CONECTE CONOSCO

AÇÃO POR DIFAMAÇÃO

Processada pela quarta vez por Dilador, munícipe terá de doar mais quatro cestas básicas

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A desempregada Viviane Mendonça, 35 anos, de Araçatuba, vai ter que doar quatro cestas básicas à instituição Amor Exigente, conforme acordo proposto pelo Ministério Público, na tarde desta quinta-feira (11), em uma ação de difamação ajuizada pelo prefeito Dilador Borges (PSDB). É o quarto processo movido por ele contra a munícipe.

A ação por difamação foi motivada por um vídeo postado por Viviane em sua página do Facebook criticando reforma feita no pronto-socorro municipal.

“Eu só exerci o meu papel de cidadã, de cobrar o prefeito por melhorias na cidade”, afirmou ela, que disse que terá de vender alguma coisa de sua casa para comprar as cestas básicas.

MAIS PROCESSOS

É a segunda vez que Viviane tem de doar cestas básicas em processos ajuizado pelo prefeito. Em fevereiro, após acordo com o MP, teve de doar duas cestas à Casa de Recuperação de Vidas Refúgio Cristão.

Neste caso, o processo foi por injúria, por Viviane ter postado um vídeo questionando por que a Prefeitura havia negado o pedido de interdição de uma via de seu bairro para a realização de uma festa para o Dia das Crianças, no ano passado.

Na ocasião, o caso sensibilizou internautas, que doaram 14 cestas básicas à desempregada, que mora no Porto Real 2 e sobrevive com um salário-mínimo proveniente de um benefício social que um de seus filhos recebe. Ela doou todas a instituições de caridade e a famílias carentes.

Dilador também processou Viviane por ameaça, mas este acabou sendo arquivado.

DANOS MORAIS

Em março deste ano, a munícipe foi condenada a pagar R$ 4 mil ao prefeito de Araçatuba, em uma ação de danos morais por causa do vídeo que motivou o processo por injúria.

O prefeito disse, na época, por meio de sua página no Facebook, que se sentiu ofendido com as postagens de Viviane e que a Justiça reconheceu que houve excesso por parte dela ao se referir a ele. Ela recorreu da decisão.

 

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Fonte:
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entrevista

Arlindo diz que se houver provas robustas CPI pode resultar em CP com afastamento do prefeito, antes da Justiça

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O Vereador Arlindo Araújo (PPS), autor do requerimento assinado nesta segunda-feira por ele e mais 11 vereadores, criando a CPI para investigar os contratos que aparecem no inquérito da Polícia Federal que resultou na operação #tudonosso, realizada na semana passada pela Polícia Federal, que investiga um esquema de desvio de recursos públicos nos últimos dois anos envolvendo contratos entre a Prefeitura e empresas em nome de pessoas ligadas ao sindicalista José Avelino Pereira, o Chinelo, de 64 anos, falou com a imprensa na noite desta segunda-feira no rápido intervalo da sessão ordinária da Câmara dos Vereadores.

Ele explicou que a CPI realizará um trabalho paralelo a investigação da Polícia Federal utilizando como base o que já foi levantado e divulgado pela PF. Segundo ele, os tramites judiciais são demorados devido a série de recursos previstos, sendo que a CPI pode agir com mais celeridade e inclusive pedir o afastamento do prefeito, por meio de uma Comissão Processante, antes da Justiça, que pode levar muito tempo não acontecendo até o final do mandato eletivo.

Arlindo explicou durante a entrevista que, se houver provas robustas, há possibilidade de se criar uma comissão processante e pedir o afastamento do prefeito antes de qualquer decisão judicial. Para isso é necessário aprovação de 2/3 dos vereadores, ou seja 10 votos favoráveis.

Arlindo ainda destacou que vai acompanhar de perto os trabalhos. Assista a entrevista:

Vereador Arlindo Araujo fala sobre instalação da CPI sobre operação da PF

Posted by Regional Press on Monday, August 19, 2019

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#tudonosso

Papinha se pronuncia pela primeira vez após desencadeamento de operação da PF onde ele é citado

Papinha está entre os 12 vereadores que assinaram o requerimento a favor da criação da CPI

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Papinha assinou requerimento a favor de criação da CPI

O vereador Rival Papinha (PSB) falou com a imprensa pela primeira vez após desencadeamento da operação #tudonosso, realizada na semana passada pela Polícia Federal, que investiga um esquema de desvio de recursos públicos nos últimos dois anos envolvendo contratos entre a Prefeitura e empresas em nome de pessoas ligadas ao sindicalista José Avelino Pereira, o Chinelo, de 64 anos.

Segundo a PF, um grupo utilizava empresas registradas em nomes de ‘laranjas’ e familiares para fraudar licitações e celebrar contratos com o município. As investigações identificaram negociações suspeitas, fechadas nos últimos dois anos, nas áreas de educação e assistência social. Os valores dos contratos superam R$ 15 milhões com desvios de pelo menos R$ 120 mil mensais, indicou inquérito da Polícia Federal.

Papinha, que é do partido presidido por Chinelo, aparece em parte do inquérito citado como integrante do denominado Núcleo Facilitador do esquema, onde também são citados o prefeito Dilador Borges e a vice-prefeita Edna Flor. No intervalo da sessão ordinária da Câmara dos Vereadores nesta segunda-feira, Papinha falou pela primeira vez sobre o caso com a imprensa, durante uma rápida entrevista coletiva.

Ele, que foi citado mas não é investigado pela Polícia Federal, começou dizendo que se relaciona com várias pessoas, que acredita na Justiça e aproveitou para reafirmar à sociedade que faz parte do partido, discute questões políticas, e que acredita na Justiça e está a disposição para contribuir no que for preciso. Papinha está entre os 12 vereadores que assinaram o requerimento a favor da criação da CPI.

Os vereadores que não assinaram favoráveis a abertura da CPI foram Antônio Edwaldo Dunga Costa, a presidente da Câmara, Tieza Lemos Marques de Oliveira e Gilberto Batata Mantovani.

Papinha também abordou assuntos como uma movimentação financeira que apareceu em nome de seu irmão e também sobre como recebeu a notícia de que estava citado no inquérito da Polícia Federal. Papinha disse que não tem nenhum envolvimento e tudo o que tem hoje é um carro e uma casa, ambos financiados, e disse que neste momento estão surgindo muitas informações falsas nas redes sociais com relação ao seu patrimônio. Assista a entrevista:

Vereador Papinha fala com a imprensa sobre investigação da PF.

Posted by Regional Press on Monday, August 19, 2019

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POLÍTICA

Vereadores aprovam desconto no IPTU e punições para trotes

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Fotos: Angelo Cardoso/Câmara Municipal de Araçatuba

Quem plantar e cuidar de uma árvore em Araçatuba terá desconto de 5% no pagamento do IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano). A concessão do benefício está prevista em projeto de lei complementar, proposto pelo vereador Arlindo Araújo (PPS), que foi aprovado por 12 votos na 24ª Sessão Ordinária do ano, realizada nesta segunda-feira (19). Para entrar em vigor, a matéria depende agora da sanção do prefeito Dilador Borges (PSDB).

Conforme o projeto, os contribuintes que já possuem uma árvore plantada em frente ao seu imóvel e realizam manutenção periódica também serão beneficiados com o desconto. A espécie da árvore a ser plantada e o local do plantio deverão ser previamente aprovados pela Prefeitura.

TROTES 

Durante a 24ª Sessão Ordinária do ano, também foi aprovado por unanimidade e com uma emenda o projeto de lei, de autoria do vereador Gilberto Batata Mantovani (PL), que estabelece punições para quem passa trotes nos telefones de emergência do município. A matéria determina a aplicação de multa e o ressarcimento das despesas geradas com o acionamento indevido desses serviços.

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error: Conteúdo protegido. LEI Nº 9.610, DE 19 DE FEVEREIRO DE 1998
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