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Utilidade Pública

Confira dicas do Procon-SP para comprar em sebos e brechós

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Quem gosta de produtos clássicos e itens antigos, certamente irá se divertir ao visitar lugares como sebos e brechós, além de fazer boas compras, principalmente devido aos preços acessíveis.

O aposentado João Takahara conta que adora procurar por livros antigos. “Geralmente eu compro livros que não são fáceis de achar em livrarias comuns. Passo uma manhã garimpando o Sebo e acabo saindo com muita coisa boa”, explica.

No entanto, é preciso ficar atento a alguns cuidados na hora de escolher, já que não se tratam de produtos novos nem com estoque para reposição em caso de problemas.

O Procon-SP preparou algumas dicas para que o consumidor não tenha surpresas desagradáveis, como registrar os defeitos por escrito, exigir a nota fiscal, saber com antecedência sobre garantia e formas de pagamento, entre outras. Confira:

– Exija que todos os defeitos que a roupa possa conter sejam documentados por escrito;

– Mesmo sendo peças já usadas, o consumidor tem 90 dias para reclamar de defeitos na roupa, desde que ele não tenha sido informado dos mesmos anteriormente, ou de outros vícios que não eram aparentes no momento da compra;

– Também é importante ficar atento à política de troca destes estabelecimentos, lembrando que a troca de produtos por motivo de cor, tamanho ou gosto não é obrigatória;

– Como muitos destes estabelecimentos não possuem estoques com o mesmo modelo de roupa, a troca pode ser feita por outro produto que agrade o consumidor;

– A loja só é obrigada a efetuar a substituição em caso de defeitos na mercadoria;

– Pesquise preços entre produtos similares, uma vez que dentro deste segmento é difícil achar objetos idênticos;

– Seja qual for a compra, a nota fiscal deve ser exigida. Ela é um documento importante no caso de eventual utilização da garantia;

– Produtos usados também possuem garantia, conforme estabelece o Código de Defesa do Consumidor. Mesmo que haja informação que o consumidor adquiriu o produto “no estado em que se encontra”;

– É indispensável que o fornecedor descreva detalhadamente, no caso de peças com algum vício (aquele que possui um defeito que não traz riscos à saúde e segurança do consumidor, como um eletroeletrônico que não funciona ou uma roupa com defeito de fabricação), os possíveis problemas que o produto tenha, uma vez que a informação é um direito básico do consumidor;

– Para efetuar reclamação de vícios aparentes e de fácil constatação, o prazo é de até 90 dias. A contagem deste prazo se inicia na entrega efetiva do produto. Lembrando que os vícios aparentes relatados na nota fiscal, ou no recibo de compra, não podem ser reclamados;

– Muita atenção para as compras de livros, CDs, DVDs, revistas ou publicações. A Lei Estadual 8.124/92 prevê que, para estes produtos, deverá ser mantida uma amostra para o exame do consumidor, exceção feita àqueles que, por força de lei ou determinação de autoridade competente, devem ser comercializados lacrados;

– Os preços deverão ser informados de maneira clara, precisa e de fácil visualização para o consumidor. Se o produto estiver na vitrine, o valor também deve ser exposto;

– A aceitação de cheques e cartões é uma opção dos estabelecimentos. Porém, a partir do momento em que o cheque é aceito, o lojista não pode fazer restrições (não aceitar cheques de contas recentes, por exemplo). Vale lembrar que as lojas não são obrigadas a receber cheques de terceiros, de outras praças ou administrativos. No caso de cartão (débito e crédito), o fornecedor não pode impor limite mínimo para essa forma de pagamento.

Compras pela internet

Nas compras feitas fora do estabelecimento comercial (Internet, telefone, catálogo, por exemplo), o consumidor pode desistir do negócio em sete dias, contados a partir da data da aquisição ou do recebimento do produto.

A dona de casa, Fátima da Silva, já comprou um produto que parecia uma coisa pela internet e quando recebeu era outra. “Meu marido gosta de colecionar objetos antigos e achei que estava comprando algo que ele fosse gostar. Quando o produto chegou não era o que parecia. Mas deu tudo certo porque consegui fazer a troca”, afirma.

Troca de produto

Como muitos destes estabelecimentos não possuem estoques com o mesmo título de livro, por exemplo, a troca pode ser feita por outro produto que agrade o consumidor. Verifique as condições junto ao estabelecimento.

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Fonte: Procon-SP
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Saúde

Os quatro sintomas que você sentirá antes de um ataque cardíaco

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Inicialmente pode sofrer aquilo que os médicos chamam de ‘ataque silencioso’.Investigadores da Universidade de Duke, nos Estados Unidos, afirmam que é comum que ataques cardíacos tenham os seus sintomas não reconhecidos, principalmente quando falamos do ‘ataque silencioso’ – ou enfarte do miocárdio –, que apresenta um risco sério de morte. E, quando o assunto é sobreviver a um ataque cardíaco, há uma forte relação com o tempo que se leva para socorrer a vítima.

Só nos Estados Unidos, estima-se que 200 mil pessoas sofram ataques cardíacos todos os anos sem que se apercebam. Esse tipo silencioso de ataque corresponde a 25% do total de ataques do coração, ou seja: trata-se de realmente um sério problema de saúde.

Nesse sentido o cardiologista Chauncey Crandall elaborou, e partilhou com a revista TIME, algumas dicas para fazer com que, caso venha a passar por essa situação, consiga facilmente reconhecer os sinais e pedir ajuda a tempo.

Crandall explica que o corpo humano avisa dias, semanas e até meses antes de que está prestes a sofrer um ataque cardíaco. O problema é que esses sinais são vagos, silenciosos e podem, inclusive, ser completamente indolores; muitas pessoas nem se apercebem que estão de facto relacionados com o coração.

Sintomas

De acordo com o cardiologista, é necessário estar atento à presença de quatro sinais específicos e não têm nada a ver com o que costuma ver nos filmes, ou seja quando alguém coloca a mão no peito, sente-se mal e cai ao chão; embora esse tipo de ataque exista, é o menos comum.

Crandall explica ainda que a diferença entre um ataque cardíaco e um acidente vascular cerebral (AVC), popularmente conhecido como derrame, é qual artéria é bloqueada: a que irriga o cérebro ou a que irriga o coração.

Como tal deve estar atento aos seguintes sintomas:

Dor no peito: É sem dúvida o sintoma mais comum. É importante, porém, que saiba que existem dois tipos preocupantes de dores no peito: a primeira é aquela que sente por todo o corpo; a segunda, que ocorre apenas nas regiões esquerda e central, podendo percorrer o braço esquerdo. Essa dor pode dar-se de maneiras diferentes: ir e vir várias vezes, com uma dor breve; mais dor e maiores intervalos. O desconforto, menos ou mais intenso, vai existir de qualquer forma.

Falta de ar: Mesmo se não tiver dores no peito, a falta de ar pode ser um forte indicador de ataque cardíaco. Um estudo publicado no Reino Unido indica que, entre as pessoas que sofreram ataques cardíacos, três em cada cinco tinham falta de ar – o que inclui pacientes que não apresentaram dor alguma no peito.

A falta de ar pode aparecer antes ou durante um ataque cardíaco. Na presença desse sintoma, não deixe de procurar um médico.

Indigestão ou azia: Tal ocorre porque o corpo nem sempre sente a dor diretamente. As células nervosas do estômago estão localizadas perto do coração, o que faz com que essas duas situações – azia e ataque cardíaco – possam ser confundidas.

Náuseas e vômitos: Estas duas características são geralmente classificadas como atípicas quando o assunto é ataque cardíaco, mas explica que já percebeu a ocorrência desses sintomas em muitos dos seus pacientes.

É importante entender que, nesse caso, os sinais ocorrem juntamente com outros, e quase nunca sozinhos. É lógico que deve sempre ficar atento antes de entrar em desespero. Na dúvida, consulte um médico para saber como está a saúde do seu coração.

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SAÚDE

Correr ou pedalar: qual exercício emagrece mais?

Os dois são eficientes, mas cada um tem a sua peculiaridade

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A dúvida de qual exercício optar para ajudar no processo de emagrecimento é muito frequente. Quando comparamos o treino de corrida e de bike é possível constatar que os dois são eficientes, porém, cada um com sua peculiaridade. Aos detalhes!

A bike possui uma resistência do pedal que não temos durante a corrida. Isso gera uma sobrecarga mecânica constante, como fazer um ciclo de fase concêntrica empurrando (anterior da coxa) e puxando (posterior). Assim, mantém-se um nível metabólico mais elevado.

É claro que, em uma corrida, especialmente com sprints máximos, conseguimos atingir alto nível de acidose metabólica e acúmulo de resíduos. Porém, tudo isso às custas de um estresse mecânico alto e maior impacto para articulações em geral.

Se o objetivo é gerar um gasto calórico alto e atingir uma frequência cardíaca mais elevada, na bicicleta será mais difícil de conseguir, uma vez que a fadiga periférica (cansaço das pernas) irá limitar a parte central (coração) a atingir seu ponto máximo de trabalho.

Então, é comum as pessoas correrem e atingirem “facilmente” uma frequência cardíaca alta – e não conseguir o mesmo resultado na bike.

Mesmo mantendo intensidades iguais, a incidência de microlesões no tecido muscular é mais evidenciada na corrida. Porém, o ciclismo gerou mais respostas de acidose e acúmulo de resíduos, enquanto a corrida teve maior gasto calórico e ÉPOC (consumo excessivo de oxigênio após o exercício) associado.

É importante lembrar que as sobrecargas articulares serão diferentes e, por isso, é fundamental analisar individualmente qual dos dois exercícios seria mais adequado, principalmente para pessoas com problemas ortopédicos.

Busque ajuda de um profissional qualificado para te orientar!

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ALERTA

Saques do FGTS: Caixa dá dicas para evitar golpes contra o trabalhador

Banco não envia e-mail, não pede senha e nem dados pessoais para trabalhadores

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A Caixa Econômica Federal registrou mais de 12 milhões de transações nesses primeiros dias de saques de recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Segundo o governo federal, devem injetar R$ 40 bilhões na economia até março de 2020.

Para evitar que as pessoas sejam vítimas de golpistas, o banco publicou em seu site dicas de segurança.

Dicas de segurança

Evite fornecer a senha ou número do Cartão Cidadão, pois golpistas procuram entrar em contato com os clientes se passando por empregados das centrais de cartões ou do banco, para obter informações e, assim, aplicar golpes.

Não acesse links em nome da Caixa, pois o banco não envia links por e-mail, SMS ou WhatsApp. “Se você receber mensagens desse tipo, desconfie”. Não faça pré-cadastro para saque do FGTS. Golpistas têm se passado pela Caixa no WhatsApp. Não responda. Em caso de dúvida, procure os canais oficiais do banco.

A área de segurança da Caixa mantém ainda, uma página atualizada com dicas e informações sobre os principais golpes praticados pelos fraudadores.

O banco alerta que não envia mensagens sobre saques das contas vinculada FGTS; não solicita senhas, dados ou informações pessoais do trabalhador; não pede confirmação de dispositivo ou ou acesso à conta por e-mail, SMS ou WhatsApp.

O banco orienta que os trabalhadores busquem informações sobre FGTS disponíveis nos canais oficiais da Caixa, na internet, no endereço fgts.caixa.gov.br, no app FGTS ou no telefone 0800-726-0207, ou direto em suas agências.

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error: Conteúdo protegido. LEI Nº 9.610, DE 19 DE FEVEREIRO DE 1998
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