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Lojas do Multi Shop oferecem descontos de até 50% neste Dia das Mães

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O Multi Shop, centro de compras localizado no calçadão da Marechal Deodoro, em Araçatuba, abre em horário especial nesta sexta (10) e sábado (11) que antecedem o Dia das Mães. A expectativa é de um incremento de 5% nas vendas em comparação com o mesmo período do ano passado.

Nesta sexta, o horário de funcionamento é das 9h às 22h. Neste sábado, das 9h às 18h, com animação do cantor Fabinho na Praça de Alimentação.

Conforme o administrador do Multi Shop, Marcelo Benício, as 50 lojas do centro de compras oferecem descontos de até 50%. As opções são variadas: celulares, sapatos, perfumes, roupas, acessórios, joias, relógios e cosméticos.

A expectativa é de que o tíquete médio varie de R$ 50,00 a R$ 100,00. “O Dia das Mães é o nosso segundo Natal, todo mundo compra presente para a mamãe”, afirma.

Para Benício, a partir deste mês, a expectativa é de melhora nas vendas. “No começo do ano, as pessoas estavam endividadas, pagando as despesas de final de ano e os encargos de janeiro”, lembrou. “Todo mundo segurou um pouco as contas, mas temos a convicção de que vai melhorar a partir de agora”, finalizou.

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CULTURA

Espetáculo de dança ‘O Crivo’ é encenado no teatro do Sesi de Birigui

Entrada é gratuita, mas é necessário reservar lugar antecipadamente. Apresentação está marcada para começar às 20h.

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Bailarinos apresentam espetáculo 'O Crivo' no Sesi de Rio Preto — Foto: Laysa Vasconcelos/Divulgação

O espetáculo de dança ‘O Crivo’ é encenado neste sábado (15), às 20h, no Sesi de Birigui (SP).

A apresentação aborda a transformação do dia a dia inspirada nas relações entre os brasileiros.

Durante o espetáculo, dois homens criam relações que só se revelam na medida em que atravessam suas histórias.

A entrada é gratuita, mas é preciso reservar lugar no teatro do clube antecipadamente pelo site.

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POLÍTICA

Bolsonaro critica decisão do Senado de sustar decreto de armas

Medida foi barrada em comissão, mas ainda passará pelo plenário.

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O presidente Jair Bolsonaro criticou hoje (13) a decisão da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, que rejeitou ontem (12), por 15 votos a 9, o relatório do senador Marcos do Val (Cidadania-ES), que era a favor do Decreto 9.875/19, editado pelo governo no mês passado. Entre outras medidas, o decreto de Bolsonaro ampliou a diversidade de calibres de armas de uso permitido, a quantidade de compra de munições e a extensão para 11 categorias profissionais o direito de porte de armas.

“Quem está perdendo não sou eu não. Eu tenho porte de arma porque eu sou capitão do Exército. Quem está perdendo é o povo que quer arma, esse povo que, em 2005, foi lá no referendo e votou pelo direito de comprar armas e munições e o governo do PT simplesmente ignorou, passou por cima disso”, disse Bolsonaro durante live semanal transmitida em sua página no Facebook.

O presidente gravou o vídeo em Belém, onde cumpriu uma agenda de inauguração de casas populares do programa Minha Casa inha Vda. Ele estava acompanhado, durante a transmissão, pelo presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, e pelos deputados federais Marco Feliciano (Pode-SP) e Éder Mauro (PSD-PA).

O presidente atribuiu o resultado na CCJ à atuação dos partidos de esquerda. “Eles o tempo todo trabalham contra o direito de você, cidadão, ter uma arma”, disse. Bolsonaro defendeu as mudanças propostas e disse que o decreto é constitucional.

Com a derrota na CCJ, o Projeto de Decreto Legislativo que pretende sustar os efeitos do decreto de armas será votado pelo plenário da Casa, para onde a matéria segue em regime de urgência na tramitação. Nesse caso, o resultado da comissão serve apenas para instruir a discussão com os 81 senadores.

Caso a decisão da CCJ seja confirmada no plenário do Senado, por maioria simples, a proposta segue para a Câmara, onde será definido se passa por alguma comissão temática, como a CCJ, por exemplo, ou se vai direto a plenário.

Se o decreto editado por Bolsonaro também for rejeitado pelos deputados, o Decreto 9.875/19 perde o efeito imediatamente. Nesse caso, o Projeto de Decreto Legislativo deverá prever o que acontece com os que adquiriram armas respaldadas pelo decreto presidencial.

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Moro nega ‘anormalidade ou direcionamento’ em troca de mensagens com Dallagnol

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(FOLHAPRESS) – O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, negou que nas mensagens trocadas com o procurador Deltan Dallagnol, divulgadas neste domingo (9) pelo site The Intercept Brasil, haja “qualquer anormalidade ou direcionamento” da sua atuação como juiz.

Mensagens atribuídas a Moro e a Dallagnol, coordenador da força-tarefa da Lava Jato, mostram que os dois trocavam colaborações quando o ex-juiz estava à frente da 13ª Vara Federal de Curitiba.

De acordo com o site, o conteúdo das mensagens indica que Moro interferiu na atuação da força-tarefa, sugerindo que Dallagnol invertesse a ordem de operações e dando a ele pistas de investigação.

“Quanto ao conteúdo das mensagens que me citam, não se vislumbra qualquer anormalidade ou direcionamento da atuação enquanto magistrado, apesar de terem sido retiradas de contexto e do sensacionalismo das matérias, que ignoram o gigantesco esquema de corrupção revelado pela Operação Lava Jato”, diz Moro, em nota publicada na noite deste domingo.

O Intercept informou que obteve o material de uma fonte anônima, que pediu sigilo. O pacote inclui mensagens privadas e de grupos da força-tarefa no aplicativo Telegram de 2015 a 2018.

Em sua nota, Moro lamentou o que chamou de “falta de indicação de fonte de pessoa responsável pela invasão criminosa de celulares de procuradores”.

O jornalista Glenn Greenwald, fundador e editor do Intercept Brasil, disse à Folha de S.Paulo que o site respeitará o direito ao sigilo da fonte que repassou as conversas e que, por isso, não pode detalhar a origem do material.
Ele afirmou, no entanto, ter “absoluto nível de confiança” na veracidade do conteúdo.

Greenwald disse ainda que a obtenção do material não tem nenhuma relação com a invasão, na terça-feira (4), ao celular de Moro. O próprio ministro afirmou que nenhuma informação foi roubada do aparelho.

“O arquivo que possuímos não tem nada a ver com esse episódio do hacker. Recebemos tudo semanas atrás. A fonte nos procurou há cerca de um mês”, disse o editor.

Mais cedo, em comunicado, a equipe de procuradores da operação chamou a revelação das mensagens de “ataque criminoso à Lava Jato” e disse que o caso põe em risco a segurança de seus integrantes.

A nota afirma que os membros do MPF (Ministério Público Federal) “foram vítimas de ação criminosa de um hacker que praticou os mais graves ataques à atividade do Ministério Público, à vida privada e à segurança de seus integrantes”.

“A violação criminosa das comunicações de autoridades constituídas é uma grave e ilícita afronta ao Estado e se coaduna com o objetivo de obstar a continuidade da Operação, expondo a vida dos seus membros e famílias a riscos pessoais”, diz o texto.

Leia a íntegra da nota de Moro:
“Sobre supostas mensagens que me envolveriam publicadas pelo site Intercept neste domingo, 9 de junho, lamenta-se a falta de indicação de fonte de pessoa responsável pela invasão criminosa de celulares de procuradores. Assim como a postura do site que não entrou em contato antes da publicação, contrariando regra básica do jornalismo.

Quanto ao conteúdo das mensagens que me citam, não se vislumbra qualquer anormalidade ou direcionamento da atuação enquanto magistrado, apesar de terem sido retiradas de contexto e do sensacionalismo das matérias, que ignoram o gigantesco esquema de corrupção revelado pela Operação Lava Jato.”

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