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MÚSICA

ConSertão apresenta clássicos da música caipira em Andradina neste sábado

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Os moradores da famosa “Terra do Rei do Gado” vão ganhar um presente e tanto na comemoração dos 82 anos de Andradina. O projeto ConSertão, série de concertos itinerantes que presta homenagem aos compositores da música caipira, estará na cidade neste sábado (13), às 20h, na Praça Moura Andrade.

Os artistas Cláudio Lacerda (voz), Rodrigo Zanc (voz), Neymar Dias (viola caipira) e a Orquestra de Câmara de Piracicaba, sob a regência do maestro Luís Fernando Fischer Dutra, são os protagonistas da iniciativa que propõe a mistura de dois universos: o popular e o erudito.

Com clássicos do cancioneiro campesino no repertório, como “Romaria”, “Tristezas de Jeca” e “Chitãozinho e Xororó”, os artistas são acompanhados pela orquestra em arranjos trabalhados para a viola e grupo sinfônico.

O projeto foi concebido pelo músico Cláudio Lacerda, como uma forma de elevar a música caipira a um patamar que ela merece, valorizando a cultura do campo.

“Isso é uma bandeira para mim! O repertório é formado por clássicos do gênero, por canções que ajudaram a moldar a identidade cultural de São Paulo e algumas partes de Estados vizinhos, região definida como Paulistânia”, revela Cláudio.

A grande maioria dos principais compositores e intérpretes da música caipira são naturais do Estado de São Paulo, e, portanto, nada mais natural que os homenageados sejam na maioria paulistas, como Teddy Vieira, João Pacífico, Raul Torres, Angelino de Oliveira, Palmeira, Elpídio dos Santos, entre outros.

A cidade, conhecida como “Terra do Rei do Gado”, inclusive, já recebeu homenagens de compositores que estarão entre os tributos do Consertão. A música “Rei do Gado”, cantada por Tião Carreiro e Pardinho, menciona a cidade de Andradina em seus versos.

O projeto participa do Programa de Ação Cultural da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo (ProAc-ICMS). Sua primeira edição, em 2018, reuniu mais de 15 mil pessoas nas cidades de Piracicaba, Barra Bonita, Paraguaçu Paulista, Araçatuba e Araraquara.

Com o sucesso das ações, em 2019, a segunda edição tem atraído milhares de pessoas, em passagem por Piracicaba, Brotas e Assis (que aconteceu no último dia 30, com sucesso de público e crítica).

QUEM FAZ O CONSERTÃO 

Cláudio Lacerda, além de idealizar todo projeto, apresenta-se como solista de voz nos espetáculos. Sua carreira, dedicada à música caipira, fala por si só. Diretor da Cantoria Produções Artísticas, já lançou cinco discos e coleciona participações de artistas essenciais para o gênero, como Renato Teixeira, Rolando Boldrin, Dominguinhos, Tinoco e Pena Branca.

Acompanhando Lacerda como segunda voz nas canções está Rodrigo Zanc, músico com vasta experiência no meio e exímio violeiro. Com dois discos autorais, Zanc agrega enorme contribuição para a música caipira contemporânea com sua sonoridade moderna.

Já o responsável pelos arranjos para a orquestra é Neymar Dias, que além de assinar a direção musical do projeto, ainda é quem empunha o mais emblemático personagem da cultura campesina: a viola caipira.

Junto à Lacerda, Zanc e Dias está um dos principais grupos do interior paulista: a Orquestra de Câmara de Piracicaba, que é convidada em todas as apresentações, sempre sob regência do maestro Luís Fernando Fischer Dutra.

O ConSertão é uma realização do Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa, e conta com o patrocínio da Raízen e da Hyundai Glovis do Brasil. O projeto é gerido pela Cantoria Produções Artísticas e produzido pela Agência NTZ. Em Andradina, conta com a parceria da Orquestra de Câmara de Piracicaba e Prefeitura Municipal de Andradina.

SERVIÇO

CONSERTÃO ANDRADINA

Data: 13 de julho de 2019 (sábado)

Horário: 20h

Local: Praça Moura de Andrade – Andradina – SP

GRATUITO

Classificação: Livre

Informações:

facebook.com/consertao

instagram.com/consertao.oficial

 

REPERTÓRIO DO CONCERTO

Boiadeiro errante (Teddy Vieira)

Triste berrante (Adauto Santos)

Cabocla Tereza (Raul Torres e João Pacífico)

Disco voador (Palmeira)

Cheiro de relva (Dino Franco e Zé Fortuna)

Saudade da minha terra (Belmonte e Goiá)

Chitãozinho e Xororó (Serrinha e Athos Campos)

Você vai gostar (Elpídio dos Santos)

Chuá chuá (Pedro de Sá Pereira e Ari Machado)

Tristezas de Jeca (Angelino de Oliveira)

Chora Viola (Lourival dos Santos e Tião Carreiro)

Romaria (Renato Teixeira)

Vide vida marvada (Rolando Boldrin)

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Fonte:
Assessoria de Imprensa ConSertão
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SAÚDE

Ouvido coçando? Confira causas e tratamentos para o sintoma

Falta de cera, dermatite, infecções e até psoríase podem ser responsáveis pelo incômodo no canal auditivo

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Muito comum, a coceira no ouvido é algo bastante incômodo e, apesar de normalmente ser resolvida de maneira simples, é preciso definir exatamente qual a razão para iniciar o tratamento adequado. Enfiar um cotonete ou grampo de cabelo para coçar não é uma boa ideia: além de piorar o problema, a ação pode machucar o canal auditivo.

Normalmente, o tratamento passa pela aplicação de um medicamento ou pela suspensão de algum hábito. Confira, abaixo, algumas razões para a coceira:

1. Pele seca
Quando o ouvido não produz cera suficiente – a substância tem propriedades lubrificantes, a pele pode ficar seca e provocar coceira e descamação.

2. Dermatite do canal auditivo
A dermatite é uma reação alérgica da pele que gera sintomas como vermelhidão, coceira e descamação, costuma ser causada pelo contato com alguma substância ou objeto que cause alergia.

3. Otite externa
A otite externa é uma infecção de ouvido que causa dor, coceira, febre, vermelhidão, inchaço e secreções esbranquiçadas ou amareladas. Em casos mais graves, a otite pode levar à perfuração do tímpano.

4. Psoríase
A psoríase é uma doença autoimune de pele que não tem cura e causa sintomas como manchas vermelhas, escamas secas, pele ressecada e rachada e, consequentemente, coceira e dor.

5. Uso de aparelho auditivo
O uso de aparelho auditivo pode levar ao acúmulo de água presa no ouvido, agredir a pele, causar pressão no canal auditivo ou mesmo provocar reações alérgicas.

6. Uso de objetos no canal auditivo
O uso de objetos que agridam o canal auditivo como cotonetes e grampos pode causar coceira e provocar danos graves no ouvido. Por isso, esses objetos devem ser evitados ou substituídos no caso de irritação.

Quando ir ao médico

A maior parte dos problemas que causam coceira no ouvido pode ser resolvida sem tratamento específico. No entanto, se ocorrerem sintomas como sangramento, liberação de líquido, perda da audição ou da capacidade auditiva, deve-se ir ao médico para um diagnóstico.

O médico deve avaliar os sinais e os sintomas associados à coceira para avaliar se há produção excessiva ou insuficiente de cera ou problemas como eczema, psoríase e infecção.

Como é feito o tratamento

O tratamento depende do fator que provoca a coceira no ouvido, por isso, em casos em que a pele está seca ou em que a produção de cera é insuficiente, é recomendável o uso de soluções lubrificantes.

Em casos de alergias, pode-se tomar anti-histamínicos ou/e usar pomadas com corticoide. Na presença de infecções, pode ser necessário o uso de antibióticos em gotas ou pomadas.

Além disso, devem-se tomar medidas preventivas como moderar a utilização de cotonetes no ouvido e evitar a grampos, joias que não sejam hipoalergênicas e, em casos de banhos frequentes de piscinas, deve-se proteger o ouvido com tampões próprios ou usar soluções que ajudem a secar o excesso de água do canal auditivo.

O que pode ser coceira no ouvido e na garganta

Se a coceira acontecer no ouvido e na garganta ao mesmo tempo, pode ser sinal de alguma alergia, como rinite alérgica, alergia a algum medicamento ou produto, ou mesmo alergia alimentar.

Além disso, a coceira também pode ser provocada por um resfriado, podendo ser acompanhada por corrimento nasal, tosse e dor de cabeça. (Com informações do portal Tua Saúde)

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Alagoas

Fábrica volta a produzir único biscoito que menino autista gosta de comer

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A direção de uma fábrica de massas se sensibilizou com o pedido da mãe de um menino autista e voltou a produzir o Treloso, um biscoito amanteigado de chocolate que é a única opção de lanche consumida por Davi, 10 anos.

Além de ser autista, Davi é muito seletivo para comer. Ele normalmente ignora alimentos convencionais e doces. Mas o menino experimentou e gostou do biscoito da Treloso e passou a consumir todo dia nos lanches da tarde e da noite.

Porém, ultimamente, a mãe de Davi, Adriana Paixão, notou que a bolacha havia sofrido mudanças na receita e o filho, que também percebeu, passou a rejeitá-la.

“Compramos o biscoito e a produção estava diferente. O biscoito estava com furinhos. Não seria defeito, era mudança na fabricação mesmo. Fomos em três supermercados e todos estavam assim. Resumindo: Davi estava sem lanche”, contou a mãe.

A dona de casa de Alagoas, que tinha um pequeno estoque do produto, fez um apelo à Vitarella, produtora do biscoito, para voltar à receita antiga.

Ela entrou em contato com o Serviço de Atendimento ao Consumidor da fábrica, contou o problema e ficou surpresa com a resposta da empresa.

A resposta

A empresa admitiu que houve mudanças no processo produtivo, mas que devido ao contato da dona de casa, retornaria à produção antiga de imediato.

A Vitarella também mandou um kit com vários biscoitos de brinde para Davi.

“Pense numa mamãe feliz. Não foi nem o fato deles (a empresa) terem mandado pra mim uma caixa, foi a importância de mudarem a produção por causa dele (do Davi). Isso foi demais pra mim”, comemorou Adriana.

Ela disse que a mudança é vital para o funcionamento da rotina da família porque o produto traz bem-estar para o menino.

“Lutamos diariamente para que sejam inseridos outros alimentos na dieta do Davi. Estamos aos poucos conseguindo. Mas, o lanche ainda precisa ser esse. Portanto, quando alguém se importa com uma dor que não é sua, esse alguém faz muita diferença na vida da gente”, concluiu.

Com informações do TNH1 e RPA

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error: Conteúdo protegido. LEI Nº 9.610, DE 19 DE FEVEREIRO DE 1998