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SAÚDE

OMS reconhece vicio em videogame como uma doença

A OMS – Organização Mundial da Saúde, durante a 72ª Assembleia Mundial de Saúde decidiu, com base na avaliação dos seus 194 membros, que o vicio em jogos é oficialmente um problema de saúde. Jogos eletrônicos serão incluídos na 11ª edição da Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados com a Saúde (CID-11), que entrará em vigor em 1º de janeiro de 2020. Será listado como “gaming disorder”.

No ano passado a OMS já havia classificado o vicio em games como uma doença, porém vale pontuar que a Organização diz que casos relacionados a esse distúrbio atinge menos de 3% dos gamers.

De acordo com as diretrizes estabelecidas pela OMS, o vício em videogames é uma patologia caracterizada por uma série de comportamentos persistentes ou recorrentes ligados a jogos digitais ou videogames tanto on-line quanto off-line:

  • Falta de controle sobre o jogo (por exemplo: incapacidade de controlar o tempo destinado aos jogos)
  • Prioridade aos videogames ao ponto de que outros interesses e atividades cotidianas sejam ofuscados

Persistência em jogar videogames, mesmo quando é reconhecido que traz consequências negativas, como, por exemplo, o comprometimento das relações familiares e sociais, ou qualquer prejuízo às atividades educacionais.
Para diagnosticar o “distúrbio do jogo” os comportamentos devem ser evidentes por um período de pelo menos 12 meses, embora isso possa variar de acordo com a intensidade dos sintomas.

A inclusão do transtorno do jogo na CID-11 segue o desenvolvimento de programas de tratamento para pessoas com condições de saúde idênticas às descritas em diversas partes do mundo, e resulta em maior atenção por parte dos médicos e profissionais de saúde sobre as medidas de prevenção e tratamento da doença, diz a OMS.

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