “Agora, temos a capacidade (…) de determinar os agentes infecciosos individuais envolvidos em infecções polimicrobianas”, disse Colwell.

A especialista espera que isso ajude os investigadores a desenvolverem métodos mais poderosos de combate a esses organismos, salvando mais vidas. “Quando tratamos com um determinado antibiótico, estamos a eliminar um organismo do corpo”, explicou a especialista. “Mas se houver outro organismo que esteja a participar na infecção e que também seja patogénico, qualquer tratamento com antibióticos que não atinja essa outra espécie pode estar a abrir caminho para que esta se desenvolva”.

Após o diagnóstico ter sido realizado, o paciente pôde ser tratado pelos médicos e teve de ser operado. Embora lhe tenham sido amputadas ambas as pernas e ambos os braços, conseguiu sobreviver.


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error: Conteúdo protegido. LEI Nº 9.610, DE 19 DE FEVEREIRO DE 1998