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POLÍTICA

Doria diz que não apoia Joice à prefeitura de São Paulo

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Ogovernador de São Paulo, João Doria (PSDB), afirmou que mantém boa relação com a deputada federal Joice Hasselmann (PSL-SP), ex-líder do governo no Congresso, mas que não a apoiará na eleição para Prefeitura de São Paulo em 2020. “Meu candidato é Bruno Covas”, disse Doria.

“Joice tem todo o direito de disputar a eleição. Não pelo PSDB, obviamente, porque já temos candidato. Ela engrandece o debate eleitoral, ao meu ver”, declarou o governador, após reunião com o presidente em exercício, Hamilton Mourão. “Ela tem maturidade para encontrar seu destino”, complementou.

Doria se esquivou em relação às discussões sobre 2022. Para o tucano, “não é hora de debater eleição”. “Teremos três anos e meio ainda. Precisamos estar concentrados na gestão”, disse.

O governador disse que pretende manter boa relação com o governo federal. “E relação respeitosa com o presidente Bolsonaro”, disse. “Procuro praticar política de bom nível. Não é política do ódio nem separatista. Você pode ter boas relações, ainda que tenha posições distintas ou até disputa eleitoral.”

O governador de São Paulo disse que não há articulação do ex-governador Geraldo Alckmin, quarto colocado na corrida presidencial do ano passado, para disputa ao governo de São Paulo em 2022.

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Notícias ao Minuto
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POLÍTICA

‘Impeachment é uma possibilidade’, diz Collor sobre Bolsonaro

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Ex-presidente da República, o senador Fernando Collor (Pros-AL) afirmou em entrevista publicada pelo jornal O Globo neste domingo (17.nov.2019) que vê semelhança entre os “erros” cometidos por seu governo e o atual. “[Estamos] revendo 1 filme que a gente já viu”, disse.

Collor falou que é parecido o tratamento que ele deu ao seu então partido, o PRN, e aquele que está sendo dispensado pelo presidente Jair Bolsonaro ao PSL.

“Em outubro de 1990, nós elegemos 41 deputados. O pessoal queria espaço no governo, o que é natural. Num almoço com a bancada, eu disse: “Vocês não precisam de ministério nenhum. Já têm o presidente da República”. Erro crasso”, afirmou. Nesta semana, Bolsonaro anunciou a saída do PSL e disse que pretende criar uma nova legenda.

Para o senador, “o que está acontecendo com o Bolsonaro é a mesma coisa.” Ele disse ser “verdade” que a “bancada do PSL foi eleita na onda bolsonarista”. Apesar disso, de acordo com Collor, o atual presidente “tinha que ter dado prioridade aos 53 deputados” que o partido elegeu logo que assumiu o mandato.

“E, a partir desse núcleo, construído a maioria para governar. Ele perdeu esse momento. Agora reúne a bancada para dizer que vai sair do partido? Erro crasso. Estou dizendo porque eu já passei por isso. Estou revendo 1 filme que a gente já viu. Vai ser 1 desassossego para ele”, falou Collor.

Questionado sobre qual seria o futuro do governo, Collor disse que “não vê como possa dar certo”. Acrescentou: “São erros primários. Bolsonaro esteve na Câmara por 28 anos, viu como se forma 1 movimento numa casa em que o chefe do Executivo não dispõe de maioria.”

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Salvador

Ex-piloto de Stock Car morre três dias após acidente com aeronave

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O ex-piloto de Stock Car Tuka Rocha morreu na manhã deste domingo (17/11/2019) vítima de um acidente com jato executivo em Maraú, no Sul da Bahia. A informação foi confirmada pela Secretaria de Saúde do estado, de acordo com o G1.

Tuka é a terceira vítima da queda. Ele estava no Hospital Geral do Estado (HGE), em Salvador, desde a última sexta-feira (15/11/2019). O ex-piloto de Stock Car teve 80% do corpo queimado. Além dele, Maysa Marques Mussi, de 27 anos, e a irmã Marcela Brandão Elias, 37, morreram no acidente.

A queda ocorreu na última quinta-feira (14/11/2019), pouco depois das 14h, na pista de pouso de um resort no distrito de Barra Grande. A aeronave deixou Jundiaí (SP) com destino à Bahia com nove pessoas a bordo, incluindo o piloto.

No jato executivo estavam Marcelo Constantino, 28, neto do fundador da Gol, Nenê Constantino, e Eduardo Mussi, irmão do deputado licenciado Guilherme Mussi.

Ainda não há informações sobre o sepultamento de Tuka.

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