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Caso Neymar

Justiça expede mandado de busca e apreensão do celular de Najila Trindade

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A modelo Najila Trindade prometeu que entregaria seu celular para autoridades até o dia 11 de junho, mas ainda não deu o aparelho. Por conta disso, a Justiça atendeu uma solicitação da Polícia Civil e expediu mandado de busca e apreensão do celular da mulher que acusa Neymar de estupro. As informações são do UOL.

De acordo com o UOL Esporte, Najila não entregou o telefone, que pode conter informações do caso, para autoridades da 6ª Delegacia de Defesa da Mulher de São Paulo.

A Polícia Civil, então, solicitou à Justiça a busca e apreensão do celular. O Ministério Público se manifestou a favor do pedido apenas para colher dados de conversas entre a modelo com Neymar e com uma amiga.

Najila afirma possuir um vídeo de sete minutos em seu celular, gravado no segundo encontro com Neymar. Um trecho da gravação, de pouco mais de um minuto, foi divulgado com a modelo dando tapas no jogador e reclamando da noite anterior. A recusa em dar o celular para a polícia fez com que o advogado Danilo Garcia de Andrade saísse do caso.

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Fonte: IstoÉ
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ação da PM

Mulher é presa pela Força Tática com notas falsas e porções de maconha em Araçatuba

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Uma ação realizada pela Força Tática da Polícia Militar resultou na prisão de uma mulher de 26 anos por tráfico de drogas e moeda falsa. A abordagem ocorreu na casa da acusada, na Rua João Roberto Batagelo, bairro Hilda Mandarino.

A equipe da Força Tático foi até o local para averiguar uma denúncia de que havia produtos de furto na casa. A moradora, identificada pelas inicias T.H.S., autorizou a entrada dos PMs.

Durante as buscas, os policiais encontraram uma carteira contendo R$ 1.660,00 em notas falsas. Em um guarda-roupas foram apreendidas 28 porções de maconha, já prontas para a venda.

Segundos a polícia, a moradora admitiu ter passado várias notas falsas no comércio local. Apresentada pela Força Tática no plantão policial, a mulher foi autuada em flagrante.

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SOFRIMENTO

Idosa que morreu queimada havia sido assaltada e espancada no dia 4 de março

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Idosa é amparada por PM no dia em que foi agredida e assaltada. Foto: Reprodução Record Rio Preto

A pensionista Edna Garcia, de 85 anos, que morreu durante incêndio no final da noite desta segunda-feira em sua casa, na rua Professor João Evangelista da Costa, bairro Vila Industrial, em Araçatuba, havia sido vítima de um assaltada e foi espancada e sofreu cortes provocados por uma faca, durante ataque de um casal de dependente químicos que havia entrado pela segunda vez na casa dela.

Na época o Regional Press divulgou reportagem sobre o assalto. Uma mulher de 25 anos e um homem de 32, ambos desempregados e conhecidos nos meios policiais, invadiram a casa da idosa, na noite de 4 de março, quando ela já estava dormindo.

O casal anunciou o assalto e passou a agredir a idosa com socos e chutes. A mulher portava uma faca e deu alguns golpes na perna da idosa, provocando vários cortes. A vítima foi socorrida com cortes e diversos hematomas pelo corpo.

Vizinhos presenciaram o casal pulando o muro para fugir e acionaram a Polícia Militar, que encontrou a dupla próximo a casa da vítima, com R$ 40 que eles haviam roubado da pensionista, além da faca utilizada pela mulher nas agressões. O casal continua preso pelo crime.

Fogão destruído no incêndio na casa da idosa

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INVESTIGAÇÃO

Suspeito de atear fogo em concessionária é colocado em liberdade em audiência de custódia

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O homem de 32 anos que foi preso em flagrante no final da tarde desta segunda-feira com munições de arma de fogo e drogas, suspeito de ser o autor do incêndio que destruiu a concessionária Hyundai Caoa de Araçatuba na madrugada de sábado, foi colocado em liberdade após audiência de custódia na manhã desta segunda-feira pela Justiça de Araçatuba.

O suspeito, que é funcionário da empresa, foi preso em flagrante porque durante diligências na república onde mora, no bairro Nova York, os policiais encontraram munições de uso restrito e irrestrito, além de diversas peças de veículos da marca da concessionária onde trabalha.

Apesar de ser suspeito do incêndio, o flagrante se deu devido às munições encontradas em sua casa. Ainda não há provas que ele tenha sido o autor do incêndio, motivo pelo qual a análise da custódia foi apenas em função das munições, já que, por falta de provas e como as investigações ainda estão em andamento, o delegado não pediu a prisão dele.

Durante o incêndio as chamas deixaram 12 carros completamente destruídos e prejuízo estimado em cerca de R$ 2,5 milhões. A estrutura do prédio foi comprometido e o imóvel interditado pela Defesa Civil.

De acordo com o boletim de ocorrência, os policiais passaram a investigar o incêndio depois que 10 cartas foram encontradas na concessionária e chegaram até o suspeito, que é funcionário da empresa. Inicialmente chegou-se a cogitar, pelo teor dos bilhetes, que também poderia ser algum cliente insatisfeito, tese que não foi mantida durante as investigações.

Na tarde de segunda-feira, o suspeito foi abordado por uma equipe da Polícia Civil dentro da empresa e levou os policiais até a residência dele, no bairro Nova Iorque.

No local foram encontradas diversas peças de carros da mesma marca que a concessionária vendia. Ao dar continuidade nas buscas, munições de uso restrito e irrestrito também foram apreendidas.

Ainda segundo o registro policial, uma porção de maconha foi encontrada no porta-luvas do carro do supervisor, que confessou ser usuário de drogas.

Sobre as peças dos automóveis, ele afirmou que elas possuíam defeitos e que iam para descarte. Contudo, não disse o que pretendia fazer com elas.

O gerente da concessionária foi chamado, reconheceu as peças e informou que o trabalhador não tinha autorização para levá-las para casa.

Questionado pelos policiais, ele negou ter ateado fogo ou participado da ação criminosa contra a empresa.

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