CONECTE CONOSCO

flagrante

Traficante tenta fugir da Rocam, mas acaba preso em Araçatuba

Publicado em



Policiais militares da Rocam prenderam um rapaz de 19 anos com 23 porções de maconha, em Araçatuba.

O flagrante ocorreu no bairro Rosele. Durante patrulhamento pela Rua Judith Marcharet, os policiais notaram que o suspeito saiu correndo com a aproximação das viaturas.

O rapaz pulou muros de várias casas e se escondeu em um cômodo no fundo de uma residência.

Os policiais fizeram o cerco e tiveram autorização do dono da casa para arrombar a porta, que estava trancada por dentro.

O suspeito foi detido no local, onde foram encontrara as porções de maconha, que pesaram pouco mais de 100 gramas da droga. Os PMs também acharam uma espingarda calibre 22, que foi apreendida para investigação.

Quando menor, o acusado foi detido quatro vezes por ato infracional de tráfico de drogas e chegou a ficar internado na Fundação Casa. Agora, ele seria encaminhado para um CDP (Centro de Detenção Provisória).

Os comentários aqui não refletem a opinião do site, e são de responsabilidade do autor. O comentário NÃO É PUBLICADO automaticamente em seu Facebook, fique tranquilo!
Fonte:
Anunciante

"Pedido Justus"

PF realiza operação contra comércio ilegal de anabolizantes na região de Araçatuba

Foram cumpridos quatro mandados de prisão temporária e 12 de busca e apreensão nesta terça (20), em Ribeirão Preto; medicamentos ilegais eram enviados a partir da cidade

Publicado em

Um homem foi preso na manhã desta terça-feira (20) em Araçatuba (SP) durante uma operação da Polícia Federal contra o comércio ilegal de anabolizantes. Chamada de Pedido Justus, a ação é coordenada pela delegacia da PF de Ribeirão Preto.

Ao todo foram expedidos 12 mandados de busca e apreensão e quatro de prisão preventiva. Só na região de Araçatuba são sete mandados de busca.

Policiais federais cumprem os mandados em Brejo Alegre (SP), um em Araçatuba, onde o homem foi preso e já está na sede da PF, e cinco em Penápolis (SP).

Todas as pessoas presas e materiais apreendidos na região serão levados para a sede da Polícia Federal de Araçatuba.

Os comentários aqui não refletem a opinião do site, e são de responsabilidade do autor. O comentário NÃO É PUBLICADO automaticamente em seu Facebook, fique tranquilo!
CONTINUE LENDO

violência

Estudante é morto a tiros em assalto a república em SP

Publicado em

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Um estudante de 23 anos foi morto na madrugada desta segunda-feira (19) durante assalto a uma república no Butantã (zona oeste de SP). Segundo testemunhas, Daniel Cohen foi baleado na cabeça ao tentar reagir e atingir um dos assaltante com uma faca.

Um dos moradores da república, que fica na Jonas Herculano Aquino, foi rendido por três criminosos por volta das 23h de domingo (17), quando saía para jantar.

Segundo testemunhas, os assaltantes o colocaram no carro, um Hyundai HB 20 roubado, e rodaram com ele por cerca de cinco horas. Eles realizaram saques e fizeram compras usando os cartões da vítima.

Segundo a polícia, os suspeitos viram as fotos da república no celular do jovem e, como é uma casa de alto padrão, resolveram retornar até lá para assaltar os demais moradores.

“Eu ouvi o barulho de alguém entrando e pensei que fosse apenas mais um morador. Então eles invadiram meu quarto e jogaram todas as coisas para cima, demorei uns 10 segundos para entender o que estava acontecendo”, conta uma das vítimas. “Eles pediram dinheiro e pegaram meu notebook e meu celular. Também ficavam toda hora pedindo droga e pó, foi aterrorizante, nunca vou esquecer essa cena”, relembra.

Dos 10 quartos da república, quatro foram invadidos. O quarto de Cohen foi o terceiro a ser assaltado. Segundo os moradores da república, o estudante reagiu e apanhou dos ladrões. Depois disso, ele pediu ajuda às outras vítimas para pegar os ladrões.

“O Dan entrou em nosso quarto falando que queria fazer alguma coisa, mas os assaltantes tinham coberto o nosso rosto e não tivemos coragem de descobrir nem de fazer nada. Ele foi até a cozinha e pegou uma faca. Os assaltantes já estavam indo embora quando eu ouvi um deles gritando ‘ele me furou’, então ouvimos um barulho de tiro”, disse uma autônoma de 25 anos, que estava na república na madrugada desta segunda-feira, visitando um amigo.

Após o tiro, moradores contam que os assaltantes saíram correndo. “Assim que eu ouvi a briga tranquei a porta do meu quarto e fiquei escondido e chamei a polícia. Os outros moradores devem ter feito isso também”, conta um dos 15 jovens que moram no local. “Quando a polícia chegou, fomos para a rua e então eu vi muito sangue e o corpo do meu amigo baleado. Foi um momento de terror.”

Cohen era de São Bernardo do Campo (ABC) e fazia curso técnico na área jurídica, segundo os moradores da república. “Ele era uma pessoa muito reservada, mas muito inteligente e culto. Tinha tudo para ter um futuro brilhante”, disse um colega do jovem, que também foi vítima dos criminosos.

O assalto Os três suspeitos, de 18, 20 e 23 anos, foram presos próximo à república. O carro usado pelo trio foi localizado, queimado, também próximo do local do roubo.

Segundo delegado Lupércio Dimov, titular da 51º DP (Butantã), o veículo havia sido roubado no sábado (17) de um motorista de aplicativo. Ele seria convocado para prestar depoimento ainda nesta segunda.

Dos três suspeitos, apenas um tinha antecedentes criminais, com três passagens por roubo e furto de residências. Em um dos crimes, segundo Dimov, o assaltante foi pego após postar em seu perfil do Facebook fotos das roupas que roubou.

A polícia ainda não sabe qual dos três assaltantes foi o autor do tiro e onde está a arma usada no crime.

Os comentários aqui não refletem a opinião do site, e são de responsabilidade do autor. O comentário NÃO É PUBLICADO automaticamente em seu Facebook, fique tranquilo!
CONTINUE LENDO

pesquisa

Violência doméstica: taxa é maior entre mulheres economicamente ativas

Publicado em

A cada ano, cerca de 1,3 milhão de mulheres são agredidas no Brasil, segundo dados do suplemento de vitimização da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) referente a 2009.

Um estudo inédito do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) analisa essa estatística alarmante ao estimar o efeito da participação da mulher no mercado de trabalho sobre a violência doméstica.

De acordo com a pesquisa, o índice de violência contra mulheres que integram a população economicamente ativa (52,2%) é praticamente o dobro do registrado pelas que não compõem o mercado de trabalho (24,9%).

Os autores do estudo notaram que existe uma relação complexa entre a participação feminina no mercado de trabalho (PFMT) e as chances de a mulher sofrer violência doméstica. Entre os casais que continuam coabitando, a PFMT faz com que diminua a probabilidade de a mulher sofrer violência pelo cônjuge.

No entanto, entre os casais que não mais coabitam, estimou-se um significativo efeito positivo entre a PFMT e as chances de violência perpetrada pelo cônjuge.

Uma possível explicação é que, pelo menos para um conjunto de casais, o aumento da participação feminina na renda familiar eleva o poder de barganha das mulheres, reduzindo a probabilidade de sofrerem violência conjugal.

Em muitos casos, porém, a presença feminina no mercado de trabalho — por contrariar o papel devido à mesma dentro de valores patriarcais — faz aumentar as tensões entre o casal, o que resulta em casos de agressões e no fim da união.

eiçoamento da Lei Maria da Penha e intervenções no campo educacional para maior conscientização e respeito às diferenças de gênero.

Perfil da violência

O índice de violência doméstica com vítimas femininas é três vezes maior do que o registrado com homens. Os dados avaliados na pesquisa mostram também que, em 43,1% dos casos, a violência ocorre tipicamente na residência da mulher, e em 36,7% dos casos a agressão se dá em vias públicas.

Na relação entre a vítima e o perpetrador, 32,2% dos atos são realizados por pessoas conhecidas, 29,1% por desconhecido e 25,9% pelo cônjuge ou ex-cônjuge.

Com relação à procura pela polícia após a agressão, muitas mulheres não fazem a denúncia por medo de retaliação ou impunidade: 22,1% delas recorrem à polícia, enquanto 20,8% não registram queixa.

O estudo ressalta que a violência tem fortes implicações para o desenvolvimento do país, uma vez que envolve perdas de produtividade das vítimas, eventuais custos com tratamento no sistema de saúde e menor participação da mulher no mercado de trabalho.

Crianças que vivem em lares onde prevalece a violência doméstica têm maior probabilidade de desenvolver problemas comportamentais na primeira infância e, a partir da adolescência, se envolver em atividades criminosas. As informações são do site Metrópoles.

Os comentários aqui não refletem a opinião do site, e são de responsabilidade do autor. O comentário NÃO É PUBLICADO automaticamente em seu Facebook, fique tranquilo!
CONTINUE LENDO
error: Conteúdo protegido. LEI Nº 9.610, DE 19 DE FEVEREIRO DE 1998
81