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Justiça nega habeas corpus a viúva de ganhador da Mega-Sena

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A 8ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro rejeitou o último habeas corpus pedido pela defesa de Adriana Ferreira Almeida, condenada a 20 anos de prisão, por ter sido a mandante da morte do marido, René Sena, assassinado a tiros em 7 de janeiro de 2007, na cidade de Rio Bonito, interior do estado, quando conversava com amigos em um bar.

René, que foi lavrador e teve de amputar as duas pernas em consequência do diabetes, ganhou sozinho o prêmio da Mega-Sena, no valor, à época, de R$ 52 milhões.

Adriana era cabeleireira na cidade e se aproximou de René depois que ele ganhou o prêmio milionário da Mega-Sena. A defesa queria a redução da pena à qual foi condenada Adriana Ferreira.

Na decisão, o desembargador Claudio Tavares de Oliveira Junior, relator do pedido de habeas corpus, ressalta que “o julgador fixou a pena base acima do limite mínimo legal, devido ao reconhecimento da maior reprovabilidade da conduta da paciente, que atentou contra a vida de seu então companheiro, pessoa portadora de necessidades especiais de quem conhecia a rotina, utilizando-se de tal circunstância para facilitar a execução do crime, o que por óbvio, excede a normalidade do tipo penal”.

“Com o reconhecimento das agravantes previstas, nos artigos 61 e 62 do Estatuto Repressivo, a sanção penal intermediária tornou-se definitiva em 20 anos de reclusão, ante a ausência de causas de aumento e diminuição a serem valoradas, em absoluta observância ao critério trifásico adotado em nosso ordenamento jurídico, daí porque a decisão impugnada não implica nenhuma nulidade’, diz o desemargador em outro trecho.

E acrescenta: “à míngua de ilegalidade ou abuso de poder contra a liberdade de locomoção da paciente [Adriana], o habeas corpus desvia-se de sua finalidade e torna-se, por consequência, inadequado para o único fim de reformar a sentença condenatória do tribunal popular, que é o que remanesce. Em face do exposto, deixo de conhecer o habeas corpus”, concluiu Claudio Tavares.

Prêmio

René Senna ganhou R$ 52 milhões na Mega-Sena em julho de 2005 e foi assassinado quase dois anos depois, com quatro tiros, quando conversava com amigos na porta de um bar em Rio Bonito, onde morava. A viúva, Adriana Almeida, 25 anos mais jovem que Sena, foi apontada pela polícia como a mandante do crime, supostamente motivada pela herança.

O caso foi encerrado em dezembro de 2016, quando Adriana Almeida foi condenada a 20 anos de prisão por homicídio duplamente qualificado. Adriana era cabeleireira na cidade e foi levada por uma irmã da vítima a passar o Natal na casa do milionário, que ele tinha adquirido em um condomínio de luxo no Recreio dos Bandeirantes, zona oeste do Rio. Durante a festa de fim de ano, Adriana se aproximou de René e começou a namorá-lo.

Humilde, ele decidiu voltar para Rio Bonito, onde nascera, e, meses depois, casou com Adriana, que começou a mandar em tudo, afastando-o dos irmãos e parentes e até da filha, nascida de um relacionamento anterior.

Com as duas pernas amputadas, René andava em um quadriciclo pela cidade e tinha o hábito de, nos fins de semana, ir a um bar conversar e tomar cerveja com os amigos. Foi em um bar que René  foi assassinado por homens que estavam em uma motocicleta e fizeram diversos disparos contra ele. René morreu na hora.

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Fonte: Agência Brasil
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Região

DER multa 21 caminhões por excesso de peso de carga

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A Polícia Militar Rodoviária realizou hoje (17) uma operação para fiscalizar o peso da carga de caminhões que trafegam pela região de Araçatuba.

O ponto de bloqueio ocorreu na Rodovia Assis Chateaubriand (SP-425), em Penápolis. A ação contou com apoio do DER (Departamento de Estradas de Rodagem), que aplicou as multas.

De 62 veículos de carga fiscalizados, 21 foram autuados por excesso de peso.

De acordo com o DER, o veículo com peso acima do permitido leva risco ao motorista além de deteriorar a pavimentação. Segundo a polícia, outras ações serão realizadas em rodovias da região.

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branking bad

Homem de Birigui é preso em operação do Bope e Gaeco do MS

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Um homem de Birigui foi preso na manhã desta terça-feira na operação Breanking Bad, desencadeada pelo Gaeco (Grupo de Atuação Especial e Combate ao Crime Organizado) e o Bope (Batalhão de Operações Policiais Especiais) do Mato Grosso do Sul, para desmantelar uma quadrilha de traficantes de cocaína e pasta-base que atua no Mato Grosso do Sul e São Paulo.

A prisão em Birigui foi por volta das 7h, no bairro Jandaiá II, onde os policiais prenderam um homem de 40 anos identificado pelas iniciais E.H.C.A. A PM local prendeu o acusado durante cumprimento de mandado de prisão preventiva e de busca e apreensão expedido pela Justiça do Mato Grosso do Sul.

O capturado foi ouvido por integrantes do Gaeco e seria encaminhado para um CDP (Centro de Detenção Provisória) onde ficará à disposição da Justiça.

São ao todo 18 mandados de prisão preventiva, 2 de prisão temporária e 20 de busca e apreensão em Campo Grande Ladário, Corumbá, Três Lagoas, Ribas do Rio Pardo, Birigui (SP) e Campinas (SP).

Em Campo Grande, um homem de 37 anos foi preso no Jardim Radialista e outro, de 31 anos, no Bairro Rancho Alegre. Os dois foram levados pelo Bope para a Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário) da Vila Piratininga.

O nome da operação faz alusão à série de TV Breanking Bad, onde um professor de química descobre um câncer terminal, decide montar laboratório em casa para fabricar metanfetaminas e ganhar dinheiro enquanto pode para deixar a família bem.

Nem o Gaeco e nem o Bope deram detalhes sobre a atuação da quadrilha. (Com informações: Campo Grande News)

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Pacaembu (SP)

Região: mecânico morre arrastado por ônibus, ao fazer manutenção no veículo

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Foto: Amanda Maria Rodrigues Ribeiro/Cedida

Um homem, de 43 anos, morreu na tarde desta segunda-feira (16) enquanto trabalhava na manutenção de um ônibus, na Vila Peres, em Pacaembu (SP).

De acordo com as informações da Polícia Civil, o veículo da empresa Expresso Adamantina apresentou problema na mangueira de ar do freio quando chegava no Terminal Rodoviário da cidade, sendo que foi acionado um mecânico da companhia para comparecer ao local.

Durante o reparo, o ônibus desceu sozinho da plataforma e arrastou o mecânico, que estava embaixo do veículo, por cerca de 15 metros. Conforme a polícia, uma testemunha entrou no ônibus e acionou o freio de pé para parar o veículo.

A Polícia Militar informou que o Corpo de Bombeiros compareceu o local, mas a vítima nem chegou a ser socorrida, pois já estava sem vida.

Conforme o Corpo de Bombeiros, a ocorrência foi às 14h45 e ainda não se sabe se o ônibus perdeu o freio ou desceu do cavalete.

O caso foi registrado na Delegacia da Polícia Civil.

Em nota divulgada na tarde desta segunda-feira (16), a empresa Expresso Adamantina, responsável pelo ônibus envolvido no acidente, informou que “já está prestando toda a assistência e apoio necessários à família da vítima”. Veja abaixo:

“Nota à imprensa.

É com pesar que confirmamos o falecimento de nosso colaborador Sr. Mauro Sérgio Monteiro, vítima de acidente na data de hoje na cidade de Pacaembu, durante o exercício de suas funções.

Informamos que as causas e circunstâncias do acidente ainda estão sendo apuradas pela empresa, sendo muito prematuro por hora inferir qualquer conclusão.

Por fim, informamos que o Grupo Adamantina já está prestando toda a assistência e apoio necessários à família da vítima.

Atenciosamente,

Grupo Adamantina”.

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error: Conteúdo protegido. LEI Nº 9.610, DE 19 DE FEVEREIRO DE 1998
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