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Cientistas criam traje robótico que ajuda a andar e correr

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SÃO CARLOS, SP (FOLHAPRESS) – Os sonhos mais secretos de quem tem preguiça de encarar a esteira da academia parecem ter se materializado num traje robótico criado por cientistas dos EUA e da Coreia do Sul.

O aparato facilita automaticamente a caminhada e a corrida, fazendo com que seu usuário gaste menos energia ao se mexer.

Ajudar quem não gosta de sair do sofá, porém, não é o objetivo da nova tecnologia. Graças ao seu sucesso em impulsionar dois tipos bem diferentes de locomoção natural, o traje está sendo considerado um passo fundamental no desenvolvimento de reabilitações robóticas para pessoas com deficiência.

E também pode se tornar o ancestral de sistemas que aumentariam as capacidades naturais de seres humanos.

Detalhes sobre o funcionamento da roupa-robô acabam de ser publicados no periódico especializado Science, um dos mais importantes do mundo.

O trabalho de desenvolvimento do traje é uma parceria entre cientistas da Universidade Harvard e da Universidade do Nebraska, ambas instituições americanas, e a Universidade Chung-Ang, em Seul.

A equipe internacional decidiu apostar num design flexível e relativamente leve para o aparato (veja infográfico), bem diferente dos exoesqueletos ao estilo “Robocop” que também têm sido estudados nessa área de pesquisa.

Pesando 5 kg, o traje cobre principalmente a cintura e as coxas do usuário. À primeira vista, seu funcionamento é simples: cabos localizados nas costas da pessoa aplicam uma “puxada” entre o cinto e as coxeiras (as almofadas que recobrem as coxas) quando os músculos do quadril se movimentam para erguer as pernas, processo conhecido como extensão do quadril.

“É uma assistência parcial”, explicou à reportagem Philippe Malcolm, um dos coordenadores da pesquisa, que trabalha no Departamento de Biomecânica da Universidade do Nebraska. “O sistema reduz parte da força que os músculos biológicos precisam fazer, mas a pessoa ainda tem de realizar parte do trabalho.”

“Quando você coloca o negócio da primeira vez, é estranho sentir que a sua bermuda está puxando as suas pernas”, conta David Perry, engenheiro mecatrônico de Harvard e coautor do estudo.

“Depois de usar o sistema por uns 15 minutos, você começa a se perguntar se realmente ajuda em alguma coisa, porque a sensação é a de caminhar normalmente. Mas, quando você o desliga, suas pernas de repente parecem pesadas. É como sair de uma daquelas calçadas rolantes de aeroporto.”

O mais importante, entretanto, é o processo de calibragem computacional que permite que o aparato “sinta” as diferenças entre andar e correr em tempo real, conforme a pessoa está se movimentando.

Com isso, ele consegue adaptar os “puxões” e otimizar os movimentos do usuário. Foi por conta dessa busca por versatilidade que os cabos foram projetados para facilitar a extensão do quadril, já que a musculatura responsável por esse movimento é crucial tanto para a caminhada quanto para a corrida.

Conor Walsh, outro coautor do estudo que trabalha em Harvard, está desenvolvendo um traje-robô ligeiramente diferente, mas baseado nos mesmos princípios, para ajudar pessoas que tiveram derrames a recuperar os movimentos normais.

A tecnologia poderia, em princípio, ser integrada a sistemas que medem a atividade do cérebro do paciente, por meio de implantes ou outros métodos, para controlar membros robóticos. Nesse caso, o movimento correto não precisaria depender apenas do controle mental direto do paciente, mas usaria a inteligência artificial do próprio sistema para calibrar passadas, por exemplo.

Outra aplicação que está sendo desenvolvida pela equipe de Harvard envolve trajes que ajudariam pessoas normais a carregar pesos com mais segurança e eficiência. E, é claro, não se pode descartar o uso esportivo do traje.

Hoje, ele consegue reduzir o gasto de energia durante a caminhada e a corrida em 9,3% e 4%, respectivamente. Mas seria possível melhorar ainda mais esse desempenho?

Em tese, sim, mas é preciso considerar que “puxadas” maiores podem afetar tanto o tecido com o qual o traje é feito quanto a sensação de conforto do usuário, diz Jinsoo Kim, coautor coreano da pesquisa.

Além disso, lembra Malcolm, os pesquisadores não chegaram a testar o traje em velocidades altas de corrida. “E ainda não existem esportes oficiais que permitam o uso de um robô vestível”, brinca ele.

Por: Reinaldo José Lopes

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Desabafo

Bumbum dá mais audiência do que música, reclama Luísa Sonza

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Luísa Sonza resolveu usar suas redes sociais para fazer um desabafo. Ela reclamou que as pessoas tem reparado mais em seu corpo do que em suas músicas. Nos Stories, a cantora pede que seus seguidores ouçam o disco Pandora, que foi lançado em junho deste ano.

“Eu faço um álbum inteiro, vou do gospel ao R&B, ao pop, ao funk, ao brega funk… [a música] ‘Eliane’ é totalmente diferente da ‘Fazendo Assim’ é uma música quase religiosa, com a minha mãe e a minha avó. Tem um milhão de views. Agora coloca um c*: 30 milhões de views”, afirmou.

“Eu levei nove meses para fazer esse álbum diversificado, todas as músicas diferentes, tudo com conceito diferente, uma história para cada música. Aí vem você e diz, ‘as músicas da Luísa são todas iguais’. Ah, não!”, prosseguiu a cantora em seu desabafo.

“Vocês que criticam são viciados em bunda, amam ver uma bunda, amam criticar uma bunda, tentam diminuir uma pessoa por causa da bunda. Mas é só colocar uma bunda na frente que a galera hipnotiza. (…) Pode lançar um clipe com a mãe e a avó que vocês só vão ver bunda”, seguiu.

“Não vamos focar tanto na bunda que a gente consegue se conhecer melhor. Tenho certeza de que vocês vão gostar de uma música ao menos”, finalizou Sonza.

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intimidade

Entenda por qual motivo (bizarro) o sexo oral pode matar

Muitas mulheres adoram receber sexo oral do seu parceiro. Mas sim, leu bem… em casos raros a prática pode ser fatal

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Há quem não aprecie fazer sexo oral e outras reclamam dos homens que não sabem ou se negam fazê-lo. Porém, o que poucos sabem é que o sexo oral pode ser letal.

Lindsey Doe, médica e sexóloga, explica, no seu canal do YouTube, que o sexo oral pode em casos mais extremos ser perigoso e fatal para as mulheres…

Segundo a especialista, durante a relação, a prática pode resultar na ocorrência de uma embolia.

De acordo com Doe, tudo depende da posição em que é realizado o sexo oral. O ar introduzido na vagina pode não sair e provocar uma embolia gasosa – quando o ar vai para corrente sanguínea e gera bolhas que obstruem os vasos.

Cenário esse que pode matar uma pessoa em cerca de 30 minutos. Há agravantes se a mulher sofrer de patologias cardíacas ou pulmonares. Os principais sintomas incluem dores no peito, falta de ar, tonturas e até desmaio.

Já sabe desfrute… mas com cautela!

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Famosos

Anitta fala sobre bissexualidade e diz que Pabllo Vittar canta muito melhor que ela

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Mesmo brigadas, Anitta, 26, não deixou de elogiar Pabllo Vittar, 24. A brasileira deu entrevista para a revista britânica Dazed e disse que a drag queen dança muito bem e canta melhor que ela.

“Eu a convidei [referindo-se a faixa “Sua Cara” (2017)] para mostrar às pessoas: ela canta bem demais – melhor que eu, na verdade -, ela dança, é super legal, é linda e é uma drag queen e merece respeito”, disse a namorada do surfista Pedro Scooby, 31.

O artigo, que busca mostrar argumentos e o caminho traçado por Anitta que a fizeram se tornar a “maior estrela da música pop brasileira”, aborda ainda a vida pessoal e a sexualidade da dona de “Vai Malandra” (2018).

A cantora afirma que todo o seu trabalho é feito para que as pessoas se divirtam e pensem sobre todos os assuntos. Então, agregar para suas músicas, uma representação muito forte da comunidade LGBT, como uma drag queen, é muito importante para o seu trabalho, mesmo ela já fazendo parte dessa comunidade.

“Meu lance não é apenas fazer música para as pessoas se divertirem e dançarem. Eu gosto de fazer as pessoas discutirem as coisas e pensarem diferente. Eu tenho um grande público LGBT, e eu sou bissexual – mas quando você me vê, se eu não disser que sou bissexual, eu não tenho a representação física da comunidade LGBT”, disse a carioca.

“É diferente quando você é uma drag queen. Eles não são tratados com seriedade ou como pessoas talentosas. Então, quando convidei Pabllo para “Sua Cara” e a ideia era educar as pessoas sem que elas sentissem que estavam sendo educadas. Foi super indireto”, finalizou a cantora, referindo-se a faixa que gravou ao lado de Pabllo e o produtor Diplo, 40.

ENTENDA A BRIGA

Anitta e Pabllo Vittar lançaram “Sua Cara” ao lado de Diplo em 2017. A briga entre elas surgiu depois do clipe desta faixa, em que Anitta acusa Pabllo de não ter pago nenhuma parte da produção audiovisual que foi gravada em Marrocos.

Em setembro de 2018, áudios de Anitta sobre os custos do clipe “Sua Cara” (gravado com Pabllo Vittar e Major Lazer) foram divulgados pelo jornalista Leo Dias e levantaram a questão de que a cantora teria pago sozinha todas as despesas da produção, num total de US$ 70 mil (cerca de R$ 250 mil).

Após a gravação, Pabllo teria pedido um cachê alto para participar de uma edição da festa Combatchy, criada pela própria Anitta, o que teria gerado a resposta em áudio.

“O jato era caríssimo, o clipe eu tava pagando sozinha, muito pão dura, entendi. Pão dura ia ser, se eu pegasse e falasse assim: ‘Não, eu não vou pagar clipe nenhum, faz de qualquer jeito’. Agora o clipe caro pra cacete, US$ 70 mil.

US$ 70 mil, amor! Sou pão dura? Para ficar pagando jato pra galera ir com a bunda no sol? Não preciso meu filho! Sou de Honório Gurgel, meu filho. Passei muito perrengue na minha vida”, dizia ela no áudio.

Desde então, as duas quase não tocaram no assunto, mas Vittar chegou a dizer que não tinha raiva de Anitta, apesar de elas não se falarem nem serem amigas.

“Eu não desejo nenhum mal para ela. Sempre acompanho os lançamentos dela. Mandei mensagem para ela no final de ano, desejando um ótimo ano, que Deus abençoe sempre ela. Sou muito grata por tudo que ela fez por mim, apesar de tanta fuxicada”, disse em uma entrevista à rádio O Dia.

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error: Conteúdo protegido. LEI Nº 9.610, DE 19 DE FEVEREIRO DE 1998
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