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Pinguins ‘assaltam’ restaurante de sushi na Nova Zelândia, e polícia é chamada

Reincidentes, animais retornaram ao local mesmo após serem devolvidos ao mar pela polícia.

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Pinguins da Nova Zelândia "assaltam" restaurante de sushi pela segunda vez — Foto: Reprodução/TVNZ


Policiais da Nova Zelândia receberam um chamado inusitado vindo de um restaurante de sushi nesta quarta-feira (17). Dois pinguins invadiram pela segunda vez o estabelecimento especializado em comida japonesa.

Nesta época do ano, os animais da espécie pinguim-azul (Eudyptula minor) saem em busca de lugares para se reproduzir e construir seus ninhos.

“Eles estão próximos da área de desova e pensaram que este seria um espaço seguro”, explicou à agência Associated Press (AP) Jack Mace, gerente de operações do Departamento de Conservação neozelandês.
O conservacionista disse que os pássaros teriam encontrado uma toca confortável no porão da loja e que a escolha do local não foi condicionada aos pedaços de peixe cru vendidos no andar de cima.

Páginas policiais

O curioso caso foi considerado pela polícia de Wellington como “vadiagem”, afinal os animais eram reincidentes e insistiram em se aninhar no restaurante mesmo depois de capturados e escoltados de volta ao oceano.

Os agentes foram notificados de um pinguim à solta na cidade, que foi encontrado e liberado no mar. Em seguida, a polícia foi avisada de dois clientes não solicitados no restaurante Sushi Bi, que está ao lado de uma movimentada estação de trem.

Um dos proprietários da loja disse não fazer ideia que os animais subaquáticos se interessariam pelo seu produto: “Eu estava em pânico, não sabia o que fazer”, contou Long Lin.

O empresário relatou que estava arrumando o estoque quando foi surpreendido por um barulho próximo ao tanque de água. Era o casal fugitivo.

Ele chamou as autoridades e se machucou tentando evitar que os animais escapassem. “Foi um pouco selvagem”, disse Long Lin.

Os guardas retiraram as aves de baixo do freezer da loja e as levaram em uma caixa especial até o porto, que fica a cerca de 200 metros da loja. Os pinguins não foram vistos desde então.

A população dos pinguins-azuis se recuperou em Wellington graças aos esforços na remoção de predadores e com esforços de conservação que incluem a construção de ninhos artificiais.

Pinguins da Nova Zelândia assaltam loja de sushi — Foto: Shawnee Kim/AP

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Fonte: G1
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EUROPA

França e Irlanda ameaçam se opor ao acordo comercial entre Mercosul e União Europeia

Acordo fechado em junho prevê implementação do Acordo de Paris sobre mudanças climáticas e compromisso com proteção ambiental.

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As declarações do presidente brasileiro Jair Bolsonaro sobre a crise na Amazônia continuam tendo desdobramentos importantes na Europa nesta sexta-feira (23). O escritório do presidente francês Emmanuel Macron acusou Bolsonaro de mentir durante o encontro do G20 em Osaka, no Japão, ao minimizar as preocupações com o a mudança climática. Dado esse contexto, aponta o escritório, a França se opõe ao acordo comercial entre a União Europeia e o Mercosul.

Macron não é o único a se opor ao acordo. O primeiro-ministro da Irlanda ameaçou votar contra se o Brasil não respeitar seus “compromissos ambientais”, em meio a críticas ao presidente Jair Bolsonaro pelos incêndios que assolam a Amazônia. Segundo o primeiro-ministro Leo Varadkar, “De maneira alguma a Irlanda votará a favor do acordo de livre comércio UE-Mercosul se o Brasil não cumprir seus compromissos ambientais”.

Acordo prevê cláusulas ambientais

Fechado em junho deste ano, depois de mais de 20 anos de negociação – mas ainda dependendo da aprovação do parlamento dos países envolvidos – o acordo comercial UE-Mercosul prevê, segundo os europeus, a implementação efetiva do Acordo de Paris sobre Mudanças Climáticas, que inclui, entre outros assuntos, combater o desmatamento e a redução da emissão de gases do efeito estufa.

Os signatários se comprometem, ainda, com assuntos como proteção ambiental, que abarca conservação de florestas, respeito por direitos trabalhistas e promoção de condutas empresariais responsáveis.

‘Crise internacional’

Na quinta-feira (22), Macron propôs que a “crise internacional” da Amazônia seja uma prioridade na cúpula do G7 neste fim de semana em Biarritz, no sudoeste da França. Macron disse em seu Twitter que “nossa casa está queimando”.

A chanceler alemã Angela Merkel, manifestou apoio ao presidente francês por meio de seu porta-voz,considerando que os incêndios na Amazônia constituem uma “situação urgente” que deveria sim ser discutida durante a cúpula do G7, apesar das acusações de ingerência por parte de Bolsonaro. O presidente brasileiro acusou seu colega francês de ter “uma mentalidade colonialista” e de querer “instrumentalizar” o tema “para ganhos políticos pessoais”.

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Governo

Nas redes, Secom avisa que fará campanha para rebater Macron

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O secretário de Comunicação do governo Bolsonaro, Fábio Wajngarten, afirmou em uma rede social que o governo fará uma campanha publicitária em inglês para rebater o presidente da França, Emmanuel Macron. O francês usou uma foto antiga para criticar as queimadas na Amazônia.

Wajngarten fez uma postagem chamando o episódio de “absurdo”. “Ou o presidente da França está agindo de má fé ou é um irresponsável”, escreveu.

Um dos internautas sugeriu então que o governo lançasse uma campanha em inglês para responder ao que chamou de “ataque coordenado”.

Wajngarten disse então que fará a campanha. Antes mesmo deste episódio, o secretário avaliava o lançamento de uma campanha para melhorar a reputação do Brasil na Europa.

A secretaria de Comunicação é responsável pela publicidade oficial.

Por DANIELA LIMA

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Oceano Atlântico

Novas imagens mostram destroços do Titanic no fundo do mar

Havia 14 anos que não eram capturadas fotografias ou vídeos dos restos do navio que afundou em 1912.

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Novos vídeos e fotografias feitas por câmeras adaptadas mostram o navio Titanic deteriorado pela ação de bactérias no fundo do Oceano Atlântico, a cerca de 645 quilômetros da costa de Newfoundland, no Canadá.

O responsável pelas novas imagens é o explorador Victor Vescovo, que lidera uma missão ao fundo de cinco mares. Ele construiu um veículo submersível ao longo de mais de três anos específico para tarefas como essa.

A missão capturou, a 3.810 metros de profundidade, as primeiras imagens do barco britânico em mais de 14 anos.

Vescovo disse que o time fez cinco mergulhos até o ponto onde estão os destroços no começo de agosto.

“É grande. É um naufrágio grande. Eu não estava completamente preparado para o tamanho. E daí apareceu no sonar, era realmente notável”, disse o explorador.

Embaixo da água, o time fez mensurações com luz na nave. Essa informação será usada para construir modelos 3D para plataformas de realidade virtual. As imagens também podem ajudar os cientistas a prever como os destroços vão se deteriorar.

“O momento mais fantástico foi quando eu estava ao lado do Titanic; as luzes fortes do submersível refletiram-se em um portal, era como se o barco estivesse piscando para mim”, disse Verscovo.

Novas imagens mostram Titanic no fundo do mar — Foto: Atlantic Productions/Reuters

m 10 de abril de 1912, o Titanic partiu para uma viagem de Southampton, na Inglaterra, com destino a Nova York. Havia pessoas importantes embarcadas, como o empresário americano Benjamin Guggenheim, o jornalista britânico William Thomas Stead, um dos donos da loja de departamento Macy’s, Isidor Straus e sua mulher, Ida.

O barco bateu em um iceberg no dia 14 de abril, e afundou nas primeiras horas do dia 15 de abril de 1912. Dos 2.223 passageiros, 1.517 morreram.

Novas imagens mostram Titanic no fundo do mar — Foto: Atlantic Productions/Reuters

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error: Conteúdo protegido. LEI Nº 9.610, DE 19 DE FEVEREIRO DE 1998
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