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Homenagem a sargento morto em incêndio lota plenário da Câmara de Araçatuba

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Sargento Júlio César Delfino morreu quando combatia as chamas em loja do calçadão, no dia 12 de abril


Uma homenagem ao sargento do Corpo de Bombeiros Júlio César Delfino, morto no incêndio de grandes proporções no Calçadão de Araçatuba, no mês passado, lotou o plenário da Câmara Municipal, nesta segunda-feira (13).

Familiares, amigos, colegas da Corporação e membros da igreja que Delfino frequentava acompanharam o ato público, durante a 15ª sessão do Legislativo araçatubense.

O voto de pesar foi proposto pelo vereador Lucas Zanatta (PV) e assinado pelos outros 14 parlamentares.

LEGADO DE ALEGRIA

Em vídeo veiculado durante a sessão, o terceiro sargento do Corpo de Bombeiros Rafael Souza disse que Delfino deixou um legado de alegria e perseverança, mesmo nas horas mais difíceis.

“Eu convivi mais com ele do que com minha própria família nos últimos dois anos”, afirmou.

MARCAS

O pastor Samuel de Souza Júnior, da Comunidade Evangélica de Araçatuba, contou que o sargento Delfino dedicou o seu tempo para cuidar de pessoas, já que era líder das chamadas células, grupos de estudo bíblico das igrejas evangélicas. “Ele não deixou só saudade, mas marcas em nós”, disse.

O autor do projeto disse que a morte do sargento marcou Araçatuba. “Lembramos dele pelo seu posicionamento heroico, morreu em ação defendendo a nossa cidade, não podemos esquecer de pessoas como Delfino”, afirmou Zanatta, ao justificar o voto de pesar.

TRAGÉDIA

O incêndio que acabou tirando a vida do sargento Júlio César Delfino atingiu uma loja de importados no Calçadão de Araçatuba, na tarde de 12 de abril. O prédio ficou completamente destruído.

Delfino, que tinha 35 anos, estava desaparecido em meio aos escombros. Ele foi encontrado com vida, mas não resistiu aos ferimentos.

Os bombeiros que trabalhavam no combate ao fogo tentaram reanimá-lo, mas Delfino sofreu uma parada cardiorrespiratória e morreu no local.

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Fonte:
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Entrevista Exclusiva

VÍDEO: Vizinho tentou salvar idosa que morreu durante incêndio em Araçatuba

Testemunha contou como foi a tentativa de resgate da idosa que morreu carbonizada em Araçatuba

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Ricardo Luciano Amorim dos Santos, 43 anos, contou ao Regional Press como foi a tentativa de resgate da idosa Edna Garcia, 85 anos, que morreu carbonizada durante um incêndio na casa dela, na noite desta segunda-feira (15), no bairro Vila Industrial, em Araçatuba.

Socorrido com queimadura na mão e suspeita de lesão em uma costela, Ricardo foi atendido no pronto-socorro municipal e liberado na madrugada de hoje (16).

Ele contou que, junto com outras testemunhas, chegou a ter contato com a idosa ainda viva em meio ao fogo que atingia a casa.

Ele disse que a moradora estava com graves queimaduras e que não foi possível retirá-la devido ao excesso de pele que se desprendia dos braços da vítima.

A tentativa de resgate durou até ocorrer uma explosão, possivelmente no botijão de gás. Paredes começaram a desmoronar e os vizinhos tiveram que sair. Ricardo ainda caiu e foi retirado do local pelos colegas.

Veja o vídeo com a íntegra da entrevista exclusiva que a testemunha deu ao Regional Press.

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Urupês (SP)

Égua coberta por montanha de mato chama a atenção no interior de SP

Prefeitura informou que está investigando o caso e que vai tomar as providências cabíveis.

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Moradora registrou a cena da égua coberta por montanha de mato em Urupês — Foto: Arquivo pessoal

Uma égua foi flagrada carregando uma ‘montanha’ de mato no bairro Jardim Novo Mundo, em Urupês, cidade a aproximadamente 170 km de Araçatuba.

A imagem foi enviada para a equipe da TV TEM nesta segunda-feira (15) por uma moradora, que afirma que se revoltou ao ver o animal com a grande quantidade de restos de podas. O mato, de acordo com ela, foi colocado na égua por um carroceiro.

Ainda de acordo com a mulher, que preferiu não se identificar, o caso foi registrado no sábado (13). Ela conta que questionou o homem sobre o peso e quantidade do material que a égua transportava, já que estava com a pata machucada.

Contudo, ele teria afirmado que o animal é idoso e já iria descarregar os restos de podas.

Maus-tratos

Conforme a TV TEM, procurou a Polícia Militar, que afirmou não ter recebido nenhum tipo de denúncia, mas explicou que vai tentar encontrar o carroceiro e que ele pode responder criminalmente por maus-tratos.

A Prefeitura de Urupês informou que está investigando o caso e que vai tomar as providências cabíveis.

Além disso, também disse que as carroças que circulam na cidade devem seguir as leis e que a do homem está desrespeitando as regras.

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Interior de SP

Réu que disparou contra ex-enteada será submetido a novo julgamento

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A 12ª Câmara de Direito Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo deu provimento a recurso interposto pelo Ministério Público e determinou que homem que tentou matar, a tiros, a filha de sua ex-companheira seja submetido a novo júri popular.

Segundo o relator da apelação, desembargador Vico Mañas, a decisão que afastou a qualificadora de feminicídio foi manifestamente contrária às provas dos autos.

O caso aconteceu no município de Amparo. Consta nos autos que, inconformado com o fim do relacionamento, o réu acusava a filha de sua ex-companheira de ser a responsável por sua mãe não aceitar reatar.

Determinado dia, abordou a ex-enteada e desferiu dois tiros em suas costas; a vítima caiu e o homem disparou o terceiro tiro acertando sua perna. A vítima foi socorrida e sobreviveu.

O tribunal popular descaracterizou a qualificadora de feminicídio e reconheceu o privilégio da ação por violenta emoção, o que resultou em diminuição da pena. Assim, o acusado foi sentenciado a 11 anos e um mês de reclusão, em regime inicial fechado.

“Contrariou manifestamente a prova dos autos o afastamento da qualificadora do feminicídio. Afinal, tratou-se de delito contra a mulher por razões da condição do sexo feminino, nos termos do art. 121, § 2º, VI, do CP, definido como tal a infração que envolva violência doméstica, conforme o art. 121, § 2º-A, I, do CP”, escreveu o relator em seu voto.

“Inegável que compete ao Tribunal do Júri dizer sobre a ocorrência ou não das qualificadoras atribuídas. Mas isto não representa que deva ser preservado o veredito quando manifestamente improcedente a compreensão exarada sobre tais circunstâncias, como na hipótese”, concluiu o magistrado.

O julgamento teve a participação dos desembargadores João Morenghi e Angélica de Almeida. A votação foi unânime.

Processo nº 0005404-10.2016.8.26.0022.

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