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Instituto Rio Branco abre concurso para 20 vagas de diplomata

O salário é de R$ 19.199,06. O candidato deve ter nível superior em qualquer área. São 15 vagas de ampla concorrência, 4 para candidatos negros e 1 para pessoas com deficiência.

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O Instituto Rio Branco abriu concurso público para 20 vagas de diplomata. O salário é de R$ 19.199,06. O candidato deve ter nível superior em qualquer área. São 15 vagas de ampla concorrência, 4 para candidatos negros e 1 para pessoas com deficiência.

As inscrições devem ser feitas de 17 de julho a 12 de agosto pelo site www.iades.com.br. A taxa é de R$ 208,00.

O concurso terá duas fases. A primeira é a prova objetiva, que será aplicada em 26 capitais e no Distrito Federal na data provável de 8 de setembro. Haverá ainda provas escritas para quem for aprovado na prova objetiva em várias datas, entre 12 e 20 de outubro.

A prova objetiva será com questões de certo e errado de língua portuguesa, língua inglesa, história do Brasil, história mundial, política internacional, geografia, economia e direito e direito internacional público.

As provas escritas serão de língua portuguesa, língua inglesa, história do Brasil, geografia, política internacional, economia, direito e direito internacional público, língua espanhola e língua francesa.

A prova de língua portuguesa será aplicada em 12 de outubro. A de língua inglesa será em 13 de outubro. As provas de história e geografia serão em 18 de outubro. As de política internacional e economia, em 19 de outubro. E as de direito e direito internacional público, língua espanhola e língua francesa serão em 20 de outubro.

Quem for aprovado fará o Curso de Formação de Diplomatas do Instituto Rio Branco.

O Instituto Rio Branco (IRBr), fundado em 1946, é responsável pela seleção e treinamento dos diplomatas brasileiros, que trabalharão no Itamaraty, sede do Ministério das Relações Exteriores. Desde aquele ano, é realizada seleção para o cargo.

O Cebraspe, antigo Cespe/UnB, vinha sendo a organizadora do concurso nos últimos anos. Mas, neste ano, o governo decidiu contratar o Instituto Iades alegando que apresentou a proposta mais vantajosa, tanto em termos de técnica quanto de preço.

Instituto Rio Branco

-20 vagas
-Inscrições: de 17/07 a 12/08
-Taxa: R$ 208
-Provas objetivas: 08/09

Veja o edital no site do Iades

Instituto Rio Branco

O Instituto Rio Branco (IRBr) é a escola diplomática do Brasil. Criado em 1945 como parte da comemoração do centenário do nascimento de José Maria da Silva Paranhos Júnior, o Barão do Rio Branco, leva este nome em sua homenagem, que foi formulador da política externa brasileira no início do século XX, e também responsável pelas negociações fronteiriças do Brasil com seus vizinhos.

O ingresso ao Instituto Rio Branco se da por meio de um concurso público. É preciso ser brasileiro nato, estar em dia com as obrigações eleitorais e do serviço militar, não possuir antecedentes criminais e ser formado em qualquer curso superior reconhecido no Brasil pelo Ministério da Educação (MEC).

O instituto promove também cursos de idiomas, prática consular e cerimonial para funcionários do Ministério das Relações Exteriores, e, paralelamente, oferece cursos em temas de política externa para jornalistas e funcionários que trabalham na área de comércio exterior nos demais órgãos da administração pública.

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SÃO PAULO

Em Aparecida, arcebispo diz que ‘direita é violenta e injusta’

Dom Orlando Brandes também falou em defesa da natureza e pediu que 'crianças não morram mais de bala perdida'. Sobre a homilia, religioso disse após a missa que referência foi a ideologia, não a governos.

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Missa solene é celebrada no altar central da Basílica de Aparecida (SP); Homilia fez críticas sociais e políticas — Foto: Thiago Leon/ Santuário Nacional de Aparecida

O sermão do arcebispo de Aparecida, Dom Orlando Brandes, na missa solene no Santuário Nacional, maior templo católico do país, criticou o ‘dragão do tradicionalismo’ e disse que a ‘direita é violenta e injusta’. Ele ainda criticou a corrupção, defendeu a preservação da natureza e pediu para que crianças não morram mais vítimas de bala perdida.

A celebração, neste 12 de outubro, feriado da Padroeira, começou às 9h e durou 1h30. A missa foi acompanhada por uma multidão – neste feriado são esperados 170 mil romeiros em Aparecida. O presidente Jair Bolsonaro tem agenda na basílica às 16h e está previsto encontro com o arcebispo.

Na homilia de Dom Orlando, que durou cerca de 10 minutos, ele fez referência a duas leituras bíblicas com desdobramentos em temas da atualidade.

“Temos o dragão do tradicionalismo. A direita é violenta, é injusta, estão fuzilando o Papa, o Sínodo, o Concílio Vaticano Segundo. Parece que não queremos vida, o Concílio Vaticano segundo, o evangelho, porque ninguém de nós duvida que está é a grande razão do sínodo, do concílio, deste santuário, a não ser a vida como já falei”, disse.

O arcebispo também tratou de outros temas com os fiéis, entre eles
-aborto
-suicídio
-assistência aos idosos
-desemprego

Sobre a preservação da Amazônia, ele reforçou a defesa da Igreja à vida. “Bendito seja o Sínodo da Amazônia, que está pensando na vida daquelas árvores, daqueles rios, daqueles pássaros, mas principalmente daquelas populações. Muitos de nossos parentes estão lá”, disse o religioso.

Com uma alusão novamente ao ‘dragão’ que, segundo ele nas escrituras representa o mal, também criticou as desigualdades sociais que têm, entre outras origens, a corrupção e o desemprego.

“Aquele dragão, que ainda continua, estão sendo facilitados agora os caminhos do dragão da corrupção, que tira o pão da nossa boca e aumenta as desigualdades sociais, que a mãe não pode ficar alegre com filhos desempregados,com filhos sofrendo uma violência injusta, com filhos e filhas não tendo nem como sobreviver cada dia, talvez até a cada minuto da vida. Dragão é o que não falta, mas a fé vence”, concluiu.

Sobre a homilia, no trecho em que cita a direita, o religioso foi questionado pelo portal G1 após a missa e afirmou que referência foi a ideologia, não a governos.

“Todo mundo sabe o que é direita, nós temos muitas pessoas que não aceitam o Vaticano, o Papa, por visão tradicionalista. Ás vezes com nome diferentes, com nomes antigos. São grupos muito antigos, sempre houve na igreja a ideologia da esquerda e a ideologia da direita e nós não podemos ser ideológicos, precisamos ser pessoas da verdade. A ideologia sempre procura os próprios interesses. Já a verdade é uma pessoa: Jesus Cristo, e o seu evangelho”, analisou.

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TECNOLOGIA

Aplicativo ajuda pacientes no tratamento contra o câncer

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Um aplicativo que registra todo tratamento de um paciente com câncer, alerta sobre o uso de medicamentos e interage com o médico de forma rápida, está ajudando milhares de pessoas a enfrentar a doença.

O Tummi foi desenvolvido por oncologistas gaúchos associados a um engenheiro e um arquiteto de software, e já auxilia no acompanhamento de pacientes em todo o Sul do Brasil e em São Paulo.

A médica Alessandra Morelle começou a elaborar a ideia em 2016, em parceria com o também oncologista Carlos Barrios. Eles queriam criar uma plataforma que ajudasse os pacientes a conviver com uma rotina alterada drasticamente com o diagnóstico da doença.

“Me dei conta o quanto é difícil o início, principalmente, e todo o processo da pessoa que não tinha contato [com a doença] e passa a conviver com o diagnóstico. O que precisa ser observado, o que pode ser grave ou não. É um mundo totalmente novo. Sentia a necessidade de usar a tecnologia a favor para ajudá-las a entender isso mesmo quando o médico não está perto”, afirma Alessandra.

Tummi auxilia pacientes com câncer no Sul do Brasil e em São Paulo — Foto: Reprodução

O projeto ficou suspenso até que uma paciente dela, Márcia Azevedo — diagnosticada com câncer de mama durante a amamentação — confessou os medos para Alessandra ao lado do marido, o arquiteto de software Evandro Dalbosco. Eles uniram esforços e, associados ao engenheiro Ronaldo Aloise Jr., lançaram o Tummi.

“O paciente tem como registrar o que está sentindo de forma organizada”, descreve a oncologista. “Tem todos os parefeitos (efeitos colaterais). A plataforma identifica se é grave e tem que procurar o médico, ou, se não é, tranquiliza [o paciente].”

Há, ainda, outras funcionalidades, como a seção de medicamentos, que avisa se há alguma combinação prejudicial à saúde do paciente, e outras em desenvolvimento.

‘Aplicativo fantástico’, diz paciente
O aplicativo fez parte do tratamento da funcionária pública Maria Alice Paranhos Marra, de 55 anos, que teve câncer de mama do tipo HER2+, descoberto em um exame de rotina em agosto de 2017. Ela tinha um nódulo no seio direito que tendia a crescer e se disseminar mais rápido do que outros tipos.

Precisou fazer uma mastectomia com esvaziamento da axila, além de oito sessões de quimioterapia. Depois, fez ainda 33 sessões de radioterapia e, desde então, toma um bloqueador hormonal.

No final, descobriu, ao realizar uma investigação genética, que tinha uma mutação que facilitava o reaparecimento do câncer de mama, algo que uma prima também teve. Optou por retirar o outro seio também e colocar uma prótese de silicone.

Maria Alice levou uma rotina extenuante dos últimos anos. A maneira de controlar sintomas, horário de tomar os remédios, agendamento de consultas (e até a ansiedade) foi “terceirizar” o serviço para o app.

“Esse aplicativo é fantástico, porque diariamente colocava como me sentia e semanalmente mandava o relatório para a doutora. Quando chegava à consulta, ela já tinha lido tudo e otimizava o atendimento”, relata Maria Alice.

“Eu me considero livre do câncer, mas a gente nunca sabe. Tem que seguir a vida e continuar se cuidando com os tratamentos que tem hoje em dia.”

O Tummi já tem mais de 2 mil downloads de usuários. Ele está sendo usado por médicos e clínicas dos três estados do Sul do Brasil e também no interior do São Paulo.

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error: Conteúdo protegido. LEI Nº 9.610, DE 19 DE FEVEREIRO DE 1998
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