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Equipe do Madruga sofre com ameaças e vandalismo na semifinal da Liga Paulista

A equipe do Real Madruga Araçatuba esteve em Jaú na noite desta quinta-feira para a disputa do jogo de volta da semifinal da Liga Paulista, o que levaria, como de fato levou, o Real Madruga à final da competição.

Com a vitória por 4 a 2 no jogo de ida (em Araçatuba), a equipe do Madruga precisava de um empate para ir a final. Uma verdadeira emboscada foi armada pela equipe da casa, inclusive com postagens antes do jogo, falando sobre o jogador Peter do Madruga, o que acordou os ânimos dos torcedores que compareceram ao ginásio, que não apresentava nenhuma condição de segurança.

Nada de policiamento como manda o regulamento, nem ambulância, como também é exigido. Venda de bebidas alcoólicas de forma discriminada e ainda o cuidado de fornecer essas bebidas em copos plásticos, mas sim na própria lata de cerveja que cheia de líquido, pode se tornar uma arma. Já na entrada do ginásio, os jogadores foram recebidos com ameaças do tipo: “Entrar entra fácil, quero ver sair”.

Questionados sobre a ausência de policiamento, a arbitragem do jogo (todos de Bauru-SP) garantiram que nada iria acontecer e que eles garantiriam a integridade da equipe de Araçatuba. Logo no início do jogo, o jogador Peter, do Madruga, foi vítima de falta.

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Jaú conseguiu abrir 2 a 0 no placar, o que gerou certa normalidade e agrado geral no ginásio. Porém, conforme o Real Madruga reagia, a torcida e comissão técnica voltavam a ameaçar. O ponto alto de toda confusão e o arremesso do Flair Play no lixo, foi quando faltando 39 segundos para terminar a partida, a equipe do Madruga empatou o jogo, resultado este que eliminaria os donos da casa.

Neste momento, o que se viu foram cenas de selvageria. A torcida local arremessou cerveja, inclusive com lata e tudo na quadra, cuspiram nos jogadores do banco de reservas e ameaçaram todos os atletas e comissão técnica do Madruga.

A partida ficou parada por mais de 30 minutos, em razão de que o próprio árbitro que garantiu a integridade física dos atletas e comissão do Madruga, passou a exigir policiamento para dar continuidade ao jogo.

O próprio técnico do Jaú exigia que o jogo continuasse sem a polícia e que aquilo não tinha nada demais. A partida prosseguiu com a presença da Polícia Militar e terminou nos pênaltis, onde o Madruga se classificou.

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Após o final do jogo, sem poder comemorar sua classificação dentro de quadra, a equipe do Madruga permaneceu acuada no vestiário do ginásio e só pôde sair com uma ação de proteção da Polícia Militar, que escoltou o ônibus da equipe até a saída da cidade.

O Departamento Jurídico da equipe do Real Madruga elabora representação contra a equipe de Jaú, que será apresentada na próxima semana. O Madruga pedirá o banimento da equipe e do seu treinador por atitudes que configuram crimes de ameaça e injúria.

Com cinco anos de história, a equipe de Araçatuba jamais viveu momentos de violência e agressão ao que prega em suas ações, e repudia tudo o que aconteceu, e aguardará decisão firme contra os que depõem contra o Flair Play. (Assessoria de imprensa/Real Madruga)

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