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RÚSSIA

Homem mais velho do mundo morre aos 123 anos

Homem dizia que o seu segredo para uma longa vida era dormir 11 horas por dia.

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Nesta segunda-feira (13), morreu o homem mais velho do mundo, aos 123 anos. Segundo informações do ‘The New York Times Post’, Appaz Iliev faleceu em Inguchétia, República Russa e deixou oito filhos, e tinha 35 netos e 34 bisnetos.

O homem era considerado uma inspiração apara todos em sua cidade e afirmava que o seu segredo para uma vida longa era se deitar às 19h e dormir 11 horas todos os dias. além disso, evitava beber álcool, fumar e qualquer tipo de medicamentos.

O russo começou a trabalhar com sete anos como pastor, tendo depois ingressado no Exército Vermelho e combatido durante a Guerra Civil russa entre 1917 e 1922. Aos 45 anos, foi considerado muito velho para combater na Segunda Guerra Mundial e tornou-se, então, motorista. Chegou a ser deportado, por ordem de Estaline, para o Cazaquistão, onde esteve exilado.

Segundo o Mirror, se os seus registos de nascimento estiverem corretos, ele foi o homem que mais anos viveu, superando assim o recorde anterior do japonês Jiroemon Kimura, que morreu com 116 anos.


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Fonte:
Anunciante

Argentina

Cristina Kirchner surpreende e anuncia candidatura como vice

Nas pesquisas, Cristina leva vantagem em relação a Macri, de 5 a 9 pontos percentuais -mesmo investigada em sete casos de corrupção.​

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A ex-presidente da Argentina Cristina Kirchner anunciou neste sábado (18) sua candidatura como vice-presidente nas eleições gerais de outubro, em um vídeo divulgado nas redes sociais. O anúncio surpreendeu, uma vez que a senadora aparece como principal rival do presidente Mauricio Macri, que busca a reeleição.

“Pedi a Alberto Fernández [seu ex-chefe de gabinete] que encabece a fórmula que integraremos juntos, ele como candidato a presidente e eu como candidata a vice nas primárias abertas, simultâneas e obrigatórias” de 11 de agosto, afirmou Cristina no vídeo de 12 minutos.

Macri enfrenta grande pressão devido ao aumento da recessão e da inflação no país. Nas pesquisas, Cristina leva vantagem em relação a Macri, de 5 a 9 pontos percentuais -mesmo investigada em sete casos de corrupção.​

Alberto Fernández foi chefe de gabinete do presidente Néstor Kirchner e de Cristina nos primeiros meses de seu primeiro governo. Ele é considerado um peronista moderado.


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EUA

Mulher nasce sem braços e aprende a pilotar avião com os pés

Jessica não só pilota avião, mas também é certificada em mergulho e faixa preta de taekwondo

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Foram longos três anos de treinamento intenso para que Jessica Cox conseguisse realizar o sonho de pilotar um avião. Esse tempo foi necessário porque a norte-americana nasceu sem os dois braços e teve que aprender a pilotar com os pés. “Minha mãe teve uma gravidez normal.

No entanto, no dia do meu nascimento, todos ficaram em choque. O médico me entregou para os meus pais e disse: ‘Sua filha não tem braços”, contou à rede CNN.

Contudo, Jessica sempre viveu uma vida normal. O desejo de aprender a pilotar um avião veio quando era pequena. “Um piloto me levou até a cabine de um avião, que tinha dois manches. Ele tirou as mãos de um deles e me deixou comandá-los”, contou.

Após se formar na universidade, em 2005, ela começou os treinamentos. No entanto, segundo a CNN, Jessica teve que arrumar um instrutor dedicado e testar várias aeronaves até encontrar uma que era compatível com suas habilidades.

Em 2008, a jovem conseguiu o certificado da FAA, o órgão regulador da aviação nos Estados Unidos. “Houve muitos questionamentos, preocupações, além de vários que duvidaram que isso fosse possível”, disse.

Ainda de acordo com a CNN, Jessica não só pilota avião, mas também é certificada em mergulho e faixa preta de taekwondo. “Eu sempre quis ser normal, mas sempre me disseram que eu não podia por ser deficiente. Agora, é minha responsabilidade mudar a próxima geração”, afirmou.


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emocionante

Mãe de 90 anos reencontra filha que deu pra adoção há 70 anos. Assista!

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Foto: reprodução

Uma espera de 7 décadas para que Elizabeth Pullen pudesse reencontrar a filha, Lynne Wray, novamente. Elas não se viam desde que a mãe deu a criança para adoção, há 70 anos. Mas graças à neta de Elizabeth, Wanda LeBlanc, Lynne foi encontrada.

“Minha mãe deu para minha irmã e eu DNA kits para o Natal e nós pensamos que seria divertido aprender sobre nossa família”, disse Wanda LeBlanc

“Quando eu cliquei no nome dela havia uma mensagem: ‘Eu sou adotiva e nunca conheci minha família de nascimento’. Daí eu fiquei animada em saber que havia um membro da família lá fora”, conta a neta.

As duas trocaram informações e toda a história começou a fazer sentido.

Emoção

“Assim que ela atendeu o telefone, eu disse: ‘Oi Lynne, sou a Wanda.’ E ela começou a chorar assim que ouviu minha voz. Ela disse que você é o primeiro membro da minha família biológica com quem eu já conversei “, disse Wanda LeBlanc

“Ela me disse que tudo o que ela sabia era sua cidade natal e que sua mãe era parte indígena. Daí eu liguei os fatos, porque sempre me contaram que minha avó era parte indígena, e foi então que deu um “clique” na hora.

A neta contou que a avó confirmou que na década de 1940, ela havia dado Lynne Wray para adoção.

“Uma parte do processo de adoção nos anos 40 era: se uma mulher está dando à luz e o bebê para adoção, ela não tem permissão para ver o bebê. Então minha avó nunca viu Lynne”, disse Wanda LeBlanc.

Planos de Deus

A mãe, Elizabeth Pullen contou que ela sempre soube que um dia se reuniria novamente com a filha.

“Nós nunca desistimos. Quando você dá um presente (adoção), você sabe que algum dia ele vai voltar. Eu sabia que iria encontrá-la. Eu sabia que isso estava no plano de Deus. Eu sabia que a veria algum dia”, disse Pullen.

Mãe e filha comemoram o reencontro com uma sessão de fotos especial.

“Não paramos de conversar por uma semana inteira”, disse Pullen.

“E eu acho que podemos continuar falando para sempre. Porque ela é um anjo e pai teria ficado orgulhoso dela. Todos os meus filhos tiveram o mesmo pai. Ela se parece tanto com o lado do pai dela.

“Minha avó não está bem de saúde e muitas vezes questionou por que Deus a manteve nesta terra – agora ela sabe o porquê.”

Wray mora na Carolina do Norte. Pullen mora em Louisiana. Eles fizeram planos para reunirem as famílias no verão.

Assista ao reencontro:


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Falha de segurança

Programa suspeito de usar brecha no WhatsApp é de empresa israelense

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Segurança do WhatsApp foi comprometida por brecha em sistema de ligação — Foto: REUTERS/Thomas White

A brecha nas chamadas de áudio do WhatsApp, confirmada pela empresa nesta terça-feira (14), trouxe à tona também o NSO Group, uma pouco conhecida empresa de cibersegurança israelense.

O grupo é responsável pelo software espião Pegasus, capaz de coletar quase todas as informações de um celular — ligações, câmera, contatos e mensagens, entre outros. O programa teria sido usado por hackers na falha no Whatsapp. A NSO nega envolvimento no caso.

Pesquisadores afirmam que o ataque tem “todas as características de uma empresa privada que supostamente trabalha com os governos” para entregar um spyware que assume as funções dos sistemas operacionais de telefonia móvel.

Em nota ao G1, um porta-voz do NSO Group disse que a empresa vende o Pegasus, mas não opera o sistema. A venda se dá, segundo o porta-voz, depois de uma “rigorosa análise” dos compradores, exclusivamente para governos e para agentes de segurança de Estados que investigam e combatem criminosos e terroristas.

“Agentes da lei e de inteligência determinam como usar a tecnologia para suporte a missões de segurança pública. Nós investigamos qualquer alegação crível de mal uso e, se necessário, tomamos ação, incluindo a derrubada do sistema”, disse o porta-voz.

O software é capaz de monitorar a troca de mensagens do smartphone atingido e até de permitir ao invasor acessar o GPS do aparelho, mostrando onde o dono do celular esteve. Gravar imagens e áudios usando câmera e microfone do aparelho também estão na lista do que o Pegasus é capaz de fazer.

Por ser tão poderoso e específico, estima-se que o Pegasus seja negociado por milhões de dólares. De acordo com a agência Reuters, em 2015, o NSO tinha vendas anuais de mais de US$ 75 milhões.

O programa espião da empresa apareceu pela primeira vez em 2016, quando o Pegasus foi usado para invadir e espionar um ativista de direitos humanos nos Emirados Árabes Unidos.

“O NSO é uma empresa muita quieta e multimilionária conhecida justamente por esse tipo de serviço”, afirma Alexandre Bonatti, diretor de engenharia de sistemas da empresa de segurança digital Fortinet no Brasil. “A posição deles é que comercializam um software, não que fazem espionagem. Os produtos são só vendidos para governos. Mas isso é bastante controverso, há casos de governos que já usaram o Pegasus para perseguição, como Arábia Saudita e México”.

Polêmicas no México e Arábia Saudita

De 2016 pra cá, a tecnologia foi mencionada como a ferramenta utilizada em uma série de ataques polêmicos, como para espionar pessoas próximas do jornalista do “Washington Post”, Jamal Khashoggi, morto em um consulado saudita na Turquia em outubro de 2018.

O ativista canadense Omar Abdulaziz, que teve contato com o jornalista saudita, foi vítima do Pegasus e moveu uma ação contra a empresa israelense por acreditar que a espionagem foi realizada ilegalmente por autoridades sauditas.

No México, são conhecidos 24 casos do uso do software e as vítimas dos ataques incluem ativistas anticorrupção, advogados, políticos e até o filho de uma jornalista. Muitos deles recebiam mensagens SMS com um link suspeito que, se fosse clicado, seria o suficiente para instalar o Pegasus no smartphone.

O centro de pesquisas Citizen Lab, vinculado à Universidade de Toronto, já divulgou relatórios que apontam que o Pegasus pode ter sido utilizado até no Brasil.

“A grande maioria das legislações de dados permitem esse tipo de espionagem, desde que isso seja usado para garantir a segurança nacional. O NSO é conhecido justamente por explorar esse ponto”, disse Bonatti.

Grupos de direitos humanos, como a Anistia Internacional, denunciam os ataques feitos pelo NSO Group, e querem que o governo de Israel tome providências para impedir a empresa de exportar o software Pegasus.

“O Ministério da Defesa de Israel ignorou as evidências ligando o NSO Group a ataques em defensores de direitos humanos”, disse a vice-diretora de tecnologia da Anistia Internacional, Danna Ingleton, em carta nesta terça-feira. “ Enquanto produtos como o Pegasus forem comercializados sem controle próprio e supervisão, os direitos e a segurança de ativistas, jornalistas e dissidentes ao redor do mundo estarão sob risco”.

Segundo Bonatti, da Fortinet, não há é ilegal que a empresa comercialize esse software, dentro das regras do governo de Israel. “A ilegalidade está quando um governo utiliza desse meio para um fim diferente que não seja a segurança nacional”, afirma o especialista.

Ataques no WhatsApp

A falha do WhatsApp foi primeiro reportada pelo jornal britânico “Financial Times” e posteriormente confirmada pela empresa, em nota oficial, que afirmou que a falha havia sido corrigida.

Além de um advogado e um ativista britânicos, ouvidos pelo “Financial Times”, não se sabe quantas pessoas foram infectadas. As notícias da falha varreram o mundo e preocuparam os 1,5 bilhão de usuários do WhatsApp — muitos deles no Brasil.

O WhatsApp assegurou que, logo após tomar conhecimento dos ataques, alertou organizações de direitos humanos (que estavam entre as vítimas da espionagem), empresas de segurança cibernética e o Departamento de Justiça dos EUA.

O que se sabe é que a falha explorava um problema que existia no sistema de ligação do WhatsApp: o atacante ligava para o telefone que seria invadido antes mesmo de o usuário atender ao telefone. Depois de feita a invasão, até mesmo o histórico de ligações poderia ser apagado.

A diferença desse ataque para outros que envolvem o Pegasus é que este ataque não requer uma interação do alvo. Em outros casos, era necessário que o usuário clicasse em um link enviado por mensagem: agora apenas receber a ligação seria o suficiente para ser infectado.


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