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Famosos

Anitta fala sobre bissexualidade e diz que Pabllo Vittar canta muito melhor que ela

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Mesmo brigadas, Anitta, 26, não deixou de elogiar Pabllo Vittar, 24. A brasileira deu entrevista para a revista britânica Dazed e disse que a drag queen dança muito bem e canta melhor que ela.

“Eu a convidei [referindo-se a faixa “Sua Cara” (2017)] para mostrar às pessoas: ela canta bem demais – melhor que eu, na verdade -, ela dança, é super legal, é linda e é uma drag queen e merece respeito”, disse a namorada do surfista Pedro Scooby, 31.

O artigo, que busca mostrar argumentos e o caminho traçado por Anitta que a fizeram se tornar a “maior estrela da música pop brasileira”, aborda ainda a vida pessoal e a sexualidade da dona de “Vai Malandra” (2018).

A cantora afirma que todo o seu trabalho é feito para que as pessoas se divirtam e pensem sobre todos os assuntos. Então, agregar para suas músicas, uma representação muito forte da comunidade LGBT, como uma drag queen, é muito importante para o seu trabalho, mesmo ela já fazendo parte dessa comunidade.

“Meu lance não é apenas fazer música para as pessoas se divertirem e dançarem. Eu gosto de fazer as pessoas discutirem as coisas e pensarem diferente. Eu tenho um grande público LGBT, e eu sou bissexual – mas quando você me vê, se eu não disser que sou bissexual, eu não tenho a representação física da comunidade LGBT”, disse a carioca.

“É diferente quando você é uma drag queen. Eles não são tratados com seriedade ou como pessoas talentosas. Então, quando convidei Pabllo para “Sua Cara” e a ideia era educar as pessoas sem que elas sentissem que estavam sendo educadas. Foi super indireto”, finalizou a cantora, referindo-se a faixa que gravou ao lado de Pabllo e o produtor Diplo, 40.

ENTENDA A BRIGA

Anitta e Pabllo Vittar lançaram “Sua Cara” ao lado de Diplo em 2017. A briga entre elas surgiu depois do clipe desta faixa, em que Anitta acusa Pabllo de não ter pago nenhuma parte da produção audiovisual que foi gravada em Marrocos.

Em setembro de 2018, áudios de Anitta sobre os custos do clipe “Sua Cara” (gravado com Pabllo Vittar e Major Lazer) foram divulgados pelo jornalista Leo Dias e levantaram a questão de que a cantora teria pago sozinha todas as despesas da produção, num total de US$ 70 mil (cerca de R$ 250 mil).

Após a gravação, Pabllo teria pedido um cachê alto para participar de uma edição da festa Combatchy, criada pela própria Anitta, o que teria gerado a resposta em áudio.

“O jato era caríssimo, o clipe eu tava pagando sozinha, muito pão dura, entendi. Pão dura ia ser, se eu pegasse e falasse assim: ‘Não, eu não vou pagar clipe nenhum, faz de qualquer jeito’. Agora o clipe caro pra cacete, US$ 70 mil.

US$ 70 mil, amor! Sou pão dura? Para ficar pagando jato pra galera ir com a bunda no sol? Não preciso meu filho! Sou de Honório Gurgel, meu filho. Passei muito perrengue na minha vida”, dizia ela no áudio.

Desde então, as duas quase não tocaram no assunto, mas Vittar chegou a dizer que não tinha raiva de Anitta, apesar de elas não se falarem nem serem amigas.

“Eu não desejo nenhum mal para ela. Sempre acompanho os lançamentos dela. Mandei mensagem para ela no final de ano, desejando um ótimo ano, que Deus abençoe sempre ela. Sou muito grata por tudo que ela fez por mim, apesar de tanta fuxicada”, disse em uma entrevista à rádio O Dia.

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Na Rede

Brasil tem 24,3 milhões de crianças e adolescentes que usam internet

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Cerca de 24,3 milhões de crianças e adolescentes, com idade entre 9 e 17 anos, são usuários de internet no Brasil, o que corresponde a cerca de 86% do total de pessoas dessa faixa etária no país.

A informação consta na pesquisa TIC Kids Online Brasil 2018, divulgada hoje (17) pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), por meio do Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br) do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br).

“Este percentual é mais alto do que a média da população em geral [conectada], que está em torno de 70%. Isso mostra que crianças e adolescentes são um público bastante conectado à rede”, disse Fabio Senne, coordenador de projetos de pesquisas do Cetic.br. Segundo ele, há três anos o uso da internet por esse público era 79%.

“Há um incremento constante no percentual de usuários. E isso tem a ver também com as faixas etárias. Quando se chega na faixa entre 15 e 17 anos, esse percentual é ainda maior que os 86%”.

A pesquisa apontou também que, no ano passado, 3,8 milhões de crianças e adolescentes não tinham acesso à internet por falta, por exemplo, de acesso à rede em casa (8%) ou pela impossibilidade de usar a internet na escola (5%). Segundo Fabio Senne, as regiões Norte e Nordeste são as que menos usam internet no país (75%), enquanto a Região Sul (95%) é o local onde crianças e adolescentes estão mais conectadas.

“A pesquisa estima que cerca de 3,8 milhões de crianças e adolescentes não usaram a internet nos últimos três meses. E elas estão concentradas nas parcelas mais vulneráveis da população, especialmente nas classes D e E e uma quantidade grande também [está] presente na Região Nordeste do país, o que mostra que é preciso políticas específicas de inclusão mais focalizadas nesses públicos”, disse.

Multimídia

Segundo a pesquisa, oito em cada dez crianças e adolescentes do país assistem a vídeos, programas, filmes ou séries na internet. O estudo revelou que o uso da internet para atividades multimídia por crianças e adolescentes (83% do total dos entrevistados) é maior que a utilização da internet para o envio de mensagens instantâneas (77%), que o hábito de jogar sem conexão com outros jogadores (60%) ou conectados com outros jogadores (55%) e pouco maior que o uso da internet para escutar música (82%).

A internet é mais usada por meio de telefone (93%). Desde 2014, o uso de telefone celular ultrapassou o uso de computadores e Senne acredita que isso deve ainda aumentar. Também vem crescendo o uso de internet por meio da televisão (chegando a 32%, quando em 2014 era acessada por 5% dos entrevistados).

A pesquisa apontou que em setores mais vulneráveis da população, as pessoas tendem a usar a internet exclusivamente por celular, como no caso das classes D e E, em que esse tipo de uso exclusivo foi apontada por 71% das pessoas.

Alunos, Computador
Uso de internet dentro das escolas atinge em torno de 40% das crianças e adolescentes do país – Marcello Casal jr/Agência Brasil

Educação

Cerca de 74% das crianças e adolescentes utilizam a internet para pesquisa em trabalhos escolares. Pouco mais da metade ( 53%) usa a internet para ler ou assistir a notícias, enquanto 66% diz que costuma fazer pesquisas na internet por curiosidade ou vontade própria.

No entanto, o uso de internet dentro das escolas atinge em torno de 40% das crianças e adolescentes do país. “Isso mostra que, apesar do uso já atingir 86% das crianças e adolescentes, quando vamos olhar para a escola, a escola não está sendo um espaço prioritário de uso da rede”, disse Senne.

Redes sociais

De acordo com a pesquisa, cerca de 82% das crianças e adolescentes usuárias de internet relatam usar e ter perfil nas redes sociais, o que corresponde a cerca de 22 milhões de usuários dessa faixa etária no país.

“Ela [a pesquisa] traz uma tendência bastante marcante de crianças e adolescentes nesses ambientes. Se a gente olha esse dado por faixa etária, temos quase 97% de crianças e adolescentes usuários de internet, entre 15 e 17 anos, que possuem perfil na rede social, o que é bastante expressivo”, disse a coordenadora da pesquisa Luísa Adib.

Pela primeira vez na pesquisa, o número de crianças e adolescentes com contas no WhatsApp superou o número de perfis no Facebook. Também cresceu o número de usuários dessa faixa etária no Instagram, que é a terceira plataforma em número de uso entre esse público.

Apesar dos benefícios, Luisa disse que o uso da internet por crianças e adolescentes também envolve riscos, como o contato com estranhos, embora não necessariamente, segundo ela, isso possa incorrer em um problema. Também pode haver a exposição a conteúdos sensíveis e a própria conduta da criança e do adolescente poder ser considerada ofensiva para seus próprios pares.

Luisa alerta que atividades de mediação entre pais e seus filhos e o acompanhamento no uso da internet podem ajudar na prevenção desses riscos.

“O que a gente observa é que as medidas mais ativas e participativas são as que tendem a trazer melhores resultados do que aquelas que são restritivas. A restrição pode inibir o uso, mas também não prepara para o uso. Então, é o acompanhamento [dos pais] que possibilita que a criança crie mecanismos e desenvolva habilidades necessárias para a presença nesse ambiente”.

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CULTURA

Museus do Folclore e Histórico de Penápolis participam da 13ª Primavera dos Museus

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Museu do Folclore promoverá visitas mediadas a partir das rotinas de conservação em sua reserva técnica - Foto: Divulgação

O Museu Municipal do Folclore e o Museu Histórico e Pedagógico Memorialista Gláucia Maria de Castilho Muçouçah Brandão, em Penápolis, participam, de 23 a 29 de setembro, da 13ª Primavera dos Museus, promovida pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram),

Esta edição tem como tema “Museus por dentro, por dentro dos museus”. A proposta é fortalecer a relação público/museu a partir da ótica da preservação enquanto ato compartilhado entre o cidadão e o seu bem cultural.

Conforme o responsável pelo Museu Municipal do Folclore de Penápolis, Gilson Moreno Soares Azenha, de 24 a 27 de setembro o local promoverá visitas mediadas a partir das rotinas de conservação em sua reserva técnica.

Sobre o Museu Histórico e Pedagógico, a responsável Alessandra Jorge Nadai informou que, no mesmo período, serão oferecidas visitas mediadas, apresentando as engrenagens e rotinas de conservação na sua biblioteca e hemeroteca.

O conteúdo das atividades permite explorar os aspectos do cotidiano museológico aplicados aos diversos métodos aos quais as coleções são submetidas no constante processo de formação, organização, conservação e exposição para interação e fruição pelas pessoas ou grupos sociais.

Ambos os museus estão localizados no Centro Cultural Dr. Bráulio Sammarco (Praça 09 de Julho nº 150, Centro) e funcionam de terça a sexta-feira das 08h às 11h30 e das 13h30 as 16h30.

Os interessados em levar grupos para participar das visitas podem telefonar e agendar os horários. O telefone do Museu do Folclore é o 3652-7715, e do Museu Histórico é 3652-7034.

 

 

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Luto

Ator de Barrados no Baile e American Pie morre aos 49 anos

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O ator Brian Turk, que fez participações nas séries Barrados no Baile e Carnivale, morreu aos 49 anos na última sexta-feira (13). De acordo com o site USA Today, ele lutava contra um tumor cerebral.

O maior papel recente do ator foi em Carnivale, uma série da HBO sobre um circo itinerante na época da Grande Depressão nos Estados Unidos.

Ele também atuou em séries como Barrados no Baile, ER (Plantão Médico, no Brasil), Buffy, Criminal Minds e Two and a Half Man. No cinema, Turk fez participações em filmes como American Pie, Jurassic Park e AI.

Uma página lançada em julho deste ano informava que Turk tinha diagnosticado o tumor no cérebro há pouco mais de um ano e que a situação era irreversível.

No site, criado por um amigo de infância do ator, pessoas poderiam doar dinheiro para a família de Brian Turk. A página chegou a coletar 28 mil dólares, segundo informações.

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error: Conteúdo protegido. LEI Nº 9.610, DE 19 DE FEVEREIRO DE 1998
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