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impostos

Moradores de Birigui com tributos atrasados podem aderir ao PPI; Adesão começou nesta segunda-feira, dia 17 de junho

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A Prefeitura de Birigui elaborou um projeto de lei que institui no município o PPI (Programa de Pagamento Incentivado), que visa oferecer medidas para facilitar o pagamento de tributos, tarifas e demais receitas municipais em atraso. O período para adesão ao PPI é de 17 de junho até 19 de julho.

“A crise econômica aumenta a inadimplência na sociedade e afeta as receitas municipais, o que pode prejudicar a prestação de serviços públicos. Com o PPI, também conhecido como Refis Municipal, vamos diminuir a inadimplência e passar por essa crise financeira da melhor forma possível”, falou o prefeito Cristiano Salmeirão, autor do projeto.

Munícipes com tributos atrasados com a Prefeitura de Birigui, relativos a dívidas tributárias, não tributárias, multas, indenizações, restituições, em razão de fatos geradores ocorridos até 31 de dezembro de 2018, poderão regularizar sua situação de quatro diferentes maneiras:

1-em parcela única, com desconto de 100% de juros de mora e multa;

2-em até 6 parcelas fixas, mensais e consecutivas, com desconto de 80% de juros de mora e multa;

3-em até 12 parcelas fixas, mensais e consecutivas, com desconto de 70% de juros de mora e multa;

4-em até 17 parcelas fixas, mensais e consecutivas, com desconto de 50% de juros de mora e multa.

O valor mínimo de cada parcela será de R$ 50,00.

“A recuperação da dívida ativa do município é fundamental para o equilíbrio das finanças municipais e investimentos em melhorias. O PPI, também chamado de Refis, visa facilitar a vida do morador de Birigui”, comentou o secretário municipal de Finanças, Fábio Vieira.

SERVIÇO

A Secretaria Municipal de Finanças fica na rua Oswaldo Cruz, 146, Centro. O atendimento ao público é das 10h às 16h.

Outras informações: (18) 3643-6157.

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Solidariedade

Aracanguá vende peças produzidas por alunas do Fundo Social

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A presidente do Fundo Social de Solidariedade de Santo Antônio do Aracanguá, Valdete Aparecida Miguel, apresentou, na quarta-feira na sede do Departamento de Desenvolvimento Social, a exposição de peças exclusivas que estão à venda, produzidas por alunas que frequentam as oficinas desenvolvidas pela prefeitura, na sede e nos distritos de Vicentinópolis e Major Prado.

São coleções artesanais em tecidos, com bordados e crochê, em peças como: jogos de toalhas de mesa e de banho, pano de prato, guardanapos, kit de cozinha composto por caminhos de mesa e sousplat de crochê, dentre outros.

Segundo Valdete, todos os produtos foram criados e produzidos pelas 50 alunas dos diversos cursos de capacitação, oferecidos gratuitamente pelo Fundo Social de Solidariedade e têm preços diferenciados.

Valdete explica que, quem gosta de produtos artesanais e deseja comprar peças, deve procurar a sede do Fundo Social, que fica na Avenida Pedro Junqueira de Andrade, 753 ou ligar para o telefone (18) 36391441.

Mas, quem preferir personalizar ou confeccionar outros tipos de peças, também tem a opção de comprar no local para ser personalizada ou levar o tecido e pagar somente pelo serviço de bordado ou crochê. Tudo com qualidade e preços baixos.

“Temos várias opções para atender quem gosta deste tipo de trabalho manual. Quem preferir comprar, a gente já tem pronto pra vender, mas para quem prefere um produto personalizado, também estamos prontos pra atender, até mesmo a pessoa que deseja montar o enxoval de bebê ou peças para presentes em grande quantidade”, destacou.

“São lindas peças produzidas com muito carinho e dedicação, que vão surpreender os apreciadores com a beleza e a diversidade do trabalho manual apresentado pelas nossas alunas, sempre bem orientadas pela instrutora Vera de Castro, especialista e peças artesanais”, enfatiza.

De acordo com Valdete, o objetivo é incentivar o empreendedorismo e valorizar o trabalho e o talento das participantes dos cursos, responsáveis pela criação dos produtos artesanais e, ao mesmo tempo, arrecadar recursos com a venda das peças, que serão totalmente revertidos em prol das ações desenvolvidas pelo Fundo social de Solidariedade.

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evangelização

Padres da Diocese de Araçatuba participam de missão no Maranhão

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Padre Roberto Teixeira, Dom Sebastião, bispo de Coroatá, padre Edson Barbosa e o pároco local, João Evangelista (Foto: Divulgação)

Os padres Edson Barbosa e Roberto Teixeira representam a Diocese de Araçatuba nas Santas Missões Populares na Catedral Nossa Senhora da Piedade, da Diocese de Coroatá, no Maranhão. Os sacerdotes percorreram mais de 2 mil quilômetros e foram para a cidade nordestina no último dia 15 e retornam no dia 21.

Os sacerdotes são, respectivamente, vigários nas paróquias Nossa Senhora das Graças de Andradina e da Paróquia Sant’Ana, em Araçatuba. Segundo Barbosa, que também é assessor do Comidi (Conselho Missionário Diocesano), a visita faz parte da troca de experiências entre as dioceses e acontecem desde abril.

“As Dioceses de Araçatuba e Coroatá são irmãs, ou seja, interagem com frequência em ações pastorais e de evangelização. E para celebrar os dois anos de missões a Catedral Nossa Senhora da Piedade realiza, desde abril, visitas nas casas das suas 83 comunidades.

Na semana que estamos em Coroatá estão sendo realizadas visitas mais próximas à matriz. O projeto de Dioceses Irmãs é uma troca de experiências que estende numa dimensão de igrejas em saída”, explica Barbosa.

Ainda de acordo com Barbosa, a experiência missionária fortalece os laços fraternos das dioceses e também serve como base para aplicações locais das ações de evangelização. “A Igreja ‘em saída’ é a comunidade de discípulos missionários que ‘primeireiam’, que se envolvem, que acompanham, que frutificam e festejam. A comunidade missionária experimenta que o Senhor tomou a iniciativa, precedeu-a no amor e, por isso, ela sabe ir à frente, tomar a iniciativa sem medo, ir ao encontro, procurar os afastados e chegar ás encruzilhadas dos caminhos para convidar os excluídos”.

A Diocese de Coroatá fica na região centro-leste do Maranhão, a 260 quilômetros de São Luís. O seu bispo é Dom Sebastião Bandeira. A diocese atende 16 cidades e fui fundada em 1977.

O PROJETO

Padre Edson explica que a irmandade das dioceses é fruto do Projeto Igrejas-Irmãs, da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), instalado em 1979. Conforme ele, as paróquias e dioceses trocam experiências missionárias e de evangelização. “Nas missões que realizamos na nossa diocese, a Igreja Particular de Coroatá sempre envia padres e missionários para participar conosco. Assim também ocorre com a nossa viagem ”.

Conforme a CNBB, “o objetivo do Projeto Igrejas-irmãs é partilhar a fé, os dons da graça, as experiências pastorais, pessoas e recursos financeiros como gestos de caridade cristã para com as Igrejas da Amazônia e outras também necessitadas”.

O assessor do Comidi ainda conta que a união das duas dioceses ocorre desde agosto de 2017, quando a diocese maranhense avalizou em assembleia a parceria. “O caminho proposto foi o intercâmbio missionários através dos conselhos missionários das duas dioceses”, conclui.

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ECONOMIA

Região perde 550 empregos na indústria em junho

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A região de Araçatuba perdeu 550 empregos na indústria no mês de junho, segundo pesquisa divulgada nesta semana pela Fiesp/Ciesp (Federação e Centro das Indústrias do Estado de São Paulo). De janeiro a junho, o saldo é de 2 mil demissões nos 34 municípios que compõem a diretoria das duas entidades. Nos últimos 12 meses, o número é ainda maior: a queda é de 4.300 postos de trabalho.

Em junho, os setores que mais demitiram na região foram o de coque, petróleo e biocombustível (usinas que produzem açúcar e etanol), que teve variação negativa de 4,94%, e o de artefatos de couro, calçados e artigos para viagem, com variação de -2,01%.

É o segundo mês consecutivo que a indústria registra demissões. Em maio, o número chegou a 1.450 postos de trabalho fechados, segundo o Ciesp.

Nos seis primeiros meses do ano, quatro apresentaram demissões: janeiro (200); fevereiro (800); maio (1.450) e junho (550). Apenas em março e abril houve geração de empregos, com 300 e 750 vagas abertas, respectivamente, influenciadas pelo início da safra da cana-de-açúcar.

 

EMPREGOS x DEMISSÕES EM 2019

JUNHO: 550 demissões

MAIO: 1.450 demissões

ABRIL: 750 empregos gerados

MARÇO: 300 empregos gerados

FEVEREIRO: 800 demissões

JANEIRO: 200 demissões

FONTE: Federação e Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp/Ciesp)

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