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CIÊNCIA

Cientistas espanhóis criam um ser híbrido de humano e macaco na China

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Um embrião de camundongo com células de rato em seu coração. Imagem: INSTITUTO SALK


O pesquisador Juan Carlos Izpisúa criou pela primeira vez um ser híbrido entre humano e macaco num laboratório da China, como parte de seu projeto para transformar animais de outras espécies em fábricas de órgãos para transplantes, informa o jornal espanhol El País.

A equipe de Izpisúa alterou geneticamente os embriões de macacos, desativando genes essenciais na formação dos órgãos dos animais e, em seguida, implantou células humanas apropriadas para gerar qualquer tipo de tecido nos embriões.

De acordo com o veículo espanhol, o ser híbrido formado durante os experimentos só não chegou a nascer porque os pesquisadores interromperam a gestação. “Os resultados são muito promissores”, afirmou a pesquisadora Estrella Núñez, que faz parte do grupo do geneticista.

Em outra ocasião, o mesmo grupo tinha feito uma experiência semelhante em porcos, mas não obteve o mesmo sucesso mas, em 2017, conseguiu algo parecido com camundongos e ratos – seres mais próximos geneticamente.

O campo de estudos de Izpisúa é bastante polêmico e, por isso, os experimentos foram realizados na China. De maneira geral, as experiências com seres híbridos são interrompidas depois de 14 dias de gestação, por conta dos limites éticos.

Entre as questões levantadas por este tipo de manipulação genética está, por exemplo, a possibilidade de as células injetadas se transformarem em neurônios humanos no cérebro dos animais.

Na mitologia grega, as quimeras eram monstros com cabeça de leão, ventre de cabra e cauda de serpente, capazes de cuspir fogo.

Nesta quarta-feira (31/07/2019), o Japão se tornou o primeiro país do mundo a permitir o nascimento de embriões híbridos de humanos e animais para a criação de órgãos humanos. Especialistas do Ministério da Ciência japonês aprovaram a proposta de um experimento nesta direção apresentada pelo pesquisador Hiromitsu Nakauchi, da Universidade de Tóquio, que trabalha em uma área semelhante a do grupo liderado por Izpisúa.

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ÍNDIA

Estudantes fazem prova com caixa de papelão na cabeça para não ‘colar’

Escola diz ter implementado ideia com consentimento dos alunos e pediu desculpas pelo ocorrido.

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Fotos causaram polêmica nas redes sociais — Foto: ANI/BBC

Uma escola indiana pediu desculpas publicamente depois que imagens de seus estudantes fazendo uma prova com caixa de papelão na cabeça viralizaram nas redes sociais e geraram polêmica.

O registro foi feito durante uma prova de química na “Bhagat Pre-University College”, em Haveri, no Estado de Karnataka, no sul da Índia.

Segundo os estudantes, a ideia partiu da direção da escola para evitar que eles “colassem” durante a avaliação.

Em entrevista à BBC Hindu, o serviço de notícias em hindu da BBC, MB Satish, funcionário do colégio, lamentou que a técnica tenha sido usada.

Ele disse que a escola só implementou a medida em uma “base experimental” depois de ouvir sobre seu uso em outros lugares.

Satish acrescentou ainda que tudo foi feito com o consentimento dos estudantes — na verdade, eles trouxeram suas próprias caixas de papelão de casa.

“Ninguém foi obrigado a nada. Você pode ver na foto que alguns estudantes não estavam usando (a caixa de papelão na cabeça)”, disse ele. “Alguns colocaram a caixão de papelão na cabeça e a removeram depois de 15 minutos, outros após 20 minutos e nós mesmos pedimos para todos removerem-na após uma hora.”

Logo após serem informadas sobre o ocorrido, autoridades indianas criticaram publicamente a prática.

SC Peerjade, vice-diretor do Conselho de Educação pré-universitário local, descreveu a técnica como “desumana”.

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OREGON

Professor abraça aluno armado e evita tragédia em escola dos EUA; vídeo

Investigadores apontam que o jovem sofreu um surto e por isso foi à escola armado.

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Um treinador de futebol americano impediu que um aluno armado efetuasse uma tragédia em um colégio em Oregon, nos Estados Unidos. Imagens de câmeras de segurança mostram quando o professor Keanon Lowe, de 27 anos, desarma o estudante Angel Granados-Diaz, 18, com um abraço.

“O Universo funciona de maneiras surpreendentes. Tenho sorte e estou feliz por estar naquela sala por aquelas crianças e poder evitar essa tragédia”, afirmou o professor à emissora NBC.

O caso aconteceu em maio deste ano, mas o vídeo foi divulgado apenas agora. O aluno é visto entrando no prédio de artes plásticas da Parkrose High School, em Portland, com uma espingarda escondida sob a jaqueta. Autoridades disseram que Granados-Diaz estava passando por uma crise de saúde mental quando trouxe a arma para a escola.

As imagens mostram os alunos fugindo desesperadamente. O professor, então, pega a arma de Granados-Diaz. Depois de entregar a espingarda para outro professor, Lowe agarra o aluno com um abraço.

“Eu só queria que ele [Granado-Diaz] soubesse que eu estava lá. Eu disse a ele que estava lá para salvá-lo. Eu estava lá por uma razão e que essa é uma vida que vale a pena ser vivida ”, enfatizou Lowe.

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