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Miss Brasil pode não ser realizado em 2020 por falta de acordo entre Polishop e Band

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Em processo de renegociação, a Polishop e a Band podem não renovar a parceria para a realização dos próximos concursos para escolha da Miss Brasil. Segundo fontes próximas às empresas, até o momento, não há um acordo entre as partes, e há muitas chances de ele não acontecer.

Caso a parceria não siga, o concurso, que leva uma brasileira à disputa do Miss Universo, dependeria do interesse de outra empresa para acontecer em 2020. Atualmente, a Band é a detentora do direito da franquia do Miss Universo no Brasil.

As empresas firmaram, em 2014, um contrato de cinco anos, renováveis por mais cinco. Desde então, o certame adotou a alcunha de Miss Brasil Be Emotion, para promover a linha de cosméticos da Polishop.

Em entrevista exclusiva à Folha, em março deste ano, o dono da rede de varejo, João Appolinário, afirmou que a empresa tinha interesse na renovação e que investiu R$ 35 milhões na disputa.

“Conseguimos melhorar a imagem do concurso, que voltou a ter o glamour de antes, além de alcançar a exposição esperada da marca Be Emotion. A renovação deve começar a ser discutida com a Band agora, depois de concluirmos o evento da final. Mas, a princípio, do nosso lado deve se renovar sim”, disse o empresário na ocasião.

A Polishop teria investido de R$ 6 milhões a R$ 8 milhões por ano no concurso, de acordo com Appolinário na época. Só com o evento da final deste ano e suas etapas, foram gastos entre R$ 3 milhões e R$ 4 milhões.

Cinco misses foram eleitas para o posto durante o período. A jornalista e influenciadora digital mineira Júlia Horta, 24, é a atual detentora da coroa, e conquistou o título em março deste ano, durante a 65ª edição do Miss Brasil.

Firme, segura e desembaraçada, Horta conquistou o júri e o público com discurso feminista, politizado e social.
As outras vencedoras da “era Polishop” são a amazonense Mayra Dias (2018), a piauiense Monalysa Alcântara (2017), a paranaense Raíssa Santana (2016) e a gaúcha Marthina Brandt (2015).

DESAFIOS DA ERA POLISHOP

A Polishop encontrou muitos desafios na realização do evento. Entre eles estavam a lisura de cada etapa e monetizar os eventos. Entre as mudanças, a final do Miss Brasil passou a ser realizada em uma das convenções nacionais de vendedores e associados da Polishop, para aproveitar a estrutura e, de certa forma, economizar.

Chamada de “era Polishop” pelos especialistas do setor, as disputas comandadas pela empresa, inclusive a deste ano, não tiveram venda de ingressos para o público e contaram apenas com a “turma do João” na plateia: um público estimado em 15 mil pessoas, que se empolga e torce pelas conterrâneas que desfilam.

Com 3.500 funcionários diretos e mais de 200 mil vendas por mês, a Polishop foi fundada no ano 2000 e atualmente é a maior empresa multicanal do mundo e opera por meio de uma grande rede de comunicação, distribuição e vendas, que incluem quase 300 lojas físicas, e-commerce, TV, catálogo de produtos e contact center.

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pesquisa

Adotar um cachorro pode ser igual a escolher alguém para namorar

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Um estudo realizado por psicólogos da Universidade de Indiana, nos Estados Unidos, revelou que não escolhemos parceiros amorosos (ou cães) com base nas preferências que imaginamos.

A pesquisa, divulgada pela revista Galileu, analisou processos de adoção de cachorros em abrigos para fazer a adoção mais eficiente e entender como os adotantes escolhiam seus pets.

Os cientistas perceberam que adotar um companheiro canino tem uma dinâmica similar a que temos na hora de escolher alguém para namorar: e na realidade nem sempre escolhemos companheiros com base nas preferências que julgamos ter.

“O que sabemos neste estudo é o que as pessoas dizem querer num cão nem sempre coincide com o que elas efetivamente escolhem”, contou a líder da pesquisa, Samantha Cohen.

Apesar da maioria dos participantes terem apresentado várias exigências —  das quais a  característica da afabilidade foi a mais solicitada — os indivíduos acabavam por optar por animais que correspondiam a apenas algumas dessas preferências, como idade e disposição para brincar.

Outros critérios que eram pré-definidos pelos futuros donos, como cor e o fato do cão ser abandonado, tiveram uma menor influência na decisão final que levou à adoção.

Os abrigos são ambientes extremamente estressantes, que podem alterar o comportamento real de um cão. Por isso, segundo os investigadores, escolher um bichinho com base na personalidade é equivalente a escolher um parceiro amoroso com base no quão bem falam em público.

Para facilitar a adoção de cachorros menos sociáveis e estressados, os abrigos procuram colocá-los em locais temporários e calmos para que os animais demonstrem os seus traços mais amigáveis.

Porém, segundo Cohen, no processo de adoção canina, assim como no mundo do namoro, a aparência também importa.

“Conforme muitos psicólogos têm demonstrado em experiências de encontros rápidos, a atração física é muito importante. A maioria das pessoas procura um cachorro bonito”, explicou a cientista.

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Caso BNDES

Empréstimo de avião foi ‘transparente’ e ‘pago até o fim’, diz Luciano Huck

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O apresentador Luciano Huck diz que o empréstimo que fez junto ao BNDES para comprar um avião foi “transparente, pago até o fim, sem atraso”.

Na segunda, o banco divulgou uma lista de centenas de empresas que fizeram operações semelhantes. O presidente Jair Bolsonaro (PSL) anunciou, há uma semana, que ela seria publicada.

Por meio da empresa Brisair, empresa da qual é sócio junto com Angélica Huck, o apresentador pegou R$ 17,7 milhões com o BNDES em 2013 por meio do Finame (Financiamento de Máquinas e Equipamentos).

“A empresa Brisair, da qual sou sócio, comprou um avião produzido pela Embraer. Para tanto, fizemos um empréstimo transparente, pago até o fim, sem atraso. Tudo como manda a lei”, afirma Huck em texto enviado à reportagem.

“O BNDES/Finame é um tipo de financiamento bancário concebido para favorecer a indústria nacional, abrindo-lhe condições de competir em pé de igualdade com produtores estrangeiros. Milhares de operações financeiras como esta foram realizadas, com único objetivo de estimular a produção, a aquisição e a comercialização de bens, máquinas e equipamentos produzidos no Brasil”, segue o apresentador.

“A compra e o financiamento da aeronave foi feita por meio de um contrato absolutamente legal, sem vício, vantagem ou privilégio”, finaliza ele.

Por MÔNICA BERGAMO

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Famosos

Claudia Leitte dá à luz Bela, sua terceira filha, nos EUA

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – A cantora Claudia Leitte, 39, deu à luz, nesta terça-feira (20), sua terceira filha, Bela. O parto aconteceu nos Estados Unidos, como a artista já tinha anunciado, e ambas passam bem, segundo sua assessoria de imprensa.

“Antes mesmo de te formar no ventre materno, Eu te escolhi; antes que viesses ao mundo, Eu te separei e te designei para a missão de profeta para as nações! Seja bem-vinda, minha estrela, minha #Bela!”, escreveu a cantora em sua conta no Instagram, relembrando uma passagem bíblica.

Claudia Leitte é casada com o empresário Marcio Pedreira e os dois já têm dois filhos: Davi, 10 e Rafael, 7. “Toda família vive nesse momento a emoção e felicidade do nascimento de Bela e agradece o carinho dos fãs, amigos e do público em geral que sempre admirou e acompanhou a cantora”, afirmou a assessoria da cantora.

A artista já tinha falado sobre a decisão dar à luz em outro país e disse que aconteceu de forma natural: “Eu tenho agenda fora e a gente se adaptou. Nós vivemos vida de circense”, brincou. Na ocasião, ela afirmou que sempre pensou em ter dois filhos, mas não descartou completamente uma nova gravidez no futuro.

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