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Oceano Atlântico

Novas imagens mostram destroços do Titanic no fundo do mar

Havia 14 anos que não eram capturadas fotografias ou vídeos dos restos do navio que afundou em 1912.

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Novos vídeos e fotografias feitas por câmeras adaptadas mostram o navio Titanic deteriorado pela ação de bactérias no fundo do Oceano Atlântico, a cerca de 645 quilômetros da costa de Newfoundland, no Canadá.

O responsável pelas novas imagens é o explorador Victor Vescovo, que lidera uma missão ao fundo de cinco mares. Ele construiu um veículo submersível ao longo de mais de três anos específico para tarefas como essa.

A missão capturou, a 3.810 metros de profundidade, as primeiras imagens do barco britânico em mais de 14 anos.

Vescovo disse que o time fez cinco mergulhos até o ponto onde estão os destroços no começo de agosto.

“É grande. É um naufrágio grande. Eu não estava completamente preparado para o tamanho. E daí apareceu no sonar, era realmente notável”, disse o explorador.

Embaixo da água, o time fez mensurações com luz na nave. Essa informação será usada para construir modelos 3D para plataformas de realidade virtual. As imagens também podem ajudar os cientistas a prever como os destroços vão se deteriorar.

“O momento mais fantástico foi quando eu estava ao lado do Titanic; as luzes fortes do submersível refletiram-se em um portal, era como se o barco estivesse piscando para mim”, disse Verscovo.

Novas imagens mostram Titanic no fundo do mar — Foto: Atlantic Productions/Reuters

m 10 de abril de 1912, o Titanic partiu para uma viagem de Southampton, na Inglaterra, com destino a Nova York. Havia pessoas importantes embarcadas, como o empresário americano Benjamin Guggenheim, o jornalista britânico William Thomas Stead, um dos donos da loja de departamento Macy’s, Isidor Straus e sua mulher, Ida.

O barco bateu em um iceberg no dia 14 de abril, e afundou nas primeiras horas do dia 15 de abril de 1912. Dos 2.223 passageiros, 1.517 morreram.

Novas imagens mostram Titanic no fundo do mar — Foto: Atlantic Productions/Reuters

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Fonte:
G1
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América Latina

México concede asilo político a Evo Morales

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O governo do México informou nesta segunda-feira que concedeu asilo político a Evo Morales, que renunciou à presidência da Bolívia neste domingo, por considerar que “sua vida e sua integridade correm perigo”, anunciou o chanceler mexicano, Marcelo Ebrard.

“Há alguns minutos recebi um telefonema do presidente Evo Morales. Ele solicitou formal e verbalmente asilo político em nosso país”, disse Ebrard em uma breve mensagem à imprensa.

“A ministra do Interior “Olga Sánchez Cordero decidiu conceder asilo político ao senhor Evo Morales (…) sua vida e sua integridade correm risco”, acrescentou.

O chanceler destacou que o governo mexicano aceitou o pedido “por razões humanitárias” de maneira imediata e por considerar que “a vida e a integridade” física do político correm risco.

Ebrard explicou que o governo mexicano informará ao Senado sobre a situação na Bolívia e notificará o ministério boliviano do Exterior sobre a oferta de asilo com o objetivo de conseguir o salvo conduto para que Morales viaje ao México.

O chanceler não especulou quando ocorrerá a viagem de Morales ao México ou se o governo mexicano enviará um avião oficial à Bolívia.

No domingo, em mensagem no Twitter, Ebrard informou que 20 funcionários e legisladores bolivianos já estavam refugiados na embaixada do México em La Paz.

Nesta segunda-feira, o funcionário acrescentou que já “são muitos” os bolivianos que pediram asilo na embaixada mexicana.

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Barbárie

Filho de 17 anos mata mãe e esconde corpo dentro do armário na Espanha

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Uma mulher brasileira, de 36 anos, foi morta pelo próprio filho, de 17, na segunda-feira passada, no apartamento onde ambos viviam, na localidade de Foz, na Galiza, Espanha.

De acordo com o El País, o corpo da mulher, natural de Gurupi, foi encontrado mutilado dentro de uma mala, num armário da casa onde aconteceu o assassinato.

Segundo as autoridades, ao que tudo indica o crime foi cometido durante a madrugada, sendo que o menor foi detido por volta das 12h30. Na altura da detenção, de acordo com a  publicação, o jovem confessou às autoridades que tinha feito “algo muito mau”.

Minaene tinha emigrado para a Espanha há 14 anos e tinha iniciado, recentemente, um curso de chefe de cozinha num estabelecimento de ensino local. O rapaz frequentava um curso de técnico auxiliar de ação médica, em Burela, a cerca de 14 quilômetros do local onde vivia com a mãe.

De acordo com amigas de Minaene, o filho era “calado e tímido”, “não tinha amigos” e “estava sempre sozinho”. Com uma personalidade quase contrária à da mãe, as pessoas mais próximas da mulher afirmam que o jovem era violento e que a mãe tinha marcas de agressões no corpo.

O jovem se encontra neste momento preso em regime fechado numa instituição, informou o Tribunal de Menores de Lugo.

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