CONECTE CONOSCO

CUIABÁ (MT)

Em briga motivada por nudes, mulher arranca pedaços do companheiro com mordidas

Ele quebrou o celular dela ao encontrar as fotos; ela o espancou e quebrou toda motocicleta dele

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Imagem Ilustrativa


Uma briga entre um casal, ela de 21 anos e ele de 30, no fim da madrugada deste sábado (18) terminou na delegacia com ambos ensanguentados. O homem ficou bastante ferido, após ser “atacado” pela companheira com mordidas, e teve partes do braço arrancadas com as agressões. A mulher chegou a quebrar um dente durante o ataque. O homem teria encontrado no celular da companheira fotos dela nua com outros homens quando o desentendimento começou.

O caso aconteceu no Bairro Jardim das Oliveiras, em Cuiabá, por volta das 05h30, quando o casal, que tem uma filha de três meses, chegava de um bar.

O homem acionou a Polícia Militar na quitinete onde a briga começou. Ele afirmou ter chamado a polícia para tentar impedir que a mulher continuasse a se aproximar dele e, também, por já ter apanhado outras vezes.

No local, a equipe encontrou primeiro o homem com marcas de mordidas por todo corpo, inclusive com algumas partes do braço em carne viva, e a motocicleta dele bastante danificada.

A mulher foi chamada e os dois foram encaminhados para a Central de Flagrantes de Cuiabá, onde ambos puderam contar suas versões dos fatos.

Conforme a versão do homem, o casal vinha tentando uma reconciliação, porém, ao chegar na quitinete, ele pegou o celular da companheira sem autorização e, segundo o relato dele, encontrou várias fotos de homens nus. Revoltado, ele questionou a mãe de sua filha sobre as imagens e dando início a uma discussão.

Com raiva, o homem quebrou o celular da mulher. Ela teria ficado “fora de si” e começou a agredi-lo. Na delegacia, a reportagem no LIVRE viu os hematomas no corpo do homem e sangue por toda a blusa da mulher, o companheiro, porém, afirmou que ele não reagiu às agressões.

Ainda segundo o homem, depois do “ataque”, a mulher teria quebrado toda a motocicleta dele, uma Honda CG 150 de cor verde, e o capacete, que estavam na frente da residência.

A mulher, no entanto, contesta parte da versão dada pelo companheiro. Ela confirmou que haviam chegado de um bar e que ele pegou o celular dela sem autorização. Porém, teria visto mensagens que não gostou e, por isso, quebrou o aparelho, dando início à discussão e às agressões dela.

Ela afirmou, porém, que ele também a agrediu com socos e chutes, causando, segundo o boletim de ocorrência, lesões nos lábios, punhos e chegando a quebrar um dente dela – que na versão do companheiro foi quebrado com mordidas nele.

Como o casal não entrava em consenso, ambos foram registrados no boletim de ocorrência como suspeitos, acusados de lesão corporal, injúria, vias de fato e dano. O caso foi encaminhado para a Polícia Judiciária Civil.

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Fonte: O LIVRE
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investigação

Ex-executivo da Odebrecht que delatou Aécio e Lobão é encontrado morto no Rio

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A Polícia do Rio investiga a morte do ex-presidente da Odebrecht Infraestrutura Henrique Serrano do Prado Valladares, delator da Operação Lava Jato que revelou supostas propinas para o deputado Aécio Neves (PSDB/MG) e para o ex-senador Edison Lobão (MDB/MA), ex-ministro dos Governos Lula e Dilma.

O registro oficial da 14ª Delegacia, no Leblon, aponta “causa indeterminada”. O corpo foi encontrado nesta terça-feira, 17, no apartamento onde o delator morava. A polícia abriu uma guia de remoção para que os Bombeiros levassem o corpo ao Instituto Médico Legal (IML).

As primeiras investigações indicam que não havia sinais de arrombamento no apartamento, nem evidências de luta. O corpo já passou por necropsia e foi liberado para a família.

Valladares foi apontado por outros delatores da empreiteira como um dos negociadores de R$ 30 milhões de propina para Aécio atuar a favor dos Projetos do Rio Madeira (Usinas Hidrelétricas de Santo Antônio e Jirau, em Rondônia) e, assim, atender interesses da empreiteira e também da Andrade Gutierrez.

Valladares contou que a empreiteira pagava prestações de R$ 1 milhão a R$ 2 milhões, repassados pelo Setor de Operações Estruturadas, o departamento de propinas do grupo, para “Mineirinho”, codinome atribuído a Aécio. O delator também dedicou parte de suas revelações a Lobão, ou “Esquálido”, como o ex-ministro e ex-senador era rotulado nas planilhas de propinas da empreiteira.

Segundo Valladares, o ex-ministro recebeu R$ 5,5 milhões para rever o leilão da usina de Jirau e a Odebrecht assumisse o empreendimento. O delator contou que “Esquálido” teria cobrado uma “contrapartida” após reunião com os executivos da empreiteira. “Ele sinalizava que iria nos ajudar. E que precisava de nossa ajuda, de propina”, declarou Valladares.

Segundo Valladares, o então presidente do grupo, Marcelo Odebrecht, “acreditou nisso”. “Sem que ele (Lobão) entregasse nada, simplesmente para que ele fizesse um esforço de, usando nossos argumentos, que eram verdadeiros e absolutamente legais, ele criasse um contraponto na Casa Civil, para isso surgiu um pagamento de R$ 5,5 milhões. Com certeza, caixa 2”, afirmou o delator.

O pagamento da propina, relatou Valladares, foi feito em algumas ocasiões, com entrega de dinheiro diretamente na casa do filho de Lobão, Márcio Lobão, no Rio.

O ex-presidente da Odebrecht Infraestrutura disse, ainda, que em encontros em São Paulo, Lobão Filho falava que podia “ajudar a Odebrecht em obras, mas que isso exigia contrapartidas da empreiteira”. Em suas reuniões com o ministro Lobão em Brasília, Valladares disse que era recebido no gabinete com gaspacho, uma tradicional sopa espanhola. “Ele é magro que nem um palito, e se alimenta a base de gaspacho”, disse Valadares.

Depois de acertar os pedidos e propinas, disse o delator, Lobão pedia para que o “fiscal” entrasse no gabinete, para registrar os temas e discussões feitas durante o encontro.

Defesas

Tanto o deputado Aécio Neves quanto o ex-ministro Edison Lobão sempre negaram enfaticamente a prática de ilícitos e o recebimento de propinas da Odebrecht.

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Joinville (SC)

Homem quebra teto de hospital e usa sangue para se soltar de algema

O indivíduo tentou fugir de um hospital de Joinville; ele havia sido detido pela Polícia por tráfico de drogas

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Um homem preso por tráfico de drogas de 26 anos tentou fugir de um hospital de Joinville (SC) na madrugada dessa terça-feira (17/09/2019). Segundo informações da Polícia Civil, ele conseguiu se soltar da algema presa à maca usando o próprio sangue como lubrificante, quebrou o teto do local, caiu em cima de uma paciente e pulou a janela do hospital.

O indivíduo foi detido pela Polícia Militar do lado de fora da casa de saúde e voltou a ser internado. Segundo informações do site G1, ele foi preso na tarde de segunda-feira (16/09/2019) pela Divisão de Investigação Criminal (DIC) de Joinville. Durante o flagrante, começou a passar mal e confessou aos policiais que havia engolido papelotes de cocaína.

De acordo com o delegado responsável pelo caso, Fábio Estuqui, o homem causou diversos danos à instalação. Além de cair em cima de uma paciente, que não teve ferimentos graves, ele quebrou remédios de uso controlado. A Polícia Civil vai abrir inquérito contra ele para responder pelo dano ao patrimônio público.

Ainda segundo o delegado, o indivíduo possui um comportamento reiterado de tráfico de drogas. “Ele é um jovem bem ardiloso, tem comportamento bem frio. Ele não tem nenhuma responsabilidade social, poderia ter causado uma lesão na paciente”, destacou.

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POLÍTICA

Brasil já perdeu R$ 3,5 bilhões no comércio com EUA e Israel

Balança comercial brasileira em 2019 é negativa com países de fora do continente alinhados ao governo de Jair Bolsonaro

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Os dois países mais alinhados ao governo de Jair Bolsonaro e com maior influência no xadrez da geopolítica mundial deram prejuízo no comércio ao Brasil até agora em 2019. De janeiro e agosto deste ano, a balança comercial brasileira teve saldo negativo de 352 milhões de dólares e de 519 milhões de dólares, respectivamente, com Estados Unidos e Israel. No total das transações com os dois, o Brasil perdeu 871 milhões de dólares (cerca de R$ 3,5 bilhões).

Com relação a países europeus com governos nacionalistas e de extrema-direita, como Itália, Hungria, Polônia e República Checa, a diferença entre exportações e importações também é desfavorável ao Brasil. Apenas os sul-americanos “amigos” contribuem positivamente.

O país que mais se beneficiou do comércio com o Brasil foi Israel, do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, de quem Bolsonaro é aliado no Oriente Médio. A diferença entre exportações e importações nos oito primeiros meses do ano foi de US$ 519 milhões negativos na balança brasileira. O “rombo” foi maior que o do mesmo período de 2018, quando o saldo foi de US$ 446 milhões negativos.

Em abril deste ano, o presidente esteve em Israel e, demonstrando seu apoio internacional ao país, visitou o Muro das Lamentações – um dos símbolos mais sagrados do judaísmo – ao lado de Netanyahu, algo inédito para um chefe de estado brasileiro, já que o local também é reivindicado pela Palestina.

Nesta terça-feira (17), ocorreram eleições legislativas em Israel. Até o momento, Netanyahu, do campo da extrema-direita, e seu adversário Benny Gantz, de centro-direita, estão empatados na apuração dos votos e nenhum dos dois teria capacidade para formar um novo governo.

Já os Estados Unidos, um dos principais aliados do governo brasileiro na geopolítica mundial, “lucrou” US$ 352 milhões com o Brasil até agosto. A balança comercial com os norte-americanos tem variado bastante nos últimos anos. Em 2018, nos oito primeiros meses, o valor das importações brasileiras superaram ainda mais as exportações, e o País perdeu US$ 839 milhões.

No ano anterior, em 2017, o saldo foi positivo para o Brasil: US$ 922 milhões. Já em 2015 e 2016, foram os americanos que receberam mais dólares: US$ 2,1 bilhões e US$ 543 milhões, respectivamente.

Após mais de uma década com uma política externa alinhada a países emergentes, como os do bloco BRICS (designação para se referir à Rússia, Índia, China, África do Sul, além do Brasil), o País voltou a se aproximar dos EUA com Bolsonaro no poder.

O presidente dos EUA, Donald Trump, já prometeu, por exemplo, o apoio à entrada do Brasil na OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico). Em troca, o Brasil renunciaria ao status de nação em desenvolvimento na OMC (Organização Mundial do Comércio).

Todos os dados são do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços e foram verificados no portal Comex Stat, site oficial do órgão para estatísticas de comércio exterior do Brasil.

Europeus alinhados ao Brasil

Na Europa, os números também mostram perdas na balança comercial com Itália, Hungria e República Checa. Respectivamente, entre janeiro e agosto, o Brasil teve “prejuízo” de US$ 503 milhões, US$ 158 milhões e US$ 226 milhões.

A Polônia é a exceção. O país do leste europeu exportou mais do que importou do Brasil, que neste caso ficou com saldo positivo de US$ 146 milhões. Apesar disso, o valor foi menor que os US$ 171 milhões de 2018. O presidente da Polônia, Andrzej Duda, se reuniu com Bolsonaro em Brasília, em janeiro deste ano, e disse que o País compartilha os “mesmos valores” de seu governo.

Saldo positivo na América do Sul

Com os países vizinhos alinhados ao governo Bolsonaro, o Brasil tem uma balança comercial favorável. Colômbia, Paraguai e Chile renderam ao País, respectivamente, US$ 1,1 bilhão, US$ 721 milhões e US$ 1,3 bilhão.

Nos últimos anos, o Brasil têm sempre exportado mais que importado para os três. Porém, com relação a Paraguai e Chile, os valores foram maiores no mesmo período do ano passado. Enquanto o saldo positivo do primeiro caiu de US$ 1,2 bilhões para US$ 721 milhões, a do segundo foi de US$ 1,7 bi para US$ 1,3 bi.

A Colômbia foi a única que passou a exportar mais do que importar neste ano, beneficiando a balança comercial brasileira. Em 2018 o “lucro” brasileiro entre janeiro e agosto havia sido de US$ 603 milhões. O salto no período foi de US$ 480 milhões.

A Colômbia, governada por Iván Duque, tem sido uma das principais aliadas do governo de Bolsonaro na América do Sul, principalmente no que diz respeito à crise político-econômica na Venezuela. Nenhum dos dois países reconhecem o governo de Nicolás Maduro e consideram o líder da oposição Juan Guaidó como o presidente interino venezuelano.

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erro: Conteúdo protegido. LEI Nº 9.610, DE 19 DE FEVEREIRO DE 1998
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