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Diocese de Araçatuba tem programação voltada para a Padroeira

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Na semana dedicada a Nossa Senhora Aparecida, a Diocese de Araçatuba, que tem nela a sua padroeira, tem uma programação extensa e abrangente em todas as 19 cidades. De novenas a missas, a devoção mariana tem espaço em todas as comunidades e paróquias.

Antes mesmo do dia 12 de outubro, dia solenemente dedicado a Nossa Senhora Aparecida, as paróquias da Diocese promovem tríduos, novenas e orações rumo a mais uma celebração. Os exemplos vêm de cidades como Andradina,  Lavínia, cidade que tem a santa como padroeira, e Piacatu, as quais se preparam para a festa da Padroeira com a novena votiva.

Desde o dia 24 de setembro, a Paróquia São Sebastião, de Andradina, realiza nas comunidades e na matriz a Novena de Nossa Senhora Aparecida. O encerramento será no dia 10, na paróquia. Já na Paróquia São José, em Piacatu, desde o dia 3 ocorrem os momentos de oração em preparação para a data festiva da Padroeira.

Em Guaraçaí, outra cidade na qual a padroeira é Nossa Senhora Aparecida, a paróquia local promove um tríduo de 9 a 11 deste mês com missas votivas. Em Araçatuba, a Catedral Diocesana também prepara suas comemorações com três dias antecedentes de missas e o Ofício da Imaculada. Aparecida também é a padroeira de Araçatuba.

NO DIA 12

No feriado da Padroeira, a programação é extensa, com missas e procissões por toda a Diocese. Neste dia, uma das festividades mais populares da região é a da Paróquia Sant’Ana, que começa na madrugada, com a caminhada dos devotos de Nossa Senhora Aparecida da igreja até a ponte do Rio Tietê.

Segundo o padre Fernando Stanicheschi, pároco local, centenas de fiéis vão sair da paróquia ás 2h, percorrendo quase 20 quilômetros até a barranca do rio, onde às 7h começa o Santo Terço e posteriormente a tradicional barqueata, a qual passa pelos ranchos da região e termina com a recepção da imagem no Condomínio Santa Fé, às 10h.

Após o acolhimento, a imagem vai em carreata por quase 20 quilômetros até o trevo Pé-de-Galinha, onde será acolhida por devotos motociclistas e motoristas, que seguem em procissão até a Paróquia Sant’Ana, cuja missa da padroeira ocorre às 11h.

“Aproximando-se de mais um ano em que se celebra a festa da Padroeira, a Paróquia Sant’ Ana, da cidade de Araçatuba, conservando a tradição de homenagear Nossa Senhora Aparecida, preparou uma programação especial. Convidamos a todos da cidade de Araçatuba e região, que quiserem celebrar esta solenidade junto de nossos paroquianos, louvando a Deus por nos conceder Maria Santíssima, a mãe de Jesus, como nossa mãe. Venerada no título de Nossa Senhora da Conceição Aparecida”, afirma o sacerdote.

Informações sobre a caminhada e demais eventos podem ser obtidas por meio do número (18) 3623-8521.

Valparaíso e Bento de Abreu também promovem a tradicional caminhada em louvor a Nossa Senhora Aparecida. Por cerca de 10 quilômetros, os fiéis saem da Capela Nossa Senhora Aparecida, em Valparaíso, após a Santa Missa das 5h, e caminham até a Paróquia Sagrado Coração de Jesus, onde recebem a benção.

JUBILEU

Ainda no dia 12, a região pastoral de Araçatuba celebra o Jubileu de Prata da Diocese de Araçatuba com a Santa Missa na Catedral, às 19h, presidida pelo bispo diocesano Dom Sergio Krzywy e concelebrada por todos os padres da cidade.

Conforme o pároco local, padre José Carlos Guabiraba, celebrar o Jubileu é se alegrar com Maria. “Nossa Diocese está celebrando 25 anos criação e instalação e há missas em todas as regiões pastorais, sendo neste dia a de Araçatuba. Nesse clima de jubileu, alegramo-nos com Maria e, com Jesus no Centro, olhamos para a nossa história de 25 anos e, com alegria, para os frutos que colhemos e que com esperança para as sementes que haveremos de semear”, diz.

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SAÚDE PÚBLICA

Primeiro dia de OSS é marcado por falta de médicos e consultas adiadas

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O primeiro dia da Organização Social de Saúde Mahatma Gandhi à frente da gestão dos serviços de Atenção Básica de Araçatuba foi marcado pela dispensa de pacientes e falta de médicos nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs).
Dos 25 médicos que atuavam na Associação Saúde da Família (ASF), 23 se negaram a continuar prestando serviços à Atenção Básica do município, por não concordarem com a proposta feita pela atual gestora, a Organização Social de Saúde (OSS) Mahatma Gandhi.

A reportagem do Regional Press percorreu várias UBSs nesta terça-feira (22), quando a OSS assumiu a gestão das unidades básicas de saúde. No Iporã e no Centro, não havia médicos e, no Umuarama, pelo menos duas pacientes que levaram exames para avaliação médica, foram dispensadas. No Morada dos Nobres, havia apenas um profissional trabalhando.

A OSS conseguiu manter parcialmente o atendimento ao público graças aos profissionais do Programa Médicos pelo Brasil e também aos que atuam na Estratégia Saúde da Família (ESF). As visitas aos pacientes domiciliados, no entanto, ficaram prejudicadas em alguns bairros.

PESSOA JURÍDICA

Os médicos da ASF decidiram não aceitar a proposta da Mahatma Gandhi porque teriam que prestar serviços por meio de Pessoa Jurídica, ou seja, precisariam de abrir uma firma e não mais teriam vínculo empregatício com a Organização Social de Saúde.

Antes, eles tinham contrato regido pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), com direito a férias, décimo-terceiro salário, Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e, ocasionalmente, poderiam apresentar atestado médico em caso de doença. Pela ASF, o salário pago aos médicos era de R$ 14 mil por oito horas trabalhadas.

Pela proposta da Mahatma Gandhi, os médicos teriam obrigação de cumprir jornada de oito horas diárias, inclusive com ponto digital, mas sem garantias trabalhistas e sem vínculo empregatício.  A nova gestora da Atenção Básica propôs vencimentos de R$ 15.890,00 brutos, no entanto, os médicos teriam de pagar Imposto de Renda, INSS, abrir CNPJ e arcar com os custos de um contador para administrar esta conta jurídica.

“Com isso, nossos vencimentos cairiam para R$ 12,9 mil, menos do que recebíamos pela ASF”, explica o médico Eurico Rosa, que atuava havia 11 anos na Atenção Básica do município. Ele atuava como clínico-geral na UBS do Umuarama e não aceitou as condições da atual gestora para continuar trabalhando.

“Se a gente ficar doente, nas condições que eles propuseram, teria que pedir para um médico substituir e ainda pagar este profissional “, observou. “A OSS teve a anuência do prefeito e da secretária municipal de saúde”, complementou.

Indignados, os médicos relatam que só souberam da nova modalidade de contratação na noite de quinta-feira (17). “Eles sabiam que o nosso contrato terminava no dia 21 de outubro, mas, mesmo assim, preferiram omitir isso da gente”, disse Rosa. Os médicos estudam, agora, entrar com uma representação no Ministério Público do Trabalho.

DENTISTAS

Além do problema com os médicos, a nova gestora também dispensou todos os dentistas da Atenção Básica, porque eles não aceitaram a redução dos salários nem a pejotização de suas atividades. Eles ganhavam R$ 8 mil mensais e a Mahatma Gandhi propôs pagar R$ 3,5 mil.

Para o vereador Flávio Salatino (MDB), os profissionais deveriam ter sido avisados com antecedência. “Estou surpreso com esta situação, me coloco no lugar deles, que da noite para o dia perderam seus empregos”, afirmou o vereador, que é médico e integra a Comissão de Saúde da Câmara de Araçatuba.

PREFEITURA

A Prefeitura Municipal, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, informou está acompanhando a transição de serviços entre a OS Associação Saúde da Família e a atual gerenciadora da Atenção Básica, a Organização Social Mahatma Ghandi. Confira a nota enviada pela assessoria de imprensa da Prefeitura:

“Neste primeiro dia de transição houve priorização de atendimentos já agendados e situações emergenciais. A fase de transição é um momento complexo e todas as medidas estão sendo tomadas para garantir a assistência.

Porém, diante do exposto, a Prefeitura solicitou que a Organização Social agilize o mais rápido possível o cronograma exigido em contrato, pois a população não pode ser penalizada com uma mudança já prevista.

É importante ressaltar que a população poderá contar com diversas melhorias exigidas no atual contrato, como a contratação de farmacêuticos em todas as unidades; foco na organização das agendas com livre demanda e menor tempo para agendamentos; coleta de exames laboratoriais em todas as unidades; economicidade no valor dos serviços pelo contrato de gestão, e apoio matricial para aumentar a resolutividade dos casos, diminuindo as demandas para especialidades. Ou seja, depois deste período de transição, as melhorias serão muitas e facilitarão bastante o atendimento à saúde de todos os cidadãos.”

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JUSTIÇA

Ex-prefeito de Catanduva é absolvido em ação de improbidade

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A 3ª câmara de Direito Público do TJ/SP absolveu o ex-prefeito de Catanduva/SP Afonso Macchione Neto em ação de improbidade administrativa. Na denúncia do MP/SP, Macchione Neto era acusado de ter fracionado compras de fantasias carnavalescas com o objetivo de não realizar licitações.

De acordo com a denúncia, para a realização dos carnavais dos anos de 2010 a 2012, diversas compras foram realizadas pela prefeitura. As compras foram fracionadas, sendo vendidas por diversos fornecedores. Conforme alegou o MP/SP, com o fracionamento dos objetos, a prévia licitação foi dispensada. Em 1º grau, a ação foi julgada improcedente.

Ao analisar o recuso, o desembargador José Luiz Gavião de Almeida, relator, descartou a hipótese de fracionamento, manobra que caracterizaria a improbidade.

O desembargador entendeu que não havia clara demonstração de que os objetos possuíam natureza semelhante, nem se mostrava presente a caracterização de ato ímprobo.

Com este entendimento, a 3ª câmara de Direito Público do TJ/SP decidiu negar provimento ao recurso do MP/SP.

Para o advogado Tony Chalita, sócio do Braga Nascimento e Zilio Advogados e Associados e responsável pela defesa do ex-prefeito, o TJ/SP confirmou o entendimento do juízo de 1º grau, demonstrando a adequação das contratações realizadas por Afonso Macchione na ocasião da tradicional festa de Carnaval.

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error: Conteúdo protegido. LEI Nº 9.610, DE 19 DE FEVEREIRO DE 1998
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