CONECTE CONOSCO

Saúde

Os quatro sintomas que você sentirá antes de um ataque cardíaco

Publicado em



Inicialmente pode sofrer aquilo que os médicos chamam de ‘ataque silencioso’.Investigadores da Universidade de Duke, nos Estados Unidos, afirmam que é comum que ataques cardíacos tenham os seus sintomas não reconhecidos, principalmente quando falamos do ‘ataque silencioso’ – ou enfarte do miocárdio –, que apresenta um risco sério de morte. E, quando o assunto é sobreviver a um ataque cardíaco, há uma forte relação com o tempo que se leva para socorrer a vítima.

Só nos Estados Unidos, estima-se que 200 mil pessoas sofram ataques cardíacos todos os anos sem que se apercebam. Esse tipo silencioso de ataque corresponde a 25% do total de ataques do coração, ou seja: trata-se de realmente um sério problema de saúde.

Nesse sentido o cardiologista Chauncey Crandall elaborou, e partilhou com a revista TIME, algumas dicas para fazer com que, caso venha a passar por essa situação, consiga facilmente reconhecer os sinais e pedir ajuda a tempo.

Crandall explica que o corpo humano avisa dias, semanas e até meses antes de que está prestes a sofrer um ataque cardíaco. O problema é que esses sinais são vagos, silenciosos e podem, inclusive, ser completamente indolores; muitas pessoas nem se apercebem que estão de facto relacionados com o coração.

Sintomas

De acordo com o cardiologista, é necessário estar atento à presença de quatro sinais específicos e não têm nada a ver com o que costuma ver nos filmes, ou seja quando alguém coloca a mão no peito, sente-se mal e cai ao chão; embora esse tipo de ataque exista, é o menos comum.

Crandall explica ainda que a diferença entre um ataque cardíaco e um acidente vascular cerebral (AVC), popularmente conhecido como derrame, é qual artéria é bloqueada: a que irriga o cérebro ou a que irriga o coração.

Como tal deve estar atento aos seguintes sintomas:

Dor no peito: É sem dúvida o sintoma mais comum. É importante, porém, que saiba que existem dois tipos preocupantes de dores no peito: a primeira é aquela que sente por todo o corpo; a segunda, que ocorre apenas nas regiões esquerda e central, podendo percorrer o braço esquerdo. Essa dor pode dar-se de maneiras diferentes: ir e vir várias vezes, com uma dor breve; mais dor e maiores intervalos. O desconforto, menos ou mais intenso, vai existir de qualquer forma.

Falta de ar: Mesmo se não tiver dores no peito, a falta de ar pode ser um forte indicador de ataque cardíaco. Um estudo publicado no Reino Unido indica que, entre as pessoas que sofreram ataques cardíacos, três em cada cinco tinham falta de ar – o que inclui pacientes que não apresentaram dor alguma no peito.

A falta de ar pode aparecer antes ou durante um ataque cardíaco. Na presença desse sintoma, não deixe de procurar um médico.

Indigestão ou azia: Tal ocorre porque o corpo nem sempre sente a dor diretamente. As células nervosas do estômago estão localizadas perto do coração, o que faz com que essas duas situações – azia e ataque cardíaco – possam ser confundidas.

Náuseas e vômitos: Estas duas características são geralmente classificadas como atípicas quando o assunto é ataque cardíaco, mas explica que já percebeu a ocorrência desses sintomas em muitos dos seus pacientes.

É importante entender que, nesse caso, os sinais ocorrem juntamente com outros, e quase nunca sozinhos. É lógico que deve sempre ficar atento antes de entrar em desespero. Na dúvida, consulte um médico para saber como está a saúde do seu coração.

Os comentários aqui não refletem a opinião do site, e são de responsabilidade do autor. O comentário NÃO É PUBLICADO automaticamente em seu Facebook, fique tranquilo!
Fonte:
LIFESTYLE/ Notícias ao Minuto
Anunciante

Saúde

Gosta de comer fruta em jejum? Nunca mais

Publicado em

O suco de laranja é uma das formas mais simples de adicionar um pouco de fruta e de energia ao pequeno-almoço, assim como os batidos ou a banana. Porém, talvez não seja uma boa ideia.

A ação pode até parecer nutritiva e benéfica para a saúde, mas na hora de calcular a quantidade de açúcar ingerida num dia é obrigatório incluir a fruta que comeu.

Uma pesquisa publicada no periódico científico Cell Metabolism, que realizou testes em ratos de laboratório, chegou a duas conclusões surpreendentes sobre a ação da frutose no organismo.

Primeiro, e ao contrário do que se pensava, os cientistas perceberam que não é o fígado o agente processador da frutose no organismo.

Segundo investigadores da Universidade de Princeton, nos Estados Unidos, o açúcar é principalmente processado pelo intestino delgado (90%), passando pelo cólon e entrando em contacto com o microbioma quando o intestino está saturado.

Adicionalmente, as experiências realizadas permitiram ainda concluir que a capacidade do intestino delgado processar a frutose é menor quando a pessoa está em jejum. Essa condição faz com que o açúcar natural do alimento se converta em glucose e se aloje diretamente no fígado.

Por exemplo um copo de sumo de laranja é o suficiente para sobrecarregar o intestino delgado e levar a glucose em excesso para o fígado. Níveis elevados de açúcar no fígado podem causar doença hepática gordurosa não alcoólica ou até cancro.

Se ainda assim não conseguir abrir mão de comer uma peça de fruta ao pequeno-almoço certifique-se que ingere primeiro uma fonte de proteína (ovos ou leite por exemplo) ou de hidratos de carbono (pão ou cereais) e só depois inclua a fruta.

Os comentários aqui não refletem a opinião do site, e são de responsabilidade do autor. O comentário NÃO É PUBLICADO automaticamente em seu Facebook, fique tranquilo!
CONTINUE LENDO

TECNOLOGIA

Com assistentes de voz, casa conectada vira realidade no Brasil

Falando português, sistemas de Amazon e Google impulsionam marcas a lançar produtos como lâmpadas e sensores a preços acessíveis

Publicado em

Quase toda família tem um tio meio exibido, que adora se gabar no almoço de domingo sobre a última novidade tecnológica que comprou. Este ano, ele vai ganhar mais uma categoria de dispositivos para mostrar: objetos de casa conectada, que permitem acender uma lâmpada ou fechar uma cortina apenas com um comando de voz. A empolgação tem sua razão: ao chegarem ao Brasil falando bom português, assistentes pessoais como Amazon Alexa e Google Assistant incentivaram o lançamento de produtos como lâmpadas e câmeras inteligentes a preços acessíveis. Em 2019, a casa conectada está mais perto do que nunca de ser realidade no País.

A automação residencial não é algo exatamente novo. Mas, com plataformas complexas e projetos feitos sob demanda, o setor tinha alcance limitado. Das duas, uma: para ter uma casa automatizada, era preciso por a mão no bolso ou se aventurar, tal como Professor Pardal, a programar bugigangas e engenhocas. Agora, é diferente: primeiro, por conta dos assistentes chegarem ao Brasil falando português. “Em um país em que nem todos falam inglês, isso é algo importante para o mercado”, avalia Jessica Ekholm, vice-presidente de análises da consultoria Gartner. Além disso, porque as gigantes americanas estão trazendo ao Brasil as caixas de som conectadas.

Além de tocar música e dar informações como previsão do tempo, esses dispositivos também podem integrar diferentes objetos inteligentes e fazê-los entender o que usuário quer, a partir de comandos de voz. É algo intuitivo. “A fala é a primeira forma de comunicação que temos. Também pode ser a forma mais fácil do homem interagir com a máquina”, afirma Norberto Alves Ferreira, gestor de soluções de Internet das Coisas e Inteligência Artificial do Centro de Pesquisa e Desenvolvimento (CPQD). “Estamos vivendo uma fase de experimentações e novas aplicações vão surgir.”

Por enquanto, o Google tem apenas produtos de terceiros como a JBL por aqui, mas promete para o fim do ano o lançamento do Nest Mini 2, versão “miniatura” de seu alto-falante inteligente. Já a Amazon oferece, desde o início do mês, vários modelos da linha Echo, com preços que variam de R$ 350 a R$ 700. “A caixa de som conectada é um cavalo de Troia do bem: o usuário vai levar para casa e perceber que tem outras necessidades”, diz José Roberto Muratori, presidente da Associação Brasileira de Automação Residencial (Aureside).

Fiat lux

A chegada desses aparelhos também motivou um ecossistema de fabricantes. Com parcerias com as duas gigantes americanas, marcas como Positivo, LG, D-Link, Xiaomi e Sony trouxeram ao mercado ou lançarão até o fim do ano produtos que custam a partir de R$ 100, são fáceis de configurar e permitem ao usuário ter um “gostinho” do que já é a casa inteligente. “É um produto não só para os tecnológicos, mas para as pessoas comuns: uma lâmpada, por exemplo, custa R$ 100 e pode ser configurada em minutos, sem precisar chamar um técnico”, diz Norberto Maraschin, vice-presidente de mobilidade da Positivo.

Não é só: também dá para ter câmeras de segurança, um sistema que unifica todos os controles remotos da casa, sensores de abertura de portas e, para quem estiver com dinheiro sobrando, até aparelhos de ar-condicionado e robôs que aspiram o pó da casa toda.

Quem quiser “conectar” um aparelho antigo também pode: basta usar uma tomada inteligente, que pode ser ligada à rede Wi-Fi.

“Estamos ainda no começo”, afirma Ricardo Garrido, gerente geral da Alexa no Brasil. E está mesmo: lá fora, eletrodomésticos como geladeira e fogão também já estão integrados aos assistentes de voz – a Amazon, por exemplo, tem seu próprio micro-ondas da marca Alexa.

Gerar esse ecossistema de produtos, porém, não é algo simples de se fazer – e pode dar certo aqui no Brasil por dois esforços das gigantes americanas. O primeiro é o desenvolvimento de um sistema capaz não só de entender o que o brasileiro está falando, com uso de inteligência artificial, mas também de integrar quaisquer aparelhos de forma fácil, com auxílio de padrões da indústria de tecnologia como redes Wi-Fi e Bluetooth. Essa integração torna possível, inclusive, que o usuário monitore o que acontece em sua residência à distância, por meio de um aplicativo de celular.

Além disso, as empresas também tornam disponíveis a qualquer fabricante as bases de comandos que turbinam os aparelhos – de maneira que a indústria pode ganhar escala e criar seus próprios produtos. “Para dispositivos mais sensíveis, como câmeras de segurança, nós fazemos testes. Tirando isso, tentamos não tirar o potencial de massificação do mercado”, diz Alessandro Germano, diretor de desenvolvimento de negócios do Google para América Latina.

Há, inclusive, objetos conectados que são compatíveis com os sistemas das duas grandes empresas. “Todas as nossas TVs têm compatibilidade com o Assistente e vão receber atualização para a Alexa”, diz Pedro Valery, responsável pela divisão de TVs da LG. “A ideia é que o usuário possa escolher qual assistente ele prefere.”

Faça você mesmo

Nos EUA, este é um mercado que já está bem avançado: estimativas da consultoria CIRP afirmam que há 76 milhões de caixas de som conectadas espalhadas pelo país – muitas delas, ligadas a lâmpadas e termostatos inteligentes. A cultura do “do it yourself” (faça você mesmo, em tradução literal), que impulsiona os usuários a comprar e configurar seus próprios sistemas, favoreceu o setor, segundo analistas.

Há quem afirme que, no Brasil, esse pode ser um dos desafios da casa conectada. “O brasileiro é muito mais próximo do ‘faz pra mim’ do que do ‘faça você mesmo'”, avalia Muratori, da Aureside. “Para muita gente, vai ser melhor chamar o técnico para configurar.”

Não à toa, segundo o executivo, fabricantes de eletrodomésticos já procuraram a associação para fornecer cursos específicos sobre os assistentes a seus técnicos. Assim, quando forem montar um aparelho de ar condicionado, eles poderão também configurá-lo na rede local e com o assistente do gosto do freguês. Outro empecilho está na continuidade do uso – por exemplo, se o usuário vai passar mesmo a acender a luz com a voz ou preferirá levantar e usar o bom e velho interruptor.

O maior desafio, porém, é saber se o brasileiro vai conseguir perceber o valor de ter uma casa conectada – nos EUA, por exemplo, uma das funções preferidas dos usuários é ligar o termostato à distância em dias de frio, para chegar em casa com ela já “quentinha”. Aqui, a aposta das fabricantes é que os usuários estão bem interessados na área de segurança. “Poder ver, à distância, o que acontece na porta de casa com uma câmera conectada é algo que pode trazer muito valor para o usuário”, diz Germano, do Google.

Privacidade e segurança de dados merecem atenção

Áreas que andam de braços dados, a segurança e a privacidade de dados são dois fatores que preocupam os analistas ouvido pelo Estado para a adoção massiva da casa conectada. Afinal, os objetos inteligentes conseguem de fato trazer eficiência à vida das pessoas também por serem capazes de coletarem dados sobre as preferências do usuário.

À reportagem, Amazon e Google disseram que os usuários têm controle para visualizar os dados armazenados, bem como para apagá-los a qualquer hora. “Não compartilhamos as informações com as de outros serviços”, disse Germano, do Google. Para Muratori, da Aureside, não há tabu no tema. “Já temos muitos dados captados com celular. Não adianta ter receio com a casa conectada.”

Quanto à segurança, o temor é que hackers se aproveitem de brechas para invadir as redes das casas e não só roubar informações, como também causar confusão – nos EUA, ficou famosa a história de um hacker que invadiu um termostato e deixou uma residência muito quente. Para remediar, apostar em senhas fortes e na criptografia.

Os comentários aqui não refletem a opinião do site, e são de responsabilidade do autor. O comentário NÃO É PUBLICADO automaticamente em seu Facebook, fique tranquilo!
CONTINUE LENDO
error: Conteúdo protegido. LEI Nº 9.610, DE 19 DE FEVEREIRO DE 1998
80