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CANTOR

Zazá, que fez dupla com Zezé di Camargo, morre em Goiás

Segundo família, cantor de 67 anos fazia tratamento contra um câncer no pâncreas. Ele cantou com Zezé no início da década de 1980, antes da formação com Luciano.

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O cantor Zazá, que fez dupla com Zezé di Camargo na década de 1980, morreu aos 67 anos, em um hospital de Ipameri, região sudeste de Goiás, onde morava atualmente. Segundo a família, o artista, cujo verdadeiro nome era Areovaldo Batista da Silva, fazia tratamento por conta de um câncer no pâncreas.

Zazá morreu na sexta-feira (12). Ele está sendo velado na cidade. O enterro está previsto para acontecer às 16h, no Cemitério Municipal.

“Ele descobriu o câncer há uns dois anos e fazia tratamento. Operou no ano passado e deu uma melhorada, mas agora piorou e não resistiu”, disse ao portal G1 um dos oito irmãos vivos de Zazá, o também músico Lázaro Batista da Silva.

Zazá era divorciado e deixa dois filhos.

A história dos dois ficou conhecida após ser mostrada no filme “Dois Filhos de Francisco”, que contou a história sobre a carreira de Zezé di Camargo e Luciano.

Zazá formou dupla com Zezé no início da década de 1980 — Foto: Reprodução/TV Anhanguera

Parceira com Zezé
Zazá foi o terceiro parceiro de Zezé, com o qual gravou três discos. Depois, a parceria acabou se dissolvendo. Ele chegou a gravar alguns discos solo, mas não seguiu com a carreira, embora nunca tenha abandonado a música.

Antes de cantar com Zazá, Zezé começou fez dupla com o irmão Emival (eram chamados de Camargo e Camarguinho), que morreu em um acidente de carro. Em seguida, tocou com Neilton, que morreu vítima de uma parada cardíaca, em 2017.

Após encerrar a parceria com Zazá, Zezé adotou o sobrenome artístico e formou a dupla com o irmão, Luciano, que estourou como hit “É o Amor” e se tornou uma das principais do sertanejo do Brasil.

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APLICATIVO

FaceApp: aplicativo que envelhece rostos faz usuários ignorarem riscos

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Se uma empresa apresentasse três endereços diferentes – um na Rússia, outro nos Estados Unidos e um terceiro no Panamá – e tentasse prestar algum serviço para você usando um contrato do tipo “receita de bolo de internet”, você pensaria duas vezes em realizar alguma atividade com essa empresa?

Pelo menos 100 milhões de pessoas que baixaram o “FaceApp”, o aplicativo que envelhece o resto e que virou febre até entre os famosos, decidiram aceitar esse risco.

Não existe qualquer suspeita de que o “FaceApp” represente algum perigo para quem o utilizou. Mas a velocidade com que um pequeno aplicativo desconhecido e engraçado conquista milhões de downloads acaba deixando nosso bom senso em segundo lugar. Pior do que correr um risco é correr o risco sem ter ciência de que ele existe.

Após virar febre na internet nos últimos dias, o app tem sido alvo de questionamentos sobre o que faz com as imagens e os dados coletados. O Faceapp entrou até na mira de políticos americanos: o senador democrata Chuck Schummer protocolou um pedido à Comissão Federal de Comércio (FTC, na sigla em inglês) e ao FBI para que investiguem se as fotos submetidas ao aplicativo são compartilhadas com governos estrangeiros, como a Rússia.

Apesar das negativas da empresa, a política de privacidade do Faceapp permite que o aplicativo guarde as imagens indefinidamente. Em entrevista ao jornal “The Washington Post”, o presidente da empresa, Yaroslav Goncharov, afirmou que não utiliza as imagens das pessoas para treinar uma ferramenta de identificação e negou que elas sejam compartilhadas com governos. “Não dividimos as informações de usuários com terceiros”, disse.

O aplicativo diz que, eventualmente, salva a foto na nuvem com o intuito de otimizar a performance e o tráfego — para que o usuário não suba a imagem repetidamente toda vez que quiser uma edição. Mas negou que possa ver toda a galeria de fotos dos smartphones depois que os usuários permitem o acesso: “Não fazemos isso. Só subimos uma foto selecionada para edição”.

O comunicado diz ainda que 99% dos seus usuários não costumam se logar. “Portanto, não temos acesso a nenhum dado que podem identificá-los”.

A empresa afirma ainda que não vende e nem compartilha nenhum dado de usuário com terceiros. E que, apesar de o time de desenvolvimento do app estar na Rússia, os dados dos usuários não são transferidos para aquele país necessariamente.

Como apagar as informações?

Apagar o aplicativo do celular não deleta as informações que foram enviadas. Sobre pedidos de usuários para remover seus dados dos servidores, o FaceApp diz que esta é uma prioridade, mas que a equipe de suporte está “sobrecarregada no momento”.

Para acelerar o processo, ele sugere que o usuário que queira que as fotos sejam removidas faça o pedido por meio do aplicado seguindo este passo a passo: “Settings->Support->Report a bug”, usando a palavra “privacy” (“privacidade”) no título da mensagem.

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Climão

Tirulipa ‘envelhece’ Gretchen e ela esclarece polêmica: “Fez uma brincadeira”

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O humorista Tirulipa resolveu tirar um sarro da cantora e atriz Gretchen. Ele entrou na onda do momento e “envelheceu” a amiga. Nas redes sociais, ela falou sobre a brincadeira e esclareceu qualquer polêmica.

“Sobre essa polêmica do Tirulipa não é polêmica nenhuma. Ele fez uma brincadeira, não é tão de bom tom, mas conheço Tirulipa desde pequena quando trabalhava com o pai dele nos circos fazendo shows. Ele é uma pessoa incrível, um doce. Não tem maldade. Ele é um humorista, gente! Só quero dizer que não estou chateada e nem magoada”, desabafou.

Apesar de Gretchen ter descartado qualquer chance de polêmica, o filho do deputado Tiririca optou por apagar o post, principalmente por conta de críticas dos seguidores. “Desnecessário”, “Que falta de amor” e “Coitada” foram algumas das mensagens.

 

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Bastidores da TV

Domingão do Faustão demite 11 bailarinas de uma vez só em busca de renovação

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Após a final do quadro Show dos Famosos no último domingo (14), a produção do programa Domingão do Faustão (Globo) demitiu 11 bailarinas.

A maior parte da lista das dispensadas está na atração há mais tempo que as outras ou tem mais de 30 anos de idade, segundo informou a colunista Keila Jimenez, do Portal R7.

Questionada, a Globo respondeu que o programa “renova seu quadro de bailarinas periodicamente, numa rotina que acontece desde a sua estreia”. A atração dominical estreou em março de 1989. A última leva de demissões ocorreu em agosto do ano passado. Foram cinco bailarinas demitidas, e o mesmo número de contratadas.

Na época, uma das demitidas foi Raquel Guarini, 35, que participou de todos os quadros do programa e foi bicampeã da Dança dos Famosos. “De tempos em tempos, eles trocam as meninas do balé. Me considero uma vencedora, porque são raras as meninas que ficaram esse tempo todo que eu fiquei”, diz na época.

No mesmo período de Guarini, foram demitidas também outras quatro bailarinas: Bruna Padovani, Thais Santiago, Juju Fructuozo e Rachel Drodowsky. Em fevereiro de 2018, a Globo dispensou a bailarina Tainá Grando após sete anos no programa.

Uma das demissões mais comentadas foi a de Carol Nakamura, que ficou 11 anos no programa (2005-2016). Alguns sites noticiosos chegaram a informar que a saída de Nakamura teria sido devido à grande exposição da vida pessoal dela.

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