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EUA

Casal finge morte de bebê com boneca Reborn para arrecadar dinheiro

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Um casal usou uma boneca ‘Reborn’ (linha que imita bebês de verdade) para tentar arrecadar dinheiro pelas redes sociais. O caso aconteceu em  Somerset, condado de Nova Jersey, nos Estados Unidos.

Geoffrey Lang e sua mulher Kaycee publicaram na internet a notícia de que o suposto filho Easton Walt teria morrido de falha respiratória horas após o seu nascimento, em 3 de julho, segundo reportagem do canal local Action4News.

O casal então criou uma conta no site de arrecadação GoFundMe pedindo dinheiro para poderem comprar uma urna de cinzas personalizada. No texto, eles descreveram a “experiência de segurar as mãos do bebê, abraço e beijá-lo” em seu breve momento de vida.

Uma amiga de Kaycee suspeitou da falsa gravidez e ligou para a polícia. “Estávamos felizes por eles, porque ela disse que já tinha perdido um bebê”, contou Cynthia Dilascio.

Dilascio contou que recebeu um convite para um chá de bebê, mas o casal havia desaparecido nos últimos sete meses. Após o anúncio da suposta morte, ela foi convidada a um memorial, mas se recusou a ir. “Não sei por qual motivo eles fizeram isso, mas magoar amigos e familiares é algo doente”, afirmou a amiga.

Ao invadir a casa, a polícia encontrou uma boneca “Reborn” que o casal pode ter usado para realizar a fraude. Eles devem comparecer ao tribunal em setembro por acusação de roubo.

A GoFundMe diz que reembolsará todo o dinheiro doado ao casal. A reportagem não informou quanto o casal já teria recebido.

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Nova Zelândia

Funcionário leva palhaço para lhe dar apoio em reunião para comunicar sua demissão

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O palhaço fez balões em formatos de animais durante a reunião — Foto: Josh Thompson

Quando o redator Josh Thompson recebeu um e-mail assustador de seus chefes, pedindo para discutir o papel dele na empresa, ele previu que enfrentaria uma demissão.

O departamento de recursos humanos da empresa FCB New Zealand inclusive o incentivou a levar uma “pessoa de apoio” para ajudar nessa situação — o que é exigido por lei na Nova Zelândia.

Mas, em vez de levar um parente, amigo ou mesmo um animal de estimação, ele — que também trabalha com comédia stand-up — decidiu gastar o equivalente a mais de R$ 500 para contratar um palhaço chamado Joe.

“Eu estava trabalhando, porque tinha um emprego naquela época, quando recebi um e-mail que dizia: ‘Olá, Josh, gostaríamos de nos encontrar com você para discutir alguns assuntos em relação ao seu papel na empresa'”, disse à BBC, baseado na Austrália, onde ele diz que “aproveita ao máximo o fato de estar desempregado”.

“Basicamente, senti que isso seria uma demissão, então pensei em tentar tirar o melhor proveito dessa situação”, acrescentou.

O palhaço Joe acompanhou Josh na reunião de demissão e manuseava balões para criar animais — embora tenha sido convidado a parar algumas vezes, por causa do barulho que fazia.

Quando Josh finalmente foi informado de que perderia o emprego, o palhaço reagiu como o esperado.

“Ele balançou cabeça quando eu recebi a má notícia, como se ele também estivesse sendo demitido”, contou Josh. “Muito profissionalismo, realmente.”

Josh disse que recomenda com entusiasmo a contratação de um palhaço para apoio em qualquer reunião de demissão.

“Se você tem família, amigos, madrasta, padrasto, leve-os”, disse ele. “Mas se houver um palhaço disponível, especialmente Joe, eu definitivamente recomendo essa experiência.”

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Internacional

Líder da Al Qaeda, filho de Bin Laden foi morto em operação, dizem EUA

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Hamza bin Laden, filho do ex-líder da Al Qaeda Osama bin Laden e ele próprio uma figura notável no grupo terrorista, foi morto em uma operação antiterrorista dos EUA, informou a Casa Branca neste sábado, 14.

Segundo o comunicado, a operação ocorreu próximo à fronteira entre Afeganistão e Paquistão – a data não foi divulgada.

Hamza, que se acredita ter cerca de 30 anos, estava ao lado de seu pai no Afeganistão antes dos ataques de 11 de setembro de 2001 nos Estados Unidos. Ele também passou um tempo com seu pai no Paquistão após a invasão do Afeganistão liderada pelos EUA empurrar grande parte da liderança experiente da Al Qaeda para lá.

O Departamento de Estado dos EUA classificou Hamza como um terrorista global em 2017, depois que ele pediu atos de terrorismo nas capitais ocidentais e ameaçou se vingar dos americanos pela morte de seu pai.

“A morte de Hamza bin Laden não só priva a Al Qaeda de grandes habilidades de liderança e da conexão simbólica com o seu pai, mas impacta importantes atividades operacionais do grupo”, declarou o presidente Donald Trump. As emissoras NBC e CNN informaram a morte de Hamza no final de julho, mas a notícia ainda não tinha sido confirmada oficialmente pelas autoridades.

De acordo com as autoridades americanas, Osama bin Laden, morto em maio de 2011, passou anos preparando Hamza para assumir a liderança da Al Qaeda, que atualmente é liderada pelo egípcio Ayman al-Zawahiri.

As autoridades americanas chegaram a essa conclusão com base em uma série de cartas encontradas no lugar em que se escondia o então líder da Al Qaeda na cidade paquistanesa de Abbottabad, morto em uma operação das forças de elite da Marinha (Navy Seal).

Devido ao crescente papel de Hamza, o governo americano aumentou os esforços para localizá-lo e, no início deste ano, ofereceu uma recompensa de até US$ 1 milhão por qualquer informação que pudesse levar à sua identificação, localização e captura. Pouco depois do anúncio da recompensa, o governo da Arábia Saudita privou Hamza da nacionalidade saudita.

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estudo

OMS mostra que 5 pessoas morrem a cada minuto por erro médico

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Relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS) mostra que todos os anos milhões de pessoas sofrem as consequências, muitas vezes fatais, de erros médicos. As vítimas são sobretudo pessoas de camadas sociais mais pobres.

Em entrevista em Genebra, o chefe da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, informou que “morrem por minuto cinco pessoas devido a tratamento inadequado”.

Outro representante da organização, Neelam Dhingra-Kumar, comentou que se trata de “um problema global”, muitas vezes explicável por uma hierarquia demasiadamente rígida nos sistemas de saúde, em que médicos ou enfermeiros mais jovens não se atrevem a falar, ou funcionários encobrem erros cometidos por temer represálias.

Ainda segundo a OMS, quase metade (40%) dos pacientes sujeitos a tratamento ambulatório sofre os efeitos de erros médicos, percentual que baixa significativamente nos hospitais, embora permaneça, ainda assim, em preocupantes 10%.

A pesquisa mostra que anualmente 2,6 milhões de pessoas morrem nos 150 países de baixo ou médio rendimento devido a tratamentos médicos errados.

Os erros médicos abrangem desde diagnósticos errados a medicamentos errados, desde radiações inapropriadas a infecções hospitalares. A esses e outros erros possíveis são acrescentadas, por exemplo, a amputação de um membro quando a indicação era de amputar outro, ou a operação de um hemisfério cerebral quando a indicação era de operar o outro.

A ideia de que os erros médicos podem ser justificados por medidas de contenção financeira é contestada pelos peritos da OMS, mostrando que, pelo contrário, os sistemas onde os pacientes são, com frequência, vítimas desses erros acabam por gastar mais dinheiro para remediar os danos.

O exemplo inverso é o dos hospitais Medicare, nos Estados Unidos, que teriam poupado o equivalente a cerca de 25 bilhões de euros entre 2010 e 2015 devido a melhores controles de segurança, para evitar os erros. A Alemanha é também apontada como um bom exemplo na prevenção dos erros médicos.

*Emissora pública de televisão de Portugal

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error: Conteúdo protegido. LEI Nº 9.610, DE 19 DE FEVEREIRO DE 1998
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