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EUROPA

França e Irlanda ameaçam se opor ao acordo comercial entre Mercosul e União Europeia

Acordo fechado em junho prevê implementação do Acordo de Paris sobre mudanças climáticas e compromisso com proteção ambiental.

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As declarações do presidente brasileiro Jair Bolsonaro sobre a crise na Amazônia continuam tendo desdobramentos importantes na Europa nesta sexta-feira (23). O escritório do presidente francês Emmanuel Macron acusou Bolsonaro de mentir durante o encontro do G20 em Osaka, no Japão, ao minimizar as preocupações com o a mudança climática. Dado esse contexto, aponta o escritório, a França se opõe ao acordo comercial entre a União Europeia e o Mercosul.

Macron não é o único a se opor ao acordo. O primeiro-ministro da Irlanda ameaçou votar contra se o Brasil não respeitar seus “compromissos ambientais”, em meio a críticas ao presidente Jair Bolsonaro pelos incêndios que assolam a Amazônia. Segundo o primeiro-ministro Leo Varadkar, “De maneira alguma a Irlanda votará a favor do acordo de livre comércio UE-Mercosul se o Brasil não cumprir seus compromissos ambientais”.

Acordo prevê cláusulas ambientais

Fechado em junho deste ano, depois de mais de 20 anos de negociação – mas ainda dependendo da aprovação do parlamento dos países envolvidos – o acordo comercial UE-Mercosul prevê, segundo os europeus, a implementação efetiva do Acordo de Paris sobre Mudanças Climáticas, que inclui, entre outros assuntos, combater o desmatamento e a redução da emissão de gases do efeito estufa.

Os signatários se comprometem, ainda, com assuntos como proteção ambiental, que abarca conservação de florestas, respeito por direitos trabalhistas e promoção de condutas empresariais responsáveis.

‘Crise internacional’

Na quinta-feira (22), Macron propôs que a “crise internacional” da Amazônia seja uma prioridade na cúpula do G7 neste fim de semana em Biarritz, no sudoeste da França. Macron disse em seu Twitter que “nossa casa está queimando”.

A chanceler alemã Angela Merkel, manifestou apoio ao presidente francês por meio de seu porta-voz,considerando que os incêndios na Amazônia constituem uma “situação urgente” que deveria sim ser discutida durante a cúpula do G7, apesar das acusações de ingerência por parte de Bolsonaro. O presidente brasileiro acusou seu colega francês de ter “uma mentalidade colonialista” e de querer “instrumentalizar” o tema “para ganhos políticos pessoais”.

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Fonte:
G1
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América Latina

México concede asilo político a Evo Morales

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O governo do México informou nesta segunda-feira que concedeu asilo político a Evo Morales, que renunciou à presidência da Bolívia neste domingo, por considerar que “sua vida e sua integridade correm perigo”, anunciou o chanceler mexicano, Marcelo Ebrard.

“Há alguns minutos recebi um telefonema do presidente Evo Morales. Ele solicitou formal e verbalmente asilo político em nosso país”, disse Ebrard em uma breve mensagem à imprensa.

“A ministra do Interior “Olga Sánchez Cordero decidiu conceder asilo político ao senhor Evo Morales (…) sua vida e sua integridade correm risco”, acrescentou.

O chanceler destacou que o governo mexicano aceitou o pedido “por razões humanitárias” de maneira imediata e por considerar que “a vida e a integridade” física do político correm risco.

Ebrard explicou que o governo mexicano informará ao Senado sobre a situação na Bolívia e notificará o ministério boliviano do Exterior sobre a oferta de asilo com o objetivo de conseguir o salvo conduto para que Morales viaje ao México.

O chanceler não especulou quando ocorrerá a viagem de Morales ao México ou se o governo mexicano enviará um avião oficial à Bolívia.

No domingo, em mensagem no Twitter, Ebrard informou que 20 funcionários e legisladores bolivianos já estavam refugiados na embaixada do México em La Paz.

Nesta segunda-feira, o funcionário acrescentou que já “são muitos” os bolivianos que pediram asilo na embaixada mexicana.

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Barbárie

Filho de 17 anos mata mãe e esconde corpo dentro do armário na Espanha

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Uma mulher brasileira, de 36 anos, foi morta pelo próprio filho, de 17, na segunda-feira passada, no apartamento onde ambos viviam, na localidade de Foz, na Galiza, Espanha.

De acordo com o El País, o corpo da mulher, natural de Gurupi, foi encontrado mutilado dentro de uma mala, num armário da casa onde aconteceu o assassinato.

Segundo as autoridades, ao que tudo indica o crime foi cometido durante a madrugada, sendo que o menor foi detido por volta das 12h30. Na altura da detenção, de acordo com a  publicação, o jovem confessou às autoridades que tinha feito “algo muito mau”.

Minaene tinha emigrado para a Espanha há 14 anos e tinha iniciado, recentemente, um curso de chefe de cozinha num estabelecimento de ensino local. O rapaz frequentava um curso de técnico auxiliar de ação médica, em Burela, a cerca de 14 quilômetros do local onde vivia com a mãe.

De acordo com amigas de Minaene, o filho era “calado e tímido”, “não tinha amigos” e “estava sempre sozinho”. Com uma personalidade quase contrária à da mãe, as pessoas mais próximas da mulher afirmam que o jovem era violento e que a mãe tinha marcas de agressões no corpo.

O jovem se encontra neste momento preso em regime fechado numa instituição, informou o Tribunal de Menores de Lugo.

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