CONECTE CONOSCO

Urgente

Acusado de abusar de menino especial é agredido pela população e acaba preso em Araçatuba

Assista entrevista com o acusado e com policial militar

Publicado em

Momento em que o acusado chegou com a PM à delegacia, em Araçatuba (Foto: Silvio Romero/ Araçatuba Acontece)


Um homem de 42 anos foi preso em flagrante pela Polícia Militar acusado de abusar sexualmente de um menino de 15 anos, na noite desta segunda-feira (17), em Araçatuba.

A vítima, portadora de necessidades especiais, passaria por exame de corpo de delito na madrugada de hoje (18).

O acusado foi agredido por populares e escapou por pouco de um linchamento. Preso pela PM, o suspeito, com ferimentos na cabeça e nas costelas, foi levado ao pronto-socorro municipal e apresentado no plantão policial.

A Polícia Militar recebeu ligações informando que um homem estaria sendo agredido por populares na Rua Clarismundo de Mello, bairro Boa Vista, após ser flagrado abusando de um adolescente especial.

Os PMs, cabo Gleyson e soldado Ravanhani, apuraram que o acusado havia escapado da população e estaria pelo bairro. O indiciado foi localizado e preso em um terreno baldio na Rua Clibas de Almeida Prado.

Com antecedentes criminais por furto e porte de arma, o acusado, identificado pelas iniciais A.A.P., negou o crime ao chegar à delegacia.

Mas, diante das evidências, ele foi autuado em flagrante por estupro de vulnerável. O caso continua sendo investigado.

Assista entrevista com o acusado e com policial militar:

Por Silvio Romero/ Araçatuba Acontece

Os comentários aqui não refletem a opinião do site, e são de responsabilidade do autor. O comentário NÃO É PUBLICADO automaticamente em seu Facebook, fique tranquilo!
Anunciante

REGIÃO

Evandro Santo registra queixa por homofobia e lesão corporal após show em Marília

Comediante relatou na delegacia ter sido agredido após apresentação, em Marília, e incluiu denúncia com base na lei de racismo. Investigação será encaminhada para Polícia Civil no interior de SP.

Publicado em

O humorista Evandro Santo, ex-Pânico, registrou um boletim de ocorrência na tarde desta segunda-feira (21), em São Paulo, por agressão que teria sofrido na noite de sexta-feira (18), em Marília (SP).

O registro, feito no Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP), só foi formalizado nesta segunda-feira porque o humorista alegou que não pôde esperar cerca de quatro horas para fazer o boletim ainda na noite da agressão.

Segundo a assessoria do humorista, o boletim de ocorrência por lesão corporal incluiu também denúncia por homofobia, situação que passou a ser criminalizada por decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) com base na lei dos crimes de racismo.

Na saída do DHPP, o humorista concedeu entrevista coletiva e anunciou que, além do processo criminal por conta da agressão relatada, ele vai processar o suspeito na área cível por danos morais.

A assessoria do artista também informa que o boletim de ocorrência será encaminhado para a Polícia Civil de Marília, que ficará responsável pela investigação.

Entenda o caso

A agressão, segundo o humorista, aconteceu logo após um show de comédia que ele apresentou em uma casa noturna na cidade.

Com uma foto onde aparece com o rosto inchado, o humorista usou as redes sociais para falar sobre o episódio. até a tarde desta segunda-feira, a postagem já registrava mais de 66 mil reações no Facebook.

“Esta não é uma foto bonita e nem legal. Esta foto mostra o quanto devemos ter cuidado com pessoas com aparência “normal”, porque o ódio e a homofobia não tem cara.”

Humorista fez uma publicação nas redes sociais contando o episódio que aconteceu em Marília — Foto: Facebook/Reprodução

O agressor teria participado minutos antes de um quadro do show onde ganhou um selinho do humorista.

“Ele super aceitou bem, fez o Tinder, ganhou um selinho meu, deu risada assim como a moça ganhou um meu e deu risada. Saiu do palco de boa.”

Depois que o show acabou, ao sair do banheiro, o ator conta que foi surpreendido pelo rapaz e levou um soco no rosto. “Saí tão passado que fui direto para o hotel. Não apanho desde os 13 anos de idade, por qualquer motivo.”

Por telefone, ainda na sexta-feira, a assessoria do humorista disse que a agressão foi premeditada e incentivada pelo pai do rapaz, que não gostou da participação do filho no show.

A assessoria informou, ainda, que Evandro teve ferimentos no nariz e na boca e recebeu os primeiros socorros no local da agressão.

O artista chegou a ir até a delegacia de Marília para fazer um boletim de ocorrência, mas recebeu a notícia de que teria que esperar quatro horas. Ainda segundo a assessoria, como o ator tinha compromissos em São Paulo, decidiu não aguardar.

Já um dos sócios da cachaçaria onde o show foi realizado disse, por telefone, que não sabe o que motivou a agressão, mas que lamenta o ocorrido. Disse, ainda, que a empresa é contra qualquer tipo de violência e homofobia e que o rapaz foi retirado do local por amigos logo após a agressão.

O sócio também confirma que o artista perguntou em um determinado momento do show se “tem alguém solteiro para subir no palco?” e que o suposto agressor se ofereceu para participar por livre e espontânea vontade.

Os comentários aqui não refletem a opinião do site, e são de responsabilidade do autor. O comentário NÃO É PUBLICADO automaticamente em seu Facebook, fique tranquilo!
CONTINUE LENDO

Justiça

Acusado de matar menina Vitória no interior de SP é condenado a 34 anos

Publicado em

Opedreiro Júlio Cesar Ergesse, acusado de sequestrar e assassinar a menina Vitória Gabrielly Guimarães Vaz, em junho de 2018, foi condenado a 34 anos de prisão, na noite desta segunda-feira, 21, em São Roque, interior de São Paulo.

Após 11 horas de julgamento, os jurados acataram a tese da acusação, de que o pedreiro teve papel decisivo no assassinato da garota.

Na sentença, lida pelo juiz Flávio Roberto de Carvalho, o réu recebeu pena de três anos pelo sequestro, 18 anos por homicídio, um ano e seis meses por ocultação de cadáver.

As penas foram agravadas por motivo torpe, meio cruel e recurso que impossibilitou a defesa da vítima, elevando a condenação para 34 anos. Os jurados levaram em conta que o réu tinha antecedentes que denotavam a “péssima conduta social”.

O advogado de defesa, Glauber Bez, informou que vai entrar com recurso, por considerar que a decisão dos jurados contrariou as provas do processo. Essas evidências, de acordo com ele, mostram que réu não estava no local quando Vitória foi morta.

Para lembrar

O caso de Vitória mobilizou e comoveu a população de Araçariguama. Imagens de uma câmera mostraram a estudante de 12 anos andando de patins perto do ginásio de esportes, antes de desaparecer, no dia 8 de junho.

A polícia e os moradores se mobilizaram em buscas pela garota. O corpo foi encontrado oito dias depois, em um matagal, à margem de uma estrada rural. Ela havia sido amarrada antes de ser morta.

Os comentários aqui não refletem a opinião do site, e são de responsabilidade do autor. O comentário NÃO É PUBLICADO automaticamente em seu Facebook, fique tranquilo!
CONTINUE LENDO
error: Conteúdo protegido. LEI Nº 9.610, DE 19 DE FEVEREIRO DE 1998
84