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Saiba o que fazer ao identificar animais nas estradas

Reduzir a velocidade, fechar os vidros do veículo e não buzinar para não assustar o animal são algumas das precauções

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Quem viaja pelas estradas do Estado de São Paulo, pode se deparar com animais na pista, uma situação inesperada e perigosa. Para reduzir os riscos de acidentes, as concessionárias integrantes do Programa de Concessão de Rodovias do Estado de São Paulo contam com uma série de medidas preventivas.

As ações vão desde o monitoramento constante das pistas através do sistema de câmeras, até a instalação de telas ao longo de alguns trechos das rodovias e a construção de passagens de fauna – para que os animais possam atravessar sem cruzar diretamente a pista.

Também são desenvolvidos programas de conscientização de moradores vizinhos às estradas para que eles protejam seus animais, mantendo-os longe das rodovias.

Técnicos das concessionárias visitam as propriedades localizadas nas proximidades das pistas e alertam para os riscos de acidentes. Também orientam sobre a necessidade de manutenção e reformas de cercas e alambrados dos imóveis.

Além disso, as ações das concessionárias são fiscalizadas pela Artesp (Agência de Transporte do Estado de São Paulo) e previstas no contrato de concessão, que determina a manutenção de rodovias seguras.

É importante destacar que a legislação vigente estabelece que a responsabilidade civil em caso de acidente causado por animal é do proprietário do bicho. O descuido, além dos riscos à segurança, também pode gerar prejuízo financeiro.

O cadastramento de moradores vizinhos das rodovias e do tipo de animais existentes nestes imóveis é prática antiga no Estado de São Paulo.

O que fazer ao avistar animais na pista

• Reduza a velocidade;

• Nunca buzine para não assustar o animal;

• Não pisque os faróis ou jogue luz sobre o animal;

• Feche os vidros do veículo ao passar perto de animais de grande porte;

• Se for necessário ultrapassar, siga por trás dos bichos;

• Depois de ultrapassar, sinalize para os motoristas que vêm em direção oposta sobre o perigo, piscando os faróis. Piscar três vezes o farol e posicionar a mão para baixo com quatro dedos abertos indica a presença de animais na pista;

• Ligue e comunique o fato para o 0800 da concessionária responsável pela rodovia;

• Ligue e comunique o fato para a Polícia Militar Rodoviária (190).

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Fonte: portal SP
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Solidariedade

Aracanguá vende peças produzidas por alunas do Fundo Social

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A presidente do Fundo Social de Solidariedade de Santo Antônio do Aracanguá, Valdete Aparecida Miguel, apresentou, na quarta-feira na sede do Departamento de Desenvolvimento Social, a exposição de peças exclusivas que estão à venda, produzidas por alunas que frequentam as oficinas desenvolvidas pela prefeitura, na sede e nos distritos de Vicentinópolis e Major Prado.

São coleções artesanais em tecidos, com bordados e crochê, em peças como: jogos de toalhas de mesa e de banho, pano de prato, guardanapos, kit de cozinha composto por caminhos de mesa e sousplat de crochê, dentre outros.

Segundo Valdete, todos os produtos foram criados e produzidos pelas 50 alunas dos diversos cursos de capacitação, oferecidos gratuitamente pelo Fundo Social de Solidariedade e têm preços diferenciados.

Valdete explica que, quem gosta de produtos artesanais e deseja comprar peças, deve procurar a sede do Fundo Social, que fica na Avenida Pedro Junqueira de Andrade, 753 ou ligar para o telefone (18) 36391441.

Mas, quem preferir personalizar ou confeccionar outros tipos de peças, também tem a opção de comprar no local para ser personalizada ou levar o tecido e pagar somente pelo serviço de bordado ou crochê. Tudo com qualidade e preços baixos.

“Temos várias opções para atender quem gosta deste tipo de trabalho manual. Quem preferir comprar, a gente já tem pronto pra vender, mas para quem prefere um produto personalizado, também estamos prontos pra atender, até mesmo a pessoa que deseja montar o enxoval de bebê ou peças para presentes em grande quantidade”, destacou.

“São lindas peças produzidas com muito carinho e dedicação, que vão surpreender os apreciadores com a beleza e a diversidade do trabalho manual apresentado pelas nossas alunas, sempre bem orientadas pela instrutora Vera de Castro, especialista e peças artesanais”, enfatiza.

De acordo com Valdete, o objetivo é incentivar o empreendedorismo e valorizar o trabalho e o talento das participantes dos cursos, responsáveis pela criação dos produtos artesanais e, ao mesmo tempo, arrecadar recursos com a venda das peças, que serão totalmente revertidos em prol das ações desenvolvidas pelo Fundo social de Solidariedade.

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evangelização

Padres da Diocese de Araçatuba participam de missão no Maranhão

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Padre Roberto Teixeira, Dom Sebastião, bispo de Coroatá, padre Edson Barbosa e o pároco local, João Evangelista (Foto: Divulgação)

Os padres Edson Barbosa e Roberto Teixeira representam a Diocese de Araçatuba nas Santas Missões Populares na Catedral Nossa Senhora da Piedade, da Diocese de Coroatá, no Maranhão. Os sacerdotes percorreram mais de 2 mil quilômetros e foram para a cidade nordestina no último dia 15 e retornam no dia 21.

Os sacerdotes são, respectivamente, vigários nas paróquias Nossa Senhora das Graças de Andradina e da Paróquia Sant’Ana, em Araçatuba. Segundo Barbosa, que também é assessor do Comidi (Conselho Missionário Diocesano), a visita faz parte da troca de experiências entre as dioceses e acontecem desde abril.

“As Dioceses de Araçatuba e Coroatá são irmãs, ou seja, interagem com frequência em ações pastorais e de evangelização. E para celebrar os dois anos de missões a Catedral Nossa Senhora da Piedade realiza, desde abril, visitas nas casas das suas 83 comunidades.

Na semana que estamos em Coroatá estão sendo realizadas visitas mais próximas à matriz. O projeto de Dioceses Irmãs é uma troca de experiências que estende numa dimensão de igrejas em saída”, explica Barbosa.

Ainda de acordo com Barbosa, a experiência missionária fortalece os laços fraternos das dioceses e também serve como base para aplicações locais das ações de evangelização. “A Igreja ‘em saída’ é a comunidade de discípulos missionários que ‘primeireiam’, que se envolvem, que acompanham, que frutificam e festejam. A comunidade missionária experimenta que o Senhor tomou a iniciativa, precedeu-a no amor e, por isso, ela sabe ir à frente, tomar a iniciativa sem medo, ir ao encontro, procurar os afastados e chegar ás encruzilhadas dos caminhos para convidar os excluídos”.

A Diocese de Coroatá fica na região centro-leste do Maranhão, a 260 quilômetros de São Luís. O seu bispo é Dom Sebastião Bandeira. A diocese atende 16 cidades e fui fundada em 1977.

O PROJETO

Padre Edson explica que a irmandade das dioceses é fruto do Projeto Igrejas-Irmãs, da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), instalado em 1979. Conforme ele, as paróquias e dioceses trocam experiências missionárias e de evangelização. “Nas missões que realizamos na nossa diocese, a Igreja Particular de Coroatá sempre envia padres e missionários para participar conosco. Assim também ocorre com a nossa viagem ”.

Conforme a CNBB, “o objetivo do Projeto Igrejas-irmãs é partilhar a fé, os dons da graça, as experiências pastorais, pessoas e recursos financeiros como gestos de caridade cristã para com as Igrejas da Amazônia e outras também necessitadas”.

O assessor do Comidi ainda conta que a união das duas dioceses ocorre desde agosto de 2017, quando a diocese maranhense avalizou em assembleia a parceria. “O caminho proposto foi o intercâmbio missionários através dos conselhos missionários das duas dioceses”, conclui.

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ECONOMIA

Região perde 550 empregos na indústria em junho

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A região de Araçatuba perdeu 550 empregos na indústria no mês de junho, segundo pesquisa divulgada nesta semana pela Fiesp/Ciesp (Federação e Centro das Indústrias do Estado de São Paulo). De janeiro a junho, o saldo é de 2 mil demissões nos 34 municípios que compõem a diretoria das duas entidades. Nos últimos 12 meses, o número é ainda maior: a queda é de 4.300 postos de trabalho.

Em junho, os setores que mais demitiram na região foram o de coque, petróleo e biocombustível (usinas que produzem açúcar e etanol), que teve variação negativa de 4,94%, e o de artefatos de couro, calçados e artigos para viagem, com variação de -2,01%.

É o segundo mês consecutivo que a indústria registra demissões. Em maio, o número chegou a 1.450 postos de trabalho fechados, segundo o Ciesp.

Nos seis primeiros meses do ano, quatro apresentaram demissões: janeiro (200); fevereiro (800); maio (1.450) e junho (550). Apenas em março e abril houve geração de empregos, com 300 e 750 vagas abertas, respectivamente, influenciadas pelo início da safra da cana-de-açúcar.

 

EMPREGOS x DEMISSÕES EM 2019

JUNHO: 550 demissões

MAIO: 1.450 demissões

ABRIL: 750 empregos gerados

MARÇO: 300 empregos gerados

FEVEREIRO: 800 demissões

JANEIRO: 200 demissões

FONTE: Federação e Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp/Ciesp)

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