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CONECTE CONOSCO

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Audiência pública vai apresentar soluções para a falta de água em Birigui

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Um estudo elaborado para resolver os graves problemas de produção e abastecimento de água em Birigui será apresentado nesta segunda-feira (6), às 19h, durante audiência pública que será realizada na Casa de Cultura “Cristina Calixto”.

As diretrizes foram elaboradas pela Kappex Assessoria e Participações, empresa vencedora do Procedimento de Manifestação de Interesse (PMI) convocado pela Prefeitura de Birigui em abril de 2018, no Diário Oficial do Município, para a escolha da melhor proposta visando a melhoria do sistema de abastecimento de água.

Duas empresas participaram do certame e suas propostas foram analisadas e julgadas pela Comissão para Análise de Estudos, que considerou o que foi elaborado pela Kappex mais vantajoso para o município.

Durante a audiência pública, que é aberta à toda população, o estudo será apresentado e detalhado pelos técnicos da empresa. As pessoas presentes poderão fazer perguntas e sugestões.

Após a audiência, o Estudo será publicado no site da Prefeitura de Birigui (www.birigui.sp.gov.br), para a continuidade da exposição pública e análise pela população. Até o dia 17 de maio poderão ser apresentadas sugestões e críticas através do endereço eletrônico consultapublica@birigui.sp.gov.br

As sugestões tecnicamente viáveis serão incorporadas ao Estudo. Após o período de exposição pública, o Estudo será transformado em projeto a ser entregue à empresa que vencer a licitação já aberta pela Prefeitura de Birigui, para a execução das obras inseridas no projeto.

À empresa vencedora também caberá a responsabilidade de pagar o projeto elaborado pela Kappex. “A Prefeitura não vai gastar nada com a elaboração do projeto e com nenhuma das obras previstas”, informa Marcos Antônio Albano, que integra a Comissão para Análise.

 

DÉFICIT NA REDE DE ABASTECIMENTO DEIXA 40 MIL PESSOAS SEM ÁGUA

Há mais de 14 anos sem receber investimentos para aumentar a produção de água, o sistema de abastecimento de Birigui registra um déficit diário de 4,5 milhões de litros. Em consequência disto, aproximadamente 40 mil moradores de 20 bairros da Zona Norte da cidade, dentre os quais o complexo formado pelos bairros Colinas, chegam a ficar vários dias sem uma gota de água nas torneiras, toda vez que um dos dois poços profundos que abastecem a população precisa passar por manutenção.

Em dias normais, a água falta por algumas horas nas mesmas regiões e em pontos esparsos da cidade. Os poços profundos produzem 50% da água que abastece Birigui.

“O colapso atual no abastecimento foi previsto em 2008 pelo Programa de Melhorias no Setor de Saneamento (PMSS), que alertou que se o poder público não adotasse medidas para aumentar a captação, faltaria água para abastecer populações futuras”, relembra Albano.

Em quase uma década e meia, a população de Birigui saltou de 95 mil para quase 120 mil habitantes. No mesmo período, a quantidade de bairros passou de 100 para 166. No entanto, o poder público seguiu apostando em paliativos e socorro emergencial como consertar ou substituir bombas dos poços profundos. Não associou o crescimento demográfico previsível a uma cidade que, pela condição de polo industrial, registra um dos maiores fluxos migratórios do interior paulista, à necessidade de investir na perfuração de mais poços, como o sugerido pelo PMSS.

“A medida teria evitado todos os transtornos que a população enfrenta, a ponto de o Ministério Público ter exigido, em 2016, explicações e providências para uma grave crise que deixou dezenas de bairros sem água durante uma semana”, informa Albano.

Agora, o sistema entrou em alerta máxima. Projeções feitas com base nas taxas de crescimento da população registradas na última década apontam que Birigui deverá fechar 2019 com 123.466 habitantes.

Para abastecer plenamente a população atual, seriam necessários 40,5 milhões de litros/dia. No entanto, o sistema de abastecimento formado pelo Ribeirão Baixotes e os poços profundos Matéria e Aquapérola produzem 36 milhões de litros/dia.

O desabastecimento provocado pela defasagem de 4,5 milhões de litros/dia, que hoje atinge em torno de 40 mil pessoas, “poderá atingir outras regiões da cidade, caso uma providência imediata deixe de ser tomada”, prevê Albano.

 

PROPOSTA VAI RESOLVER DESABASTECIMENTO ATUAL E GARANTIR ÁGUA PARA 10 ANOS

Com a concessão parcial, o sistema de produção e abastecimento de água receberá aportes de aproximadamente R$ 30 milhões para realização de um conjunto de obras prioritárias para evitar que o colapso que até aqui é localizado, atinja outras regiões de Birigui.

A perfuração de um poço profundo no Bairro Portal da Pérola II com vazão de 8 milhões de litros/dia é a âncora do projeto.

“A produção será suficiente para abastecer com folga as 40 mil pessoas que hoje saem de casa pela manhã e ao retornar não têm certeza se encontrarão água nas torneiras para as suas necessidades”, informa Albano, ao projetar também que sobrará água para tornar Birigui ainda mais atrativa a novos investimentos empresariais. “Resumindo, teremos água para hoje e para os próximos 10 anos de crescimento populacional”.

Albano informa também que a Prefeitura de Birigui “não gastará um centavo com as melhorias, pois os investimentos serão efetuados pela empresa vencedora”. O contrato de concessão terá duração de 15 anos “e, ao final, todas as construções e benfeitorias executadas pela empresa, incluindo o poço profundo em funcionamento, serão incorporadas ao patrimônio do município”.

O secretário-adjunto também esclarece que a “Prefeitura não está vendendo a água de Birigui, até porque a cidade não tem água para vender, tem, isso sim, uma necessidade urgente de comprar água para abastecer a população”. A água produzida pelo poço a ser perfurado chegará às residências e o “consumo será medido pela Prefeitura, que continuará emitindo as contas referentes ao consumo domiciliar, recebendo e repassando à empresa concessionária o valor referente ao consumo total de cada mês”.

Albano também esclarece que “será a Prefeitura de Birigui, e não a empresa concessionária, que fixará as tarifas de água”. Mesmo com todas as melhorias que serão incorporadas ao sistema de abastecimento, “o valor da água continuará no patamar atual”.

 

OUTROS AVANÇOS QUE A CIDADE TERÁ COM A NOVA

CONCESSÃO PARCIAL DO SISTEMA DE ÁGUA

 

* Reforma do poço do Bairro Novo Stábile, que tem mais de 20 anos de funcionamento e precisa de ampla reforma;

* Construção de reservatórios de água com capacidades que variam de 200 mil litros a 1 milhão de litros nos bairros Portal da Pérola II, Novo Stábile e Colinas;

* Interligação dos poços através de um sistema que mantenha os demais em funcionamento quando algum precisar ser desativado para manutenção;

* Setorização da cidade para que haja sinergia com os poços existentes;

* Pelo sistema atual, um mesmo bairro é abastecido com água distribuída pelos poços Matéria e Aquapérola e até pelo Ribeirão Baixotes. O alinhamento de um poço específico para cada grupo de bairros dará mais eficiência à distribuição de água.

 


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Fonte:
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Artigo

A importância do desenho infantil nos primeiros anos de vida

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O grafismo é a primeira escrita da criança. Seus desenhos refletem o quanto elas assimilam as experiências vividas e o quanto tem de conhecimento de mundo.

Por meio dos desenhos, a criança externa desejos, conflitos, pensamentos e opiniões, por isso, através dele, temos uma importante ferramenta de análise do desenvolvimento infantil.

Inicialmente, vemos as garatujas,que são “rabiscos” abstratos que necessitam da fala da criança para nos indicar o que quis expressar.

Em seguida a criança começa a ter o reconhecimento da figura humana no registro,puxando para os lados pernas e braços.

Mais tarde, o grafismo evolui para formas arredondadas, registro que se assemelham a letras, símbolos ou números, sendo o ápice do desenvolvimento.

Cada criança é única, mas todas se desenvolvem.

Por: Natália Barbosa Bachi, professora da Educação Infantil do Colégio Cetea de Araçatuba


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Região

Poço artesiano volta a abastecer Guararapes no segundo semestre

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Abastecimento da cidade depende, hoje, da captação de água do Córrego Frutal, que é suscetível às condições climáticas

A Estação de Tratamento de Água (ETA) de Guararapes deve reativar o seu poço artesiano até setembro deste ano. O investimento, de R$ 400 mil, irá diminuir a dependência do abastecimento de água na cidade, hoje feito exclusivamente pela represa municipal, que capta água do Córrego Frutal.

A capacidade de vazão do povo profundo é de 300 mil litros por hora, segundo estudo especializado feito por uma empresa contratada pela Prefeitura. Para isso, o município vai instalar um equipamento para bombear mecanicamente a água.

A Estação de Tratamento de Água (ETA) de Guararapes atende a uma demanda média de 280 mil litros de água por hora, para uma população de 32,7 mil habitantes.

No entanto, o sistema atual é suscetível às condições climáticas. Em extensos períodos de estiagem, como o que ocorreu em 2015/2016, há risco de desabastecimento, o que não ocorre com o poço artesiano, segundo a Prefeitura, já que a água vem do Aquífero Guarani, maior reservatório natural de água doce do planeta.

Outra vantagem é a qualidade da água, segundo a diretora de Engenharia e Saneamento Básico da Prefeitura, Luciane Antoniolli Morais.

“Não se compara a pureza da água de um lençol freático com aquela que é captada dos cursos d’água superficiais”, comentou a diretora de Engenharia e Saneamento Básico da Prefeitura, lembrando que enquanto a primeira vem pronta para o consumo humano, a segunda requer tratamento químico para eliminar impurezas.

RECUPERAÇÃO

A reativação do poço será possível assim que terminar a série de serviços que a Prefeitura de Guararapes vem desenvolvendo desde janeiro, iniciada após um estudo hidrogeológico para avaliar os procedimentos mais práticos e imediatos para recuperar o poço profundo.

Já no começo deste ano foi instalado um equipamento para bombeamento a altas profundidades (o poço possui 1.330 metros de profundidade).

Outra medida foi o recondicionamento da torre de resfriamento, em vez de comprar uma nova. Com essas medidas, será possível reativar o poço a um custo final de pouco mais de R$ 400 mil, 60% menos do que se previu há três anos.

O poço artesiano de Guararapes foi colocado em operação em 1992 e permaneceu ativo por 23 anos. Em 2015, a sua capacidade ficou comprometida por falta de manutenção e, devido ao custo previsto à época para a sua reativação, de R$ 1 milhão, permaneceu inativo.

Para colocar o poço em funcionamento novamente falta apenas recondicionar o equipamento de resfriamento da água, segundo informou a diretora de Engenharia e Saneamento Básico da Prefeitura, Luciane Antoniolli Morais. Já foi feita licitação e contratação de empresa especializada.

 

QUALIDADE DA ÁGUA É ANALISADA PELO ADOLFO LUTZ E POR LABORATÓRIO PARTICULAR

Responsável por atender uma demanda média de 280 mil litros de água por hora, a Estação de Tratamento de Água (ETA) da Prefeitura de Guararapes possui um rígido controle sobre a água que serve aos 32,7 mil habitantes da cidade.

Além de exames laboratoriais diários na própria ETA, feitos sob a supervisão de uma química, a qualidade é verificada mensalmente pela Vigilância Sanitária, que colhe amostras em locais aleatórios da cidade e as envia para o Instituto Adolfo Lutz. Semestralmente, uma análise mais completa é feita por um laboratório particular.

De acordo com o chefe da Seção de Tratamento e Distribuição de Água da ETA, João Carlos Natale, esses exames laboratoriais permitem analisar aproximadamente 100 itens da água tratada e atestam a potabilidade do líquido.

 

Por Ediwilson dos Santos, especial para o Regional Press

 


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INFLAÇÃO

Frete eleva preços dos alimentos no varejo de Araçatuba

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Reajuste foi verificado nos produtos in natura e processados Foto: Marcos Santos/USP Imagens

O preço dos alimentos voltou a subir no varejo de Araçatuba. Em abril, o aumento é de 6,51% em comparação aos valores praticados em março. É a segunda alta consecutiva, já que no mês anterior, o reajuste foi de 6,98% em relação a fevereiro.

Os alimentos in natura tiveram o maior reajuste em abril, de 9,25%, enquanto os processados ficaram 3,77% mais caros.

No ano, a variação é de 6,16% nos gêneros alimentícios, com 6,2% de aumento nos preços das verduras, frutas e legumes, e de 6,08% nos demais itens.

A pesquisa levou em consideração uma cesta de 70 alimentos in natura e de 58 produtos processados. Os preços foram levantados nos últimos finais de semana de cada mês em dois dos principais supermercados varejistas de Araçatuba.

MAIORES ALTAS

O pepino teve o maior reajuste em abril, segundo a equipe de profissionais da Educonsultoria, que realiza a pesquisa de preços desde janeiro em estabelecimentos de Araçatuba. O valor do produto subiu 72,6% em abril.

O limão também teve aumento considerável no mês passado, com alta de 62,37%, seguido do quiabo (+60,11); batata doce (+45,33%); vagem (+35,97%) e abobrinha (+34,93%).

O preço do mamão também está mais salgado, já que foi reajustado em 25,52%, assim como o do tomate (+23,54%); maçã (+22,22%); cebola (+20,41%), alho (6,92%) e alface (+1,83%.

EM QUEDA

Já a banana nanica, a laranja pera e a melancia tiveram queda nos preços, de 3,87%; 17,89% e 26,7%, respectivamente.

PROCESSADOS

Em relação aos processados, a carne moída de segunda teve o maior aumento no preço, de 63,62%. Os outros itens que tiveram os valores reajustados foram a sobrecoxa de frango (+46,19%); a mortadela (+32,68%); o café (+30,9%) e o filé de frango (+22,61%).

De outro lado, apresentaram redução nos preços a salsicha (23,68%); o feijão carioca (11,87%) e o presunto (4,03%).

CUSTOS

Conforme a equipe técnica da Educonsultoria, o aumento no custo do frete rodoviário é o principal fator que influenciou na alta dos preços. A empresa realiza a pesquisa mensal desde janeiro deste ano, com o objetivo de servir como um termômetro da inflação regional.

“Araçatuba é dependente do abastecimento feito por regiões distantes e o custo do transporte reflete nos preços dos alimentos”, explicou a Educonsultoria, que atua em Araçatuba e São Paulo, com projetos voltados para políticas públicas e estratégias educacionais.

Para os técnicos da consultoria, um planejamento regional do uso do solo agrícola, com o redirecionamento de uma fatia maior de áreas para o cultivo diversificado de produtos alimentares, ajudaria a diminuir os preços, na medida em que o mercado local ficaria menos dependente dos produtos vindos de outras regiões.


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BOTUCATU (SP)

Transplante de coração mobiliza helicóptero Águia da PM no interior de SP

Segundo a unidade, foi o primeiro transplante de coração realizado pelo Hospital das Clínicas de Botucatu (SP).

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Foto: Polícia Militar/Divulgação

A Polícia Militar se mobilizou na tarde desta sexta-feira (17) para levar um coração que deverá ser transplantado em um paciente do Hospital das Clínicas de Botucatu (SP).

A unidade foi credenciada para realizar esse tipo de transplante em outubro de 2017 e esta foi a primeira vez que realizou o procedimento.

De acordo com o hospital, a cirurgia para a retirada do órgão ocorreu por volta de 14h na Santa Casa de Jaú.

Em seguida, a equipe médica e policiais militares envolvidos na operação transportaram o coração até o Hospital das Clínicas. A única maneira do órgão chegar dentro do tempo estipulado era por transporte aéreo.

De acordo com a polícia, o Helicóptero Águia foi acionado e realizou uma operação especial para que o órgão fosse entregue a tempo.

Além do prazo de vida do órgão, uma das preocupações era em relação ao tempo, pois, em caso de temporal, a decolagem poderia estar comprometida.

Além do coração, também foram retirados fígado, rins e pâncreas que também serão doados. Devido ao sigilo médico, não foram informadas as identidades do paciente doador e dos beneficiados pelos órgãos.

O coração é um dos órgãos com o menor tempo de sobrevivência. Entre a retirada até o transplante, o prazo estipulado é de no máximo 4 horas, sendo um dos órgãos com menor tempo de durabilidade.

Helicóptero Águia conseguiu montar uma operação especial para entregar coração para paciente em Botucatu (SP) — Foto: Murilo Rincon/Divulgação


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