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SÃO PAULO

PM é proibido de usar farda para pedir namorado em casamento

Na defesa, os advogados do policial afirmaram que o requerimento já foi aceito para soldados heterossexuais

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Após pedido oficial por escrito, o soldado Leandro Prior, de 28 anos, foi proibido pela Polícia Miliar (PM) de São Paulo de usar a farda policial para pedir o namorado em casamento durante Parada Gay, em São Paulo, neste domingo (23/06/2019).

Segundo a corporação, o requerimento do policial foi negado pois o regulamento interno da polícia não prevê o uso do uniforme fora do horário do trabalho ou em manifestações. As informações são da TV Globo.

Segundo o advogado de Leandro, Antonio Alexandre Dantas de Souza, que vai entrar com recurso contra a decisão, policiais heterossexuais já realizaram pedidos de casamento utilizando o uniforme e não foram repreendidos por isso.

Em nota, a Secretaria da Segurança Pública (SSP) alegou que a negação não tem relação com algum gesto de preconceito. “[A PM] não faz distinção de pessoa por sua orientação sexual ou identidade de gênero, incluindo os mais de 80 mil policiais militares de São Paulo”, informou o texto.

“Leandro reafirmou nesse pedido o orgulho que tem de usar essa farda. Tanto é que pede autorização superior para fazer uso dela num momento que seria especial”, prosseguiu o advogado, à emissora.

Entre os 5 motivos expostos pelo policial no documento de requerimento enviado ao 13º Batalhão da PM, onde atua, estão a comemoração de 50 anos da invasão da polícia dos Estados Unidos em um bar em Nova York, o Stonewall, conhecido como o acontecimento que originou a data de comemoração do orgulho gay.

Além disso, Leandro comentou que já sofreu homofobia institucionalmente. “Vi como relevante importância social e excelente oportunidade a instituição para ela evidenciar e acenar à sociedade paulista e brasileira que não compactua com a homofobia”, disse o policial, no documento.

A defesa do policial estuda formas do soldado ainda utilizar o uniforme na data requerida.

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Paraná

Caminhonete com mais de 30 pessoas cai em ribanceira; 5 morrem

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Uma caminhonete com cerca de 31 pessoas caiu em uma ribanceira de aproximadamente 80 metros às margens da PR-092, entre Cerro Azul e Doutor Ulysses, na Região Metropolitana de Curitiba, no fim da tarde deste domingo (13), de acordo com a Polícia Rodoviária Estadual (PRE).

Cinco pessoas morreram e 26 ficaram feridas, sendo 10 em estado grave, conforme informação da PRE divulgada às 22h deste domingo. Quatro vítimas morreram no local e uma no hospital. Entre elas, segundo a polícia, estão o motorista e um pastor.

De acordo com a polícia, o trecho da rodovia onde aconteceu o acidente, na altura do km 124, não tem asfalto – e é de difícil acesso. Conforme a PRE, o grupo de pessoas de Cerro Azul retornava de um culto evangélico, em Doutor Ulysses.

A polícia informou que a forma como as pessoas estavam sendo transportadas, na carroceria de uma caminhonete, é irregular.

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RIO DE JANEIRO

Família morta em acidente na Dutra ia mostrar filha de 29 dias a parentes

Colisão na Rodovia Presidente Dutra deixou cinco pessoas da mesma família mortas. Motorista de carreta que invadiu a pista também morreu

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Um acidente neste sábado (12/10/2019) na Rodovia Presidente Dutra (RJ), na altura de Resende, resultou na morte de cinco pessoas da mesma família, incluindo uma bebê de apenas 29 dias. Simone da Silva Vilhaça Dias, 37 anos, e Felipe Dias da Silva, 32 anos, estavam em viagem para apresentar a filha recém-nascida a parentes. No momento da colisão, os três faziam um passeio com a mãe de Felipe, Rosilane Dias Cornelio Meier, e o marido dela, o suíço Max Meier.

O carro da família foi atingido por uma carreta que invadiu a pista contrária. Anderson Marcelo, condutor do carro fora de controle, também morreu. De acordo com a Polícia Rodoviária Federal, ele teve uma amostra de sangue recolhida para verificar se dirigia sob influência de álcool.

Simone e Felipe moravam na cidade do Rio de Janeiro e estavam em sua primeira viagem após o nascimento da filha. Publicações das redes sociais da mulher sugerem uma família feliz. “Alice veio para alegrar ainda mais a nossa família, com uma saúde perfeita”, escreveu no Facebook.

Filha de motorista pede empatia
Após o acidente, a fillha de Anderson defendeu o pai e pediu respeito à dor da família. “Meu pai tem 3 filhos, tem uma família, eu sinto muito pela família das outras pessoas e eu só queria que o resto tivesse um pouco de empatia, porque meu pai também é vítima”, disse.

O acidente foi registrado às 13h40, na altura do quilômetro 293, e chegou a provocar 7,5 quilômetros de congestionamento.

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