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Pesquisa

Índice de aprovação de Trump sobe para 44%, o mais alto de sua presidência

Apesar da alta na aprovação, mais da metade dos americanos desaprova o governo do presidente americano e 65% acreditam que ele atua de maneira imprópria no cargo.

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O índice de aprovação do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, subiu para 44%, o mais alto desde que chegou à Casa Branca, segundo uma pesquisa divulgada neste domingo (7) pelo jornal “The Washington Post” e a emissora “ABC”.

O levantamento mostra que 44% dos americanos aprovam o trabalho de Trump na Casa Branca, o que representa um aumento em relação a abril, quando o índice era de 39%. Já 53% dos americanos desaprovam o governo do presidente. Em abril, eram 54%.

Para 65% dos entrevistados, Trump atua de maneira imprópria para um presidente. Apenas 28% afirmaram que ele se comporta de maneira “adequada e apropriada” para o cargo.

A maioria dos americanos (51%) tem uma opinião positiva sobre as medidas que Trump tomou para a economia do país, que apresenta bons índices e está em um cenário próximo do pleno emprego. Já 42% desaprovam a condução econômica, uma queda em relação aos 46% registrados em abril.

Quando perguntados sobre quanto crédito o presidente merece pelo cenário econômico positivo, 47% dos entrevistados responderam que “uma boa parte”, enquanto 48% afirmaram que “só um pouco” ou “quase nada”.

Os Estados Unidos vivem um momento de sólida expansão econômica, com uma taxa anual de crescimento de 3,1% no primeiro trimestre de 2019, uma aceleração em relação à expansão de 2,2% registrada no trimestre anterior.

Em relação à política fiscal, Trump recebeu aprovação de 42% dos americanos.

A economia é a única área em que o presidente americano foi avaliado positivamente pela maioria dos entrevistados. Nas outras oito áreas, como saúde e imigração, o republicano foi mais reprovado do que aprovado.

Mais da metade dos americanos desaprovam a gestão de Trump em imigração, aborto, violência relacionada às armas, saúde e “assuntos de especial preocupação para mulheres”. Na área de política externa, 55% dos americanos têm uma opinião negativa sobre as decisões do presidente.

A pesquisa foi realizada por telefone entre os dias 28 de junho e 1º de julho, com a participação de 1.008 adultos e margem de erro de 3,5%.

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Fonte:
G1
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Viena

Queniano faz história ao completar maratona em menos de 2h

Publicado em

Foto: Lisi Niesner / Reuters

O queniano Eliud Kipchoge fez história no atletismo neste sábado (12/10) ao se tornar a primeira pessoa a correr uma maratona em menos de duas horas. O atleta de 34 anos terminou a prova clássica de 42,195 quilômetros em 1 hora, 59 minutos e 40 segundos.

O tempo espetacular é quase dois minutos mais curto que seu recorde mundial, de 2 horas, 1 minuto e 39 segundos, conquistado na Maratona de Berlim no ano passado.

Kipchoge alcançou o feito em uma corrida não oficial em uma manhã fria em Viena, na Áustria, ao redor do Parque Prater, organizada justamente para que ele tentasse quebrar a marca.

“Me sinto bem, meu objetivo era fazer história […] Tentei e sou o homem mais feliz por correr em menos de duas horas para inspirar muitas pessoas, para dizer a elas que nenhum ser humano tem limites”, disse o atleta após o feito, que comparou com “caminhar na Lua” pela primeira vez.

“Isso mostra a positividade do esporte. Quero fazer do atletismo um esporte interessante e limpo. Quando corremos juntos, podemos tornar o mundo mais bonito”, acrescentou.

Segundo o queniano, este foi o maior marco do atletismo desde que Roger Bannister tornou-se o primeiro homem a correr uma milha (1.609 metros) em menos de quatro minutos, em 1954. “Após Bannister, levou 65 anos para que se fizesse história.”

“Posso dizer que estou cansado. Foi uma corrida difícil. Lembrem-se, os pacemakers estão entre os melhores atletas do mundo, eu os aprecio por fazer o trabalho”, completou, referindo-se aos atletas que acompanham o líder na prova para determinar seu ritmo.

Neste sábado, Kipchoge contou com 42 pacemakers que o acompanharam ao longo da maratona em grupos alternados de sete homens, muitos deles atletas renomados, além de um carro elétrico que lançava lasers na pista, projetando a posição ideal do atleta.

Correndo a uma velocidade média de 2 minutos e 50 segundos por quilômetro, que se manteve praticamente constante ao longo da corrida, o queniano completou metade da maratona em 59 minutos e 35 segundos, 11 segundos antes do previsto.

Nos últimos 500 metros, os pacemakers e o carro deixaram de acompanhar Kipchoge, que abriu os braços, apontou para a multidão e lançou sorrisos ao terminar a prova e alcançar a marca desejada. “Isso significa muito para o Quênia”, declarou.

A Associação Internacional de Federações de Atletismo (IAAF) disse que não reconheceria a corrida como um recorde oficial, dada a condição da prova, que não se tratava de uma competição aberta, e a alternância de pacemakers.

A corrida, organizada e financiada pela empresa química britânica Ineos e intitulada de desafio Ineos 1.59, não ficou livre de críticas, tendo sido considerada por alguns um evento mais midiático e comercial do que esportivo.

Somente as câmeras do organizador foram autorizadas a filmar a corrida, testemunhada por inúmeros espectadores, incluindo o quatro vezes vencedor do Tour de France e o líder da equipe de ciclismo da Ineos, Chris Froome.

Kipchoge é um dos maiores corredores de todos os tempos. Aos 18 anos, venceu o Mundial de Cross Country em Lausanne, na Suíça. Também em 2003, ficou em primeiro nos 5.000 metros no Campeonato Mundial de Atletismo de Paris.

Em Olimpíadas, o queniano ganhou medalha de bronze nos 5.000 metros em Atenas em 2004, medalha de prata na mesma modalidade em Pequim em 2008 e, oito anos depois, foi o grande vencedor da maratona nos Jogos Olímpicos do Rio em 2016.

A corrida neste sábado foi a segunda tentativa de Kipchoge de romper a barreira de menos de duas horas em maratona. Em Monza, na Itália, há dois anos, ele fracassou por 26 segundos.

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Internacional

Família consegue traslado do corpo de brasileira morta em Portugal

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A família da brasileira Camila da Silva, de 30 anos, que foi encontrada morta no dia 2 de outubro, na Vila Arruda dos Vinhos, no distrito de Lisboa, em Portugal, conseguiu arrecadar dinheiro para realizar o traslado do corpo para o Brasil.

A vítima era de Ipatinga, interior de Minas, e deixou uma filha de 10 anos. Familiares e amigos lamentaram a morte de Camila e pediram apoio financeiro de R$ 30 mil para trazer o corpo da jovem para o País.

Na quarta-feira, 9, Werleis Silva, irmão de Camila, informou em um post nas redes sociais que a família havia conseguido arrecadar o dinheiro por meio de “vaquinha” e que o traslado está previsto para a próxima segunda-feira, dia 14.

A família espera realizar o velório de Camila até a próxima quarta-feira, 16. “Conseguimos arrecadar o dinheiro para fazer o traslado. Agradecemos a todos. Já demos o passo principal, conseguimos a funerária em Portugal. Mandamos os documentos do Brasil para lá. Teremos o parecer da funerária ainda nesta semana, em razão dos dias que precisam para resolver tudo”, disse Werleis Silva em vídeo publicado no Facebook.

Tragédia

O corpo de Camila da Silva foi localizado dentro de uma mala envolta por fita adesiva por um morador que passeava com seu cão pelo local. A Guarda Nacional Republicana confirmou a ocorrência.

No dia seguinte (quinta-feira, 3), a Polícia Judiciária (PJ) de Lisboa anunciou a prisão do companheiro da vítima, de 38 anos, suspeito de tê-la matado à facada, com um golpe letal, na casa onde moravam, e abandonado o corpo dentro da mala. Ele foi encontrado dentro de uma área de mata, mas há indícios de que tentava deixar o país.

Em nota, a polícia informou que recolheu provas, as quais incriminam fortemente o suspeito. A investigação apura se o homicídio aconteceu por motivo passional. O suspeito aguarda julgamento.

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error: Conteúdo protegido. LEI Nº 9.610, DE 19 DE FEVEREIRO DE 1998
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