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Município terá 71 abrigos em pontos de ônibus de Araçatuba

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Hoje, a maioria dos pontos não possuem abrigos e os usuários do transporte coletivo ficam expostos ao sol e à chuva


A Prefeitura de Araçatuba publicou nesta quarta-feira (8), no Diário Oficial do município, o edital de julgamento da licitação para a contratação da empresa que irá instalar 71 abrigos nos pontos de ônibus da cidade. O resultado do certame, que tem a participação de apenas uma empresa, sai na próxima quinta-feira (16), com o valor que deverá ser gasto pelo município.

O custo estimado pela Prefeitura é de R$ 279.446,67, conforme edital de tomada de preços publicado em abril deste ano.

Serão instalados, de acordo com o edital, 50 abrigos de dois metros e 21 abrigos de três metros. Eles deverão ter cobertura em chapa de aço, espaço para cadeirante, assento em aço carbono, painéis em chapa de aço, lixeira fixada na lateral.

Conforme a Prefeitura, os critérios para a escolha dos pontos que receberão os abrigos são técnicos, levando em consideração as vias mais movimentadas e com maior quantidade de pessoas aguardando pelo transporte coletivo.

Além disso, foi levado em conta também o tamanho da calçada, existência de postes ou árvores que possam impedir a instalação dos abrigos.

Segundo o município, os bairros serão contemplados, pois na área central há diversos pontos com abrigo e a demanda é menor.

A empresa tem prazo de cinco meses para concluir a instalação dos pontos de abrigo, a partir do primeiro dia útil da emissão da ordem de serviço.

Apesar de apenas uma empresa estar participando da licitação, a legislação obriga que o município respeite o prazo para eventuais contestações ao processo. Por isso, a assinatura do contrato só deve ocorrer em 30 dias.

ADOTE UM ABRIGO

Conforme a Prefeitura, além da contratação da empresa para a instalação dos pontos, o município continua incentivando os empresários a participar do projeto ‘Adote um Abrigo’, que prevê a inserção de publicidade das empresas participantes.

Em troca, elas deverão ficar responsáveis por todo o custo de construção, instalação, manutenção e recuperação dos abrigos. Os trabalhos deverão ser supervisionados pela Secretaria Municipal de Planejamento Urbano e Habitação.

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Fonte:
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Entrevista Exclusiva

VÍDEO: Vizinho tentou salvar idosa que morreu durante incêndio em Araçatuba

Testemunha contou como foi a tentativa de resgate da idosa que morreu carbonizada em Araçatuba

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Ricardo Luciano Amorim dos Santos, 43 anos, contou ao Regional Press como foi a tentativa de resgate da idosa Edna Garcia, 85 anos, que morreu carbonizada durante um incêndio na casa dela, na noite desta segunda-feira (15), no bairro Vila Industrial, em Araçatuba.

Socorrido com queimadura na mão e suspeita de lesão em uma costela, Ricardo foi atendido no pronto-socorro municipal e liberado na madrugada de hoje (16).

Ele contou que, junto com outras testemunhas, chegou a ter contato com a idosa ainda viva em meio ao fogo que atingia a casa.

Ele disse que a moradora estava com graves queimaduras e que não foi possível retirá-la devido ao excesso de pele que se desprendia dos braços da vítima.

A tentativa de resgate durou até ocorrer uma explosão, possivelmente no botijão de gás. Paredes começaram a desmoronar e os vizinhos tiveram que sair. Ricardo ainda caiu e foi retirado do local pelos colegas.

Veja o vídeo com a íntegra da entrevista exclusiva que a testemunha deu ao Regional Press.

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Urupês (SP)

Égua coberta por montanha de mato chama a atenção no interior de SP

Prefeitura informou que está investigando o caso e que vai tomar as providências cabíveis.

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Moradora registrou a cena da égua coberta por montanha de mato em Urupês — Foto: Arquivo pessoal

Uma égua foi flagrada carregando uma ‘montanha’ de mato no bairro Jardim Novo Mundo, em Urupês, cidade a aproximadamente 170 km de Araçatuba.

A imagem foi enviada para a equipe da TV TEM nesta segunda-feira (15) por uma moradora, que afirma que se revoltou ao ver o animal com a grande quantidade de restos de podas. O mato, de acordo com ela, foi colocado na égua por um carroceiro.

Ainda de acordo com a mulher, que preferiu não se identificar, o caso foi registrado no sábado (13). Ela conta que questionou o homem sobre o peso e quantidade do material que a égua transportava, já que estava com a pata machucada.

Contudo, ele teria afirmado que o animal é idoso e já iria descarregar os restos de podas.

Maus-tratos

Conforme a TV TEM, procurou a Polícia Militar, que afirmou não ter recebido nenhum tipo de denúncia, mas explicou que vai tentar encontrar o carroceiro e que ele pode responder criminalmente por maus-tratos.

A Prefeitura de Urupês informou que está investigando o caso e que vai tomar as providências cabíveis.

Além disso, também disse que as carroças que circulam na cidade devem seguir as leis e que a do homem está desrespeitando as regras.

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Interior de SP

Réu que disparou contra ex-enteada será submetido a novo julgamento

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A 12ª Câmara de Direito Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo deu provimento a recurso interposto pelo Ministério Público e determinou que homem que tentou matar, a tiros, a filha de sua ex-companheira seja submetido a novo júri popular.

Segundo o relator da apelação, desembargador Vico Mañas, a decisão que afastou a qualificadora de feminicídio foi manifestamente contrária às provas dos autos.

O caso aconteceu no município de Amparo. Consta nos autos que, inconformado com o fim do relacionamento, o réu acusava a filha de sua ex-companheira de ser a responsável por sua mãe não aceitar reatar.

Determinado dia, abordou a ex-enteada e desferiu dois tiros em suas costas; a vítima caiu e o homem disparou o terceiro tiro acertando sua perna. A vítima foi socorrida e sobreviveu.

O tribunal popular descaracterizou a qualificadora de feminicídio e reconheceu o privilégio da ação por violenta emoção, o que resultou em diminuição da pena. Assim, o acusado foi sentenciado a 11 anos e um mês de reclusão, em regime inicial fechado.

“Contrariou manifestamente a prova dos autos o afastamento da qualificadora do feminicídio. Afinal, tratou-se de delito contra a mulher por razões da condição do sexo feminino, nos termos do art. 121, § 2º, VI, do CP, definido como tal a infração que envolva violência doméstica, conforme o art. 121, § 2º-A, I, do CP”, escreveu o relator em seu voto.

“Inegável que compete ao Tribunal do Júri dizer sobre a ocorrência ou não das qualificadoras atribuídas. Mas isto não representa que deva ser preservado o veredito quando manifestamente improcedente a compreensão exarada sobre tais circunstâncias, como na hipótese”, concluiu o magistrado.

O julgamento teve a participação dos desembargadores João Morenghi e Angélica de Almeida. A votação foi unânime.

Processo nº 0005404-10.2016.8.26.0022.

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