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Tribunal do Júri

​Idoso que matou missionária a marretadas em Rio Preto é condenado a 36 anos de prisão

Júri popular aconteceu nesta terça-feira (11), no Fórum de Rio Preto

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Foto: Alex Pelicer/Gazeta de Rio Preto


O idoso Francisco Lopes Ferreira, de 65 anos, foi condenado a 36 anos de prisão pela morte da missionária Simone Lopes, assassinada em março de 2017. Simone foi morta a marretadas e acorrentada a uma cama na chácara onde o homem morava, em São José do Rio Preto (SP).

De acordo com o SBT Interior, Francisco foi a júri popular nesta terça-feira (11), no Fórum de Rio Preto e o julgamento durou aproximadamente quatro horas.

O idoso foi condenado por homicídio duplamente qualificado por motivo torpe e incidência do estupro. A sentença foi proferida pela juiza Gláucia Vespoli.

O promotor do caso, Marco Antonio Lelis Moreira​, disse que a sentença foi justa. “Missão cumprida. A pena era a que nós aguardávamos. Espero que a gente não tenha que enfrentar outros casos dolorosos como este”, disse ao SBT Interior.

​A sogra de Simone, Vilma Lopes, afirmou que a pena servirá para que o autor pense no que fez. “A gente esperava mais porque o crime foi muito cruel, mas é a lei que temos aqui. Ameniza um pouco saber que ele vai refletir sobre o que ele fez”.

O CASO

O crime aconteceu em 12 de março de 2017. Simone, que era professora voluntária, foi encontrada acorrentada na cama, seminua e com sinais de violência. Segundo a polícia, ela foi atingida na cabeça por uma marretada e depois teria sido asfixiada pelo criminoso.

Era por causa de Francisco que a mulher frequentava a chácara. Ela estava ensinando o homem a ler e a escrever.

Após o crime, o idoso fugiu e ficou oito dias desaparecido. Ele foi encontrado por populares, nos fundos de uma empresa próximo ao Distrito Industrial de Rio Preto.

Após ser levado para um hospital, já que estava debilitado, o homem assumiu a autoria do crime. Durante depoimento, Francisco disse que não queria que Simone deixasse de frequentar a chácara e, por isso, atingiu a vítima com a marreta. Na época, a morte de Simone causou comoção regional.

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Fonte: SBT Interior
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tráfico

Casal é preso com 412 pinos de cocaína em Araçatuba

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Um casal foi preso por tráfico de drogas nesta sexta-feira (16), em Araçatuba. Policiais militares da Força Tática encontraram 412 pinos de cocaína em poder dos indiciados, identificados pelas iniciais M.C.A.C., desempregado, e L.G.S., diarista.

A abordagem ocorreu na perto de um bar na entrada do bairro Hilda Mandarino. Os PMs Savério, Paulucio e Savegnago acharam, inicialmente, três pinos com o rapaz. A mulher foi detida com R$ 289 em dinheiro.

Desconfiados do envolvimento do casal com o tráfico, os policiais foram até a casa deles na Rua Josefina Mungo.

Durante revista no guarda-roupas, os PMs acharam centenas de pinos que totalizaram as 412 porções, já prontas para a venda no varejo.

Apresentado no plantão, o casal foi autuado em flagrante. A pena para tráfico varia de 5 a 15 anos de prisão.

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Justiça

Justiça de Penápolis condena 18 réus e penas somam 228 anos de prisão

As 18 pessoas foram denunciadas por integrar organização criminosa, tráfico de drogas e associação

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Imagem ilustrativa

Decisão da Justiça de Penápolis na sexta-feira (16), condenou 18 réus em ação contra integrantes do PCC (Primeiro Comando da Capital), facção criminosa que age dentro e fora dos presídios. Grande parte deles foi presa durante operação feita em conjunto entre o Gaeco (Grupo Especial de Combate ao Crime Organizado), do Ministério Público de Araçatuba, e Polícia Militar.

A ação ocorreu em 8 de março de 2018 em Penápolis, Birigui e Araçatuba. Os réus foram denunciados por integrar organização criminosa, tráfico de drogas e associação. Embora alguns deles tenham sido absolvido de alguns crimes, as penas somadas chegam a 228 anos, oito meses e 17 dias de prisão.

SENTENÇA

A sentença tem mais de 540 páginas e foi proferida pelo juiz da 1ª Vara de Penápolis, Marcelo Yukio Misada. No documento, consta que, com o grupo criminoso, foi apreendido 203,5 quilos de maconha, 1,127 quilo de cocaína, 370 gramas de crack e 90 gramas de pasta base de cocaína.

O Gaeco iniciou as investigações após receber um ofício da Polícia Militar, em abril de 2017, relatando o aumento de casos de tráfico de drogas em Araçatuba, Birigui e Penápolis, praticados pelos integrantes da facção criminosa.

Na época, o promotor Marcelo Sorrentino Neira disse que foi constatado que alguns dos investigados estavam exercendo funções relevantes ao comércio de drogas na região, entre elas, pessoas consideradas lideranças regionais do PCC, que seriam responsáveis pelo controle do entorpecente que chegava para ser distribuído, pela parte financeira do grupo e pela comunicação feita dentro ou fora dos presídios.

MANDADOS

Neira frisou que a operação era resultado de uma investigação de nove meses, na qual apontou que diversos traficantes, integrantes da facção, atuavam de forma coordenada, para a distribuição de entorpecentes em Araçatuba, Birigui e Penápolis.

Durante os trabalhos, três adolescentes foram apreendidos. Na operação, feita para cumprir 18 mandados judiciais de prisão temporária e 25 de busca e apreensão, expedidos pela 1ª Vara de Penápolis, 15 pessoas foram detidas. Três dos réus que tiveram as prisões decretadas pela Justiça não foram encontrados, entretanto, diversos aparelhos celulares, documentos e entorpecentes foram apreendidos. (Ivan Ambrósio: Jornal Interior)

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Destruído

Incêndio destrói veículo durante a madrugada em Araçatuba

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Foto/Thiago Augusto Gomes

Um veículo Gol G3 ficou completamente destruído na madrugada desta sexta-feira no bairro Vila Mendonça, em Araçatuba.

No local, o proprietário do veículo, um homem de 45 anos, informou à reportagem do site Regional Press que ao passar no cruzamento das ruas Afonso Pena com Aquidaban percebeu que o marcador do combustível estava baixando.

Ao parar o veículo e abrir o capô, ele observou que a mangueira do combustível estava solta.

Após encaixar a mangueira, ele deu partida no veículo e chegou a andar cerca de 10 metros quando iniciou as chamas no motor.

O proprietário, de 45 anos, tentou apagar com a ajuda de um extintor, porém não foi possível e rapidamente as chamas tomou conta do automóvel.

O Corpo de Bombeiros foi chamado e depois de alguns minutos conseguiu conter as chamas.

A Polícia Militar esteve no local para tomar as medidas necessárias. (Por: Thiago Augusto Gomes)

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error: Conteúdo protegido. LEI Nº 9.610, DE 19 DE FEVEREIRO DE 1998
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