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Mega-Sena de R$ 170 milhões lota lotéricas em Araçatuba

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Foto: Alexander Rodrigues/Colaboração


Atraídos pelo maior prêmio do ano da Mega-Sena, que tem previsão de pagar R$ 170 milhões ao apostador que acertar as seis dezenas que serão sorteadas nesta quarta-feira (8), araçatubenses lotam as lotéricas da cidade.

Nesta terça-feira (7), por volta das 15h, uma fila de aproximadamente 30 pessoas se formava em uma lotérica da Rua do Fico.

O aposentado João Carlos Santos, 74 anos, disse que aposta regularmente na Mega-Sena e na Lotofácil, mas garante que o foco é no grande prêmio de hoje.

“Se eu ganhar não preciso mais me preocupar nunca, é só curtir com a família e viajar pelo Brasil inteiro”, disse ele.

Maria Cláudia Rodrigues, 66 anos, também é aposentada, mas trabalha como cozinheira para complementar a renda. Caso ganhe o prêmio de R$ 170 milhões, ela disse que vai poder ajudar muita gente.

“É tanto dinheiro que não dá pra querer tudo só pra mim. Dá para ajudar os familiares, amigos, vizinhos e ainda sobra uma boa quantia”, explica.

Já o auxiliar de produção Claudio Daniel Filho, de 55 anos, garante que o dinheiro é muito mais que bem-vindo e que, se ganhar, vai dar uma festa e parar de trabalhar.

“Não vou nunca mais pisar em fábrica”, contou aos risos. “É dinheiro pra umas duas ou três gerações não precisarem trabalhar. Mas tem que ter cabeça, senão ‘torra’ tudo com besteira”, finaliza.

Probabilidades

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para a aposta simples, com apenas seis dezenas, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa Econômica Federal.

Já para uma aposta com 15 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 17.517,50, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 10.003, de acordo com o banco.

 

Folha da Região/Alexander Rodrigues

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Fonte: Folha da Região
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JUSTIÇA ELEITORAL

Cartório eleitoral de Araçatuba faz novo plantão da biometria no próximo sábado

Dos 145.758 eleitores de Araçatuba, 57.499 ainda não fizeram o cadastramento biométrico obrigatório; prazo vai até 19 de dezembro

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O cartório eleitoral de Araçatuba realiza, neste sábado (21), das 8h às 13h, mais um plantão da biometria. Dos 145.758 eleitores do município, 57.499 ainda não fizeram o cadastramento biométrico obrigatório para ficar em dia com a Justiça Eleitoral e poder votar nas eleições municipais de 2020. O prazo acaba em 19 de dezembro.

Desta segunda-feira (16) até a data-limite para fazer a biometria em Araçatuba, tem 62 dias úteis. Para que todos os eleitores façam o cadastramento, o cartório eleitoral deveria atender 928 pessoas por dia.

No entanto, a média de atendimentos diários não chega nem à metade disso. Por dia, segundo a chefe do cartório da 299ª zona eleitoral de Araçatuba, Fabiana Camargo de Oliveira Silva, 400 eleitores têm feito a biometria em setembro.

“Em agosto, atendemos 600 pessoas por dia, mas em setembro, está preocupante. Acho que só por um milagre vamos chegar aos 100% dos eleitores com biometria em Araçatuba”, afirma Fabiana.

Até agora, 60,55% do eleitorado de Araçatuba providenciaram o cadastramento, o que equivale a 88.259 eleitores.

O plantão deste sábado é uma oportunidade para os cidadãos que não têm disponibilidade de ir ao cartório no horário normal de funcionamento, que é de segunda a sexta, das 9h às 18h. O cartório eleitoral irá trabalhar com 15 guichês de atendimento e não é necessário fazer o agendamento pela internet.

No cartório, o eleitor atualiza os seus dados, passa pela coleta das impressões digitais, assina digitalmente seu novo título e é fotografado. O procedimento dura, em média, dez minutos, e é gratuito.

É preciso levar um documento com foto, um comprovante de residência atual e, se tiver, o título de eleitor. O cidadão recebe um novo título após a biometria e fica apto a votar nas eleições de 2020.

CONSEQUÊNCIAS

Quem não fizer o cadastramento biométrico até o dia 19 de dezembro, terá o título cancelado, não poderá ter acesso a financiamentos e empréstimos em bancos públicos, como Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil; terá o acesso impedido a escolas e universidades públicas e não conseguirá tirar passaporte nem RG.

Os servidores públicos sem o recadastramento biométrico não receberão seus salários.

OBRIGATÓRIO

O cadastramento é obrigatório em 479 cidades do Estado. Confira aqui se seu município está na lista http://www.tre-sp.jus.br/eleitor/identificacao-biometrica-1/ciclo-da-biometria-obrigatoria-2019-2020.

Para evitar filas durante a semana, o eleitor pode fazer o agendamento pelo site do TRE-SP, por meio do link http://www.tre-sp.jus.br/eleitor/agendamento-titulo-eleitoral-3.

SERVIÇO

O Cartório Eleitoral de Araçatuba fica na Rua Brigadeiro Luiz Antônio, 46, Higienópolis.

Neste sábado, o plantão será das 8h às 13h.

De segunda a sexta, o horário de funcionamento é das 9h às 18h, sem interrupção para o almoço.

 

 

 

 

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SAÚDE PÚBLICA

Birigui intensifica busca de casos de tuberculose nas UBSs

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Quem está com tosse por mais de três semanas, acompanhada ou não de febre, sudorese noturna, falta de apetite, perda de peso, cansaço, dor no peito ou nas costas, deve procurar uma das dez UBSs (Unidades Básicas de Saúde) de Birigui para solicitar gratuitamente o exame de escarro para diagnóstico de tuberculose.

A ação faz parte da primeira fase da campanha de Intensificação de Busca Ativa de Tuberculose, que está sendo promovida pela Secretaria Municipal de Saúde de 9 a 23 de setembro.

O objetivo é prevenir e identificar precocemente novos casos da doença, que muitas vezes é confundida com uma gripe mal curada.

A Vigilância Epidemiológica explica que desde o último dia 9 todas as UBSs estão reforçando as orientações sobre a doença e fazendo a coleta de escarro para análise. “

A população deve ficar atenta aos sintomas e procurar atendimento médico, pois a doença pode levar a óbito quando não tratada corretamente.

DOENÇA

A tuberculose é uma doença infectocontagiosa causada por uma bactéria que ataca principalmente os pulmões, mas pode ocorrer também em outros órgãos do corpo, como ossos, rins e meninges (membranas que envolvem o cérebro).

A transmissão ocorre a partir da inalação de pequenas gotas de saliva expelidas pela tosse, fala ou espirro do portador da doença.

O tratamento contra a tuberculose é oferecido gratuitamente pela rede municipal de Saúde. É feito por meio do TDO (Tratamento Diretamente Observado), onde o paciente toma a medicação diariamente na presença de um profissional de saúde, durante seis meses.

Para que tenha eficiência, o tratamento não pode ser interrompido, mesmo que os sintomas tenham desaparecido.

 

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Saúde

Pesquisa detalha distribuição dos subtipos do HIV no Brasil

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Entender como atuam os subtipos do vírus da Aids, o HIV, entre os brasileiros é um dos objetivos de um estudo desenvolvido por pesquisadores da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) e da Universidade do Minho (UMinho), em Portugal.

A primeira etapa do projeto confirmou dados da literatura científica que apontam uma concentração do subtipo C na Região Sul do país, enquanto o tipo B é mais disseminado nas demais regiões do país.

O professor Bernardino Geraldo Alves Souto, do Departamento de Medicina (DMed) da UFSCar, que desenvolve a pesquisa no pós-doutorado, explica que a hipótese para essa distribuição geográfica é que o subtipo C tem afinidades por determinadas células do corpo humano que são diferentes daquelas observadas no subtipo B.

“Tem locais que, do ponto de visto sociocomportamental, a maior parte das infecções por HIV é transmitida por via anal, provavelmente nessas áreas prevalece o subtipo B. Aquelas em que a transmissão é mais por via vaginal prevalece o subtipo C. Não é só isso, mas um conjunto de eventos socioculturais e comportamentais, que relacionados com características genéticas do vírus, determina certa afinidade do vírus por determinadas células humanas”, explicou Souto.

Existem dois tipos de HIV, 1 e 2. O mais prevalente no Brasil é o tipo 1, o qual tem nove subtipos. “São pequenas variações genéticas que existem dentro da mesma espécie viral que faz com que eles possam ter pequenas características que diferenciem um do outro”, aponta o pesquisador. Os subtipos B e C respondem por cerca de 80% dos casos no país.

Transmissão

Souto disse que todos os subtipos do HIV são transmitidos do mesmo jeito – relações sexuais sem preservativo, compartilhamento de seringas e agulhas contaminadas, aleitamento materno, gravidez e parto. Entre essas vias, no entanto, algumas transmitem mais facilmente um subtipo do que outro. Isso se deve a características biológicas de base genética que são particulares a cada subtipo, ainda pouco esclarecidas.

O pesquisador aponta que o detalhamento desses dados permite, por exemplo, identificar prevalências de subtipos do HIV e definir melhor as políticas de prevenção e tratamento. “Existe uma política nacional de controle do HIV, de excelente qualidade, não há o que se discutir, mas quando a gente descobre que existem questões regionais que são específicas, pode ser que a gente tenha que pegar esses protocolos nacionais, que são padronizados, e fazer algumas adaptações e otimizar as abordagens preventivas e terapêuticas”, disse.

Pesquisa

O estudo propõe estabelecer a epidemiologia, a filogenia e a filogeografia dos subtipos do HIV que circulam no Brasil. A epidemiologia avaliou como o vírus se distribui no território nacional, se afeta mais homens, mulheres, pessoas com maior ou menor grau de escolaridade, como os indivíduos contraíram o HIV, entre outros aspectos. A filogenia estudou as características genéticas do HIV de milhares de pessoas para entender os ancestrais desses vírus e suas origens, quando chegaram ao Brasil e qual a relação genética que há entre os diversos subtipos do HIV que estão no país.

A filogeografia busca entender de que lugar do mundo vieram os subtipos do vírus que circulam no Brasil, como eles circulam por aqui e para qual lugar do mundo os vírus “nacionais” estão indo. “A gente já tem informações a respeito da origem do vírus do subtipo C, que é africano e se instalou no Sul do país e está tendo dificuldade de circular fora da Região Sul. Essa é uma versão preliminar dos nossos achados, estamos aprofundando isso para ter compreensão melhor”, disse Souto.

Dados

De acordo com o Programa das Nações Unidas sobre o HIV (Unaids), em 2019, há 37,9 milhões de pessoas infectadas com o vírus no mundo, dos quais 23,3 milhões têm acesso à terapia antirretroviral. Do total de infectados no mundo, 36,2 milhões são adultos e 1,7 milhão são crianças e jovens com menos de 15 anos.

No Brasil, o último Boletim Epidemiológico da Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, divulgado em 2018, mostra que, entre 2007 e 2018, foram notificados, pelo Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan), 247.795 casos de Aids (68,6% em homens e 31,4% em mulheres).

O Brasil teve uma média de 40 mil novos casos da doença nos últimos cinco anos, com maior concentração nas regiões Sudeste e Sul.

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error: Conteúdo protegido. LEI Nº 9.610, DE 19 DE FEVEREIRO DE 1998
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