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DISPUTA

China não deveria retaliar, ou coisas apenas ficariam piores, diz Trump

Trump afirmou que o país asiático não deveria impor retaliações contra produtos americanos.

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, foi ao Twitter nesta manhã defender sua estratégia para o comércio com a China. Em suas mensagens, Trump afirmou que o país asiático não deveria impor retaliações contra produtos americanos, “ou as coisas apenas ficariam piores”.

Trump argumentou que não há motivo para os consumidores americanos pagarem pelas tarifas mais recentes, que segundo ele entram em vigor na China nesta segunda-feira. Trump disse, sem citar a fonte, que teria sido “provado” que apenas 4 pontos porcentuais dos custos pelas tarifas vão para os consumidores americanos e 21 pontos para os chineses, “porque a China subsidia produtos em uma escala muito grande”.

O presidente americano recomendou aos consumidores locais que comprem produtos de um país não tarifado ou um produzido localmente. De acordo com ele, muitas companhias deixarão a China, preferindo o Vietnã ou outras nações asiáticas. “É por isso que a China quer tanto fazer um acordo!”, afirmou.

Trump disse que a China tem tirado vantagem dos EUA “por tantos anos” e que os presidentes americanos não haviam feito nada a respeito até então. “Portanto, a China não deveria retaliar ou as coisas apenas ficariam piores!”, argumentou. Ele ainda escreveu que os países tinham um acordo quase concluído, mas Pequim recuou. “Eu digo abertamente ao presidente Xi [Jinping] e a todos os meus muitos amigos na China que ela será grandemente prejudicada se não fizer um acordo porque as empresas serão forçadas a deixá-la por outros países”, afirmou.

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POLÍTICA

Filho de Trump nega possibilidade de assumir embaixada em Brasília, diz jornal

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Eric Trump, filho do presidente americano Donald Trump, negou o boato de que possa assumir o cargo de embaixador dos Estados Unidos no Brasil. A informação foi passada por Kimberly Benza, assistente do executivo, ao jornal O Globo.

Atualmente, Eric é vice-presidene executivo da Trump Organization, conglomerado construído por Donald Trump em décadas passadas.

A informação sobre uma possível indicação de Eric Trump à embaixada em Brasília surgiu horas depois do presidente Jair Bolsonaro declarar que indicaria o filho Eduardo para a embaixada brasileira em Washington.

“Eric dirige a Trump Organization e está comprometido com o negócio. Apesar de o Brasil ser um país incrível, isso nada mais é do que um boato”, disse uma porta-voz ao jornal O Globo.

Eduardo Bolsonaro, filho do presidente brasileiro, é deputado e tem atuado como articular das relações internacionais do pai desde antes da posse, em janeiro.

Ele esteve presente em viagens de Bolsonaro a países como Israel, Estados Unidos e Argentina. Em dezembro do ano passado, ele organizou a Cúpula Conservadora das Américas.

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tragédia

Incêndio criminoso deixa 33 mortos no Japão

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O Corpo de Bombeiros de Kyoto confirmou que 33 pessoas morreram e que 36 ficaram feridas em razão de um ataque criminoso suspeito em um estúdio de animação em Kyoto.

Segundo a polícia, um homem espalhou o que aparentava ser gasolina dentro do estúdio Kyoto Animation e incendiou o prédio pouco depois das 10h30 de hoje (18). Foram necessárias aproximadamente cinco horas para combater as chamas.

As autoridades policiais informaram que cerca de 70 pessoas, empregados do estúdio em sua maioria, estavam no local quando o fogo teve início.

A polícia disse acreditar que o suspeito é um homem de 41 anos, de acordo com a carteira de motorista que ele portava. O suspeito foi detido e está sendo tratado em um hospital devido a ferimentos. Ao ser transportado para o hospital, o homem teria admitido que espalhou o líquido no estúdio de animação antes de colocar fogo no local.

Fontes investigativas mencionaram testemunhas segundo as quais o suspeito mandou que as pessoas morressem enquanto iniciava o incêndio.

As fontes disseram que vários objetos pontiagudos semelhantes a facas foram encontrados no local, mas elas não souberam informar se o material pertencia ao homem.

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EUA

Trump volta a criticar deputada nascida na Somália em comício sob gritos de ‘mande-a de volta’

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O presidente americano, Donald Trump, intensificou seus ataques a deputadas democratas chamando-as de não americanas em um comício nesta quarta-feira (17) em Greenville, no estado da Carolina do Norte.

Enquanto Trump discursava sobre comentários feitos no passado por Ilhan Omar (representante de Minnesota), o público entoou gritos de “mande-a de volta!”, uma referência ao fato de Omar ter nascido na Somália, embora tenha se mudado para os EUA em 1992 e obtido a cidadania americana em 2000.

“Essas congressistas, os comentários delas estão ajudando a inflamar o surgimento de uma esquerda perigosa”, disse Trump.

O presidente também afirmou que as deputadas, todas pertencentes a minorias étnicas, deveriam deixar o país se discordassem de suas políticas para imigração e de sua defesa de Israel.

“Esta noite, eu tenho uma sugestão para as extremistas cheias de ódio que estão constantemente tentando destruir o nosso país. Elas nunca têm nada de bom para dizer. Por isso eu digo: Se elas não gostam, deixem-nas ir embora.”

Na terça (16), a Câmara dos Deputados aprovou uma moção de repúdio contra o presidente pelos comentários racistas que fez sobre um grupo de quatro parlamentares democratas no domingo (14).

Em um tuíte, Trump disse às parlamentares para voltarem aos “países totalmente infestados pela criminalidade de onde vêm”. Todas são cidadãs americanas.

Embora não tenha mencionado nomes, o presidente se referia a Alexandria Ocasio-Cortez, de Nova York, Rashida Tlaib, de Michigan e Ayanna Pressley, de Massachusetts, além de Omar —grupo conhecido como “o esquadrão”, que tem sido muito crítico ao presidente dos Estados Unidos e também à atual liderança democrata da Câmara.

Ocasio-Cortez tem ascendência porto-riquenha; Tlaib, palestina; e Pressley é afro-americana.​

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