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Araçatuba

Diretora do DRS-2 comunica funcionários que deixará o cargo

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Claudineia foi nomeada diretora regional de saúde pelo ex-governador Márcio França, em abril do ano passado


A diretora do Departamento Regional de Saúde (DRS-2), Claudineia Cecília da Silva, comunicou aos funcionários do alto escalão do órgão que deixará o cargo. O anúncio foi feito durante reunião realizada na manhã desta quinta-feira (16). Ela alegou problemas pessoais.

Claudineia, que é escriturária concursada da Secretaria de Estado da Saúde, chegou a ser diretora administrava da DRS-2 e foi nomeada a diretora regional de saúde por Márcio França (PSB) em abril do ano passado. Em janeiro deste ano, ela chegou a comunicar que deixaria o cargo para dar lugar ao antigo diretor Silvio Órfão.

Após pressões políticas, no entanto, ela foi mantida como diretora e Órfão foi transferido para Bauru, em um cargo de direção técnica.

Quem está cotado para assumir o lugar de Claudineia é o diretor técnico da DRS-2, Carlos Alberto Barducci. Ele é vereador em Bilac e tem ligações com o deputado estadual Roque Barbieri. Os dois, aliás, são do mesmo partido: PTB. Outra opção é o ex-diretor do Departamento Regional de Saúde Silvio Órfão.

POLÍTICA

A atual diretora da DRS-2 tem fortes ligações com o PSB, principalmente com o coordenador regional da sigla, José Avelino Pereira, o Chinelo, que apoiou Márcio França, de seu partido, ao governo do Estado.

Este seria um dos motivos para a saída de Claudineia do cargo de confiança. Em janeiro, segundo informações dos bastidores políticos, o prefeito de Araçatuba, Dilador Borges (PSDB), interveio em defesa da aliada de Chinelo.

Este, por sua vez, apoiou Dilador nas últimas eleições e é ligado ao Instituto de Valorização à Vida Humana (IVVH), que gerencia os serviços sociais na Prefeitura de Araçatuba.

OUTRO LADO

A reportagem entrou em contato com Claudineia, mas ela disse que estava em reunião na Secretaria de Estado da Saúde, em São Paulo, nesta sexta-feira (17), e responderia assim que possível.

No final da tarde, ela entrou em contato com a reportagem e negou a saída do departamento, apesar da confirmação de duas fontes.

A Secretaria de Estado de Saúde, por sua vez, disse que não poderia confirmar a saída de Claudineia, pois a exoneração ainda não foi publicada no Diário Oficial.

 

 

 

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Fonte:
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Entrevista Exclusiva

VÍDEO: Vizinho tentou salvar idosa que morreu durante incêndio em Araçatuba

Testemunha contou como foi a tentativa de resgate da idosa que morreu carbonizada em Araçatuba

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Ricardo Luciano Amorim dos Santos, 43 anos, contou ao Regional Press como foi a tentativa de resgate da idosa Edna Garcia, 85 anos, que morreu carbonizada durante um incêndio na casa dela, na noite desta segunda-feira (15), no bairro Vila Industrial, em Araçatuba.

Socorrido com queimadura na mão e suspeita de lesão em uma costela, Ricardo foi atendido no pronto-socorro municipal e liberado na madrugada de hoje (16).

Ele contou que, junto com outras testemunhas, chegou a ter contato com a idosa ainda viva em meio ao fogo que atingia a casa.

Ele disse que a moradora estava com graves queimaduras e que não foi possível retirá-la devido ao excesso de pele que se desprendia dos braços da vítima.

A tentativa de resgate durou até ocorrer uma explosão, possivelmente no botijão de gás. Paredes começaram a desmoronar e os vizinhos tiveram que sair. Ricardo ainda caiu e foi retirado do local pelos colegas.

Veja o vídeo com a íntegra da entrevista exclusiva que a testemunha deu ao Regional Press.

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Urupês (SP)

Égua coberta por montanha de mato chama a atenção no interior de SP

Prefeitura informou que está investigando o caso e que vai tomar as providências cabíveis.

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Moradora registrou a cena da égua coberta por montanha de mato em Urupês — Foto: Arquivo pessoal

Uma égua foi flagrada carregando uma ‘montanha’ de mato no bairro Jardim Novo Mundo, em Urupês, cidade a aproximadamente 170 km de Araçatuba.

A imagem foi enviada para a equipe da TV TEM nesta segunda-feira (15) por uma moradora, que afirma que se revoltou ao ver o animal com a grande quantidade de restos de podas. O mato, de acordo com ela, foi colocado na égua por um carroceiro.

Ainda de acordo com a mulher, que preferiu não se identificar, o caso foi registrado no sábado (13). Ela conta que questionou o homem sobre o peso e quantidade do material que a égua transportava, já que estava com a pata machucada.

Contudo, ele teria afirmado que o animal é idoso e já iria descarregar os restos de podas.

Maus-tratos

Conforme a TV TEM, procurou a Polícia Militar, que afirmou não ter recebido nenhum tipo de denúncia, mas explicou que vai tentar encontrar o carroceiro e que ele pode responder criminalmente por maus-tratos.

A Prefeitura de Urupês informou que está investigando o caso e que vai tomar as providências cabíveis.

Além disso, também disse que as carroças que circulam na cidade devem seguir as leis e que a do homem está desrespeitando as regras.

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Interior de SP

Réu que disparou contra ex-enteada será submetido a novo julgamento

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A 12ª Câmara de Direito Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo deu provimento a recurso interposto pelo Ministério Público e determinou que homem que tentou matar, a tiros, a filha de sua ex-companheira seja submetido a novo júri popular.

Segundo o relator da apelação, desembargador Vico Mañas, a decisão que afastou a qualificadora de feminicídio foi manifestamente contrária às provas dos autos.

O caso aconteceu no município de Amparo. Consta nos autos que, inconformado com o fim do relacionamento, o réu acusava a filha de sua ex-companheira de ser a responsável por sua mãe não aceitar reatar.

Determinado dia, abordou a ex-enteada e desferiu dois tiros em suas costas; a vítima caiu e o homem disparou o terceiro tiro acertando sua perna. A vítima foi socorrida e sobreviveu.

O tribunal popular descaracterizou a qualificadora de feminicídio e reconheceu o privilégio da ação por violenta emoção, o que resultou em diminuição da pena. Assim, o acusado foi sentenciado a 11 anos e um mês de reclusão, em regime inicial fechado.

“Contrariou manifestamente a prova dos autos o afastamento da qualificadora do feminicídio. Afinal, tratou-se de delito contra a mulher por razões da condição do sexo feminino, nos termos do art. 121, § 2º, VI, do CP, definido como tal a infração que envolva violência doméstica, conforme o art. 121, § 2º-A, I, do CP”, escreveu o relator em seu voto.

“Inegável que compete ao Tribunal do Júri dizer sobre a ocorrência ou não das qualificadoras atribuídas. Mas isto não representa que deva ser preservado o veredito quando manifestamente improcedente a compreensão exarada sobre tais circunstâncias, como na hipótese”, concluiu o magistrado.

O julgamento teve a participação dos desembargadores João Morenghi e Angélica de Almeida. A votação foi unânime.

Processo nº 0005404-10.2016.8.26.0022.

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