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educação

Inep lança conteúdo em Libras referente ao Enem 2019

Publicado em



Pessoas surdas que quiserem fazer o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em 2019 têm à disposição conteúdos exclusivos em Língua Brasileira de Sinais (Libras).

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) disponibilizou uma versão do edital em Libras em seu canal no YouTube.

Na próxima semana, será publicado um passo a passo das inscrições, especialmente para a comunidade surda.

O Inep também vai veicular uma campanha de comunicação em Libras em suas redes sociais. Os vídeos vão destacar as principais informações e datas do exame, que será aplicado nos dias 3 e 10 de novembro. Gravada pela Comissão de Libras do Enem, a campanha será veiculada durante todo o ano.

As ações fazem parte do Enem em Libras, uma iniciativa da Política de Acessibilidade e Inclusão do Inep direcionada à comunidade surda que tem a Língua Brasileira de Sinais como primeira língua.

Conquistas

O atendimento às diferentes necessidades dos participantes surdos, deficientes auditivos e surdocegos é uma preocupação do Inep ao longo da história do Enem. Recursos de acessibilidade, como tradutores e intérpretes de Libras, são oferecidos desde o ano 2000.

Em 2015, o Inep começou a divulgar uma versão do edital e orientações aos participantes em Língua Brasileira de Sinais. A partir de 2017, passou a oferecer a videoprova em Libras e levou o tema “Desafios para a formação educacional de surdos no Brasil” para a redação, promovendo o debate sobre o assunto. Pela primeira vez foi feita uma campanha para as redes sociais.

Na edição deste ano, pela primeira vez, participantes surdos, deficientes auditivos e surdocegos poderão indicar, durante a inscrição, o uso do aparelho auditivo ou de implante coclear.

Confira o edital em libras


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Fonte: Inep
Anunciante

CUIABÁ (MT)

Em briga motivada por nudes, mulher arranca pedaços do companheiro com mordidas

Ele quebrou o celular dela ao encontrar as fotos; ela o espancou e quebrou toda motocicleta dele

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Imagem Ilustrativa

Uma briga entre um casal, ela de 21 anos e ele de 30, no fim da madrugada deste sábado (18) terminou na delegacia com ambos ensanguentados. O homem ficou bastante ferido, após ser “atacado” pela companheira com mordidas, e teve partes do braço arrancadas com as agressões. A mulher chegou a quebrar um dente durante o ataque. O homem teria encontrado no celular da companheira fotos dela nua com outros homens quando o desentendimento começou.

O caso aconteceu no Bairro Jardim das Oliveiras, em Cuiabá, por volta das 05h30, quando o casal, que tem uma filha de três meses, chegava de um bar.

O homem acionou a Polícia Militar na quitinete onde a briga começou. Ele afirmou ter chamado a polícia para tentar impedir que a mulher continuasse a se aproximar dele e, também, por já ter apanhado outras vezes.

No local, a equipe encontrou primeiro o homem com marcas de mordidas por todo corpo, inclusive com algumas partes do braço em carne viva, e a motocicleta dele bastante danificada.

A mulher foi chamada e os dois foram encaminhados para a Central de Flagrantes de Cuiabá, onde ambos puderam contar suas versões dos fatos.

Conforme a versão do homem, o casal vinha tentando uma reconciliação, porém, ao chegar na quitinete, ele pegou o celular da companheira sem autorização e, segundo o relato dele, encontrou várias fotos de homens nus. Revoltado, ele questionou a mãe de sua filha sobre as imagens e dando início a uma discussão.

Com raiva, o homem quebrou o celular da mulher. Ela teria ficado “fora de si” e começou a agredi-lo. Na delegacia, a reportagem no LIVRE viu os hematomas no corpo do homem e sangue por toda a blusa da mulher, o companheiro, porém, afirmou que ele não reagiu às agressões.

Ainda segundo o homem, depois do “ataque”, a mulher teria quebrado toda a motocicleta dele, uma Honda CG 150 de cor verde, e o capacete, que estavam na frente da residência.

A mulher, no entanto, contesta parte da versão dada pelo companheiro. Ela confirmou que haviam chegado de um bar e que ele pegou o celular dela sem autorização. Porém, teria visto mensagens que não gostou e, por isso, quebrou o aparelho, dando início à discussão e às agressões dela.

Ela afirmou, porém, que ele também a agrediu com socos e chutes, causando, segundo o boletim de ocorrência, lesões nos lábios, punhos e chegando a quebrar um dente dela – que na versão do companheiro foi quebrado com mordidas nele.

Como o casal não entrava em consenso, ambos foram registrados no boletim de ocorrência como suspeitos, acusados de lesão corporal, injúria, vias de fato e dano. O caso foi encaminhado para a Polícia Judiciária Civil.


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Preço da gasolina termina semana em queda após 5 altas seguidas, diz ANP

O valor da gasolina divulgado pela pesquisa semanal representa uma média calculada pela ANP com os dados coletados nos postos, e, portanto, os preços podem variar de acordo com a região.

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O preço médio da gasolina nas bombas terminou a semana em queda, após subir por 5 semanas consecutivas, de acordo com dados divulgados nesta sexta-feira (17) pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

Segundo o levantamento semanal, o valor médio por litro passou de R$ 4,566 para R$ 4,558 – uma queda de 0,18%. No ano, a alta acumulada do preço da gasolina é de 4,9%.

De janeiro a abril, a inflação foi de 2,09% no mesmo período, considerando o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).

O valor da gasolina divulgado pela pesquisa semanal representa uma média calculada pela ANP com os dados coletados nos postos, e, portanto, os preços podem variar de acordo com a região.

Já o diesel terminou a semana subiu 0,22%, de R$ 3,644 por litro para R$ 3,652. No ano, o valor médio do combustível acumula alta de 5,8%. Da mesma maneira que a gasolina, o valor é a média calculada pela ANP com os dados coletados nos postos.

ANP também monitora os valores médios do etanol e do gás de cozinha. Nesta semana, o preço médio do etanol caiu 1,8%, de R$ 3,060 por litro para R$ 3,005. Foi a terceira queda semanal seguida. No ano, porém, o valor do combustível acumula avanço de 6%.

O preço médio do gás de cozinha também terminou a semana em queda. O recuo foi de 0,36%, para de R$ 69,2 para R$ 68,95.


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POLÍTICA

Bolsonaro sanciona projeto que anistia multas de partidos políticos

Pacote de bondades pode custar R$ 70 milhões, valor dos débitos dos diretórios municipais de quase todas os partidos com o Fisco

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© Marcos Corrêa/PR

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) sancionou, na noite desta sexta-feira (17/05/2019) o projeto de lei que anistia multas aplicadas a partidos políticos, entre elas as motivadas pelo não uso de um mínimo de 5% das verbas do Fundo Partidário para promover a participação política das mulheres entre 2010 e 2018, mesmo tendo direcionado o dinheiro para candidaturas femininas.

O projeto foi sancionado com um veto. Esta é a primeira vez desde 1995 que um presidente autoriza o cancelamento deste tipo de punição às siglas. A lei 13.831 será publicada no Diário Oficial da União (DOU) na próxima segunda-feira (20/05/2019).

Bolsonaro vetou o trecho que permitia a anistia em caso de doações de servidores públicos que exerçam função ou cargo público de livre nomeação e exoneração, desde que filiados a partidos políticos.

Aprovado pelo Congresso em abril, o projeto tinha até esta sexta para ser sancionado ou perdia a validade. Nessa quinta-feira (16/05/2019), o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), que estava como presidente da República em exercício, chegou a assinar o texto e deixá-lo pronto para ser publicado no Diário Oficial da União (DOU), mas teve dúvidas e optou por não encaminhá-lo a sanção.

A estimativa é de que o pacote de bondades para as legendas pode chegar a R$ 70 milhões, valor dos débitos dos diretórios municipais de quase todos os partidos com o Fisco.

O projeto de lei prevê ainda outras mudanças que, apesar de não envolverem diretamente dinheiro público, abrandam exigências aos partidos.

Comissões provisórias

Uma delas, segundo analistas, reduz a democracia interna nas siglas ao permitir que comissões provisórias funcionem por até oito anos.

Em outro ponto, o projeto determina que a Receita não poderá mais cancelar “o cadastro dos órgãos partidários que não tiverem movimentação financeira, bem como não poderá cobrar taxas ou multas para a reativação da inscrição daqueles que foram baixados ou tornados inativos”. (Com Agência Estado)


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SEU BOLSO

Nível de água em hidrelétricas fica abaixo da média pelo 5º ano

Período é o mais longo desde os anos 1950, segundo dados do Operador Nacional do Sistema. Com isso, termelétricas são acionadas com mais frequência, e contas de luz ficam mais caras.

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Foto: Divulgação Furnas/AC Junior

O volume de água que chega aos reservatórios das hidrelétricas instaladas nas regiões Sudeste e Centro-Oeste ficou abaixo da média histórica nos últimos cinco anos, apontam dados do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS).

Isso é relevante porque as duas regiões são responsáveis por cerca de 70% de toda a energia produzida no país. De acordo com o ONS, ainda não há risco de falta de energia mas a situação vem deixando as contas de luz mais caras.

Esse período de cinco anos com volume de água abaixo da média é o mais longo, para as hidrelétricas do Sudeste e Centro-Oeste, desde a década de 1950, e o segundo mais longo de toda a série histórica do ONS, que começa em 1932.

Menos chuva

A redução no volume de água começou em 2014 e é reflexo direto das chuvas abaixo do normal nas duas regiões. Naquele ano, os reservatórios receberam água equivalente a 67% da média histórica e chegaram a ficar com nível de armazenamento mais baixo que em 2001, quando o país passou por um racionamento de energia.

O racionamento só não ocorreu em 2014 porque o Brasil contava então com um número maior de termelétricas (usinas geradoras de energia a partir da queima de combustível, como óleo e gás natural), que substituíram parte da geração hidrelétrica.

Nos anos seguintes, o volume de água que chegou aos reservatórios aumentou um pouco, mas se manteve, até 2018, abaixo da média histórica.

Os dados do ONS apontam para o risco de que o problema volte a se repetir em 2019: os reservatórios do Sudeste e Centro-Oeste receberam água abaixo da média entre janeiro e abril, período de chuva mais abundante nas duas regiões – o período seco vai de maio a outubro.


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