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CIÊNCIA

Beber álcool aumenta probabilidade de ser picado por mosquitos

O suor liberta uma substância encontrada nas bebidas alcoólicas que serve de 'aviso' para os mosquitos sobre a presença de uma refeição por perto

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Ser picado por mosquitos não é uma experiência agradável, mas saiba que alguns fatores podem contribuir para que uma pessoa seja mais ‘atrativa’ para os mosquitos, incluindo o consumo de bebidas alcoólicas.

De acordo com um estudo, o etanol presente no álcool – e que é expelido através do suor – serve como um tipo de aviso para os mosquitos sobre a proximidade de uma refeição.

“Se você está com fome e estiver a divagar, provavelmente vai ao encontro de comida: aquele cheiro fort de croissants ou hambúrgueres, por exemplo. Pode até não comer esses alimentos, mas sabe que está ali comida”, explicou Tanya Dapkey, da Universidade da Pensilvânia, nos Estados Unidos, à BBC Future, citando que o mosquito também é atraído pelo cheiro que o agrada.

Uma Pesquisa anterior já havia indicado que beber uma garrafa de cerveja torna as pessoas mais propensas a serem picadas por esses insetos.

Cientistas ainda explicam que os mosquitos picam o ser humano devido a duas substâncias químicas que exalamos ao respirar: dióxido de carbono (CO2) e otanol – que é um álcool secundário criado a partir da quebra do ácido linoleico (também chamado de ‘álcool de cogumelo’).

Apesar disso, outros fatores podem contribuir para esses resultados. Um outro Estudo publicado no Journal of Medical Entomology apontou que o tipo sanguíneo pode tornar um indivíduo mais suscetível à picada de mosquitos. Por exemplo, aqueles com sangue tipo O apresentam uma probabilidade duas vezes maior de serem picados do que quem tem sangue tipo A. Os mosquitos ainda podem ser atraídos pela temperatura corporal elevada, gravidez e massa corporal.


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LOTERIA

Mega-Sena sorteia nesta quarta-feira prêmio de R$ 12 milhões

O valor do prêmio principal está acumulado

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A Mega-Sena sorteia nesta quarta-feira (22) prêmio estimado de R$ 12 milhões. As seis dezenas do concurso 2.153 começam a ser sorteadas, partir das 20h (horário de Brasília), no Espaço Loterias Caixa, no Terminal Rodoviário do Tietê, em São Paulo.

O valor do prêmio principal está acumulado, pois nenhuma aposta acertou as seis dezenas do concurso 2.152 (26-29-36-49-50-59) realizado no último sábado (18).

Os apostadores poderão fazer seus jogos até as 19h (horário de Brasília), em qualquer casa lotérica credenciada pela Caixa em todo o país. A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 3,50.

Com informações da Agência Brasil.


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REDE SOCIAL

Facebook apaga fake news e contas de extrema-direita

A rede social tem sido invadida por publicações de desinformação e redes de contas falsas que pretendem tornar virais as chamadas fake news

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Foto: Eric Gaillard/Reuters

Estudo da organização não governamental (ONG) Avaaz identificou mais de 500 contas do Facebook usadas para disseminar notícias falsas. A rede de contas de extrema-direita publicava discursos de ódio e pretendia “espalhar mensagens de supremacia branca”, segundo a edição online do jornal britânico The Guardian.

Apesar dos esforços constantes do Facebook, a rede social tem sido invadida por publicações de desinformação e redes de contas falsas que pretendem tornar virais as chamadas fake news.Nos últimos três meses, a ONG descobriu páginas suspeitas na rede social na França, Alemanha, Itália, no Reino Unido, na Polónia e Espanha.A rede social eliminou contas que tinham cerca de 6 milhões de seguidores e em que proliferavam notícias falsas e discursos de ódio.

A maioria foi descoberta por publicar e partilhar, por meio de perfis falsos, conteúdo desinformativo e de incitamento ao ódio. A Avaaz está investigando ainda, no entanto, centenas de outras contas, com mais de 26 milhões de seguidores, que podem ser expostos a conteúdos suspeitos.

Essas redes eram muito mais populares do que as páginas oficiais dos grupos populistas de extrema-direita e anti-União Europeia (UE) naqueles países, de acordo com o The Guardian.“As páginas têm altos níveis de interação. Não importa quantos seguidores tem, se não houver interações”, disse Christoph Schott, diretor de campanha do grupo Avaaz. “Eles têm mais de 500 milhões de visualizações apenas nas páginas apagadas, o que é mais do que o número de eleitores na UE”, acrescentou.

Armas de destruição em massa

A Avaaz encontrou, até agora, mais de 550 páginas e grupos, assim como 328 perfis que partilhavam notícias falsas. Embora o Facebook as tenha apagado, a maioria dessas páginas foi visualizada cerca de 533 milhões de vezes, em apenas três meses.

Com informações da Agência Brasil


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SERIADO

Por que o final de Game of Thrones foi tão decepcionante?

O final foi insatisfatório para boa parte dos fãs, que estavam acostumados com outro tipo de série. Uma teoria explica exatamente o que mudou.

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George R. R. Martin sempre avisou que o final de As Crônicas de Gelo e Fogo seria agridoce. O que ele provavelmente não desconfiou é que a série – que ultrapassou os livros e encerrou a saga primeiro – terminaria descrita por boa parte dos fãs (e do elenco) como uma decepção completa.

Fato é que Game of Thrones mudou muito da 7ª temporada em diante. Muita gente percebeu a mudança, mas não sabia exatamente como descrevê-la. Até que surgiu uma voz no meio do ruído que soube explicar exatamente o que aconteceu. Daniel Silverman, um filósofo fã de sagas de fantasia, criou uma thread no Twitter capaz de cravar o que está na raiz desse estranhamento.

Como muitos fãs já desconfiam, grande parte da diferença entre o antes e o depois da 7ª temporada está na maneira como os roteiristas deram seguimento à história no momento em que ela ultrapassou os livros de Martin, e parou de ser adaptada em cima de uma narrativa já escrita.

A responsabilidade pela decepção geral, portanto, acaba caindo no colo de David Benioff e Daniel B. Weiss, os showrunners, principais autores da série para a TV. Mas Silverman, de uma maneira bastante racional, deixa claro que não existe nada de intrinsecamente ruim na maneira como os produtores trabalharam. Ela só foi radicalmente diferente do tipo de narrativa com a qual os fãs se acostumaram por 6 temporadas.

Vamos às diferenças?

Primeiro, Silverman explica que, na hora de começar a escrever uma história, um autor pode escolher algumas estratégias diferentes. Ele pode escolher ser um “plotter”, uma espécie de esquematizador de enredo. Antes de colocar qualquer palavra no papel, ele cria um esqueleto da história… Baseado no capítulo final.

Ou seja: um escritor, como plotter, sabe exatamente como quer que a história termine. Ele tem um gran finale claro em mente, e a partir daí trabalha de trás para frente para entender o que os personagens precisam fazer para atingir aquele final.

Benioff e Weiss agiram como plotters de Game of Thrones. Eles sabiam qual era o final que queriam – e entendiam que parte desse final tinha sido estabelecido por Martin lá atrás, quando ele começou a escrever a saga.

Houve um momento bastante específico em que os produtores criaram o esqueleto que levaria até os últimos capítulos: o final da 6ª temporada. Eles decidiram, ali, que a série teria mais 13 episódios, divididos em duas temporadas. E que, ao final desses 13 episódios, eles precisariam atingir o fim que estabeleceram, a qualquer custo.

Saíram dali com um checklist de onde os personagens chegariam e pelo que teriam de passar. E só aí foram escrever as temporadas.

O problema

Não existe absolutamente nada errado com essa forma de abordar uma narrativa, é claro. Colocar a ênfase no final da história pode ter um resultado positivo. Mas, se é assim, porque foi tudo tão decepcionante?

Bem, é que existe uma segunda forma de tratar a narrativa, como Silverman explica. De um lado você tem um autor plotter. De outro, você tem o que ele chama de “pantser”, um autor que tem uma ideia geral de onde quer chegar, mas que segue a narrativa segundo o tipo de personagem que ele criou.

George R. R. Martin é esse tipo de escritor: ele tinha pontos principais da história delineados, mas, a partir do momento em que cria e amadurece seus personagens, ele deixa que a personalidade desses personagens guie todas as ações da trama. Uma ação só é colocada no papel se ela faz sentido com relação ao espírito daquele personagem, e ao momento que ele está vivendo.

Martin, inclusive, costuma dizer que criar a saga foi como cultivar um jardim. Ele plantou seus personagens como se fossem sementes. Regou cada um deles. E, então, seu enredo passou a ser pautado por essas “plantas”, e pela forma como elas naturalmente se desenvolviam.

(Uma pequena digressão: a origem do termo “pantser” vem da expressão, também em inglês, “flying by the seat of his pants”. Ela se refere aos pilotos do início da aviação, que voavam com poucos equipamentos de auxílio, só sentindo as condições de voo e da aeronave. Eles dirigiam por feeling, mais ou menos como os autores pantsers fazem em suas histórias).

Bem, escritores como Martin pensam as histórias conforme as escrevem, apesar de também terem em mente um esqueleto da história. Eles sabem onde querem chegar, mas priorizam como vão chegar neste final.

Voltando, então, a Game of Thrones: o que surpreende, de fato, não são os destinos finais dos personagens, em si. Os produtores não imaginaram esses finais sozinhos – tem o dedo de George R. R. Martin ali também. Mas a prioridade de Weiss e Benioff era chegar a este final. Enquanto Martin, como vimos, prioriza como esse final é construído.

A mesma narrativa, com o mesmo final, poderia ter sido profundamente mais satisfatória – e é isso que esperamos dos livros, no dia em que eles forem finalmente publicados.

Existem vantagens e desvantagens tanto na perspectiva de Weiss e Benioff quanto na de Martin. Os plotters geralmente chegam a finais surpreendentes. Mas seus personagens, como diz Silverman, acabam ficando mais duros, e bem menos realistas. Por isso, a surpresa acaba sendo insuficiente para satisfazer quem acompanha a série.

Do outro lado, George R. R. Martin vive o principal problema de escrever como um “pantser”: às vezes, a história trava. Em alguns momentos, pode ficar difícil fazer com que os personagens avancem na narrativa sem que isso pareça artificial. Martin se recusa a criar atalhos artificiais para seus personagens – o que torna seus livros extremamente complexos de escrever conforme a saga se aproxima do final.

E o que dá para concluir de tudo isso?

A grande conclusão aqui é que não há problema em ser um plotter. Nem em ser um pantser. Só que essas duas formas de roteirizar uma história não se misturam muito bem.

Nos acostumamos por seis longas temporadas a personagens extraordinariamente bem construídos e repletos de nuances. Quem eles eram e como suas personalidades se moldavam era a principal matéria-prima de Game of Thrones. Os plot twists, nesse sentido, eram até secundários – só aconteciam porque o momento dos personagens assim permitia.

Até a 6ª temporada, os roteiros buscavam as coisas mais surpreendentes que poderiam ocorrer com aqueles personagens, considerando o que eles tinham vivido até ali, e a consciência própria que essas personas já tinham desenvolvido. A prioridade, de novo, não era o que acontecia. Era como acontecia.

Da 7ª temporada em diante, essas prioridades se invertem. Os roteiristas tinham um objetivo final, e cada capítulo era um passo dado em direção a esse objetivo. Com poucos capítulos disponíveis à frente, a narrativa acelerou muito – coisa que os fãs rapidamente perceberam.

Mas a verdadeira mudança era mais profunda que isso. Sem querer soar maquiavélico demais, o fim se tornou mais importante que os meios… Numa série que se tornou hors concours em construir esses “meios”. Como Silverman coloca brilhantemente: “Uma série cujo grande tema era o peso do passado passou a ser sobre o espetáculo do presente”.

Resultado: a sensação do público foi de que a narrativa passou por cima dos personagens, ao invés de caminhar com eles.

E este vídeo de Emilia Clarke, atriz que interpretou Daenerys Targaryen, imitando sua própria reação quando leu o roteiro final.


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CANTOR

Polícia dá prazo para Gusttavo Lima esvaziar barragem em fazenda

O cantor já foi indiciado por aumentar a represa sem licença ambiental

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© Retrattos Studio Fotográfico

Nesta segunda-feira (20), a barragem da Fazenda Vargem Grande, pertencente ao cantor Gusttavo Lima, foi vistoriada e a polícia deu o prazo de três dias para que ela seja esvaziada. O advogado do artista, Cláudio Dias Bessa, informou que há ‘risco mínimo’ de rompimento e que os trabalhos para retirada da água da represa já estão sendo feitos.

Segundo informações do site ‘G1’, os funcionários da propriedade do sertanejo identificaram rachaduras e deslocamento de terra no barramento e decidiram avisar a empresa de Gusttavo para alertar as famílias que moram próximo ao local.

Vale lembrar que no ano passado, a Polícia Civil indiciou o cantor e outras 3 pessoas por aumentarem a represa sem licença ambiental. “Tem rachaduras e infiltração, portanto há um risco. Esvazia o reservatório, acaba o problema. Depois caso queira, busque um licenciamento, faça um projeto bem elaborado”, comentou o delegado de Repressão a Crimes Contra o Meio Ambiente, Luziano de Carvalho.


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