CONECTE CONOSCO

FUTEBOL

Messi chora, perde ônibus e ouve críticas de torcedores após queda

Publicado em



A noite ruim de Lionel Messi não terminou quando o árbitro turco Cüneyt Çakır apitou o final da partida no estádio de Anfield nesta terça-feira (7). Ele ainda enfrentaria mais problemas até entrar no voo que levou a delegação do Barcelona de volta à Espanha.

Em campo, o Liverpool conseguiu virada histórica contra a equipe do argentino. Depois de perder por 3 a 0 no Camp Nou, goleou por 4 a 0 na Inglaterra e avançou à final da Champions League, torneio que Messi havia prometido levar mais uma vez para Barcelona após quatro anos de espera.

No vestiário, após a surpreendente derrota, o atacante chorou, segundo o diário inglês Guardian. Não foi a primeira vez que uma derrota importante abalou o camisa 10. Geralmente isso acontece com a camisa da seleção argentina. Ele havia derramado lágrimas diante dos companheiros após as derrotas nas finais da Copa do Mundo de 2014 e da Copa América de 2015 e 2016.

Quando a Argentina caiu diante da França, no ano passado, no Mundial da Rússia, ele também chorou.
Escolhido para o exame antidoping, Messi levou mais tempo do que de costume e quando, saiu da sala, o ônibus com os jogadores do Barcelona já havia deixado o estádio. Sempre acompanhado do funcionário do clube Pepe Costa, que o segue a todos os lugares, ele teve de esperar o carro enviado para buscá-lo.

Mãos nos bolsos e expressão abatida, Messi saiu sem falar com a imprensa, tal qual aconteceu em outras derrotas traumáticas. Apenas Sergio Busquets e Luis Suárez conversaram com os repórteres. Voz embargada, Busquets quase chorou.

Quando fazia os procedimentos de embarque e passava sua mala pelo raio-x do aeroporto, foi cobrado por torcedores do Barcelona que também estavam no aeroporto. Alguns o xingaram e ele chegou a questioná-los porque aquilo estava acontecendo. Mas, ao mesmo tempo, outro grupo de fãs o aplaudiu e incentivou.

Já campeão espanhol, o Barcelona entra em campo pela liga no domingo (12), contra o Getafe. A equipe ainda pode vencer outro título na temporada. No dia 25, faz a final da Copa do Rei diante do Valencia.

Deixe sua opinião

Fonte:
Anunciante

esporte

Penápolis sedia 8º Torneio de Judô “Massamitsu Idemori”

Publicado em

O 8º Torneio de Judô “Professor Massamitsu Idemori” deve trazer mais de 300 atletas à Penápolis no fim de semana

Penápolis recebe neste domingo, 26, o 8º Torneio de Judô “Professor Massamitsu Idemori”. O evento acontece a partir das 8h30, no ginásio municipal de esportes “Prof. Antonio Castilho Braga”. A promoção é da Prefeitura de Penápolis, por meio da Secretaria Municipal de Esporte Lazer e Juventude, e da Associação de Pais e Alunos do Judô, com apoio da Associação Morimoto de Lins.

O torneio também tem apoio e supervisão da 5ª Delegacia Regional Noroeste da Federação Paulista de Judô, coordenada pelo delegado Wilmar Terumiti Shiraga.

A expectativa é que 20 equipes e mais de 300 atletas de toda a região participem da competição, que é uma das mais tradicionais do calendário esportivo da cidade.

A programação prevê que às 08h30 acontece a disputa da Classe Festival para judocas iniciantes, não federados, até 12 anos de idade. Às 10h30 está prevista a abertura oficial do torneio, com a presença de autoridades. Já às 11h, iniciarão as disputas das categorias de peso, nas categorias masculino e feminino, obedecendo a seguinte ordem: Sub-9 (Mirim), Sub-11 (Infantil), Sub-13 (Infanto-Juvenil), Sub-15 (Pré-Juvenil), Sub-18 (Juvenil), Adulto e Veterano.

Os melhores atletas de cada categoria serão premiados com medalhas personalizadas. As cinco primeiras equipes com o maior número de pontos receberão troféus.

O secretário municipal de Esporte de Penápolis, professor Paulo Henrique Sanchez, reforça o convite para que toda a comunidade penapolense prestigie o evento, que tem entrada franca.

“O judô é uma arte marcial moderna japonesa, criada em 1882 por Jigoro Kano, e consiste em tentar imobilizar um oponente no chão. Para as crianças, o judô, assim como qualquer outra arte marcial, desenvolve a autodefesa, melhora a concentração, a disciplina, a coordenação motora e a respiração. É um esporte completo”, disse o secretário.

Prática
Para aqueles que desejam conhecer a modalidade, a Secretaria de Esporte Lazer e Juventude mantém parceria com a Associação de Pais e Alunos do Judô, para a prática do esporte.

Penápolis é uma das poucas cidades do Estado que possui um ginásio próprio de lutas, com tatame, arquibancada e vestiários. O Ginásio Municipal de Lutas fica no Parque Maria Chica e as aulas acontecem às terças e quintas-feiras, das 8h30 às 21h.

Mais informações sobre a modalidade podem ser obtidas diretamente na Secretaria de Esporte, pelo fone (18) 3652-5582 ou ainda com o professor Ailton Calado pelo fone (14) 99131-5470.

Deixe sua opinião

CONTINUE LENDO

NOVIDADE

Matheus Jesus se destaca em treino e pode ser surpresa no Corinthians

O volante foi bem na distribuição de jogo, errou poucos passes e mostrou bom entrosamento, apesar dos poucos treinos

Publicado em

© Divulgação

O volante Matheus Jesus, novo reforço do Corinthians, foi um dos destaques do treinamento realizado nesta terça-feira, no CT Joaquim Grava. Inscrito na Copa Sul-Americana nas alterações que o clube encaminhou nesta terça-feira para a Conmebol, o reforço tem chances de fazer na estreia na quinta-feira, quando o time faz sua primeira partida no torneio diante do Deportivo Lara, às 19h15, na Arena Corinthians.

Matheus Jesus foi bem na distribuição de jogo, errou poucos passes e mostrou bom entrosamento, apesar dos poucos treinos. As outras alterações na lista foram a entrada de Junior Urso e Régis. Aqueles que saíram foram Thiaguinho, Gustavo Silva e Romero.

Matheus foi o primeiro reforço confirmado pelo Corinthians após a conquista do Campeonato Paulista. O segundo foi o atacante Everaldo, que estava no Fluminense. Jogador do Estoril, de Portugal, ele assinou contrato de empréstimo até o fim da temporada, com compra obrigatória fixada. O clube do Parque São Jorge ficará com 50% dos direitos econômicos, mas os valores da transação não foram revelados.

O treino teve pouca participação dos titulares da vitória sobre o Athletico pelo Campeonato Brasileiro. Eles fizeram treinamento curto em campo reduzido para diminuir o desgaste físico. Os reservas participaram de treinamento coletivo com participação de Jadson, Sornoza, Pedrinho e Boselli.

Deixe sua opinião

CONTINUE LENDO

Luto

Tricampeão da F-1, austríaco Niki Lauda morre aos 70 anos

Publicado em

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Três vezes campeão mundial de Fórmula 1, o austríaco Niki Lauda morreu nesta segunda (20), aos 70 anos. Atualmente, ele ocupava um cargo de dirigente da equipe Mercedes.

Vencedor dos Mundiais de F-1 em 1975, 1977 e 1984, Lauda correu por cinco equipes durante a sua carreira: March, BRM, Ferrari, Brabham e McLaren.

“É com profundo pesar que anunciamos que nosso querido Niki morreu de forma pacífica ao lado de seus familiares. Suas conquistas únicas como atleta e empreendedor são e continuarão inesquecíveis, seu incansável entusiasmo pela ação, sua franqueza e sua coragem permanecerão como um modelo e uma referência para todos nós. Ele era um marido, pai e avô amoroso e carinhoso longe do público, e sentiremos a sua falta”, informou o e-mail assinado pela família Lauda.

Até hoje, ele é o único piloto a ter vencido o campeonato por Ferrari e McLaren. Um dos momentos mais marcantes da sua trajetória foi em 1976, no circuito de Nürburgring, na Alemanha, quando Lauda sofreu um acidente e ficou preso nas ferragens da sua Ferrari, que pegou fogo.

Apesar das graves queimaduras, que causaram sequelas principalmente em sua orelha, e de ter inalado gases tóxicos, ele ainda voltou a pilotar no mesmo ano.

O acidente e a história da rivalidade entre Lauda e o britânico James Hunt foram mostrados no filme “Rush – No Limite da Emoção”, de 2013, dirigido por Ron Howard. Lauda foi interpretado pelo ator Daniel Brühl.

Em 2018, Lauda ficou cerca de dois meses internado após precisar passar com urgência por um transplante de pulmão. No começo deste ano, voltou a ser internado, após uma gripe.

Deixe sua opinião

CONTINUE LENDO

BOA AÇÃO

Corinthians acolhe e dá emprego a imigrantes africanos

Dois amigos ganharam uma oportunidade do clube e estão desempenhando um excelente trabalho no Corinthians

Publicado em

O eletricista Komlan Bolouvi e a contadora Rissikatou Modoukpe não estavam satisfeitos com a situação política e a falta de trabalho em seus respectivos países, duas pequenas nações africanas: Togo e Benin. Depois de tentar sem sucesso um visto de permanência na Europa, Komlan pesquisou na internet países mais acolhedores para estrangeiros e decidiu imigrar para o Brasil em 2017. Ele veio na frente e facilitou a chegada da amiga Rissi. Hoje, os dois são funcionários do Parque São Jorge, sede administrativa do Corinthians.

Rissikatou, ou apenas Rissi, trabalhava no Ministério do Turismo no Benin. Ela conta que a situação do país da costa ocidental da África vinha bem até 2015. Nessa época, a economia baseada no algodão, que corresponde a 80% da exportação, começou a ruir. Casos de corrupção no governo, desemprego e crescente desigualdade social fizeram com que Rissi decidisse sair. Em 2017, deixou seu filho, então com três anos, e apostou no Brasil.

Aqui, ela vê enormes semelhantes com sua terra natal, colônia francesa até 1960. Não é uma apenas uma impressão pessoal. Entre os séculos XVII e XIX, o País recebeu um grande fluxo de escravos da região do reino de Daomé, onde está hoje o Benin. Os historiadores apontam que a costa ocidental tem pratos parecidos com o acarajé e a feijoada e adota uma espécie de candomblé.

Mas o diploma de Ciências Contábeis de Rissi não foi reconhecido aqui. Ela foi acolhida por Ana Canadá, gerente de Esportes Aquáticos do Corinthians, e chegou a trabalhar como empregada doméstica. Hoje, ganhou uma oportunidade na área de limpeza das piscinas do clube. “Ela foi um anjo para mim”, diz a africana.

Rissi começou a estudar novamente depois que ganhou uma bolsa de estudos da Universidade Brasil, patrocinadora do Corinthians, no programa Esporte com Educação. A cada vitória, gol marcado, partida sem sofrer gol e rodada na liderança do Campeonato Brasileiro renderam uma bolsa de estudo. No ano passado, foram 57 benefícios. A doação se dirige os funcionários, trabalhadores com renda de até dois salários mínimos e atletas do futebol feminino. “Tive dificuldades psicológicas para entender que não podia trabalhar com contabilidade no Brasil, mas hoje eu aceitei. Quero me estabilizar e trazer meu filho para cá”, diz a beninense.

Komlan chegou ao Brasil antes de Rissi. Ele estava insatisfeito com a questão política de Togo, que vive uma das mais longas ditaduras do continente africano. Hoje, o país é chefiado por Faure Gnassingbe que está no poder desde 2005. Ele é filho do general Gnassingbe Eyadema, que já havia governado o país com uma ditadura durante 38 anos. “Você não pode falar sobre política. Se falar, você simplesmente desaparece”, conta.

A falta de liberdade política se reflete na economia nacional, opina Komlan. “O país não evolui. Os ricos estão cada vez mais ricos”. A agricultura é a principal fonte de receitas com o plantio de mandioca, algodão, milho, frutas, café e cacau. O setor industrial é pouco diversificado. Mais da metade dos togoleses vive com menos de 1,25 dólar por dia, quantia considerada insuficiente para suprir as necessidades básicas. Esse fato se reflete no alto índice de subnutrição (37%), na baixa expectativa de vida (58 anos) Apenas 10% das casas têm saneamento.

Depois de enfrentar situações de discriminação na Europa, Komlan pesquisou na internet e consultou os amigos sobre países que poderiam aceitá-lo. Com o apoio de africanos que já estavam no Brasil, conseguiu a documentação de permanência. Dono de um diploma de Educação Física, ele também se formou como Eletricista no Serviço Nacional da Indústria (Senai) e conseguiu um emprego como auxiliar de Serviços Gerais no Corinthians. Hoje, cuida da manutenção das quadras de tênis. “Ninguém pode falar mal do Corinthians perto de mim”, sorri Komlan.

Ele sente saudades do filho de 12 anos e da mãe. Diz que só com Deus no País, mas que não se sente sozinho. “O Brasil gosta muito de mim e eu gosto muito do Brasil”.

Deixe sua opinião

CONTINUE LENDO

©2018 Regional Press- Direitos Reservados | Vamos fazer um site? Logo RC Criativa