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educação

Etecs divulgam locais de exame do processo seletivo do Vestibulinho

Prova será realizada no próximo domingo (16), às 13h30; candidatos podem fazer a consulta sobre a lista pela internet

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Os candidatos que realizaram a inscrição no Vestibulinho já podem consultar, pela internet, a lista dos locais onde será realizada a prova do processo seletivo das Escolas Técnicas Estaduais (Etecs) para o segundo semestre de 2019. Os interessados também têm a opção de verificar a relação na unidade em que pretendem estudar.

Vale destacar que a prova do próximo domingo (16) começará às 13h30 e terá quatro horas de duração. Os portões das escolas serão abertos às 12h30, com fechamento às 13h30. Não será permitida a entrada de nenhum candidato após esse horário.

Para fazer a prova, é preciso levar caneta esferográfica de tinta preta ou azul, lápis preto nº 2, borracha, régua e o original de um dos seguintes documentos: cédula de identidade (RG); cédula de identidade de estrangeiros (RNE) dentro da validade; carteira nacional de habilitação (CNH) dentro da validade ou com até 30 dias do vencimento, conforme legislação em vigor; documento expedido por ordens ou conselhos profissionais, dentro da validade, que, por lei federal, vale como documento de identidade em todo o País (exemplo: OAB, Coren e Crea, entre outros); carteira de trabalho e previdência social (CTPS) ou passaporte brasileiro dentro da validade.

Provas

Exame – primeiro módulo dos cursos do Ensino Técnico (presencial, semipresencial e online) e para o primeiro termo do Ensino Técnico Integrado ao Médio na modalidade EJA: a prova terá 50 questões de múltipla escolha, cada uma com cinco alternativas, relacionadas às diferentes áreas do saber (científico, artístico e literário), à comunicação e à expressão, em diversos tipos de linguagem, abrangendo conhecimentos comuns do Ensino Fundamental, de 5ª a 8ª série ou do 6º ao 9º ano.

O gabarito oficial da prova será divulgado no domingo (16), a partir das 18h, nos sites www.cps.sp.gov.br e www.vestibulinhoetec.com.br.

* Exame – Cadastro de reserva para o acesso: a prova teste para acesso direto ao segundo módulo do Ensino Técnico (cadastro de reserva para vagas remanescentes) terá 30 questões de múltipla escolha, cada uma com cinco alternativas, relacionadas às competências profissionais do primeiro módulo da habilitação escolhida.

O gabarito oficial da prova teste será divulgado na próxima segunda-feira (17), a partir das 14h, também pela internet.

* Exame – Especialização Técnica de Nível Médio: a prova teste para os cursos de especialização técnica terá 30 questões objetivas, cada uma com cinco alternativas relacionadas às competências específicas de aprendizagem na habilitação técnica da formação do candidato.

O gabarito oficial da prova teste será divulgado na próxima terça-feira (18), a partir das 14h, nos sites www.cps.sp.gov.br e www.vestibulinhoetec.com.br.

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Fonte: portal SP
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JUSTIÇA ELEITORAL

Cartório eleitoral de Araçatuba faz novo plantão da biometria no próximo sábado

Dos 145.758 eleitores de Araçatuba, 57.499 ainda não fizeram o cadastramento biométrico obrigatório; prazo vai até 19 de dezembro

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O cartório eleitoral de Araçatuba realiza, neste sábado (21), das 8h às 13h, mais um plantão da biometria. Dos 145.758 eleitores do município, 57.499 ainda não fizeram o cadastramento biométrico obrigatório para ficar em dia com a Justiça Eleitoral e poder votar nas eleições municipais de 2020. O prazo acaba em 19 de dezembro.

Desta segunda-feira (16) até a data-limite para fazer a biometria em Araçatuba, tem 62 dias úteis. Para que todos os eleitores façam o cadastramento, o cartório eleitoral deveria atender 928 pessoas por dia.

No entanto, a média de atendimentos diários não chega nem à metade disso. Por dia, segundo a chefe do cartório da 299ª zona eleitoral de Araçatuba, Fabiana Camargo de Oliveira Silva, 400 eleitores têm feito a biometria em setembro.

“Em agosto, atendemos 600 pessoas por dia, mas em setembro, está preocupante. Acho que só por um milagre vamos chegar aos 100% dos eleitores com biometria em Araçatuba”, afirma Fabiana.

Até agora, 60,55% do eleitorado de Araçatuba providenciaram o cadastramento, o que equivale a 88.259 eleitores.

O plantão deste sábado é uma oportunidade para os cidadãos que não têm disponibilidade de ir ao cartório no horário normal de funcionamento, que é de segunda a sexta, das 9h às 18h. O cartório eleitoral irá trabalhar com 15 guichês de atendimento e não é necessário fazer o agendamento pela internet.

No cartório, o eleitor atualiza os seus dados, passa pela coleta das impressões digitais, assina digitalmente seu novo título e é fotografado. O procedimento dura, em média, dez minutos, e é gratuito.

É preciso levar um documento com foto, um comprovante de residência atual e, se tiver, o título de eleitor. O cidadão recebe um novo título após a biometria e fica apto a votar nas eleições de 2020.

CONSEQUÊNCIAS

Quem não fizer o cadastramento biométrico até o dia 19 de dezembro, terá o título cancelado, não poderá ter acesso a financiamentos e empréstimos em bancos públicos, como Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil; terá o acesso impedido a escolas e universidades públicas e não conseguirá tirar passaporte nem RG.

Os servidores públicos sem o recadastramento biométrico não receberão seus salários.

OBRIGATÓRIO

O cadastramento é obrigatório em 479 cidades do Estado. Confira aqui se seu município está na lista http://www.tre-sp.jus.br/eleitor/identificacao-biometrica-1/ciclo-da-biometria-obrigatoria-2019-2020.

Para evitar filas durante a semana, o eleitor pode fazer o agendamento pelo site do TRE-SP, por meio do link http://www.tre-sp.jus.br/eleitor/agendamento-titulo-eleitoral-3.

SERVIÇO

O Cartório Eleitoral de Araçatuba fica na Rua Brigadeiro Luiz Antônio, 46, Higienópolis.

Neste sábado, o plantão será das 8h às 13h.

De segunda a sexta, o horário de funcionamento é das 9h às 18h, sem interrupção para o almoço.

 

 

 

 

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SAÚDE PÚBLICA

Birigui intensifica busca de casos de tuberculose nas UBSs

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Quem está com tosse por mais de três semanas, acompanhada ou não de febre, sudorese noturna, falta de apetite, perda de peso, cansaço, dor no peito ou nas costas, deve procurar uma das dez UBSs (Unidades Básicas de Saúde) de Birigui para solicitar gratuitamente o exame de escarro para diagnóstico de tuberculose.

A ação faz parte da primeira fase da campanha de Intensificação de Busca Ativa de Tuberculose, que está sendo promovida pela Secretaria Municipal de Saúde de 9 a 23 de setembro.

O objetivo é prevenir e identificar precocemente novos casos da doença, que muitas vezes é confundida com uma gripe mal curada.

A Vigilância Epidemiológica explica que desde o último dia 9 todas as UBSs estão reforçando as orientações sobre a doença e fazendo a coleta de escarro para análise. “

A população deve ficar atenta aos sintomas e procurar atendimento médico, pois a doença pode levar a óbito quando não tratada corretamente.

DOENÇA

A tuberculose é uma doença infectocontagiosa causada por uma bactéria que ataca principalmente os pulmões, mas pode ocorrer também em outros órgãos do corpo, como ossos, rins e meninges (membranas que envolvem o cérebro).

A transmissão ocorre a partir da inalação de pequenas gotas de saliva expelidas pela tosse, fala ou espirro do portador da doença.

O tratamento contra a tuberculose é oferecido gratuitamente pela rede municipal de Saúde. É feito por meio do TDO (Tratamento Diretamente Observado), onde o paciente toma a medicação diariamente na presença de um profissional de saúde, durante seis meses.

Para que tenha eficiência, o tratamento não pode ser interrompido, mesmo que os sintomas tenham desaparecido.

 

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Saúde

Pesquisa detalha distribuição dos subtipos do HIV no Brasil

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Entender como atuam os subtipos do vírus da Aids, o HIV, entre os brasileiros é um dos objetivos de um estudo desenvolvido por pesquisadores da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) e da Universidade do Minho (UMinho), em Portugal.

A primeira etapa do projeto confirmou dados da literatura científica que apontam uma concentração do subtipo C na Região Sul do país, enquanto o tipo B é mais disseminado nas demais regiões do país.

O professor Bernardino Geraldo Alves Souto, do Departamento de Medicina (DMed) da UFSCar, que desenvolve a pesquisa no pós-doutorado, explica que a hipótese para essa distribuição geográfica é que o subtipo C tem afinidades por determinadas células do corpo humano que são diferentes daquelas observadas no subtipo B.

“Tem locais que, do ponto de visto sociocomportamental, a maior parte das infecções por HIV é transmitida por via anal, provavelmente nessas áreas prevalece o subtipo B. Aquelas em que a transmissão é mais por via vaginal prevalece o subtipo C. Não é só isso, mas um conjunto de eventos socioculturais e comportamentais, que relacionados com características genéticas do vírus, determina certa afinidade do vírus por determinadas células humanas”, explicou Souto.

Existem dois tipos de HIV, 1 e 2. O mais prevalente no Brasil é o tipo 1, o qual tem nove subtipos. “São pequenas variações genéticas que existem dentro da mesma espécie viral que faz com que eles possam ter pequenas características que diferenciem um do outro”, aponta o pesquisador. Os subtipos B e C respondem por cerca de 80% dos casos no país.

Transmissão

Souto disse que todos os subtipos do HIV são transmitidos do mesmo jeito – relações sexuais sem preservativo, compartilhamento de seringas e agulhas contaminadas, aleitamento materno, gravidez e parto. Entre essas vias, no entanto, algumas transmitem mais facilmente um subtipo do que outro. Isso se deve a características biológicas de base genética que são particulares a cada subtipo, ainda pouco esclarecidas.

O pesquisador aponta que o detalhamento desses dados permite, por exemplo, identificar prevalências de subtipos do HIV e definir melhor as políticas de prevenção e tratamento. “Existe uma política nacional de controle do HIV, de excelente qualidade, não há o que se discutir, mas quando a gente descobre que existem questões regionais que são específicas, pode ser que a gente tenha que pegar esses protocolos nacionais, que são padronizados, e fazer algumas adaptações e otimizar as abordagens preventivas e terapêuticas”, disse.

Pesquisa

O estudo propõe estabelecer a epidemiologia, a filogenia e a filogeografia dos subtipos do HIV que circulam no Brasil. A epidemiologia avaliou como o vírus se distribui no território nacional, se afeta mais homens, mulheres, pessoas com maior ou menor grau de escolaridade, como os indivíduos contraíram o HIV, entre outros aspectos. A filogenia estudou as características genéticas do HIV de milhares de pessoas para entender os ancestrais desses vírus e suas origens, quando chegaram ao Brasil e qual a relação genética que há entre os diversos subtipos do HIV que estão no país.

A filogeografia busca entender de que lugar do mundo vieram os subtipos do vírus que circulam no Brasil, como eles circulam por aqui e para qual lugar do mundo os vírus “nacionais” estão indo. “A gente já tem informações a respeito da origem do vírus do subtipo C, que é africano e se instalou no Sul do país e está tendo dificuldade de circular fora da Região Sul. Essa é uma versão preliminar dos nossos achados, estamos aprofundando isso para ter compreensão melhor”, disse Souto.

Dados

De acordo com o Programa das Nações Unidas sobre o HIV (Unaids), em 2019, há 37,9 milhões de pessoas infectadas com o vírus no mundo, dos quais 23,3 milhões têm acesso à terapia antirretroviral. Do total de infectados no mundo, 36,2 milhões são adultos e 1,7 milhão são crianças e jovens com menos de 15 anos.

No Brasil, o último Boletim Epidemiológico da Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, divulgado em 2018, mostra que, entre 2007 e 2018, foram notificados, pelo Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan), 247.795 casos de Aids (68,6% em homens e 31,4% em mulheres).

O Brasil teve uma média de 40 mil novos casos da doença nos últimos cinco anos, com maior concentração nas regiões Sudeste e Sul.

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error: Conteúdo protegido. LEI Nº 9.610, DE 19 DE FEVEREIRO DE 1998
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