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ESPORTE

Atletismo de Birigui encerra participação nos Jogos Regionais com nove medalhas conquistadas

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O atletismo de Birigui encerrou sua participação nos Jogos Regionais de Andradina conquistando uma medalha de prata na prova do revezamento 4×400 metros rasos masculino. Ao todo, o atletismo conquistou nove medalhas na competição.

A prova foi disputada pelos atletas Gabriel Bueno, Adriano Ferreira Guimarães, Jeferson Willian Simone Siqueira e Lucas Eduardo Faria Lourenço.

As informações foram passadas pelo técnico de Atletismo da Prefeitura de Birigui, Edson Miguel, e pela técnica Rita Aparecida de Melo Miguel, que acompanharam os atletas em Andradina.

Até agora, Birigui soma dez medalhas na competição, sendo nove delas conquistadas pela equipe de Atletismo. A Ginástica Rítmica ganhou uma medalha. Veja relação abaixo.

Os Jogos Regionais de Andradina começaram dia 2 de julho e seguem até o próximo sábado (13). A delegação biriguiense conta com 350 membros, entre atletas, dirigentes e técnicos. O evento reúne 36 cidades em 23 modalidades esportivas.

Além do Atletismo e da Ginástica Rítmica, Birigui disputa os Regionais deste ano nas modalidades de Tênis masculino livre; Tênis feminino livre; Tênis de Mesa feminino até 20 anos; Tênis de Mesa masculino até 20 anos; Damas livre; Xadrez feminino até 20 anos; Xadrez masculino livre; Vôlei masculino livre; Basquete feminino até 20 anos; Badminton Masculino Livre; Biribol livre; Bocha livre; Futebol feminino livre; Futebol masculino até 20 anos; Futsal masculino até 20 anos; Futsal feminino livre; Judô masculino livre e Malha livre.

MEDALHAS

1-Ginástica Rítmica: bronze com Rebecca Kauane (individual com bola)

2-Atletismo: bronze com Adriano Ferreira Guimarães (400 metros rasos)

3-Atletismo: bronze com Caroline Fonseca de Moura (arremesso de peso)

4-Atletismo: bronze com Caroline Oliveira (lançamento de martelo)

5-Atletismo: ouro com Vitor Gabriel Rodrigues Bini (salto triplo). Índice para disputar os Jogos Abertos.

6-Atletismo: ouro com Victor Hugo Amaro Leopoldo (Decatlo). Índice para disputar os Jogos Abertos.

7-Atletismo: bronze com Adriano Ferreira Guimarães (800 metros rasos)

8-Atletismo: bronze com Ademir Hoffelder (lançamento do martelo)

9-Atletismo: bronze com Jeferson William Siqueira (Decatlo)

10-Atletismo: prata com Gabriel, Adriano, Jeferson e Lucas (revezamento 4×400 metros rasos masculino)

O Atletismo ainda teve Lucas Eduardo Lourenço em quinto lugar nos 800 metros e quarto lugar na prova de 400 metros; Caroline Oliveira (sétimo lugar no arremesso de peso) e Caroline Fonseca (quarto lugar no lançamento de martelo).

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Fonte:
Assessoria de Imprensa da Prefeitura de Birigui
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fim de semana

Araçatuba é sede da 5ª Etapa do Campeonato Paulista de Aeromodelismo a cabo

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Neste sábado e domingo Araçatuba será sede da 5ª Etapa do Campeonato Paulista de Aeromodelismo modalidade VCC (Voo Circular Controlado). As provas acontecerão no campo do comercial, na avenida João Arruda Brasil, 2.055, próximo ao zoológico, com entrada franca à população.

Um dos organizadores do evento, o araçatubense André de Oliveira Canuto, explica que esta é 20ª edição do campeonato. A cada ano são realizadas várias etapas em diversas cidades do Estado. Para a etapa de Araçatuba são esperados mais de 20 pilotos de várias regiões do Estado, além de Goiás e Paraná.

Araçatuba foi escolhida para sediar uma das etapas porque a cidade tem apenas dois praticantes do hobby, Canuto e Marcelo Oliveira, que são primos. Um dos objetivos é difundir a prática do hobby na cidade.

A entrada ao público será franca e no local do evento há banheiros, arquibancada e uma cantina que estará aberta para atender os participantes e o público. Os treinos livres começaram nesta sexta-feira e as provas serão realizadas no sábado e domingo a partir das 8h.

O campeonato é dividido nas categorias FAI-F2B, Mini-FAI, Intermediária e Iniciante, de acordo com grau de experiência do piloto. O jurado avalia principalmente a precisão do vôo nas sequências de acrobacias.

O aeromodelismo VCC é uma categoria que deu origem ao aeromodelismo com motor a combustão, na época em que não existia o controle remoto. O avião é controlado por um par de cabo-de-aço, que tem em média 18 metros, e possibilita apenas os comandos para descida e subida, e o piloto fica no centro de um circulo rodando e acompanhando o vôo do aeromodelo, por isso a categoria é chamada de vôo circular controlado.

Canuto explica que o custo deste esporte é variado, sendo que com R$ 400 é possível comprar um equipamento e iniciar a prática do VCC. Equipamentos mais sofisticados chegam a custar R$ 18 mil. Os aeromodelos funcionam com motor a combustão, movidos a álcool metílico (Metanol) com nitrometano e óleo sintético. Os equipamentos mais modernos utilizam motores elétricos.

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Viena

Queniano faz história ao completar maratona em menos de 2h

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Foto: Lisi Niesner / Reuters

O queniano Eliud Kipchoge fez história no atletismo neste sábado (12/10) ao se tornar a primeira pessoa a correr uma maratona em menos de duas horas. O atleta de 34 anos terminou a prova clássica de 42,195 quilômetros em 1 hora, 59 minutos e 40 segundos.

O tempo espetacular é quase dois minutos mais curto que seu recorde mundial, de 2 horas, 1 minuto e 39 segundos, conquistado na Maratona de Berlim no ano passado.

Kipchoge alcançou o feito em uma corrida não oficial em uma manhã fria em Viena, na Áustria, ao redor do Parque Prater, organizada justamente para que ele tentasse quebrar a marca.

“Me sinto bem, meu objetivo era fazer história […] Tentei e sou o homem mais feliz por correr em menos de duas horas para inspirar muitas pessoas, para dizer a elas que nenhum ser humano tem limites”, disse o atleta após o feito, que comparou com “caminhar na Lua” pela primeira vez.

“Isso mostra a positividade do esporte. Quero fazer do atletismo um esporte interessante e limpo. Quando corremos juntos, podemos tornar o mundo mais bonito”, acrescentou.

Segundo o queniano, este foi o maior marco do atletismo desde que Roger Bannister tornou-se o primeiro homem a correr uma milha (1.609 metros) em menos de quatro minutos, em 1954. “Após Bannister, levou 65 anos para que se fizesse história.”

“Posso dizer que estou cansado. Foi uma corrida difícil. Lembrem-se, os pacemakers estão entre os melhores atletas do mundo, eu os aprecio por fazer o trabalho”, completou, referindo-se aos atletas que acompanham o líder na prova para determinar seu ritmo.

Neste sábado, Kipchoge contou com 42 pacemakers que o acompanharam ao longo da maratona em grupos alternados de sete homens, muitos deles atletas renomados, além de um carro elétrico que lançava lasers na pista, projetando a posição ideal do atleta.

Correndo a uma velocidade média de 2 minutos e 50 segundos por quilômetro, que se manteve praticamente constante ao longo da corrida, o queniano completou metade da maratona em 59 minutos e 35 segundos, 11 segundos antes do previsto.

Nos últimos 500 metros, os pacemakers e o carro deixaram de acompanhar Kipchoge, que abriu os braços, apontou para a multidão e lançou sorrisos ao terminar a prova e alcançar a marca desejada. “Isso significa muito para o Quênia”, declarou.

A Associação Internacional de Federações de Atletismo (IAAF) disse que não reconheceria a corrida como um recorde oficial, dada a condição da prova, que não se tratava de uma competição aberta, e a alternância de pacemakers.

A corrida, organizada e financiada pela empresa química britânica Ineos e intitulada de desafio Ineos 1.59, não ficou livre de críticas, tendo sido considerada por alguns um evento mais midiático e comercial do que esportivo.

Somente as câmeras do organizador foram autorizadas a filmar a corrida, testemunhada por inúmeros espectadores, incluindo o quatro vezes vencedor do Tour de France e o líder da equipe de ciclismo da Ineos, Chris Froome.

Kipchoge é um dos maiores corredores de todos os tempos. Aos 18 anos, venceu o Mundial de Cross Country em Lausanne, na Suíça. Também em 2003, ficou em primeiro nos 5.000 metros no Campeonato Mundial de Atletismo de Paris.

Em Olimpíadas, o queniano ganhou medalha de bronze nos 5.000 metros em Atenas em 2004, medalha de prata na mesma modalidade em Pequim em 2008 e, oito anos depois, foi o grande vencedor da maratona nos Jogos Olímpicos do Rio em 2016.

A corrida neste sábado foi a segunda tentativa de Kipchoge de romper a barreira de menos de duas horas em maratona. Em Monza, na Itália, há dois anos, ele fracassou por 26 segundos.

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error: Conteúdo protegido. LEI Nº 9.610, DE 19 DE FEVEREIRO DE 1998
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