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A Fluoxetina pode ser usada para emagrecer?

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Tem sido demonstrado que certos medicamentos antidepressivos que agem sobre a transmissão de serotonina, podem causar uma redução da ingestão de alimentos e uma diminuição do peso corporal.

A fluoxetina é um desses medicamentos, que tem demonstrado em vários estudos, um controle da saciedade e consequente perda de peso. No entanto, este medicamento não deve ser utilizado para este fim, devido a todos os efeitos colaterais que provoca e pelo fato da sua ação na perda de peso se verificar apenas a curto prazo.

Como é que a fluoxetina emagrece?
Ainda não se sabe ao certo qual o mecanismo da fluoxetina na redução da obesidade, mas pensa-se que a sua ação inibitória do apetite seja uma consequência do bloqueio de recaptação de serotonina e consequente aumento da disponibilidade desse neurotransmissor nas sinapses neuronais.

Além de poder estar envolvida na regulação da saciedade, também tem sido demonstrado que a fluoxetina contribui para o aumento do metabolismo.

Vários estudos comprovam que fluoxetina pode ajudar na redução de peso, porém este efeito foi demonstrado apenas a curto prazo, tendo sido verificado que cerca de 4 a 6 meses após o início do tratamento, alguns pacientes começaram a ganhar peso novamente. Além disso, vários estudos que demonstraram maiores benefícios com fluoxetina também utilizaram aconselhamento nutricional e mudanças no estilo de vida.

A fluoxetina está indicada para emagrecer?
A Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica não indica o uso de fluoxetina para o tratamento a longo prazo da obesidade, por se ter verificado um efeito transitório na perda de peso, especialmente nos primeiros seis meses, e recuperação do peso perdido logo após os seis meses iniciais.

Quais os efeitos colaterais da fluoxetina
A fluoxetina é um medicamento que pode provocar vários efeitos colaterais, sendo os mais frequentes a diarreia, náusea, fadiga, dor de cabeça, insônia, palpitações, visão turva, boca seca, desconforto gastrointestinal, vômitos, calafrios, sensação de tremor, diminuição de peso, diminuição do apetite, distúrbio de atenção, vertigem, disgeusia, letargia, sonolência, tremor, sonhos anormais, ansiedade, diminuição do desejo sexual, nervosismo, cansaço, distúrbio do sono, tensão, ato de urinar frequente, distúrbios da ejaculação, sangramentos e hemorragias ginecológicas, disfunção erétil, bocejo, suor em excesso, coceira e erupções da pele e rubor.

Como perder peso sem a fluoxetina
A melhor maneira de emagrecer é através de uma uma dieta hipocalórica e da prática de exercícios físicos regulares. Os exercícios são de extrema importância, pois aliviam o estresse, promovem a sensação de bem-estar e melhoram o funcionamento do corpo.

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SORTE

Loteria: Mega-Sena pode pagar prêmio de R$ 120 milhões nesta quarta

Apostas podem ser feitas até 19h, em lotéricas ou pela internet.

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O concurso 2.189 pode pagar um prêmio de R$ 120 milhões para quem acertar as seis dezenas. O sorteio ocorre às 20h (horário de Brasília) desta quarta (18) em São Paulo (SP).

Para apostar na Mega-Sena

As apostas podem ser feitas até as 19h (de Brasília) do dia do sorteio, em qualquer lotérica do país ou pela internet. A aposta mínima custa R$ 3,50.

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Na Rede

Brasil tem 24,3 milhões de crianças e adolescentes que usam internet

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Cerca de 24,3 milhões de crianças e adolescentes, com idade entre 9 e 17 anos, são usuários de internet no Brasil, o que corresponde a cerca de 86% do total de pessoas dessa faixa etária no país.

A informação consta na pesquisa TIC Kids Online Brasil 2018, divulgada hoje (17) pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), por meio do Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br) do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br).

“Este percentual é mais alto do que a média da população em geral [conectada], que está em torno de 70%. Isso mostra que crianças e adolescentes são um público bastante conectado à rede”, disse Fabio Senne, coordenador de projetos de pesquisas do Cetic.br. Segundo ele, há três anos o uso da internet por esse público era 79%.

“Há um incremento constante no percentual de usuários. E isso tem a ver também com as faixas etárias. Quando se chega na faixa entre 15 e 17 anos, esse percentual é ainda maior que os 86%”.

A pesquisa apontou também que, no ano passado, 3,8 milhões de crianças e adolescentes não tinham acesso à internet por falta, por exemplo, de acesso à rede em casa (8%) ou pela impossibilidade de usar a internet na escola (5%). Segundo Fabio Senne, as regiões Norte e Nordeste são as que menos usam internet no país (75%), enquanto a Região Sul (95%) é o local onde crianças e adolescentes estão mais conectadas.

“A pesquisa estima que cerca de 3,8 milhões de crianças e adolescentes não usaram a internet nos últimos três meses. E elas estão concentradas nas parcelas mais vulneráveis da população, especialmente nas classes D e E e uma quantidade grande também [está] presente na Região Nordeste do país, o que mostra que é preciso políticas específicas de inclusão mais focalizadas nesses públicos”, disse.

Multimídia

Segundo a pesquisa, oito em cada dez crianças e adolescentes do país assistem a vídeos, programas, filmes ou séries na internet. O estudo revelou que o uso da internet para atividades multimídia por crianças e adolescentes (83% do total dos entrevistados) é maior que a utilização da internet para o envio de mensagens instantâneas (77%), que o hábito de jogar sem conexão com outros jogadores (60%) ou conectados com outros jogadores (55%) e pouco maior que o uso da internet para escutar música (82%).

A internet é mais usada por meio de telefone (93%). Desde 2014, o uso de telefone celular ultrapassou o uso de computadores e Senne acredita que isso deve ainda aumentar. Também vem crescendo o uso de internet por meio da televisão (chegando a 32%, quando em 2014 era acessada por 5% dos entrevistados).

A pesquisa apontou que em setores mais vulneráveis da população, as pessoas tendem a usar a internet exclusivamente por celular, como no caso das classes D e E, em que esse tipo de uso exclusivo foi apontada por 71% das pessoas.

Alunos, Computador
Uso de internet dentro das escolas atinge em torno de 40% das crianças e adolescentes do país – Marcello Casal jr/Agência Brasil

Educação

Cerca de 74% das crianças e adolescentes utilizam a internet para pesquisa em trabalhos escolares. Pouco mais da metade ( 53%) usa a internet para ler ou assistir a notícias, enquanto 66% diz que costuma fazer pesquisas na internet por curiosidade ou vontade própria.

No entanto, o uso de internet dentro das escolas atinge em torno de 40% das crianças e adolescentes do país. “Isso mostra que, apesar do uso já atingir 86% das crianças e adolescentes, quando vamos olhar para a escola, a escola não está sendo um espaço prioritário de uso da rede”, disse Senne.

Redes sociais

De acordo com a pesquisa, cerca de 82% das crianças e adolescentes usuárias de internet relatam usar e ter perfil nas redes sociais, o que corresponde a cerca de 22 milhões de usuários dessa faixa etária no país.

“Ela [a pesquisa] traz uma tendência bastante marcante de crianças e adolescentes nesses ambientes. Se a gente olha esse dado por faixa etária, temos quase 97% de crianças e adolescentes usuários de internet, entre 15 e 17 anos, que possuem perfil na rede social, o que é bastante expressivo”, disse a coordenadora da pesquisa Luísa Adib.

Pela primeira vez na pesquisa, o número de crianças e adolescentes com contas no WhatsApp superou o número de perfis no Facebook. Também cresceu o número de usuários dessa faixa etária no Instagram, que é a terceira plataforma em número de uso entre esse público.

Apesar dos benefícios, Luisa disse que o uso da internet por crianças e adolescentes também envolve riscos, como o contato com estranhos, embora não necessariamente, segundo ela, isso possa incorrer em um problema. Também pode haver a exposição a conteúdos sensíveis e a própria conduta da criança e do adolescente poder ser considerada ofensiva para seus próprios pares.

Luisa alerta que atividades de mediação entre pais e seus filhos e o acompanhamento no uso da internet podem ajudar na prevenção desses riscos.

“O que a gente observa é que as medidas mais ativas e participativas são as que tendem a trazer melhores resultados do que aquelas que são restritivas. A restrição pode inibir o uso, mas também não prepara para o uso. Então, é o acompanhamento [dos pais] que possibilita que a criança crie mecanismos e desenvolva habilidades necessárias para a presença nesse ambiente”.

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CULTURA

Museus do Folclore e Histórico de Penápolis participam da 13ª Primavera dos Museus

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Museu do Folclore promoverá visitas mediadas a partir das rotinas de conservação em sua reserva técnica - Foto: Divulgação

O Museu Municipal do Folclore e o Museu Histórico e Pedagógico Memorialista Gláucia Maria de Castilho Muçouçah Brandão, em Penápolis, participam, de 23 a 29 de setembro, da 13ª Primavera dos Museus, promovida pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram),

Esta edição tem como tema “Museus por dentro, por dentro dos museus”. A proposta é fortalecer a relação público/museu a partir da ótica da preservação enquanto ato compartilhado entre o cidadão e o seu bem cultural.

Conforme o responsável pelo Museu Municipal do Folclore de Penápolis, Gilson Moreno Soares Azenha, de 24 a 27 de setembro o local promoverá visitas mediadas a partir das rotinas de conservação em sua reserva técnica.

Sobre o Museu Histórico e Pedagógico, a responsável Alessandra Jorge Nadai informou que, no mesmo período, serão oferecidas visitas mediadas, apresentando as engrenagens e rotinas de conservação na sua biblioteca e hemeroteca.

O conteúdo das atividades permite explorar os aspectos do cotidiano museológico aplicados aos diversos métodos aos quais as coleções são submetidas no constante processo de formação, organização, conservação e exposição para interação e fruição pelas pessoas ou grupos sociais.

Ambos os museus estão localizados no Centro Cultural Dr. Bráulio Sammarco (Praça 09 de Julho nº 150, Centro) e funcionam de terça a sexta-feira das 08h às 11h30 e das 13h30 as 16h30.

Os interessados em levar grupos para participar das visitas podem telefonar e agendar os horários. O telefone do Museu do Folclore é o 3652-7715, e do Museu Histórico é 3652-7034.

 

 

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