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Estado de SP

Operação Rodovia Mais Segura mobiliza 19 mil policiais militares

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Nesta segunda-feira (13), a Polícia Militar realiza, em conjunto com a Polícia Rodoviária Federal, novas atividades da operação “Rodovia Mais Segura” em todo o Estado de São Paulo.

A 12ª edição da iniciativa foi deflagrada à meia-noite, com o objetivo de combater a criminalidade e garantir a continuidade da redução dos indicadores criminais no território paulista.

Ao todo, foram mobilizados mais de 19 mil policiais militares, com o apoio de 8.304 viaturas e 10 helicópteros. O efetivo está distribuído em mais de dois mil locais, sendo mais de 200 pontos de bloqueio nas rodovias.

Inteligência

Participam da ação várias divisões da Polícia Militar, como o Comando do Policiamento Rodoviário, as unidades especializadas, Forças Táticas, Baeps e o policiamento territorial. Nas vias urbanas da capital, a fiscalização será realizada pelo Comando de Policiamento de Trânsito.

As equipes permanecerão em locais estratégicos, apontados pelo serviço de inteligência da PM, para sufocar possíveis ações de criminosos.

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Fonte: SSP-SP
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Artigo

Jogos: Uma ferramenta eficaz para o ensino da Matemática

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A matemática é vista pela maioria dos alunos como uma matéria de difícil compreensão. Nesse caso a busca de metodologia de ensino significativa é de extrema importância para aumentar a motivação na aprendizagem, desenvolver a autoconfiança e despertar o interesse do aluno pela disciplina.

Através dos jogos pedagógicos eles percebem que errar faz parte da apropriação de conhecimento, oque incentiva o mesmo a pensar nas consequências de suas atitudes, facilitando a construção de seus próprios conceitos.

As crianças possuem uma grande capacidade de raciocinar, colocar em prática sua capacidade de resolver situações problemas, caracterizando objetos e buscando uma linha de resolução baseada em esclarecimentos próprios.

Tais jogos contribuem com a proposta de desenvolvimento social, pois existem aqueles alunos que têm vergonha de perguntar sobre determinado conteúdo, de expressar dúvidas, cometer erros, etc.

Um dos aspectos significativos é o trabalho em grupo buscando a cooperação mútua, a participação em equipe, obtendo como resultado a socialização entre os alunos e a apropriação das regras, encontrando diversas estratégias para solucionar situações problemas apresentadas.

A proposta de utilizar os como jogos uma das formas de metodologia de ensino, está relacionada com a utilização de materiais concretos ao desenvolvimento cognitivo da criança.

Ela usará de seus conhecimentos, experiências para participar, argumentar, propor soluções na busca de chegar aos resultados esperados pelo educador.

Ensinar matemática não é somente transferir conhecimento, mas compartilhar conquistas, criar estratégias, para que o aluno construa seus conhecimentos em um
processo ativo de estabelecimento de relações e atribuições de significados.

Respeitando as inúmeras respostas, desde que não fujam do propósito. Por isso é necessário que os jogos pedagógicos façam parte da cultura escolar, para que a aprendizagem ocorra de forma prazerosa e interessante.

Por: Vanessa A. Vicente, professora do 3° Ano do Colégio CETEA de Araçatuba

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atividade

Produtores rurais de Santópolis do Aguapeí participam de curso de instalações elétricas

Ação ocorre por meio de parceria entre o SIRAN e a FAESP/SENAR-SP, com apoio da Casa da Agricultura e da prefeitura, visa melhorar o aproveitamento do produto e a qualidade dos alimentos

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Divulgação

Fios, lâmpadas, interruptores e conectores tomaram as mesas de uma das salas da Casa da Agricultura de Santópolis do Aguapeí (SP).

Sobre elas, 14 produtores rurais manusearam atentamente os materiais, entre os dias 21 e 24 deste mês, durante o curso Instalações Elétricas (Baixa Tensão), promovido pelo SIRAN (Sindicato Rural da Alta Noroeste), em parceria com a FAESP/SENAR-SP (Federação da Agricultura do Estado de São Paulo/Serviço Nacional de Aprendizagem Rural), e apoio da Casa da Agricultura e da prefeitura.

Realizada pela primeira vez na cidade, a ação contou com dois dias de aulas teóricas e outros dois de atividades práticas.

De acordo com o instrutor Dantes Sirineu dos Santos, diversas situações foram abordadas, como noções básicas sobre eletricidade, instalações elétricas, materiais utilizados, ferramentas e instrumentos necessários e técnicas de instalações.

“No curso a gente ensina como efetuar serviços de instalações elétricas em baixa tensão de forma correta e segura nas propriedades rurais. Damos detalhes sobre os materiais adequados, a montagem padrão, qual tipo de cabo no relógio, disjuntor, até o quadro de distribuição. Fazemos também simulação do levantamento de carga etc. Queremos capacitá-los para instalações corretas do início ao fim do processo”, explica Santos.

No campo

Dono de um sítio em Santópolis, onde planta mandioca, o produtor rural Valter Kimura foi um dos participantes do curso. “A gente usa muita energia elétrica na propriedade, como na caixa d’água, nos sensores, na luz.

Por isso, eu vim ganhar conhecimento para que eu mesmo possa fazer a manutenção. A gente acaba gastando muito chamando um eletricista e nem sempre acha o profissional na hora que a gente precisa”, disse Kimura.

Com linguagens simples, os cursos priorizam a prática, aliando conhecimentos técnicos ao trabalho diário dos produtores e trabalhadores rurais. Os cursos oferecidos pelo SIRAN e FAESP/SENAR-SP atendem às necessidades do homem do campo.

Os temas são definidos pela equipe de profissionais das entidades (alinhados com as demandas levantadas pelas Casas da Agricultura), que organizam o curso buscando sempre o desenvolvimento do homem que atua no meio rural.

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Franca

Justiça condena equipe médica por homicídio culposo no interior de SP

Paciente passou por oito médicos antes de falecer

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Imagem Ilustrativa

A 9ª Câmara de Direito Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo condenou uma equipe médica de pronto socorro municipal em Franca, interior de São Paulo, pela morte de um paciente que sofreu choque séptico por apendicite aguda supurada.

Oito médicos envolvidos tiveram a pena de detenção substituída por duas restritivas de direitos, consistentes em prestação de serviços à comunidade pelo período de dois anos e dois meses e prestação pecuniária no valor de 15 salários mínimos.

Consta nos autos que a vítima deu entrada na Santa Casa de Franca com dor abdominal, calafrio, náusea, vômito e febre, sendo liberada após exames com a condição de que voltasse para buscar o resultado.

Apesar de os exames apontarem infecção ou inflamação, um segundo médico apenas prescreveu medicamento e liberou o paciente, que retornou ao pronto socorro no dia seguinte com o estado de saúde agravado.

Um terceiro médico solicitou mais exames e também o liberou, atitude que se repetiu por outras seis vezes, até que, cinco dias após a primeira entrada no PS, a vítima foi diagnosticada com choque séptico de origem abdominal, causado por uma apendicite não tratada.

Apesar de ter sido submetido a um procedimento cirúrgico para a retirada do apêndice, o paciente sofreu parada cardiorrespiratória e chegou a óbito em decorrência de um “choque séptico por apendicite aguda supurada”.

“Resta clara a negligência de todos réus que, tendo em vista o atendimento precário oferecido à vítima, causaram a morte desta”, afirmou o relator da apelação, desembargador Sérgio Coelho.

“Ora, os médicos tinham o dever legal de realizar, no mínimo, um detalhado exame físico no ofendido a partir do primeiro momento em que ele foi atendido no pronto atendimento, já que apresentava diversos sintomas, como náuseas, vômitos, febre e dor no abdômen, os quais indicavam diagnóstico precoce e eficaz de apendicite. Ao invés disso, se limitaram a prescrever remédios paliativos, inclusive antibióticos, que, inclusive, podem ter servido para mascarar os sintomas da vítima”, completou o magistrado.

O julgamento foi unânime. Completaram a turma julgadora os desembargadores Grassi Neto e Alcides Malossi Junior.

Processo nº 0003840-37.2008.8.26.0196

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Interior de SP

Estudante que atirou ovo em Bolsonaro faz acordo na Justiça pagará multa

Promotoria de Ribeirão Preto não apresentará denúncia

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No âmbito de audiência preliminar e audiência de justificação realizadas em Ribeirão Preto, o Ministério Público concordou com proposta de transação penal apresentada por Alana Gabriele de Oliveira Arruda, que responde por injúria e desacato.

Ela foi responsabilizada por, em 2016, ter resistido à prisão e dado um tapa no rosto de um policial que a continha durante uma manifestação que ocupava via pública e impedia o trânsito de veículos, ocasião em que agentes de segurança relataram terem sido hostilizados e atingidos por pedras.

Já em 2017, Alana ofendeu com palavras de baixo calão e atingiu com um ovo o então candidato à Presidência Jair Bolsonaro.

No processo por desacato, foi feita proposta de transação penal de prestação de serviços à comunidade por três meses, aceita pela autora dos fatos.

Contudo, diante do descumprimento da medida, nova audiência foi designada, ocasião em que a defesa de Alana requereu a substituição da medida de prestação de serviços em prestação pecuniária. Ela se comprometeu a pagar o valor de R$ 332,60.

Conforme o MPSP, já no processo decorrente do ataque contra Bolsonaro, Alana assumiu o compromisso de pagar o valor atualizado de R$ 499, em duas parcelas.

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