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HERÓI

Cão com deficiência salva bebê enterrado vivo na Tailândia

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Foto: reprodução youtube


Os problemas físicos de um cãozinho chamado Ping Pong não o impediram de salvar o bebê que havia sido enterrado vivo pela própria mãe. O cão deu o alerta com latidos e o dono dele, Usa Nisaika, foi ver o que acontecia, quando percebeu o choro da criança.

O cachorro que anda com apenas 3 patas, depois de um acidente, escavou o terreno até desenterrar as pernas do bebê. Os moradores da Vila Ban Nong Khan, na Tailândia, conseguiram resgatar a criança, que foi levada até o hospital.

De acordo com as informações locais, os médicos constataram que o bebê estava saudável. A mãe da criança tem 15 anos de idade e confessou ter cometido o crime.

Ela alegou que estava com medo de represálias por ter engravidado. Agora, o bebê ficará sob os cuidados da família e a garota será acusada de tentativa de assassinato.

“A menina está em tratamento com um psicólogo e está com os pais dela. Ela ficou extremamente assustada. Ela se arrepende do que fez e disse que agiu por impulso, sem pensar. A garota teve medo que os pais descobrissem que ela estava grávida”, afirmou Panuwat Puttakam, da polícia de Cham Phuang.

Herói

O dono do cão, que tem Ping Pong desde o nascimento, contou que o cachorro sempre foi um ótimo amigo.

“Ping Pong foi atropelado por um carro, então ele é deficiente. Mas eu o mantive comigo, porque ele é muito fiel e obediente e sempre me ajuda quando eu vou ao campo cuidar do meu gado. Ele é amado na nossa vila e é incrível ele ter encontrado o bebê”, relatou.

Foto: reprodução youtube

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China

Grupo encontra e salva bebê que foi enterrado vivo

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Um grupo de moradores de uma vila de Laiwu, na China, salvou um recém-nascido que foi enterrado pela própria família.

Segundo a imprensa local Jiao Xinglu e Zhou Shnagdong foram colher cogumelos em uma montanha próximo ao vilarejo quando encontraram o bebê em uma caixa.

Jiao ouviu o cachorro que os acompanhava latir e foi ver o que aconteceu. Quando se aproximou ouviu o choro de uma criança. Ao abrir a caixa, encontrou o bebê enrolado em um cobertor e tentando mexer os braços.

O bebê foi levado para a emergência de um hospital e passa bem. O avô do bebê apareceu na delegacia e disse que a criança foi enterrada porque tinha parado de respirar. “Ele ‘morreu’ após o segundo dia de nascimento.

Após acharmos que esta morto, nós o enterramos”, disse o avô ao Daily Mail. A polícia ainda investiga o caso.

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ÍNDIA

Estudantes fazem prova com caixa de papelão na cabeça para não ‘colar’

Escola diz ter implementado ideia com consentimento dos alunos e pediu desculpas pelo ocorrido.

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Fotos causaram polêmica nas redes sociais — Foto: ANI/BBC

Uma escola indiana pediu desculpas publicamente depois que imagens de seus estudantes fazendo uma prova com caixa de papelão na cabeça viralizaram nas redes sociais e geraram polêmica.

O registro foi feito durante uma prova de química na “Bhagat Pre-University College”, em Haveri, no Estado de Karnataka, no sul da Índia.

Segundo os estudantes, a ideia partiu da direção da escola para evitar que eles “colassem” durante a avaliação.

Em entrevista à BBC Hindu, o serviço de notícias em hindu da BBC, MB Satish, funcionário do colégio, lamentou que a técnica tenha sido usada.

Ele disse que a escola só implementou a medida em uma “base experimental” depois de ouvir sobre seu uso em outros lugares.

Satish acrescentou ainda que tudo foi feito com o consentimento dos estudantes — na verdade, eles trouxeram suas próprias caixas de papelão de casa.

“Ninguém foi obrigado a nada. Você pode ver na foto que alguns estudantes não estavam usando (a caixa de papelão na cabeça)”, disse ele. “Alguns colocaram a caixão de papelão na cabeça e a removeram depois de 15 minutos, outros após 20 minutos e nós mesmos pedimos para todos removerem-na após uma hora.”

Logo após serem informadas sobre o ocorrido, autoridades indianas criticaram publicamente a prática.

SC Peerjade, vice-diretor do Conselho de Educação pré-universitário local, descreveu a técnica como “desumana”.

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error: Conteúdo protegido. LEI Nº 9.610, DE 19 DE FEVEREIRO DE 1998
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