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Celebridade da internet morre em acidente com patinete elétrica, diz site

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(FOLHAPRESS) – Famosa por seus vídeos sobre exercícios e saúde mental que acumulam milhões de visualizações no Youtube, a britânica Emily Hartridge teria sido a vítima fatal do primeiro acidente envolvendo uma patinete elétrica no Reino Unido.

Segundo o site Business Insider, a polícia metropolitana de Londres afirmou que uma mulher de cerca de 30 anos estava em uma patinete que se chocou com um caminhão na sexta-feira (12). Diferentes veículos de comunicação britânicos identificaram a celebridade do Youtube como a vítima.

Uma publicação em rede social de Hartridge informa os seguidores sobre sua morte em um acidente, sem dar mais detalhes.

USO ILEGAL
No Reino Unido, o uso de patinetes elétricas em vias públicas -tanto ruas como calçadas- é considerado ilegal. Segundo a BBC News, elas são consideradas Veículos Elétricos Pessoais Leves (Plevs, na sigla em inglês), o que significa que são tratadas como veículos motores e não teriam equipamentos de segurança adequados nem placas.

Elas são permitidas apenas em áreas privadas se houver autorização do dono do terreno. No início deste ano, o governo fez uma consulta pública sobre o futuro da mobilidade, na qual a população, em sua maioria, respondeu que a legislação referente às patinetes deveria mudar.

O acidente fatal acontece acontece em meio à polêmica sobre o uso de patinetes elétricas no mundo todo. Em Paris, a morte de um usuário, que também bateu em um caminhão, aumentou o debate. Em junho, a prefeita Anne Hidalgo anunciou medidas para regular a circulação.

Desde o início deste mês, a cidade proibiu estacioná-las nas calçadas, a velocidade está limitada a 20 km/h e 8 km/h em zonas para pedestres, não podem ser utilizadas em “parques e jardins” e se recomendara o uso de capacete.

A intenção era tornar obrigatório o uso do equipamento de proteção, mas os deputados renunciaram na a essa medida porque “os franceses estão cansados de que lhes imponham obrigações”.

Em São Paulo, cidade por onde as patinetes elétricas entraram no Brasil, o prefeito Bruno Covas (PSDB) regulamentou seu uso em maio. Desde então, os usuários só podem utilizar os veículos com capacetes, que deve ser disponibilizado pelas empresas, e estão proibidos de circular em calçadas.

As empresas devem ainda promover campanhas educativas sobre o uso correto dos equipamentos, disponibilizar um manual de condução defensiva e informar mensalmente o número de acidentes com seus clientes.

A localização das patinetes também deve ser informada à prefeitura, embora o decreto não informe em que momento essa informação deverá ser apresentada.

Os equipamentos que estiverem estacionados irregularmente devem ser recolhidos pelas empresas. Caso contrário, eles podem ser apreendidos pela prefeitura. O decreto, porém não estipula o que é um local irregular de estacionamento nem determina o prazo para que a empresa retire a patinete de local indevido.

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EUROPA

França e Irlanda ameaçam se opor ao acordo comercial entre Mercosul e União Europeia

Acordo fechado em junho prevê implementação do Acordo de Paris sobre mudanças climáticas e compromisso com proteção ambiental.

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As declarações do presidente brasileiro Jair Bolsonaro sobre a crise na Amazônia continuam tendo desdobramentos importantes na Europa nesta sexta-feira (23). O escritório do presidente francês Emmanuel Macron acusou Bolsonaro de mentir durante o encontro do G20 em Osaka, no Japão, ao minimizar as preocupações com o a mudança climática. Dado esse contexto, aponta o escritório, a França se opõe ao acordo comercial entre a União Europeia e o Mercosul.

Macron não é o único a se opor ao acordo. O primeiro-ministro da Irlanda ameaçou votar contra se o Brasil não respeitar seus “compromissos ambientais”, em meio a críticas ao presidente Jair Bolsonaro pelos incêndios que assolam a Amazônia. Segundo o primeiro-ministro Leo Varadkar, “De maneira alguma a Irlanda votará a favor do acordo de livre comércio UE-Mercosul se o Brasil não cumprir seus compromissos ambientais”.

Acordo prevê cláusulas ambientais

Fechado em junho deste ano, depois de mais de 20 anos de negociação – mas ainda dependendo da aprovação do parlamento dos países envolvidos – o acordo comercial UE-Mercosul prevê, segundo os europeus, a implementação efetiva do Acordo de Paris sobre Mudanças Climáticas, que inclui, entre outros assuntos, combater o desmatamento e a redução da emissão de gases do efeito estufa.

Os signatários se comprometem, ainda, com assuntos como proteção ambiental, que abarca conservação de florestas, respeito por direitos trabalhistas e promoção de condutas empresariais responsáveis.

‘Crise internacional’

Na quinta-feira (22), Macron propôs que a “crise internacional” da Amazônia seja uma prioridade na cúpula do G7 neste fim de semana em Biarritz, no sudoeste da França. Macron disse em seu Twitter que “nossa casa está queimando”.

A chanceler alemã Angela Merkel, manifestou apoio ao presidente francês por meio de seu porta-voz,considerando que os incêndios na Amazônia constituem uma “situação urgente” que deveria sim ser discutida durante a cúpula do G7, apesar das acusações de ingerência por parte de Bolsonaro. O presidente brasileiro acusou seu colega francês de ter “uma mentalidade colonialista” e de querer “instrumentalizar” o tema “para ganhos políticos pessoais”.

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Governo

Nas redes, Secom avisa que fará campanha para rebater Macron

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O secretário de Comunicação do governo Bolsonaro, Fábio Wajngarten, afirmou em uma rede social que o governo fará uma campanha publicitária em inglês para rebater o presidente da França, Emmanuel Macron. O francês usou uma foto antiga para criticar as queimadas na Amazônia.

Wajngarten fez uma postagem chamando o episódio de “absurdo”. “Ou o presidente da França está agindo de má fé ou é um irresponsável”, escreveu.

Um dos internautas sugeriu então que o governo lançasse uma campanha em inglês para responder ao que chamou de “ataque coordenado”.

Wajngarten disse então que fará a campanha. Antes mesmo deste episódio, o secretário avaliava o lançamento de uma campanha para melhorar a reputação do Brasil na Europa.

A secretaria de Comunicação é responsável pela publicidade oficial.

Por DANIELA LIMA

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Oceano Atlântico

Novas imagens mostram destroços do Titanic no fundo do mar

Havia 14 anos que não eram capturadas fotografias ou vídeos dos restos do navio que afundou em 1912.

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Novos vídeos e fotografias feitas por câmeras adaptadas mostram o navio Titanic deteriorado pela ação de bactérias no fundo do Oceano Atlântico, a cerca de 645 quilômetros da costa de Newfoundland, no Canadá.

O responsável pelas novas imagens é o explorador Victor Vescovo, que lidera uma missão ao fundo de cinco mares. Ele construiu um veículo submersível ao longo de mais de três anos específico para tarefas como essa.

A missão capturou, a 3.810 metros de profundidade, as primeiras imagens do barco britânico em mais de 14 anos.

Vescovo disse que o time fez cinco mergulhos até o ponto onde estão os destroços no começo de agosto.

“É grande. É um naufrágio grande. Eu não estava completamente preparado para o tamanho. E daí apareceu no sonar, era realmente notável”, disse o explorador.

Embaixo da água, o time fez mensurações com luz na nave. Essa informação será usada para construir modelos 3D para plataformas de realidade virtual. As imagens também podem ajudar os cientistas a prever como os destroços vão se deteriorar.

“O momento mais fantástico foi quando eu estava ao lado do Titanic; as luzes fortes do submersível refletiram-se em um portal, era como se o barco estivesse piscando para mim”, disse Verscovo.

Novas imagens mostram Titanic no fundo do mar — Foto: Atlantic Productions/Reuters

m 10 de abril de 1912, o Titanic partiu para uma viagem de Southampton, na Inglaterra, com destino a Nova York. Havia pessoas importantes embarcadas, como o empresário americano Benjamin Guggenheim, o jornalista britânico William Thomas Stead, um dos donos da loja de departamento Macy’s, Isidor Straus e sua mulher, Ida.

O barco bateu em um iceberg no dia 14 de abril, e afundou nas primeiras horas do dia 15 de abril de 1912. Dos 2.223 passageiros, 1.517 morreram.

Novas imagens mostram Titanic no fundo do mar — Foto: Atlantic Productions/Reuters

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