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Com duas sessões, espetáculo “Eu, Mulher!” será apresentado na Biblioteca de Birigui

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Após a estreia do espetáculo “Eu, Mulher!” em Araçatuba, o Grupo Empodera de Teatro inicia uma temporada de circulação por quatro cidades da região, a começar por Birigui, nos dias 22 e 23 de junho.

Nesses dois dias, além da apresentação do espetáculo “Eu, Mulher!”, o grupo também oferecerá atividades formativas como Oficina de Dramaturgias Femininas e Roda de Conversa sobre a Mulher no Teatro Brasileiro.

Todas as atividades acontecerão na Biblioteca Pública Municipal “Dr. Nilo Peçanha”, de forma gratuita para a população de Birigui e região.

O Grupo Empodera acredita que essa temporada de circulação ajuda a disseminar e descentralizar a cultura na região do noroeste paulista.

SESSÕES

O espetáculo “Eu, Mulher!” será apresentado em duas sessões: uma neste sábado (22), às 20h, e outra no domingo (23), às 19h30.

Recomenda-se chegar com uma hora de antecedência, pois serão apenas 50 lugares por sessão, preenchidos por ordem de chegada.

Dividida em três monólogos, a peça narra o drama de três mulheres: a primeira, que sufocou; a segunda, que foi para a rua; e a terceira, que virou festa.

Todas elas dão vazão aos seus pensamentos na tentativa de se empoderarem da própria existência, em meio a uma sociedade tradicional e conservadora. Classificação 18 anos.

OFICINA

A Oficina “EU, MULHER! – Dramaturgias Femininas” será realizada no dia 22 de junho (sábado), das 13h30 às 17h30; exclusiva para as mulheres a partir dos 16 anos. A oficina terá caráter prático, com atividades que provocam estímulos para criação dramatúrgica. 20 vagas disponíveis.

RODA DE CONVERSA

Já a Roda de Conversa “TEATRO E EMPODERAMENTO – A construção da Mulher no Teatro Brasileiro” acontecerá no domingo, 23 de junho, das 13h30 às 16h30, para todas as pessoas interessadas, a partir dos 16 anos. Serão 50 vagas disponíveis.

O encontro visa refletir sobre como a figura feminina é retratada na produção teatral brasileira e de que maneira é possível fazer teatro no interior paulista, de modo a não reproduzir determinadas visões preconceituosas.

Todas essas ações fazem parte do projeto “EU, MULHER! – Teatro e Empoderamento no Noroeste Paulista”, idealizado pelo EMPODERA e conta com recursos do Programa de Ação Cultural do Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa.

O grupo também conta com apoio da Secretaria de Cultura de Araçatuba, Senac Araçatuba e Prefeitura de Birigui.

Serviço: Biblioteca Pública Municipal “Dr. Nilo Peçanha”: Avenida Governador Pedro de Toledo, 73, Centro, Birigui.Para o espetáculo, basta chegar com uma hora de antecedência. Já as inscrições para a Oficina de Dramaturgias Femininas e Roda de Conversa devem ser feitas antecipadamente pelo email: [email protected]

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ciência

HC de Botucatu realiza procedimento inédito para câncer no fígado

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Equipe do HC de Botucatu responsável pelo procedimento inédito para tratamento de câncer no fígado (Divulgação)

Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Botucatu fez de um procedimento inédito no Sistema Único de Saúde (SUS): radioembolização, técnica que utiliza radiação para o tratamento de tumores e metástases hepáticas.

O procedimento não é considerado curativo, mas pode causar uma redução considerável do tamanho do tumor, evitando que ele cause mais danos ao paciente portador desta condição patológica.

A realização deste tratamento de alta complexidade foi possível devido a um projeto de pesquisa do médico da unidade e docente da disciplina de Clínica Médica da Faculdade de Medicina de Botucatu (FMB/Unesp), Fernando Gomes Romeiro.

A pesquisa é intitulada “Resposta objetiva tumoral, perfil de segurança e taxas de sobrevida de pacientes com cirrose e carcinoma hepatocelular de estadiamento intermediário submetidos à Radioembolização com 131I-Lipiodol versus Quimioembolização arterial”.

Por ser um projeto de pesquisa, o tratamento ainda não pode ser oferecido a todos os pacientes portadores de tumores hepáticos. O procedimento foi realizado no hospital em um paciente do sexo masculino de 75 anos, que se encaixava nos critérios de inclusão do estudo.

Segundo Romeiro, o tratamento teve uma resposta excelente, com redução de quase 80% do tumor. “O tratamento anterior foi feito por um procedimento semelhante, sendo utilizado um quimioterápico no lugar do material radioativo.

Porém, não houve redução do tumor: era como se não tivesse recebido nenhum tratamento. Desta vez, com a Radioembolização, foi possível reduzir grande parte do volume tumoral”, explica ele.

O projeto foi aprovado e apoiado financeiramente pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) e pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

“É importante ressaltar que, apesar de ser uma grande satisfação realizar este tratamento no SUS, ele ainda não está disponível no sistema público, já que conta com o apoio financeiro da Fapesp e CNPq. De qualquer forma, é um avanço e continuaremos trabalhando para oferecer esta alternativa aos pacientes”, afirma Romeiro.

Radiação e tratamento

O paciente ficou internado por três dias até que a radioatividade baixasse a níveis seguros, e a seguir, foi liberado para voltar para casa. Considerado um tratamento de última geração, a Radioembolização nunca foi realizada no SUS por envolver alto custo e exigir muita capacitação. No Brasil, apenas o Hospital Sírio Libanês utiliza esta técnica inovadora no combate ao câncer hepático.

O uso de radiação em tratamentos para a destruição de tecidos humanos é polêmico por muitos motivos, entre eles o desconhecimento sobre o procedimento.

Segundo a docente da disciplina de Medicina Nuclear da FMB/Unesp, Sônia Moriguchi, existe um estigma em relação ao uso da energia nuclear.

“Toda vez que ouvimos sobre radiação nuclear, relacionamos o assunto a grandes catástrofes, como a Segunda Guerra Mundial, Chernobyl e recentemente em Fukushima. Nesses casos, a quantidade de radiação é bilhões de vezes maior da utilizada na área médica”, afirma.

“Mesmo sem ver a radiação, podemos medir exatamente os níveis da radioatividade e saber se a pessoa deve ficar em local próprio e evitar o contato com outras pessoas ou se já está pronta para voltar para casa”, complementa Moriguchi.

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AÇÃO SOCIAL

Cantor sertanejo Leo Chaves grava vídeo no Ritinha Prates

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O cantor conversou com a presidente da entidade, Maria Aparecida Nascimento Xavier, e com um dos fundadores da associação, José Américo do Nascimento, que faz parte do Conselho de Administração

O cantor sertanejo Leo Chaves esteve nesta terça-feira (12) na Associação de Amparo ao Excepcional Ritinha Prates, em Araçatuba (SP), gravando um vídeo da série Histórias que fazem sentido, para as redes sociais da Ação Social Cooperada Sicoob Credicitrus Coopercitrus. Ele fez uma série de entrevistas com profissionais, diretores e usuários da entidade sobre a história da instituição e os trabalhos realizados no local.

O cantor conversou com profissionais, diretores e usuários da entidade, nesta terça-feira

Um dos entrevistados foi Gabriel Felix, de 22 anos, morador de Buritama (SP). Ao cantor ele contou que durante um treino de jiu jitsu, em 2017, ele fraturou as vértebras C4 e C5 e ficou tetraplégico. De lá para cá, a vida dele nunca mais foi a mesma. O aluno do terceiro ano de biocombustíveis na Fatec abandonou o curso e passou a ser totalmente dependente do pai e da mãe. “Eu não tinha nenhum controle do meu tronco, nem movimento dos braços e a minha pressão era instável”, conta Félix.

O tratamento no CER começou em junho do ano passado. Atualmente, ele faz três sessões por semana. Nas atividades de fisioterapia faz exercícios para ganhar força, mobilidade e controle de tronco; na terapia ocupacional trabalha estímulos sensoriais táteis, com o objetivo de normalizar a sensibilidade, e também é estimulada a apreensão palmar, para manter amplitude e funcionalidade das mãos.

Após a associação disponibilizar para ele uma cadeira de rodas mentoniana (equipamento motorizado e direcionado por meio de uma alavanca acionada pelo queixo do usuário), ele ganhou autonomia e independência, e criou um canal no YouTube quee conta com mais de 10 mil seguidores. “A história de superação do Gabriel é surpreendente, assim como é inspiradora a (história) de associação. São exemplos maravilhosos a serem seguidos”, afirmou Leo Chaves.

Para a presidente da entidade, Maria Aparecida Nascimento Xavier (Cida), é gratificante ver o trabalho de anos ser reconhecido. “Todos nós da associação estamos muito felizes. Somos muito gratos à Ação Social Cooperada, pela consideração ao trabalho que realizamos aqui, por nos enviar recursos e agora ainda produzir um vídeo contando um pouco da nossa história”, ressalta.

Ação Social Cooperada e Ritinha

A Ação Social Cooperada apoia atualmente 70 entidades sociais dos estados de São e Minas Gerais. O fundo foi criado para apoiar financeiramente projetos sociais mantidos por organizações da sociedade civil com reconhecida utilidade pública. Desde sua fundação, a Ação Social Cooperada investiu mais de R$ 18,7 milhões em projetos de mais de 300 instituições de aproximadamente 88 municípios, além de desenvolver campanhas próprias.

Sem fins lucrativos, a Associação de Amparo do Excepcional Ritinha Prates existe há 42 anos, e trabalha na área da saúde e inclusão social, por meio do Hospital Neurológico Ritinha Prates, com a prestação de serviços especializados a pessoas com deficiências neurológicas profundas e irreversíveis. Atualmente, atende 60 usuários internos. A entidade também é a mantenedora do Centro Especializado em Reabilitação III – Ritinha Prates (CER III Ritinha Prates), que presta cerca de 500 atendimentos por mês.

Entre os valores da associação, que atende exclusivamente por meio do SUS (Sistema Único de Saúde), usuários de 40 municípios vinculados ao DRS-2 (Departamento Regional de Saúde), está o tratamento humanizado, além do respeito a conceitos éticos, morais, ambientais e filantrópicos.

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error: Conteúdo protegido. LEI Nº 9.610, DE 19 DE FEVEREIRO DE 1998